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quinta-feira, 3 de março de 2011

Retrospectiva Modigliani

 

Cultura | 24.04.2009

Alemanha tem primeira retrospectiva Modigliani em quase 20 anos

 

Vida e morte do pintor natural de Livorno são dignas de uma novela. Lado a lado com Picasso e outros gênios ele marcou a arte do século 20. Exposição em Bonn é a primeira na Alemanha em 17 anos.

 

As exposições da obra de Amedeo Modigliani (1884-1920) não são raras, desde que a elite parisiense acompanhou o artista de 35 anos até a sepultura. A morte prematura impulsionou sua fama, e museus e galerias de todo o mundo se lançaram imediatamente sobre sua produção.
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E eles seguem guardando-a com grande zelo, o que impôs um verdadeiro desafio aos organizadores da mostra inaugurada em abril de 2009 na Bundeskunsthalle de Bonn.
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"Os empréstimos são extremamente difíceis, pois os museus que brilham com os quadros de Modigliani em suas salas não se desligam deles de bom grado", observa o diretor do museu em Bonn, Robert Fleck.
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Gravado na memória coletiva

Amedeo Modigliani 
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Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift:  Amedeo Modigliani
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O artista nascido em Livorno, Itália, que foi sem dúvida um dos grandes ícones das artes do século 20, retorna à Alemanha 17 anos após a primeira grande retrospectiva de sua obra realizada no país, em Düsseldorf.
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Há muito as imagens de Modigliani – segundo Fleck, marcadas por uma "genial simplificação da forma" – estão gravadas na memória visual coletiva. Seu principal motivo pictórico foram os retratos: cabeças ovaladas, de pescoço longo e olhos amendoados, por vezes brilhantes, por vezes vazios, como na estilização de esculturas antigas.
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Em seus quadros vê-se a linguagem visual do Renascimento e do Maneirismo, mas também influências do Expressionismo e do Cubismo, assim como da arte africana, que se tornara popular na Europa de seu tempo.
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Paris e os gênios
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Retrato de Diego Rivera

(1914) 
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Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift:  Retrato de Diego Rivera (1914)
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A obra do toscano também dá conta do ambiente na Paris do início do século. Enquanto toda a Europa sofria as consequências da Primeira Guerra Mundial, reinava uma frenética vida noturna na Cidade Luz.
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O café La Rotonde atraía numerosos expoentes das artes plásticas, como Pablo Picasso, o russo Chaim Soutine, o muralista mexicano Diego Rivera e o próprio Modigliani.
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Consta que ele admirava Rivera, de quem fez vários retratos. Um deles, pintado em 1914 e propriedade da Coleção de Arte da Renânia do Norte-Vestfália, pode ser visto na mostra de Bonn.
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Segundo Susanne Kleine, uma das curadoras do projeto, "a mostra reflete, em pequena escala e através de umas 70 obras, o conjunto da produção do artista". A obra de Modigliani inclui um total de cerca de 420 quadros e mil desenhos. Nos últimos anos de vida, ele descobriu a escultura, produzindo em torno de 25 peças.
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Vida de novela
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Retrato de Jeanne Hébuterne

(1918) 
Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift:  Retrato de Jeanne Hébuterne (1918)
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A dramática vida e morte de Amedeo Clemente Modigliani parece uma novela. Proveniente de uma família judaica culta da Toscana, ele emigrou para Paris em 1906, onde se converteu no arquétipo do artista boêmio.
Adorava as mulheres e deixou-se consumir pelo excesso de álcool e drogas, falecendo em consequência de uma tuberculose. No dia seguinte, sua amante Jeanne Hébuterne, grávida de nove meses, suicidou-se, atirando-se por uma janela.
Pouco antes de Modigliani morrer, sua obra já era bastante valorizada. Em 1952, um de seus nus foi comprado por um colecionador de Paris por 1 milhão de francos. Porém o recorde foi batido em 2003, quando a casa de leilões Christie's, de Nova York, vendeu um outro nu por 24 milhões de dólares.
A exposição "Modigliani" estará aberta em Bonn até 30 de agosto de 2009.
Autor: Eva Usi
Revisão: Alexandre Schossler
 
 

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domingo, 23 de maio de 2010

Grandes obras de Matisse e Picasso roubadas num museu de Paris (2)

Pablo Picasso
Le pigeon aux petits pois
Pablo Picasso : 
Le pigeon aux petits pois


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Pastoral - Matisse

46 x 55 cm.
Musée d'Art Moderne de la Ville de Paris Paris
1905
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La Femme à l"Éventail de Modigliani
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Nature morte aux chandeliers de Léger

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Utilisez ce lien si vous voulez ajouter un signet ou un lien 
direct vers cet article... GEORGES BRAQUE - L'Estaque (1906)
Huile sur toile (59 x 72)

 



BRA1
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domingo, 28 de junho de 2009

Não se pode separar vida e obra de Modigliani, afirma curadora

Cultura | 17.06.2009

Talentoso, bonito, vida dissipada, morte prematura: o pintor italiano preenche todos os requisitos para um mito do século 20. Entrevista com Susanne Kleine, organizadora de grande retrospectiva em Bonn.

Deutsche Welle: Susanne Kleine, sua mostra Modigliani na Bundeskunsthalle de Bonn é a primeira na Alemanha após quase 20 anos. Por que toda essa demora? Amedeo Modigliani (1884-1920) foi negligenciado na Alemanha?

Cartaz da retrospectiva na Bundeskunsthalle

Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Cartaz da retrospectiva na Bundeskunsthalle

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Susanne Kleine: Bem, o tema Modigliani pode ser delicado, porém negligenciado ele certamente não foi. Escreveu-se muito sobre o pintor. Acho que é mais a questão de alguém ousar abordar o tema. É sabido que ele teve suas obras copiadas, ainda em vida. Quer dizer, ainda resta um certo ceticismo: trata-se de um Modigliani verdadeiro, ou não? Desde cedo houve quem se propusesse a compilar um catálogo de obras, o qual, no entanto, não é completo. Atualmente há dois partidos que disputam qual dos dois é autor de um catálogo válido. Não há garantia, portanto.

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Isso significa que cada um dos quadros expostos pode ser uma falsificação?

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Não, de forma alguma. Claro que pesquisamos a fundo de onde vêm as nossas obras. Mais há dois, três quadros na mostra para os quais não está cem por cento provado se tratarem de originais, embora constem dos catálogos.

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Na restrospectiva, a senhora classifica o pintor como "mito". O que o coloca nessa categoria?

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Acho que o mito se baseia em diversos detalhes. Ele morreu bem jovem e teve uma vida muito dissipada, era doente, entregou-se ao álcool e às drogas. E aí a morte de sua companheira, Jeanne Hébuterne, atirando-se de uma janela, grávida de nove meses, um dia após a morte do artista. Todas essas histórias se prestam à criação de um mito e o posicionam junto a outros astros da arte, como James Dean, cuja morte foi igualmente prematura.

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E era, ainda por cima, bonitão. Quer dizer, Modigliani preenche o clichê do artista como nenhum outro.

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Sim, melhor do que isso, impossível!

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É por esse motivo que sua vida foi filmada três vezes?

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Com certeza. Os filmes são maravilhosos, mas totalmente errados, é claro, e preenchem todos os clichês imagináveis. Há outros grandes artistas nessa época. Mas eles levaram uma vida relativamente normal, sendo, por isso, desinteressantes.

Jovem de avental negro (1918)

Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Jovem de avental negro (1918)

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O que destaca esta mostra Modigliani de outras anteriores?

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Werner Schmalenbach o viu, há quase 20 anos, sobretudo como personalidade da história da arte, ele enfocou apenas o artista – o que é compreensível. Agora combinamos isso com sua vida, porque, em minha opinião, não há como separar vida e obra, especialmente no caso de Modigliani. Também incluímos muitas citações, pois acho importante a forma como seus colegas e amigos o viam na época. E isso oferece ao visitante as informações de fundo para se aproximar da pessoa de Modigliani.

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Então, o que caracteriza a personalidade dele?

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Não sou psicóloga, mas é certo que Modigliani assumiu uma posição singular, num tempo pleno de rupturas sociais, a Primeira Guerra Mundial. Nessa época também ocorreu muito do ponto de vista da história da arte; basta pensar no fauvismo e no cubismo. Numerosas correntes se desenvolveram, amadureceram. Nesse ambiente turbulento, Modigliani é alguém que percorre com bastante tranquilidade e clareza o próprio caminho. Ele se concentra de forma absoluta na redução do formal.

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Beleza resplandecente contra a feiúra da guerra, simplicidade contra o caos externo e interno?

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Minha explicação é que ele tenta encontrar um equilíbrio através de sua pintura, dedica-se exclusivamente a essa forma clara e tangível. Daí pode-se deduzir que ele tenta, dessa maneira, estabelecer um pólo oposto à vida turbulenta e contraditória.

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É possível definir o estilo de Modigliani em poucas palavras?

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Bem no início, ele pintava ainda de forma muito clássica, orientando-se por modelos como, por exemplo, Cézanne. Então dedicou-se às cariátides dos templos gregos. Através do envolvimento com a linguagem formal dessas estátuas de sustentação e de figuras de outros meios culturais, começou, a partir de 1915, a transpô-las para sua própria linguagem formal. Mais para o fim da vida, encontramos em sua obra os pescoços alongados, os rostos compridos, os olhos esquematizados, o nariz, a boca. Tudo é reduzido a uma forma expressiva bem clara, "simples".

Cariátide vermelha (1913)

Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Cariátide vermelha (1913)

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Sabe-se como ele chegou à ideia de pintar as pessoas assim?

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Ele era um bom estudante, ocupou-se muito com as épocas anteriores, entusiasmou-se com a pintura do Renascimento, o alongamento do Gótico. Nas representações de Nossa Senhora ou em Botticelli observa-se também esse fenômeno, esse pescoço espichado, sinal de engrandecimento e exacerbação, essa tendência ao divino. E estes foram elementos que o fascinaram. Ele não os adotou simplesmente, mas sim transformou-os.

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No que toca o aspecto prático: lê-se com frequência que Modigliani não foi particularmente apreciado, que só conseguia vender poucas pinturas. De que ele vivia?

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Falar em "não-apreciado" é um engano total. Ele era extremamente admirado por seus companheiros e por numerosos artistas da época, era bem integrado na cena artística. Havia marchands e galeristas que vendiam os seus quadros. Aqui, a imagem de Modigliani é um pouco distorcida. Ele não era miserável. No início certamente recebeu uma certa fortuna da casa paterna, com a qual pôde partir para Paris, embora o dinheiro tenha sido logo gasto. Mas sempre teve o apoio de marchands e amigos, que lhe davam dinheiro ou material. E trocou – confirmando plenamente o clichê – desenhos por comida. Não vivia com conforto, mas conseguia viver e trabalhar.

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A exposição de obras de Modigliani pode ser visitada até 30 de agosto no museu Bundeskunsthalle, em Bonn.

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Autor: Günther Birkenstock
Revisão: Alexandre Schossler

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in DW WORLD
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domingo, 13 de julho de 2008

Porque há tantos nus na Arte?

 Arte Nu Pintura Fotografia Escultura Erotismo Pornografia Sexo Homens Mulheres Corpo
Amedeo Modigliani - Nu vermelho (1917).

A nudez sempre foi muito apreciada na Arte. É provável que tal facto fique a dever-se mais ao seu cariz sexual, eco distante da nossa natureza animal, do que a questões estéticas - a beleza. No entanto é inegável que as representações de nus proliferam na Pintura, na Escultura ou na Fotografia. Será que o corpo humano é intrinsecamente belo ou todos nós - artistas incluídos - somos voyeurs compulsivos?

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A questão é complexa e foi já por várias vezes aqui abordada. A linha que demarca a arte erótica da pornografia é ténue e a nossa predisposição genética para achar belo o género que nos atrai sexualmente - homem ou mulher - acaba por nos toldar ainda mais o raciocínio e o sentimento. Não sabemos se o que realmente gostamos é da composição, da forma, da cor, do ritmo, do contraste, ou do(s) modelo(s) propriamente dito(s). As nossas reacções são então simultaneamente curiosas e reveladoras.


Quase sempre o senso comum tem uma de duas atitudes perante a representação do corpo humano nu: ou o condena, apodando-o de indecente, ou lhe confere o estatuto de Arte. Esta segunda posição é a que nos interessa; apenas na aparência é mais culta e com frequência mascara ignorância e o receio de a mostrar perante os outros.



Praxiteles - Afrodite de Cnido (séc. IV a. C.); Policleto - Doríforo (séc. V a. C.)

As primeiras representações de nus com uma finalidade estética surgiram na Grécia Antiga. É preciso relembrar a grande proximidade, para não dizer coincidência, entre aquilo a que então se chamava Arte e a Religião. A Mitologia grega era composta por figuras antropomórficas, seres perfeitos que o Homem tentava igualar. Esta busca pela perfeição levou à instituição de um verdadeiro culto do corpo de proporções ideais que as esculturas de Fídias, Praxíteles e outros artistas plasmaram no mármore e no bronze. Nunca, desde então, se assistiu a outra representação de um nu com estes propósitos tão "puros" - Arte verdadeira.


Não obstante o nu continuou a preencher uma quota importante das temáticas utilizadas pelos pintores, escultores e, mais recentemente, pelos fotógrafos com todas as implicações trazidas pelo realismo próprio da fotografia. A uns interessa-lhes o jogo formal proporcionado pelas linhas ondulantes dos corpos; a outros o significado.

 Arte Nu Pintura Fotografia Escultura Erotismo Pornografia Sexo Homens Mulheres Corpo

Giorgione - Vénus adormecida (1510)

 Arte Nu Pintura Fotografia Escultura Erotismo Pornografia Sexo Homens Mulheres Corpo

Nan Goldin - Joana Topless at the Chateau le Bastion (2000)


Porém há uma dimensão da obra de arte que se reveste de um carácter sensual na acepção original do termo, ou seja, a percepção e estimulação dos sentidos. Não há artista que se preze que não deseje fazer vibrar o seu público. E que melhor meio para isso, então, do que o corpo humano nu? Os artistas sabem-no bem, como sabem também que a Arte deve ter sexo... e nexo.

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in OBVIOUS - uncovering.org


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