Discurso de Lula da Silva (excerto)

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domingo, 16 de maio de 2010

Singing in the rain - Gene Kelly


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lbarnard86 — 1 de Outubro de 2009 — Singing In The Rain - Singing In The Rain performed by Gene Kelly HD 720p Widescreen Upscaled and Cropped
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Gene Kelly - SINGIN' IN THE RAIN Lyrics
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Don Lockwood:
Doo-dloo-doo-doo-doo
Doo-dloo-doo-doo-doo-doo
Doo-dloo-doo-doo-doo-doo
Doo-dloo-doo-doo-doo-doo...

I'm singing in the rain
Just singing in the rain
What a glorious feelin'
I'm happy again
I'm laughing at clouds
So dark up above
The sun's in my heart
And I'm ready for love
Let the stormy clouds chase
Everyone from the place
Come on with the rain
I've a smile on my face
I walk down the lane
With a happy refrain
Just singin',
Singin' in the rain

Dancin' in the rain
Dee-ah dee-ah dee-ah
Dee-ah dee-ah dee-ah
I'm happy again!
I'm singin' and dancin' in the rain!

I'm dancin' and singin' in the rain...
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[ADDITIONAL VERSE]
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Why am I smiling
And why do I sing?
Why does September
Seem sunny as spring?
Why do I get up
Each morning and start?
Happy and head up
With joy in my heart
Why is each new task
A trifle to do?
Because I am living
A life full of you.
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http://www.stlyrics.com/lyrics/singinintherain/singinintherain.htm
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Singin' in the Rain (1952)
Directed by Stanley Donen, Gene Kelly. With Gene Kelly, Donald O'Connor, Debbie Reynolds.
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sábado, 8 de maio de 2010

Ainda os primórdios do Cinema

The Great Train Robbery
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feedfam1 — 16 de Janeiro de 2007 — The 1903 Silent Film by Edwin Porter
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Alice In Wonderland - 1903 silent film.


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LBfan0685 — 21 de Novembro de 2008 — A very early silent film from 1903 - it's in very poor condition, and only just about watchable, but interesting all the same.
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Intolerancia de D. W. Griffith


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cinemasequence — 18 de Agosto de 2007 — Secuencia de la caída de Babilonia en el film Intolerancia de D. W. Griffith
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Primórdios do Cinema

"Le Voyage dans la Lune" (1902)



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bttfportugal — 13 de Maio de 2006 — Realisé par Georges Méliès (1902), le film est l'adaptation du célèbre roman de Jules Verne, "De la Terre à la Lune".
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Frankenstein (1910) - Full Movie


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LuckyStrike502 — 14 de Janeiro de 2009 — Frankenstein is a 1910 film made by Edison Studios that was written and directed by J. Searle Dawley. It was the first motion picture adaptation of Mary Shelley's Frankenstein. The unbilled cast included Augustus Phillips as Dr. Frankenstein, Charles Ogle as the Monster, and Mary Fuller as the doctor's fiancée.

Shot in three days, it was filmed at the Edison Studios in the Bronx, New York City. Although some sources credit Thomas Edison as the producer, he in fact played no direct part in the activities of the motion picture company that bore his name.

Frankenstein is in the public domain, and you can download it here for free:
http://www.archive.org/details/Franke...
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Birth of a Nation by D.W. Griffith - Trailer (1915)



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Adlerangriffe — 17 de Fevereiro de 2007 — Two brothers, Phil and Ted Stoneman, visit their friends in Piedmont, South Carolina: the family Cameron. This friendship is affected by the Civil War, as the Stonemans and the Camerons must join up opposite armies. The consequences of the War in their lives are shown in connection to major historical events, like the development of the Civil War itself, Lincoln's assassination, and the birth of the Ku Klux Klan.
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The oldest ... or The First ...

The Very First Motion Picture (1889)


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KKD1247 — 16 de Julho de 2008 — Here is a short video production I've done especially for YouTube members. It shows the first experimental movie that Thomas Edison made in 1889.
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In 1878, British photographer Eadweard Muybridge made a series of still photographs of a horse that when viewed in sequence, appeared to be galloping. Edison felt this was too cumbersome for practical use and soon developed a system for "motion" pictures, based on his wax cylinder for phonographs. Thus you will see the two short sequences still in existance of the very first American motion picture from 1889.
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The First Movie


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underfart — 17 de Julho de 2006 — A play on the first movie ever made by Schweinhund on the SomethingAwful forums.
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La Sortie de l'Usine Lumière à Lyon


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 onyad — 28 de Dezembro de 2007 — Workers Leaving The Lumière Factory
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The First Commercial movie. Created by the Lumière brothers in 1895, it was screened as the first in a series of 10 short films at the Salon Indien du Grand Café in Paris, and marked the first time admission was charged for a movie screening.
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L'arrivée d'un train en gare de la Ciotat
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geraldotreze — 18 de Abril de 2008 — A chegada do trem na estação é um filme francês de 1895. Foi um dos primeiros filmes a serem apresentados publicamente pelos irmãos Lumière, na cave do Boulevard des Capucines, em Paris, em 28 de Dezembro do mesmo ano.

The Arrival of a Train at La Ciotat Station is an 1895 French short black-and-white silent documentary film directed and produced by Auguste and Louis Lumière. It was first screened on December 28, 1895 in Paris, France, and was shown to a paying audience January 6, 1896.

L'arrivée d'un train en gare de la Ciotat est un film des frères Lumière tourné en 1895 et présenté pour la première fois en janvier 1896.

L'arrivo di un treno alla stazione di La Ciotat è uno dei più famosi cortometraggi dei fratelli Auguste e Louis Lumière.
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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Charlot: um cómico ou um trágico?

 

 

Eu concordo

José Saramago escreve no seu caderno sobre Charlot (os destaques são meus).
Numa destas últimas noites vi na televisão alguns filmes antigos de Chaplin, a saber, dois ou três episódios nas trincheiras da primeira guerra mundial e um filme mais extenso, “The Pilgrim”, que, retoma, com menos felicidade que noutros casos, o tema recorrente de um Chaplin sem culpas procurado pela polícia. Não sorri nem uma única vez. Surpreendido comigo mesmo, como se tivesse faltado a uma jura solene, dei-me ao trabalho de tentar recordar, tanto quanto me seria possível oitenta anos depois, que risos, que gargalhadas me terá feito soltar Charlot nos dois cinemas populares de Lisboa que frequentava quando tinha seis ou sete anos. Não recordei grande coisa. Os meus ídolos nessa época eram dois cómicos suecos, Pat e Patachon, que esses, sim, eram, para mim, autênticos campeões da gargalhada. Continuando a reflectir com os meus botões, sempre bons conselheiros porque em princípio não mudam de casa nem de opinião, cheguei à inesperada conclusão de que Chaplin, afinal, não é um cómico, mas um trágico. Repare-se como tudo é triste, como tudo é melancólico nos seus filmes. A própria máscara chaplinesca, toda ela em branco e negro, pele de gesso, sobrancelhas, bigode, olhos como pingos de alcatrão, é uma máscara que em nada destoaria ao lado das representações plásticas clássicas do actor trágico. E há mais. O sorriso de Chaplin não é um sorriso feliz, pelo contrário, aventuro-me a dizer, sabendo ao que me arrisco, que é tão inquietante que ficaria bem na boca de qualquer drácula. Se eu fosse mulher, fugiria de um homem que me sorrisse assim. Aqueles incisivos, demasiado grandes, demasiado regulares, demasiado brancos, assustam. São um esgar no enquadramento rígido dos lábios. Sei de antemão que pouquíssimos vão estar de acordo comigo. O caso é que, uma vez que foi decidido que Chaplin é um actor cómico, ninguém lhe olha para a cara. Creiam no que lhes digo. Olhem-no de frente sem ideias feitas, observem aquelas feições uma por uma, esqueçam por um momento a dança dos pezinhos, e digam-me depois o que viram. Chaplin levaria todos os seus filmes a chorar se pudesse.
Em tom de resposta à última frase destacada, só me cumpre dizer, eu concordo. Desenganem-se os mais críticos. Não concordo levianamente nem por tal ser dito por uma pessoa que admiro. Concordo porque este texto me fez lembrar das emoções que recordo sentir em petiz quando assistia aos filmes de Charlie Chaplin na TV. A sensação era estranha, recordo. Talvez de angústia, não sei bem descrevê-la. Sentia um conflito entre aquilo que parecia ser o objectivo do filme e o que ele realmente me transmitia. Agora, talvez vinte anos depois, José Saramago ajudou-me a compreender esse conflito que sentia.

7 Respostas para “Eu concordo”

  1. A Rodrigues Diz:
    Nunca fui fã do Chaplin, mas o que me fazia sorrir nos seus filmes eram exactamente as cenas trágicas.
    Da mesma forma que ria das situações infelizes em que se envolviam Tom & Jerry.
    Ou ainda das dramáticas cenas da minha comédia favorita Hot Shots (Ases Pelos Ares em português).
  2. Sónia Duarte Diz:
    Para mim o mais estranho foi que algo tão evidente nunca tivesse vindo à superfície nas conversas que tive até hoje sobre cinema. Estranho, pensando bem, é que nunca comentei com ninguém que também eu sinto isto. Calhou…mas é estranho não o ter feito. Devemos ser muitos… Eu gostava e gosto muuuuuito de Chaplin. Sorria e sorrio ainda (talvez mais agora) com os filmes dele, mas também é verdade que a sensação predominante era e é (talvez mais agora) tristeza- uma tristeza que quase rebentava em lágrimas (agora, de certeza, mais do que antes). A ” Quimera do Ouro” “O miúdo” e “Luzes da Ribalta” são dos filmes mais tristes que conheço!
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    Charlie Chaplin - The Gold Rush 3/10 (1925)
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    e uma “amostra menos ortodoxa”…
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    "Limelight" - Death of Calvero (low-fi version)
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    Obrigada por lembrar(mos)!
  3. Sónia Duarte Diz:
  1. Errata: em lugar do segundo vídeo, devia estar:
  2. . The Kid, Charlie Chaplin, 1921 .
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  4. A Rodrigues Diz:
    Parece que o que é tão óbvio passa despercebido.
    Mas igualmente despercebido é o facto de o drama e tristeza não ser uma característica pontual de Chaplin ou de qualquer dos exemplos que eu dei.
    Hollywood é uma autêntica universidade de psicologia.
    Pensem assim:
    Quais são os momentos fortes das vossas emoções? Uma boa gargalhada e o choro.
    O que é que despoleta essas emoções? Situações caricatas imprevisíveis e situações dramáticas.
    Agora juntem as duas e terão as condições ideais de elevar as vossas emoções ao máximo. E uma garantia de sucesso no objectivo dos cinematógrafos.
    Isto não se aplica apenas aos filmes cómicos. Pensem na quantidade de filmes a que assistiram em que duas pessoas se encontram a chorar após uma cena dramática, de repente uma delas diz uma pequena piada e as duas desatam a rir.
    A propósito deste tema, Emma Rice, directora artística, disse o seguinte sobre a peça de teatro “Brief Encounter” numa entrevista ao Telegraph.
    “People go to the cinema to be told stories, to be frightened, to cry – [b]very animal emotions[/b], which we’ve lost in our experience of the theatre. We often go to the theatre to be educated, to feel worthy. But I don’t feel people often get excited going to the theatre, and that’s a real shame. So that’s our job: to give people a night out, and as a director [b]I want people to laugh and cry[/b].”
  5. A Rodrigues Diz:
    Desculpem acerca dos [b]
    Eu queria destacar:
    - very animal emotions
    - I want people to laugh and cry
  6. João Sá Diz:
    Sim, a surpresa e o desconcerto são estratégias sempre eficazes para provocar emoções fortes.
    Sobre o encontro de emoções e de exteriorizações aparentemente contrárias, porque choramos de felicidade?
    Muitas vezes não é fácil distinguir as razões que levam ao choro. Já repararam que quando vimos alguém a chorar intensamente, se for descontextualizado, ficamos confusos e temos dificuldade em perceber a situação? Procuramos pequenos sinais (sorrisos, olhares, …) que nos ajudem a orientar. Nem sempre é fácil.
  7. Sónia Duarte Diz:
    Para mim é entre o riso e o choro que está o sentido da vida, como entre o bem e o mal está o sentido das coisas e entre o amor e ódio estão as relações que estabelecemos. Mais que uma mulher de equilíbrio, sou uma mulher de excessos…;) Estas não são apenas as duas emoções de maior eficácia de bilheteiras: são duas das emoções mais básicas junto talvez com a pulsão sexual e o instinto maternal/paternal. Na verdade, acho que é quando o cinema se afasta do que é mais genuinamente humano (as suas emoções) que se torna mais comercial e superficial. Para um banho de “sentido da vida” recomendo o documentário de Scorcese sobre cinema italiano ” a minha viagem a Itália”.
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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Best of Charlie Chaplin


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LVartizz

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Charlie Chaplin and Buster Keaton (Limelight)


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Alfredognudomain


Charlie Chaplin and Buster Keaton in the same scene of the film "Limelight" http://www.gnudomain.org 
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Charles Chaplin - O Barbeiro


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The Barber - section of the movie   
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