Discurso de Lula da Silva (excerto)

___diegophc
Mostrar mensagens com a etiqueta António Pinto Basto. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta António Pinto Basto. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 8 de março de 2011

A rosa e a Música (2)

.
De: | Criado: 18/06/2009 - La Vie en Rose - Edith Piaf
.
.
De: | Criado: 27/05/2010
Academia Ballet Stillus - Valsa das Rosas
.
.
.
De: | Criado: 24/06/2009
ROSAS BRANCAS Fado de Coimbra
.
.
.
De: | Criado: 23/06/2009
CANCAO DA ROSA BRANCA Fado de Lisboa
.

A canção da rosa branca

João Vasconcelos e Sá / António Pinto Basto
Repertório de António Pinto Basto

Eu penso em ti logo ao nascer d'aurora
E quando o dia vai chegando ao fim
Nunca me esqueces, e dormindo embora
Sonho a ventura de te amar assim

Antes de ver-te, flor do céu caída
Nem me recordo como então vivi
Nem já me atrevo a suportar a vida
Vivendo um dia sem pensar em ti

Ó rosa branca delicada e pura
Que ideal brancura... que mimosa côr
Lembras um astro que do céu tombasse
Que por mim poisasse... na roseira em flor

Se o teu olhar iluminado e casto
Poisa em meus olhos reflectindo o céu
Quanto mais fujo, quanto mais me afasto
Mais perto vejo o teu olhar no meu

Ó rosa branca luminosa e viva
Linda rosa esquiva... meu amor fatal
Só podem anjos fabricar sózinhos
Com montões de arminhos... uma rosa igual

Quando esta vida se apagar, serena
Ao recordar-me quanto amei em vão
Ó desdenhosa, o que me faz mais pena
É ir pensando que te esqueço, então

Ó rosa branca, meu amor primeiro
Tu não tens canteiro... tu não tens jardim
Porque me chamas, porque não respondes
E porque te escondes a chamar por mim

Mas sob a campa, meu amor não finda
Verás senhora, se eu ouvir teus ais
Abrir os olhos para ver-te ainda
Morrer de novo, se te não vir mais

Ó rosa branca porque me chamaste?
Para que roubaste toda a fé que eu tinha?
Serena e fria como a luz da lua
Que brancura a tua, que desgraça a minha
.
.
http://fadosdofado.blogspot.com/2008/09/cano-da-rosa-branca.html
,
.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Mestre Alentejano - " Fado Corrido"


.
.
Ícone de canal
rvccgerinho




Letra de João Vasconcelos e Sá. [Popular]... Fado Corrido Repertório de António Pinto Basto.
.
.

Mestre alentejano

João Vasconcelos e Sá / Popular *fado corrido*
Repertório de António Pinto Basto
.
Terra de grandes barrigas / Onde ha tanta gente garda
Ás sopas chamam açorda / E à açorda chamam-lhe migas;
Ás razões chamam cantigas / Milhaduras são gorjetas
Maleitas dizem maletas / Em vez de encostas, chapadas
Em vez de açoites, nalgadas / E as bolotas são boletas
.
Terra mole é atasquero / Ir embora é abalar
Deitar fora é aventar / Fita de coiro é apero;
Vaso com planta é cravero / Carpinteiro é abegão
E a choupana é cabanão / E às hortas chamam hortejos
Os cestos são cabanejos / E ao trigo chama-se pão!
.
No resto de Portugal / Ninguém diz palavras tais
As terras baixas são vales / Monte de feno é frascal;
Vestir bem, parece mal / Á aveia chamam cevada
Ao bofetão, orelhada / Alcofa grande é gorpelha
Égua lazã é vermelha / Poldra ‘Isabel’ é melada
.
Quando um tipo está doente / Logo dizem que está morto
E a todo o vau chamam porto / Chamam gajo a toda a gente;
Vestir safões é corrente / Por acaso é por atrego
As saco chamam talego / E até nas classes mais ricas
Ser janota é ser maricas / Ser beirão é ser galego
.
Os porcos medem-se às varas / E o peixe vende-se aos quilos
E a gente pasma de ouvi-los / Usar maneiras tão raras;
Chamam relvas às cearas / Ás vezes, não sei porquê
E tratam por vomecê / Pessoas a quem venero
Não quero, diz-se nã quero / Eu não sei’ diz-se *ê nã sê*