Discurso de Lula da Silva (excerto)

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sábado, 17 de novembro de 2007

SETÚBAL - À conversa sobre José Afonso - Tertúlias Associativas








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A obra de José Afonso é relembrada num ciclo de tertúlias com início neste sábado e que se prolonga por 2008 em colectividades do Concelho, numa iniciativa promovida pela Câmara Municipal.
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A primeira de cinco sessões sobre o cantor no âmbito das Tertúlias Associativas tem início às 21h30, na sede do Rancho Folclórico de Praias do Sado.
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Além da divulgação da obra de Zeca Afonso, este ciclo de encontros tem como objectivo envolver os diferentes bairros e comunidades setubalenses na identidade cultural do Concelho, com a qual o percurso biográfico do cantor está intimamente relacionado.
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Em todos os encontros é exibido o documentário ‘José Afonso, andarilho, poeta e cantor’, da autoria de José Ribeiro, com a duração de 15 minutos, a que se segue um momento de poesia.
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É depois mostrado o documentário ‘Não me obriguem a vir para a rua gritar’, um trabalho da RTP vocacionado especialmente para as novas gerações que não chegaram a conhecer José Afonso.
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O filme resulta do contributo de vários artistas de diferentes áreas criativas que criaram trabalhos sobre Zeca Afonso.
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Logo a seguir à exibição do segundo documentário, há um apontamento musical, na primeira sessão assegurado por Francisco Naia e Banda do Andarilho realizam um apontamento musical que antecede um período de debate.
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Este ciclo de encontros tem inspiração nas Tertúlias Bocagianas, que decorreram em 2005 e que durante esse ano promoveram vários encontros em torno da temática de Bocage.

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in Câmara Municipal de Setúbal - Município Participado

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ver Programa de: SETÚBAL - À conversa sobre José Afonso - Tertúlias Associativas

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Obras na zona histórica de Valença - Antiga cadeia transformada em museu

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* C.A.V.
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A empreitada de readaptação do edifício da antiga cadeia de Valença em Núcleo Museológico já começou. A intervenção, cujo valor ronda os 193 mil euros, pretende transformar o edifício, localizado na zona histórica – que já foi moradia régia, domus municipalis, cadeia e sala de exposições – em núcleo museológico e pólo central de uma rede de espaços e museus da Praça Forte de Valença.
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O novo espaço vai dispor de uma galeria de exposição, no piso inferior, instalações sanitárias no piso intermédio, gabinetes de apoio e depósito de materiais no piso superior e pretende mostrar o legado patrimonial, histórico e cultural do concelho, ao longo dos séculos, nomeadamente, no que toca à sua natureza militar.
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Entre os principais objectivos do museu destaca-se a promoção e divulgação dos aspectos históricos mais decisivos e marcantes da Praça Forte, na perspectiva da defesa das fronteiras do território nacional ao longo dos séculos. Também os aspectos mais marcantes do emblemático comércio tradicional estarão representados com espólio metrológico, bem como os objectos arqueológicos encontrados nas várias escavações em curso na Fortaleza e em outros espaços do concelho.
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O edifício é um dos mais antigos e simbólicos da zona histórica, destacando-se, no piso térreo, os tectos abobadados e os arcos indicativos da arquitectura gótica, do tempo de D. Afonso III.
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in Correio da Manhã 2007.09.17
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Foto - Muralhas de Valença do Minho

Loulé: Autarquia investe cerca de quatro milhões de euros - Ex-libris recuperado

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* José Carlos Eusébio
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A Câmara de Loulé vai investir quatro milhões de euros na completa renovação do interior do velhinho Cine-Teatro local. O edifício, que é considerado um dos principais ex-libris da cidade, foi adquirido pelo município há cerca de quatro anos, após demoradas e difíceis negociações com os proprietários.
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Segundo o presidente da Câmara local, Seruca Emídio, “o concurso público da empreitada foi aberto este mês, devendo a obra arrancar em Março do próximo ano e estar concluída no prazo de um ano e meio”.Todo o interior da sala de espectáculo, com capacidade para cerca de três centenas de espectadores, será remodelado, sendo instalado um novo e moderno palco com o dobro do tamanho do actual. A autarquia pretende que o cine-teatro fique vocacionado para a realização de espectáculos ao vivo.
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A empreitada contempla também a substituição de sistemas eléctricos e redes de água e esgotos, bem como haverá o reforço da segurança contra incêndios.
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Ao longo dos anos, a autarquia louletana tem vindo a efectuar diversas obras de manutenção do edifício, evitando desta forma que a casa de espectáculos fechasse as portas ou fosse mesmo demolido. Em 2003, a Câmara acabou por finalmente adquirir o Cine-Teatro Louletano e fez a reparação da sua parte exterior.
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O imóvel é considerado como uma das mais importantes salas de espectáculos da região algarvia, dispondo de excelentes condições acústicas. Este mês, por exemplo, está programado (dia 28), um espectáculo com o cantor de Jorge Palma.
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HISTÓRIA
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A inauguração do cine-teatro teve lugar a 19 de Abril de 1930, mas anteriormente já funcionara como cinema. A abertura oficial de portas deu--se com a Companhia Teatral, onde pontificava a actriz Ilda Stichini.
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Têm passado por aquela emblemática sala de espectáculos algarvia artistas de nomeada, como Alves da Cunha, Berta de Bívar, Raul Solnado ou Maria do Céu Guerra. Foram ainda projectados os mais famosos filmes internacionais.
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O edifício, cuja construção custou 180 contos, foi durante 75 anos propriedade da Sociedade Teatral Louletana, sendo adquirido há cerca de quatro anos pela edilidade. .
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PORMENORES
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AQUISIÇÃO
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O processo de aquisição do imóvel foi complexo, dado que envolveu negociações com cerca de 70 herdeiros dos proprietários. Custou 1,5 milhões de euros, tendo sido utilizadas verbas provenientes das contrapartidas de funcionamento dos casino.
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RECUPERAÇÃO
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Após a aquisição, a autarquia levou a cabo o arranjo de toda a parte exterior do imóvel, incluindo a reparação da cobertura. A empreitada que agora vai ser executada diz respeito somente à remodelação do interior do cine-teatro.
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INVESTIMENTO
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O requalificado cine-teatro vai ser destinado sobretudo à realização de espectáculos musicais e de teatro. Ao longo dos anos, a autarquia tem mantido a exibição de filmes, mas a actividade dá prejuízo.
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in Correio da Manha 2007.09.17
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Foto - Sandra Santos (Cine-Teatro Louletano com obras de remodelação a partir de Março)