Discurso de Lula da Silva (excerto)

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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Super heroes from the Atom to Zatara: 75 years of DC Comics

TASCHEN November 11, 2010





  Super heroes from the Atom to Zatara: 75 years of DC Comics

In 1935, DC Comics founder Major Malcolm Wheeler-Nicholson published New Fun No. 1, the first comic book with all-new, original material—at a time when comic books were mere repositories for the castoffs of the newspaper strips. What was initially considered to be disposable media for children was well on its way to becoming the mythology of our time—the 20th century’s answer to Atlas or Zorro. More than 40,000 comic books later, in honor of the publisher’s 75th anniversary, TASCHEN has produced the single most comprehensive book on DC Comics, in an XL edition even Superman might have trouble lifting.
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75 Years of DC Comics: The Art of Modern Mythmaking

Hardcover, 5 fold-outs, 29 x 39.5 cm, 720 pages
€ 150







Publishers of Art, Anthropology and Aphrodesia since 1980

Four-Color Fantasy


Super heroes from the Atom to Zatara: 75 years of DC Comics

In 1935, DC Comics founder Major Malcolm Wheeler-Nicholson published New Fun No. 1, the first comic book with all-new, original material—at a time when comic books were mere repositories for the castoffs of the newspaper strips. What was initially considered to be disposable media for children was well on its way to becoming the mythology of our time—the 20th century’s answer to Atlas or Zorro. More than 40,000 comic books later, in honor of the publisher’s 75th anniversary, TASCHEN has produced the single most comprehensive book on DC Comics, in an XL edition even Superman might have trouble lifting. More than 2,000 images—covers and interiors, original illustrations, photographs, film stills, and collectibles—are reproduced using the latest technology to bring the story lines, the characters, and their creators to vibrant life as they’ve never been seen before. Telling the tales behind the tomes is 38-year DC veteran Paul Levitz, whose in-depth essays trace the company’s history, from its pulp origins through to the future of digital publishing.

xl 75 years dc comics 21

Year-by-year timelines that fold out to nearly four feet and biographies of the legends who built DC make this an invaluable reference for any comic book fan.

Author:
Paul Levitz is a comic-book fan who has worked as editor/publisher of The Comic Reader, editor of the Batman titles and others, writer of over 300 stories—including an acclaimed run on Legion of Super-Heroes—and a DC Comics executive, finishing his 38-year stint with the company as President and Publisher. He returned to writing in 2010 with a new series of Legion stories and other projects.
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75 Years of DC Comics: The Art of Modern Mythmaking

75 Years of DC Comics: The Art of Modern Mythmaking 1
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domingo, 22 de agosto de 2010

Avieiros - Alves Redol

Avieiros

Alves Redol

Avieiros

Portugália, 1942
1ª edição
"... Incerto o pão na sua praia, só certa a morte no mar que os leva, eles partem. Da Vieira de Leiria vêm ao Ribatejo. Aqui labutam. Alguns voltam ainda, roídos das saudades do seu Mar. Muitos ficam. Avieiros lhes chamam na Borda de Água..."
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Um dos primeiros e mais marcantes romances do autor.
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Alves Redol 
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Nasceu em 1911 em Vila Franca de Xira. Romancista e Dramaturgo, foi um dos expoentes da literatura neo-realista em Portugal. Os dramas humanos do Ribatejo e do Douro são o tema central da sua obra, descritos em romances como Gaibéus, Barranco de Cegos ou no ciclo Port-Wine. Alves Redol  é, em si mesmo, uma personagem exemplar num movimento literário cuja ambição maior era fazer uma arte do povo e para o povo.
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Edição de 19-08-2010
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Edição de 14-02-2008

Nauticampo promove comunidade no Parque das Nações
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Cultura dos pescadores avieiros quer ser património nacional


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A cultura dos pescadores avieiros - que povoaram as margens do Tejo e deixaram marcas culturais na zona de Azambuja, Salvaterra de Magos e Vila Franca de Xira – quer ser elevada a património nacional. É pelo menos esta a intenção de um projecto que está a ser divulgado na Nauticampo 2008, um evento que decorre no Parque das Nações, em Lisboa, até 17 de Fevereiro, num espaço que conta com mais de 54 metros quadrados. 
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Os responsáveis pelo projecto, que envolve já 75 instituições, vão mostrar um barco avieiro, artes de pesca avieiras, fotos históricas, quadros a óleo sobre a temática e apresentarão um filme em formato DVD. Os responsáveis do projecto sublinham a “viragem histórica” na edição deste ano da Nauticampo, num “contributo muito importante para o desenvolvimento e dinamização da cultura ribeirinha do Tejo e em particular da cultura avieira”. “Em vez de uma ‘orientação ao produto’ (barcos, acessórios e equipamento), a Nauticampo vai evoluir no sentido de uma ‘orientação aos estilos de vida’ (paixão pelo mar, gosto pela aventura e forte ligação à família)”, sublinham.
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Para dia 16, está agendada uma conferência sobre as “vidas ribeirinhas na construção da identidade nacional”, promovida pela Associação Náutica da Marina do Parque das Nações, uma das instituições que se associou ao projecto, e pelo Centro Náutico Moitense.
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O projecto que visa elevar a cultura avieira a património nacional teve a sua origem numa investigação sobre os avieiros do Patacão (Alpiarça), realizada em Junho de 2006. Desde então, a Associação Independente para o Desenvolvimento Integrado de Alpiarça (AIDIA) e a Escola Superior de Educação de Santarém, que coordenam os trabalhos de candidatura, contactaram 135 instituições e pessoas, tendo sido realizadas cerca de 70 reuniões, incluindo o I Encontro Regional da Cultura Avieira, em Junho de 2007.
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“O interesse suscitado pelo projecto levou a que tenham aderido até esta data 75 das instituições e pessoas que foram contactadas”, afirmam. O objectivo é entregar a candidatura da cultura avieira a património nacional até 2009, depois da realização de um encontro nacional previsto para Outubro deste ano. 
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Os pescadores avieiros são provenientes da aldeia piscatória de Vieira de Leiria, concelho da Marinha Grande. No Inverno rumavam ao Tejo à procura de sustento. Deixavam o mar salgado e bravio e partiam no encalço da água doce onde pescavam o sável. Muitos viviam nos barcos avieiros, cobertos apenas, por uma lona. O quarto era à proa, a cozinha ao meio e a oficina da pesca à ré.
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A comunidade avieira também ergueu nas margens do Tejo as típicas casas palafíticas assentes em estacas de madeiras. Uma tradição que levaram da Praia da Vieira e que impedia que as cheias atingissem as casas. Com o passar dos anos os donos das terras da Borda d’Água autorizaram-nos a estabelecer-se nas margens do Tejo, onde começaram a construir as primeiras barracas. 
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Foram várias as aldeias construídas ao longo do Tejo, segundo a tradição dos pescadores da Praia da Vieira, mas hoje poucas resistem. 
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Além da Palhota, no concelho do Cartaxo, a única que conserva maiores semelhanças com a tradição avieira, ainda existem as ruínas do Patacão, aldeia abandonada em 1988. Nas Caneiras as novas casas de tijolo e as de madeira, pré-fabricadas, tomaram o lugar das barracas avieiras. O Esteiro do Nogueira, em Vila Franca de Xira, deu lugar a uma moderna marina e na foz do Alviela, as duas aldeias chamadas Barreiras do Rio e Barreiras do Tejo estão desde meados do século passado à espera que a chuva e o vento as deite abaixo.
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“Teimosos os avieiros sempre lutaram pela sobrevivência desde que viram que o Tejo tinha começado a morrer devagar. Os seus filhos, que emigraram ou foram trabalhar para as fábricas, ficaram à espera, sempre com os olhos postos no rio. E sabe-se lá porquê, o peixe que tinha desaparecido, voltou. Voltou o sável, voltou a lampreia. E voltaram à pesca os filhos dos últimos avieiros do Tejo, num regresso às raízes, enchendo o rio de belos barcos com a proa virada para o céu”, lê-se no site da Palhota Viva (www.palhotaviva.pt). A comunidade apaixonou escritores e foi motivo de inspiração de livros e filmes. O escrito neo-realista Alves Redol imortalizou também a comunidade com o romance dedicado aos “Ciganos do Rio”, como lhes chamou.
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Imagem captada a 30 de Junho de 2007
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http://www.leme.pt/imagens/portugal/rotas/rota-dos-avieiros/0034.html
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