Discurso de Lula da Silva (excerto)

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sábado, 28 de janeiro de 2012

Amores de Estudante ~ 4 estilos


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Enviado por  em 15/11/2008
José Afonso- ( Coimbra ) Amor de Estudante

Dizem que amor de estudante 
Ai, não dura mais que uma hora 
Só o meu é tão velhinho 
Inda se não for embora 

A cabra da velha torre 
Ai, meu amor chama por mim 
Quando um estudante morre 
Os sinos tocam assim


Partilhado por Jorgete Teixeira




Enviado por  em 16/12/2011


Amores De Estudante
Tunas

  • Autor: Aureliano Fonseca / Paulo Pombo de Carvalho




São como as rosas d'um dia,
Os amores de um estudante
Que o vento logo levou
Pétalas emurchecidas
Deixam no ar um perfume,
De um sonho que se sonhou.

Capas negras de estudante,
São como asas de andorinha
Enquanto dura o Verão.
Palpitam sonhos distantes,
Alinhados nos beirais
No palácio da ilusão.

Quero, ficar sempre estudante,
P'ra eternizar
A ilusão de um instante.
E sendo assim,
O meu sonho de Amor
Será sempre rezado,
Baixinho dentro de mim.

Os amores de um estudante
São frágeis ondas do mar,
Que os ventos logo varreram.
Pairam na vida um instante
Logo descem, depois morrem
Mal se sabe se nasceram.

Mocidade, Oh! Mocidade,
Louca, ingénua e generosa
E faminta de ilusão
Que nunca sabe os motivos
De quanto queira o capricho
Ou lhe diga o coração.

Quero, ficar sempre estudante,
P'ra eternizar
A ilusão de um instante.
E sendo assim,
O meu sonho de Amor
Será sempre rezado,
Baixinho dentro de mim.





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nviado por  em 26/05/2009
Amores de estudiante
Vals 1934
Música: Carlos Gardel
Letra: Alfredo Le Pera / Mario Battistella
Editado en Uruguay, gentileza del Maestro César Amaro
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Enviado por  em 10/06/2009
Carlos Gardel canta con su estilo extraordinario Amores de Estudiante.A pedido de mi madre la Sra Graciela Soriano de Calvo de 99 años.Edita Guillermo Calvo Soriano de Lima-Perú

Amores De Estudiante
Carlos Gardel

  • Autor: M=Carlos Gardel L=Alfredo Le Pera, Mario Battistella (1934)


Hoy un juramento, 
mañana una traición, 
amores de estudiante 
flores de un día son. 

En unos labios ardientes 
dejar una promesa 
apasionadamente. 
Quiero calmar los enojos 
de aquellos claros ojos 
siempre mintiendo amor. 

Por un mirar que ruega 
perder la quietud. 
Mujercitas sonrientes 
que juran virtud. 
Es una boca loca 
la que hoy me provoca. 
Hay un collar de amores 
en mi juventud. 

Fantasmas del pasado, 
perfumes de ayer, 
que evocaré doliente 
planteando mi sien. 
Bandadas de recuerdos 
de un tiempo querido, 
lejano y florido 
que no olvidaré. 

Hoy un juramento, 
mañana una traición, 
amores de estudiante 
flores de un día son.


sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Fernando Machado Soares ~ Balada da despedida


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Enviado por  em 24/12/2009
Todas as letras de músicas de Fernando Machado Soares..
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Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.

Que as lágrimas do meu pranto
São a luz que me dá vida.

Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.

Quem me dera estar contente
Enganar minha dor
Mas a saudade não mente
Se é verdadeiro o amor.

Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.

Não me tentes enganar
Com a tua formosura
Que para além do luar
Há sempre uma noite escura.

Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.

Que as lágrimas do meu pranto
São a luz que lhe dá vida.

Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.

Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.

 

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sábado, 16 de abril de 2011

José Afonso e o Fado de Coimbra


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De:  | Criado: 4 de Nov de 2009
José Afonso - Do Choupal até `Lapa


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Oh Coimbra do Mondego 
e dos amores que eu lá tive [bis] 
quem te não viu anda cego 
quem te não ama não vive 
quem te não viu anda cego 
quem te não ama não vive 

Do Choupal até à Lapa
foi Coimbra meus amores [bis]
e sombra da minha capa
deu no chão abriu em flores [bis]
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.De:  | Criado: 15 de Nov de 2008

José Afonso- ( Coimbra ) Amor de Estudante
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Amor de Estudantes

José Afonso

Dizem que amor de estudante
Ai, não dura mais que uma hora
Só o meu é tão velhinho
Inda se não for embora
A cabra da velha torre
Ai, meu amor chama por mim
Quando um estudante morre
Os sinos tocam assim
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.De:  | Criado: 30 de Jun de 2008
Imagens de Coimbra, com música do fado "Saudades de Coimbra" de Edmundo Bettencourt, interpretado pelo Dr. José Afonso
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Oh Coimbra do Mondego 
e dos amores que eu lá tive [bis]
quem te não viu anda cego
quem te não ama não vive
quem te não viu anda cego
quem te não ama não vive

Do Choupal até à Lapa
foi Coimbra meus amores [bis]
e sombra da minha capa
deu no chão abriu em flores [bis]

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segunda-feira, 7 de março de 2011

Aglomerados Humanos nas canções (4)

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De: | Criado: 04/07/2010
Grupo Coral e Etnografico da Casa do Povo de Serpa

SERPA do ALENTEJO
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Cantigas de Serpa são
Bagos de trigo nascendo
São bocadinhos de pão
Que só nós sobram em morrendo

Oh! Serpa do Alentejo
És minha terra natal
És das vilas mais antigas
Que temos em Portugal

Que temos em Portugal
Das terras que eu mais invejo
És minha terra natal
Oh! Serpa do Alentejo

Oh! Serpa pois tu não ouves
Os teus filhos a cantar
Oh! Serpa pois tu não ouves
Os teus filhos a cantar
Enquanto os teus filhos cantam
Tu Serpa deves chorar
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De: | Criado: 21/11/2009
GRUPO RASTOLHICE,ACTUANDO NO MERCADO M.FARO "ALGARVE "
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BALEISÃO, BALEISÃO


Se Baleisão fosse meu
Como eu tinha na vontade
Fazia de Beja aldeia
De Baleisão, cidade


Ó Baleisão, Baleisão,
Ó terra baleisoeira,
Eu hei-de ir pra lá morar,
Queira o teu pai ou não queira!
Queira o teu pai ou não queira,
Queira a tua mãe ou não,
Ó terra baleisoeira,
Ó Baleisão, Baleisão!


Em terra de Baleisão,
Morreu uma camponesa.
Só por querer ganhar o pão,
Para os filhos, que tristeza!


Ó Baleisão, Baleisão,
Ó terra baleisoeira,
Etc.


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Cantar Alentejano

José Afonso

Composição: José Afonso
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Chamava-se Catarina
O Alentejo a viu nascer
Serranas viram-na em vida
Baleizão a viu morrer
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Ceifeiras na manhã fria
Flores na campa lhe vão pôr
Ficou vermelha a campina
Do sangue que então brotou
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Acalma o furor campina
Que o teu pranto não findou
Quem viu morrer Catarina
Não perdoa a quem matou
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Aquela pomba tão branca
Todos a querem p´ra si
Ó Alentejo queimado
Ninguém se lembra de ti
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Aquela andorinha negra
Bate as asas p´ra voar
Ó Alentejo esquecido
Inda um dia hás-de cantar
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.http://letras.terra.com.br/jose-afonso/494770/
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De: | Criado: 16/01/2011
não existe nenhuma descrição disponível
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Senhora do Almortão

José Afonso

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Senhora do Almortão
ó minha linda raiana
virai costas a Castela
não queirais ser castelhana
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Senhora do Almortão
a vossa capela cheira
cheira a cravos, cheira a rosas
cheira a flor de laranjeira
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senhora do Almortão
eu pró ano não prometo
que me morreu o amor
ando vestida de preto
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 http://letras.terra.com.br/jose-afonso/494831/

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De: | Criado: 02/11/2009
Jose Afonso Saudades de Coimbra (Do Choupal até à Lapa)
Muito ligado às tradições académicas da respectiva Universidade, o fado de Coimbra é exclusivamente cantado por homens e tanto os cantores como os músicos usam o traje académico: calças e batina pretas, cobertas por capa de fazenda de lã igualmente preta. Canta-se à noite, quase às escuras, em praças ou ruas da cidade. Os locais mais típicos são as escadarias do Mosteiro de Santa Cruz e da Sé Velha
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vídeo não disponível
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Em Terras de Trás-os Montes

José Afonso

Composição: José Afonso
Em terras de Trás-os-Montes
Entre Coelhoso e Parada
Uma história verdadeira
Foi ali mesmo contada
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Algemado por dois pides
Na manha de vinte e três
La vai Manuel Augusto
Sem mesmo saber porquê
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Com ele vai Marcolino
Bufo dos Dominadores
Ide às minas da Ribeira
Vereis quem são os Senhores
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Nesse lugar de trabalho
Nos confins da exploracão
Diz o Marcolino aos pides
Apertem-me esse cabrão
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Não contente com a prova
Do zelo que assim mostra
Àquele rapaz honrado
Esta fala então lhe dava:
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Sabemos da tua vida
Amanhã por esta hora
Irás para o forte de Elvas
Diz adeus à vida boa
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Também o José António
Foi na mesma interrogado
Assassino Marcolino
Foste o primeiro culpado
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Entre Parada e Coelhoso
Ainda reina a opressão
Não deixem fugir o melro
Não quebrem vossa união
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http://letras.terra.com.br/jose-afonso/494785/
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domingo, 6 de março de 2011

Aglomerados Humanos nas canções (6)

Sem Vídeo


Ó CUBA TERRA BENDITA


Óh Cuba terra bendita
Rodeada de trigais
De lindas portas e quintas
Arvoredos, milheirais,
Arvoredos, milheirais,
Óh Cuba terra bendita!
Óh Cuba terra bendita!
Rodeada de trigais
Quando de Cuba abalei
Olhei para trás chorando
Minha terra da minh’alma
Tão longe me vais ficando
Tão longe me vais ficando
Quando da Cuba abalei
Olhei para trás chorando
..
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http://cantoalentejano.com/cancioneiro/?ver=1&id=131
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De: | Criado: 11/09/2009 
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ADEUS ALDEIA DA LUZ -  Nelo Charrua
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De: | Criado: 24/12/2009 
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Todas as letras de músicas de Fernando Machado Soares - Balada da Despedida
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Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.

Que as lágrimas do meu pranto
São a luz que me dá vida.

Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.

Quem me dera estar contente
Enganar minha dor
Mas a saudade não mente
Se é verdadeiro o amor.

Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.

Não me tentes enganar
Com a tua formosura
Que para além do luar
Há sempre uma noite escura.

Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.

Que as lágrimas do meu pranto
São a luz que lhe dá vida.

Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.

Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
Coimbra tem mais encanto
Na hora da despedida.
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De: | Criado: 17/01/2009 - Amália Rodrigues - Coimbra
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Coimbra é uma lição
de sonho e tradição
o lente é uma canção
e a Lua a faculdade
o livro é uma mulher
só passa quem souber
e aprende-se a dizer saudade
Coimbra do choupal
ainda és Capital
do amor em Portugal ainda
Coimbra onde uma vez
com lágrimas se fez
a história dessa Inês tão linda
Coimbra das canções
tão meiga que nos pões
os nossos corações a nú
Coimbra dos doutores
p'ra nós os teu cantores
a fonte dos amores és tu
Coimbra é uma lição
de sonho e tradição
o lente é uma canção
e a Lua a faculdade
o livro é uma mulher
só passa quem souber
e aprende-se a dizer saudade
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quinta-feira, 3 de março de 2011

Aglomerados Humanos nas canções (1)


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De: | Criado: 02/02/2009
Karaoke da canção "Alcobaça" da autoria do Maestro Belo Marques e de Silva Tavares. Interpretada por Maria de Lurdes Resende.
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www.alcobaca.no.sapo.pt
www.cifras.no.sapo.pt
(Miguel Peixoto :: 2009)
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ALCOBAÇA

Quem passa por Alcobaça
Não passa sem lá voltar
Por mais que tente e que faça
É lembrança que não passa
Porque não pode passar.

Não se esquece facilmente
Dos seus mercados a graça
E o seu Mosteiro imponente
Recorda constantemente
É lembrança que não passa.

Por mais que tente e que faça
Ninguém se pode esquecer
Das margens do Rio Baça
Nem do Alcoa que passa
Por ser mais lindo de ver.

Sua lembrança não passa
Porque não pode passar
Por mais que tente e que faça
Quem passa por Alcobaça
Tem de por força voltar.
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De: | Criado: 24/01/2010 - Figueira da Foz - Maria Clara
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De: | Criado: 14/10/2007
EU VOU A MIRANDA - Pauliteiros de Miranda
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De: | Criado: 14/09/2008
http://1001_musicas_pt.blogs.sapo.pt/

Mil & Uma Músicas de Portugal - Coimbra - Alberto Ribeiro
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Coimbra Lyrics

Alberto Ribeiro


Coimbra é uma lição de sonho e tradição
O lente é uma canção e a lua a faculdade
O livro é uma mulher só passa quem souber
E aprende-se a dizer saudade

Coimbra do Choupal
ainda és capital
Do amor em Portugal, ainda ...

Coimbra onde uma vez
Com lágrimas se fez
A história dessa Inês, tão linda

Coimbra das canções
Tão meigas que nos pões
Os nossos corações à luz

Coimbra dos doutores
P'ra nós os seus cantores
A fonte dos amores és tu

Coimbra é uma lição de sonho e tradição
O lente é uma canção e a lua a faculdade
O livro é uma mulher só passa quem souber
E aprende-se a dizer saudade
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http://www.lyricsvip.com/Alberto-Ribeiro/Coimbra-Lyrics.html
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