Discurso de Lula da Silva (excerto)

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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

O fado, da pobreza à "Nobreza"


Para Cecília
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Umas das facetas de Malhoa, também pintor da vida quotidiana do  povo, neste caso  no seu lado menos "nobre", das vielas, túgurios e da mulher-objecto, em "Não Venhas Tarde", apesar do Conde de Vimioso,  do Marquês de Marialva e d'O Embuçado ou seja, entre a pobreza e a "Nobreza". (VN)

[PDF] 

Marialvismo

site.miguelvaledealmeida.net/wp-content/uploads/marialvismo1.pdf
Formato do ficheiro: PDF/Adobe Acrobat - Visualização rápida
prima por extravagante e ocioso. Fadista que pertence a família distinta ou que o aparenta.» O Marquês de Marialva propriamente dito foi Dom Pedro de ...


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Carregado por  em 21 de Nov de 2008
não existe nenhuma descrição disponível
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João Ferreira Rosa : Embuçado

Letra e música: João Ferreira RosaPaulo Lima

Noutro tempo a Fidalguia
Que deu brado nas toiradas
Andava p'la Mouraria
Onde muito falar se ouvia
Dos Cantos e Guitarradas

A história que eu vou contar
Contou-me certa velhinha
Certa vez que eu fui cantar
Ao salão de um Titular
Lá para o Paço da Rainha

E nesses salão doirado
De ambiente Nobre e sério
Para ouvir cantar o Fado
Ia sempre um Embuçado
Personagem de mistério.

Mas certa noite ouve alguém
Que lhe disse, erguendo a fala:
- Embuçado, nota bem:
Que hoje não fique ninguém
Embuçado nesta sala!

Perante a admiração geral
Descobriu-se o Embuçado
Era El-Rei de Portugal
Houve beija-mão real
E depois cantou-se o Fado
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DINA TERESA CANTA «O VELHO FADO DA SEVERA» por pborgesalmeida
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Carregado por  em 22 de Abr de 2008
Não venhas tarde!,
Dizes-me tu com carinho,
Sem nunca fazer alarde
Do que me pedes, baixinho.

Não venhas tarde!,
E eu peço a deus que no fim
Teu coração ainda guarde
Um pouco de amor por mim.

Tu sabes bem
Que eu vou p'ra outra mulher,
Que ela me prende também,
Que eu só faço o que ela quer,
Tu estás sentindo
Que te minto e sou cobarde,
Mas sabes dizer, sorrindo,
Meu amor, não venhas tarde!

Não venhas tarde!,
Dizes-me sem azedume,
Quando o teu coração arde
Na fogueira do ciúme.

Não venhas tarde!,
Dizes-me tu da janela,
E eu venho sempre mais tarde,
Porque não sei fugir dela

Tu sabes bem
Que eu vou p'ra outra mulher,
Que ela me prende também,
Que eu só faço o que ela quer,

Sem alegria,
Eu confesso, tenho medo,
Que tu me digas um dia,
Meu amor, não venhas cedo!

Por ironia,
Pois nunca sei onde vais,
Que eu chegue cedo algum dia,
E seja tarde demais!


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Inicio : Portugalsempre.fr :


Fado “Embuçado” é dedicado 

a D. Carlos que aprendeu a tocar guitarra

16 juin 2008  

Desenho alusivo ao assassinato de D. Carlos
O Rei D. Carlos, assassinado há cem anos, gostava de toiradas e de fados, indo ao encontro de uma tendência cultural das época que visava “revalorizar as coisas nacionais”, diz o historiador Rui Ramos.
O fado “Embuçado”, da autoria de Gabriel de Oliveira, “é uma homenagem ao Rei que ia muito aos fados e tinha até aprendido a tocar guitarra portuguesa com João Maria dos Anjos”, diz o fadista Miguel Silva, 91 anos, que conviveu com o poeta, falecido em 1953.
“O Gabriel, que ficou conhecido aqui na Mouraria [Lisboa] como ‘Gabriel Marujo’ era um integralista monárquico, e fez o fado para a Natália dos Anjos, que foi sua companheira cantar em homenagem ao Rei”, afirma Miguel Silva.
O tema “Embuçado” tornou-se conhecido na voz de João Ferreira Rosa, que o começou a cantar em 1962, com música de Alcídia Rodrigues, habitualmente designada como “Fado Tradição”.
“Quem me deu a letra foi a fadista Márcia Condessa e gravei o fado em 1965, e de facto escolhi pela música do fado Tradição”, disse João Ferreira Rosa.
Originalmente, Natália dos Anjos cantava-o na música do “Fado Natália” de autoria de José Marques ‘Piscalarete’.
O musicólogo Rui Vieira Nery afirma “que há de facto essa tradição oral de que o Rei ia aos fados e há documentação relativamente ao facto de ter aprendido a tocar guitarra portuguesa, ainda na juventude, com João Maria dos Anjos”.
“Sabe-se que o Rei ia muito a patuscadas, nomeadamente para a Costa de Caparica, e neste contacto com as classes populares era natural haver fado”, disse Nery.
Não há notícia de alguma vez ter tocado guitarra portuguesa em público, adiantou Nery, mas “sabe-se que aplaudiu entusiasticamente o guitarrista Petrolino, quando este actuou na embaixada inglesa em Lisboa, no âmbito da visita de Eduardo VII”.
“Sabe-se também que o próprio Rei chegou a convidar o fadista Fortunato Coimbra para cantar no iate Amélia”, acrescentou o musicólogo.
Nesta altura, explicou o investigador, começa a tornar-se hábito, fadistas populares serem “expressamente convidados para actuarem nos palácios dos condes de Anadia, de Burnay, de Fontalva, de Pinhel, da Torre ou dos marqueses de Castelo Melhor para além das casa agrícolas de grandes latifundiários como os Palha Blanco ou Camilo Alves”. O historiador Rui Ramos salienta que o gosto de D. Carlos enquadra-se “numa viragem no fim do século XIX em que se revaloriza o que é nosso, a vida rural, as toiradas, o fado, etc.”.
“D. Carlos está muito identificado com esta tendência. Gosta do Alentejo, de se vestir de lavrador alentejano, gosta de estar e ser um deles, usa até expressões populares nas suas cartas”, afirmou Rui Ramos.
Por outro lado, acrescentou o investigador da Universidade de Lisboa, este gosto vem “ao arrepio da tradição da monarquia liberal que é erigida contra a vida marialva que caracterizava a fidalguia, no esteio da fama de D. Miguel I”.
“D. Luís, seu pai, não gostava de toiradas que foram aliás abolidas em 1834 pois eram vistas como um desporto bárbaro e que incentivava à ferocidade da população”, acrescentou.
Segundo Rui Ramos, biógrafo do monarca, D. Carlos “não tem da vida uma concepção austera ou trágica como D. Pedro V, seu tio”.
“Vive de estímulos externos, gosta da vida ao ar livre, gosta de caçadas, vela, nadar, jogar ténis, pratica esgrima, equitação. Não é um intelectual, não tem uma vida interior, no sentido de reflectir muito”, disse.
Rui Vieira Nery afirmou que, de facto, o Rei “era dado a uma alegre convivência” e segundo Rui Ramos, D.Carlos gostava de companhias femininas e “teve várias amantes”.
“Sabe-se que a partir de dada altura o casal real não tem vida conjugal. Viviam no Palácio das Necessidades [Lisboa] mas separadamente, D.ª Amélia na ala residencial e D. Carlos na ala conventual”.
“Relativamente às suas amantes, há até documentação, nomeadamente sobre um caso com a mulher do embaixador brasileiro, através dos escritos deixados pelo médico da Corte, Thomaz de Mello Breyner”.
Rui Ramos salientou ainda “a dimensão de ‘dandy’ do Rei, sempre vestido ‘muito à moda’, usava por exemplo chapéu de abas moles, chamado na época ‘republicano’”, afirmou.
“Esta dimensão aproxima-o do Príncipe de Gales, seu contemporâneo”, futuro Eduardo VII que quando visitava Lisboa ia ouvir fado.
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segunda-feira, 12 de abril de 2010

Photoandando por Lisboa


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joserendeiro
Um passeio de barco no rio de onde se desfruta toda a beleza desta parte da Cidade, desde a Torre de Belém até à Torre Vasco da Gama. Nesta zona vê-se também em toda a sua extensão o local onde se realizou a Exposição de 1998.Logo, após o encerramento da Expo, teve início o desenvolvimento de todo o plano pré-concebido para a criação duma nova e moderna cidade,como se pode ver em parte,nas imagens.

Fotos e vídeo de josé rendeiro
Fado de Gonçalo Salgueiro
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Amália Rodrigues
Gaivota - Letra (Lyrics)
Se uma gaivota viesse
trazer-me o céu de Lisboa
no desenho que fizesse,
nesse céu onde o olhar
é uma asa que não voa,
esmorece e cai no mar.

Que perfeito coração
no meu peito bateria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde cabia
perfeito o meu coração.

Se um português marinheiro,
dos sete mares andarilho,
fosse quem sabe o primeiro
a contar-me o que inventasse,
se um olhar de novo brilho
no meu olhar se enlaçasse.

Que perfeito coração
no meu peito bateria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde cabia
perfeito o meu coração.

Se ao dizer adeus à vida
as aves todas do céu,
me dessem na despedida
o teu olhar derradeiro,
esse olhar que era só teu,
amor que foste o primeiro.

Que perfeito coração
no meu peito morreria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde perfeito
bateu o meu coração.

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Amália Rodrigues lyrics
paroles testo Letras canciones
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http://www.my-lyrics.ws/actividades/detalhe.php?ID=722

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madbcc

My Lisboa.

music: "
Lisboa" by Amália Rodrigues


Não encontrei nenhuma fotografia fixe do BA.
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Amália Rodrigues Maria Lisboa Lyrics

 

Varina, usa chinela,
Tem movimentos de gata;
Na canastra, a caravela,
No coração, a fragata.
Em vez de corvos no xaile,
Gaivotas vem pousar.
Quando o vento a leva ao baile,
Baila no baile com o mar.
de conchas o vestido,
Tem algas na cabeleira,
E nas veias o latido
Do motor duma traineira.
Vende sonho e maresia,
Tempestades apregoa.
Seu nome próprio: Maria,
Seu apelido: Lisboa.

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http://www.lyricsfreak.com/a/amlia+rodrigues/maria+lisboa_20262837.html

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chuckgary
Sights of Lisbon, to the warm sounds of fado.
First experience of editing still photos together with moving video clip, so...yes, it's meant to be there! And there it is!
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TURKKNCL


Quando Lisboa Canta Lyrics.
(Lyrics and Music: Carlos Rocha)

Lisboa cidade amiga
que és meu berço de embalar
ensina-me uma cantiga
das que tu sabes cantar

Uma cantiga singela
Daquelas de enfeitiçar
P'ra eu cantar à janela
Quando o meu amor passar

Sempre que Lisboa canta
Não sei se canta
Não sei se reza
A sua voz com carinho
Canta baixinho
Sua tristeza

Sempre que Lisboa canta
à gente encanta
Sua beleza
Pois quando Lisboa canta
Canta o fado
com certeza

Eu quero dar-te um castigo
Por tanto te ter amado
Quero que cantes comigo
Os versos do mesmo fado

Quero que Lisboa guarde
Tantos fados que cantei
Para cantar-me mais tarde
Os fados que lhe ensinei
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AlbertoJoseDavid



"Paulo De Carvalho Lisboa Menina E Moça lyrics"
Poema de Ary dos Santos
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No castelo, ponho um cotovelo
Em Alfama, descanso o olhar
E assim desfaz-se o novelo
De azul e mar
À ribeira encosto a cabeça
A almofada, na cama do Tejo
Com lençóis bordados à pressa
Na cambraia de um beijo

Lisboa menina e moça, menina
Da luz que meus olhos vêem tão pura
Teus seios são as colinas, varina
Pregão que me traz à porta, ternura
Cidade a ponto luz bordada
Toalha à beira mar estendida
Lisboa menina e moça, amada
Cidade mulher da minha vida

No terreiro eu passo por ti
Mas da graça eu vejo-te nua
Quando um pombo te olha, sorri
És mulher da rua
E no bairro mais alto do sonho
Ponho o fado que soube inventar
Aguardente de vida e medronho
Que me faz cantar

Lisboa menina e moça, menina
Da luz que meus olhos vêem tão pura
Teus seios são as colinas, varina
Pregão que me traz à porta, ternura
Cidade a ponto luz bordada
Toalha à beira mar estendida
Lisboa menina e moça, amada
Cidade mulher da minha vida

Lisboa no meu amor, deitada
Cidade por minhas mãos despida
Lisboa menina e moça, amada
Cidade mulher da minha vida
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http://www.lyricstime.com/paulo-de-carvalho-lisboa-menina-e-mo-a-lyrics.html
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sexta-feira, 5 de março de 2010

Não venhas tarde - Carlos Ramos


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GalaicoBorges







Não venhas tarde!,
Dizes-me tu com carinho,
Sem nunca fazer alarde
Do que me pedes, baixinho.
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Não venhas tarde!,
E eu peço a deus que no fim
Teu coração ainda guarde
Um pouco de amor por mim.
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Tu sabes bem
Que eu vou p'ra outra mulher,
Que ela me prende também,
Que eu só faço o que ela quer,
Tu estás sentindo
Que te minto e sou cobarde,
Mas sabes dizer, sorrindo,
Meu amor, não venhas tarde!
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Não venhas tarde!,
Dizes-me sem azedume,
Quando o teu coração arde
Na fogueira do ciúme.
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Não venhas tarde!,
Dizes-me tu da janela,
E eu venho sempre mais tarde,
Porque não sei fugir dela
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Tu sabes bem
Que eu vou p'ra outra mulher,
Que ela me prende também,
Que eu só faço o que ela quer,
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Sem alegria,
Eu confesso, tenho medo,
Que tu me digas um dia,
Meu amor, não venhas cedo!
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Por ironia,
Pois nunca sei onde vais,
Que eu chegue cedo algum dia,
E seja tarde demais!
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Ver
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Fados do Tempo da Outra Senhora (2) - Traição conjugal e submissão feminina

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