Discurso de Lula da Silva (excerto)

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sábado, 5 de maio de 2012

Le Streghe (1967)

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Enviado por  em 26/11/2011
Le Streghe (The Witches) consists of 5 short stories, directed by Franco Rossi, Luchino Visconti, Mauro Bolognini, Pier Paolo Pasolini and Vittorio De Sica. 

Clint Eastwood stars in the final story (starting at 1:19:10)

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Pasolini: Mamma Roma (1962)





Enviado por  em 13/10/2011
Pier Paolo Pasolini

Mamma Roma

1962

Anna Magnani ... Mamma Roma
Ettore Garofolo ... Ettore
Franco Citti ... Carmine
Silvana Corsini ... Bruna
Luisa Loiano ... Biancofiore
Paolo Volponi ... Il Prete (Priest)
Luciano Gonini ... Zacaria
Vittorio La Paglia ... Il sig. Pellissier
Piero Morgia ... Piero
Lanfranco Ceccarelli ... Carletto (as Franco Ceccarelli)
Marcello Sorrentino ... Tonino
Sandro Meschino ... Pasquale
Franco Tovo ... Augusto
Pasquale Ferrarese ... Lino
Leandro Santarelli ... Begalo

http://www.imdb.com/title/tt0056215/

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Cinema de Poesia - Pier Paolo Pasolini

DIGESTIVOS >>> Cinema

Segunda-feira, 12/10/2009
Cinema
Julio Daio Borges





Digestivo nº 106 >>> Cinema de Poesia
É famosa a frase de Wittgenstein em que ele afirma que se um leão falasse não seríamos capazes de entendê-lo. Em "Uccellacci e Uccellini" (1966), de Pier Paolo Pasolini, Totò e Ninetto Davoli, atendendo a um pedido de São Francisco de Assis (em pessoa), passam meses em meditação e finalmente se entendem com as grandes aves e os passarinhos. Pasolini, um dos grandes homenageados pela 26ª Mostra BR de Cinema, acreditava que o cinema era importante porque antecedia toda linguagem: comunicando por imagens - como a vida. Ao mesmo tempo, acreditava que sua "pesquisa cinematográfica" acontecia no campo da linguagem ("corporal", quem sabe?) e que, por isso, também no campo da filosofia. No documentário "Pier Paolo Pasolini e a Razão de um Sonho" (2001, de Laura Betti, igualmente na "Mostra"), o cineasta explica que uma pessoa é mais do que aquilo que fala, escreve, transmite através da linguagem; é também um modo de andar, um jeito de sorrir, uma presença e uma maneira de fazer-se presente na memória (quando parte, por exemplo). Pasolini foi um dos últimos grandes diretores a ter uma sólida formação literária, um apego à "palavra escrita", que as novas gerações simplesmente aboliram do currículo. Por isso, a sua obsessão em filmar os clássicos, como "O Evangelho Segundo Mateus" (1964), "Édipo Rei" (1967), "Medéia" (1970), "Decameron" (1971), "Os Contos de Canterbury" (1972) e "Saló - 120 Dias de Sodoma" (1975). E Pasolini, claro, foi poeta; não apenas da Sétima Arte, mas poeta de escrever poesia, com livros publicados, antes de sucumbir ao cinema e se lançar como roteirista de Frederico Fellini. É comum, hoje em dia, relativizar sua obra e destacar seu lado "agitador": comunista, homossexual, intelectual, etc. O paralelo que se traça com o Brasil remonta a Glauber Rocha, outro gênio da película e da polêmica. Nem sempre compreendidos por todos, embora de inteligência vibrante, dentro e fora do cinema.
>>> Retrospectiva Pier Paolo Pasolini | Pier Paolo Pasolini e a Razão de um Sonho