Discurso de Lula da Silva (excerto)

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segunda-feira, 27 de agosto de 2012

'O Egito sob o Olhar de Napoleão'



Agência de Notícias Brasil Árabe 


09/11/2010 - 17:08

Sob os olhos do imperador

A exposição 'O Egito sob o Olhar de Napoleão' mostra ao público brasileiro um retrato do país árabe a partir da visão dos 167 estudiosos que acompanharam o general francês em incursão militar de 1798.
Aurea Santosaurea.santos@anba.com.br
São Paulo – O Egito na visão de Napoleão Bonaparte e de 167 estudiosos franceses da mesma época pode ser visto em São Paulo até o dia 19 de dezembro, na sede do Itaú Cultural. A exposição “O Egito sob o Olhar de Napoleão” exibe 14 gravuras que fazem parte dos 22 volumes do livro “Descrição do Egito”, resultado de uma incursão militar no país árabe em 1798.

Divulgação Divulgação
Esfinge é um dos destaques da mostra
Além das gravuras originais do livro, que pertencem ao acervo do próprio Banco Itaú, estão expostas as matrizes em bronze destas figuras, cedidas pelo Museu do Louvre, e oito peças egípcias, três do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro e cinco de coleção particular.

“Uma coisa que chama a atenção é a multiplicidade de possibilidades que a ‘Descrição do Egito’ oferece. Ele mostra o Egito Antigo, mas também o Egito moderno”, diz o arqueólogo Vagner Porto, curador da exposição, sobre a variedade de assuntos tratados nos volumes da obra.

Entre as gravuras expostas, Porto destaca duas em especial: a esfinge, “que representa o símbolo do Egito Antigo”; e o livro dos mortos. Esta traz a representação do julgamento pelo qual os egípcios acreditavam que os espíritos eram submetidos após a morte.

“No Egito Antigo, os mortos tinham que passar pelo tribunal do deus Osíris”, explica o curador. Ele conta que, durante o julgamento, o coração do morto era colocado em um dos lados de uma balança, enquanto no outro era colocada uma pluma. Para ser salvo, o coração precisava ser livre de maldades e pecados, não podendo pesar mais do que a pluma.

Aurea Santos/ANBA Aurea Santos/ANBA
Cobra egípcia é parte da seção de história natural
A mostra é dividida em cinco seções: Cartografia, Religião, Egito Moderno, História Natural e Arquitetura. Esta última, segundo Porto, é o destaque da exposição. “É muito importante a questão da arquitetura em todos os volumes da ‘Descrição’”, destaca o curador.

Para que os visitantes possam conhecer mais da obra, além das páginas expostas dos livros, estão à disposição 13 telas interativas nas quais o público pode ver outras gravuras presentes em “Descrição do Egito”, como se estivesse folheando um livro verdadeiro.

A viagem e a publicação do livro

Com o objetivo de deter a dominação britânica no Egito, o então general Napoleão Bonaparte viajou ao país árabe com uma força de 34 mil homens, acompanhados de 167 estudiosos, entre artistas, gravadores, escultores, impressores, arquitetos, astrônomos, geógrafos, químicos e outros especialistas, encabeçados pelo artista e barão Dominique Vivant Denon.

Aurea Santos/ANBA Aurea Santos/ANBA
Visitantes interagem com telas da exposição
Denon seguiu para o Alto Egito e fez uma série de esboços rápidos de suas ruínas. O general reconheceu a importância do registro e pediu aos cientistas que medissem e desenhassem os monumentos. Napoleão formou, assim, a bases de “Descrição do Egito”, que acabaria dirigindo a atenção do mundo para o Egito Antigo, embasando os estudos modernos de sua história.

A coleção totaliza 22 volumes, dos quais 21 estão exibidos na mostra, e mais de 900 gravuras em metal e está dividida em três partes: Antiguidade, Estado Moderno e História Natural.

Foi a publicação, no entanto, do livro “Viagem pelo Baixo e Alto Egito”, de Denon, que levou Napoleão a publicar “Descrição do Egito”, em 1809. Uma das gravuras do barão francês pode ser vista na exibição. “Denon publicou seu livro por conta própria e, graças ao sucesso, motivou a publicação do ‘Descrição do Egito’”, relata Porto.

Serviço

O Egito sob o Olhar de Napoleão
Local: Itaú Cultural
Avenida Paulista, 149, São Paulo
Data e horários: até 19 de dezembro, de terça a sexta, das 9h às 20h; sábados, domingos e feriados, das 11h às 20h.
Entrada gratuita

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Photoandando ao sabor da música



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Enviado por em 11/03/2010
.La Vie En Rose By Mantovani Orchestra - Musical European Tour
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french music - accordion

Enviado por em 29/03/2011
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Enviado por em 21/11/2009
Quiet music with views of Venice

Mantovani & Orchestra ~ Lazy Gondolier

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Enviado por em 10/04/2010
Música de Rafael Perez Arroyo que intenta reconstruir la música del Antiguo Egipto....


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domingo, 11 de julho de 2010

Egipto: encontrada tumba com mais de 4000 anos que mantém intactas as suas cores originais

Arqueologia
09.07.2010 - 10:11 Por Agências
A cerca de 25 quilómetros a sul do Cairo, a capital do Egipto, foi encontrada uma tumba com mais de 4000 anos que mantém bem vivas as cores das pinturas e dos hieróglifos gravados na pedra.
Os sepulcros formam parte de um enorme cemitério que foi 
descoberto recentemente na zona de Saqara 
Os sepulcros formam parte de um enorme cemitério que foi descoberto recentemente na zona de Saqara (EFE)

O chefe do Conselho Supremo de Antiguidades do Egipto, Zahi Hawass, indicou que “são as cores mais incríveis alguma vez encontradas numa tumba”, cita um repórter da EFE que se deslocou ao local.

Na tumba estão os restos mortais de dois altos funcionários da V dinastia faraónica (2500-2350 a.C.), pai e filho.

O mais extraordinário é que a porta que permite a entrada para o túmulo do filho, Jonso, sepultado numa sala adjacente à do pai, e o umbral através do qual - acreditavam os egípcios - a alma do defunto entrava no mundo dos mortos, estão ambos pintados com uns tons de rosa, amarelo, vermelho, azul e preto que, ainda hoje - 4200 anos depois - permanecem bem vivos.

“A tumba do filho, Jonso, é única e incrível”, explicou Zahi Hawass, acrescentando que na “porta falsa” há um “altar sacrificial” no qual foi representado Jonso “em distintas posturas nas quais se evidencia a beleza” das cores. “Uma beleza que possivelmente nunca antes tinha sido encontrada noutra tumba”, indicou o mesmo especialista.

Estes sepulcros “formam parte de um enorme cemitério que foi descoberto recentemente na zona de Saqara por uma missão arqueológica egípcia que trabalha na área desde 1988”, explicou ainda Hawas.
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segunda-feira, 5 de novembro de 2007