Discurso de Lula da Silva (excerto)

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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

God Bless Africa (Nkosi Sikeleli Africa)- Children of Africa


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The best in Southern African music. - Hino Nacional da União Sul Africana
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Lotti Helmut Lyrics - NKOSI SIKELELE AFRIKA Lyrics 
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Nkosi Silkelel'i Afrika
Maluphakanyisw'uphondo Iwayo
Yizwa imithandazo yethu
Nkosi sikelela, Nkosi sikelela
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Nkosi Silkelel'i Afrika
Maluphakanyisw'uphondo Iwayo
Yizwa imithandazo yethu
Nkosi sikelela, Thina lusapho Iwayo
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Woza moya
Woza moya woza
Woza moya
Woza moya woza
Woza moya oyingewele
Nkosi sikelela
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Morena boloka setjhaba sa heso
Ofedise dintwa le matshwenyeho
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O se boloke
O se boloke morena
Setjhaba sa heso
Setjhaba sa Afrika
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Nkosi Silkelel'i Afrika
Maluphakanyisw'uphondo Iwayo
Yizwa imithandazo yethu
Nkosi sikelela,
Nkosi Sikelel'i Afrika
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http://www.lyricsdownload.com/helmut-lotti-nkosi-sikelele-afrika-lyrics.html
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National anthem of South Africa

From Wikipedia, the free encyclopedia

 
National Anthem of South Africa
Flag of South Africa.svg
The National Flag of South Africa.
National anthem of  South Africa
Also known as Nkosi Sikelel' iAfrika (First segment)
English: Lord Bless Africa
Die Stem van Suid-Afrika (Second segment)
English: The Call of South Africa
Lyrics Enoch Sontonga 1897
C.J. Langenhoven 1918
Music Enoch Sontonga 1897
Reverend ML de Villiers 1921
Adopted 1997
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Since 1997, the South African national anthem has been a hybrid song combining new English lyrics with extracts of the hymn "Nkosi Sikelel' iAfrika" and the former anthem "Die Stem van Suid-Afrika/The Voice of South Africa". It is the only neo-modal national anthem in the world, by virtue of being the only one that does not finish in the home key. The lyrics employ the five most populous of South Africa's eleven official languages - Xhosa (first stanza, first two lines), Zulu (first stanza, last two lines), Sesotho (second stanza), Afrikaans (third stanza) and English (final stanza).
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Nkosi Sikelel' iAfrika was composed in 1897 by Enoch Sontonga, a Methodist school teacher. It was originally sung as a church hymn but later became an act of political defiance against the apartheid government. Die Stem van Suid-Afrika is a poem written by C.J. Langenhoven in 1918 and was set to music by the Reverend Marthinus Lourens de Villiers in 1921[1]. Die Stem was the co-national anthem[2] with God Save the King/Queen from 1936 to 1957, when it became the sole national anthem until 1995. The South African government under Nelson Mandela adopted both songs as national anthems from 1995 until they were merged in 1997 to form the current anthem.

Lyrics


English
(Xhosa) Nkosi sikelel' iAfrika
Maluphakanyisw' uphondo lwayo,
(Zulu) Yizwa imithandazo yethu,
Nkosi sikelela, thina lusapho lwayo.
God [Lord] bless Africa
May her glory be lifted high
Hear our petitions
God bless us, Your children
(Sesotho) Morena boloka setjhaba sa heso,
O fedise dintwa le matshwenyeho,
O se boloke, O se boloke setjhaba sa heso, Setjhaba sa, South Afrika - South Afrika.
God we ask You to protect our nation
Intervene and end all conflicts
Protect us, protect our nation, our nation, South Africa - South Africa
(Afrikaans) Uit die blou van onse hemel,
Uit die diepte van ons see,
Oor ons ewige gebergtes,
Waar die kranse antwoord gee,
Ringing out from our blue heavens,
From our deep seas breaking round,
Over everlasting mountains,
Where the echoing crags resound,
(English) Sounds the call to come together,
And united we shall stand,
Let us live and strive for freedom,
In South Africa our land.

Notes

External links


domingo, 24 de janeiro de 2010

- Monarquia Portuguesa - Hino Patriótico ou Hymno Patriótico da Nação Portugueza

Ouça em Formato MIDI (apenas piano): hymno_patriotico.midi
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Hino Patriótico

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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O Hino Patriótico, ou na sua grafia original Hymno Patriótico (forma completa Hymno Patriótico da Nação Portugueza), pode ser considerado o primeiro hino oficial de Portugal. Composto em 1808 por Marcos Portugal e dedicado ao Príncipe Regente D. João VI foi inspirado no final da Cantata La Speranza o sia l`Augurio Felice do mesmo autor. A data da sua oficialização enquanto hino nacional é incerta, sendo apontado o primeiro quartel do século XIX. Foi posteriormente substituido na sua função pelo Hino da Carta composto pelo Rei D. Pedro IV (que foi também Imperador D. Pedro I do Brasil).
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A letra sofreu várias mutações, sendo originalmente destinada ao Príncipe Regente começava com a frase "Oh Príncipe Excelso...". A primeira estrofe do hino já após a subida de D. João VI ao trono é a seguinte:
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Eis, oh Rei Excelso
os votos sagrados
q'os Lusos honrados
vêm livres, vêm livres fazer
vêm livres fazer
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Por vós, pela Pátria
o Sangue daremos
por glória só temos
vencer ou morrer
vencer ou morrer
ou morrer
ou morrer
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Ligações externas


Castelo de Guimarães (Portugal).jpg Este artigo é um esboço sobre História de Portugal. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.

A Carvalhesa


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pcpdep

Filme sobre a "música" da Festa: a «Carvalhesa»   
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Hino da Festa do Avante e das Campanhas Eleitorais da CDU (Coligação Democrática Unitária), constituída pelo PCP, Partido Ecologista Os Verde e Intervenção Democrática
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Carvalhesa

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Carvalhesa é uma música popular portuguesa, originária de Trás-os-Montes, na zona de Tuizelo [1]. A música tornou-se conhecida após ser adoptada pelo PCP como hino da Festa do Avante!. A música tem duas versões, tendo sido a primeira, e actualmente mais conhecida, recolhida pelo maestro Kurt Schindler [1]. Anos mais tarde, Michel Giacometti viria a recolher outra versão com melodia diferente [1].

Referências


Music-Gclef.png Este artigo é um esboço sobre Música. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.

A Portuguesa - Hino Nacional da República Portuguesa desde 1911


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7 de Maio de 2007

Hino Nacional Português "A Portuguesa"
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A Portuguesa

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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A Portuguesa
A Portuguesa sheet music.jpg
hino de
Portugal Portugal
Letra
Alfredo Keil, 1890
Composição
Henrique Lopes de Mendonça, 1890
Adotado
5 de Outubro de 1910 (de facto)
19 de Julho de 1911 (de jure)

A Portuguesa, que hoje é um dos símbolos nacionais de Portugal (o seu hino nacional), nasceu como uma canção de cariz patriótico em resposta ao ultimato britânico para que as tropas portuguesas abandonassem as suas posições em África, no denominado "Mapa cor-de-rosa".

Índice

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História

Em Portugal, a reacção popular contra os ingleses e contra o governo português, que permitiu esse género de humilhação, manifestou-se de várias formas. "A Portuguesa" foi composta em 1890, com letra de Henrique Lopes de Mendonça e música de Alfredo Keil, e foi utilizada desde cedo como símbolo patriótico mas também republicano. Aliás, em 31 de Janeiro de 1891, numa tentativa falhada de golpe de Estado que pretendia implantar a república em Portugal, esta canção já aparecia como a opção dos republicanos para hino nacional, o que aconteceu, efectivamente, quando, após a instauração da República a 5 de Outubro de 1910, a Assembleia Nacional Constituinte a consagrou como símbolo nacional em 19 de Junho de 1911.
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A Portuguesa, proibida pelo regime monárquico, que originalmente tinha uma letra um tanto ou quanto diferente (mesmo a música foi sofrendo algumas alterações) — onde hoje se diz "contra os canhões", dizia-se "contra os bretões", ou seja, os ingleses — veio substituir o Hymno da Carta, então o hino nacional desde Maio de 1834.
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Em 1956, existiam no entanto várias versões do hino, não só na linha melódica, mas também nas instrumentações, especialmente para banda, pelo que o governo nomeou uma comissão encarregada de estudar uma versão oficial de A Portuguesa. Essa comissão elaborou uma proposta que seria aprovada em Conselho de Ministros a 16 de Julho de 1957, mantendo-se o hino inalterado deste então.
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Nota-se na música uma influência clara do hino nacional francês, La Marseillaise, também ele um símbolo revolucionário (ver revolução francesa).
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O hino é composto por três partes, cada uma delas com duas quadras (estrofes de quatro versos), seguidas do refrão, uma quintilha (estrofe de cinco versos). É de salientar que, das três partes do hino, apenas a primeira parte é usada em cerimónias oficiais, sendo as outras duas partes praticamente desconhecidas.
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A Portuguesa é executada oficialmente em cerimónias nacionais, civis e militares, onde é prestada homenagem à Pátria, à Bandeira Nacional ou ao Presidente da República. Do mesmo modo, em cerimónias oficiais no território português por recepção de chefes de Estado estrangeiros, a sua execução é obrigatória depois de ouvido o hino do país representado.
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A Portuguesa foi designada como um dos símbolos nacionais de Portugal na constituição de 1976, constando no artigo 11.°, n.º 2, da Constituição da República Portuguesa (Símbolos nacionais e língua oficial):
"2. O Hino Nacional é A Portuguesa."

Letra

Data: 1890 (com alterações de 1957)
Letra: Henrique Lopes de Mendonça
Música: Alfredo Keil
I
Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!

II
Desfralda a invicta Bandeira,
À luz viva do teu céu!
Brade a Europa à terra inteira:
Portugal não pereceu
Beija o solo teu jucundo
O oceano, a rugir d'amor,
E o teu braço vencedor
Deu mundos novos ao Mundo!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!

III
Saudai o Sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal do ressurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injúrias da sorte.

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Ás armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
Data: 1890 (versão original)[1]
Letra: Henrique Lopes de Mendonça
Música: Alfredo Keil
I
Herois do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memoria,
Oh patria sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela patria lutar!
Contra os Bretões marchar, marchar!

II
Desfralda a invicta bandeira,
À luz viva do teu céo!
Brade a Europa á terra inteira:
Portugal não pereceu!
Beija o teu sólo jucundo
O Oceano, a rugir de amor;
E o teu braço vencedor
Deu mundos novos ao mundo!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela patria lutar!
Contra os Bretões marchar!

III
Saudai o sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal do resurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injurias da sorte.

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela patria lutar!
Contra os Bretões marchar!!

Notas e referências

  1. ↑ O texto apresentado está escrito em português do século XIX.

Ligações externas


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Hino da Monarquia Austro-Húngara

Assunto:
Hino da Monarquia Austro-Húngara
Data:
24/Jan 22:00
Enviado por E.B. (hi5)

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