Discurso de Lula da Silva (excerto)

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sexta-feira, 4 de maio de 2012

Charlot nas trincheiras

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Enviado por  em 29/01/2012
#Sir Charles Spencer Chaplin, KBE, mais conhecido como Charlie Chaplin (Londres, 16 de abril de 1889 — Corsier-sur-Vevey, 25 de dezembro de 1977), foi um ator, diretor, produtor, humorista, empresário, escritor, comediante, dançarino, roteirista e músico britânico. Chaplin foi um dos atores mais famosos da era do cinema mudo, notabilizado pelo uso de mímica e da comédia pastelão. É bastante conhecido pelos seus filmes O Imigrante, O Garoto, Em Busca do Ouro (este considerado por ele seu melhor filme), O Circo, Luzes da Cidade, Tempos Modernos, O Grande Ditador, Luzes da Ribalta, Um Rei em Nova Iorque e A Condessa de Hong Kong.#

Carlitos nas Trincheiras é uma história dos esforós heróicos do Pequeno Vagabundo nas trincheiras da I Guerra Mundial. Um soldado inepto que se redime em situações hilariantes. Este filme é de domínio público.

O Garoto de Charlot

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Enviado por  em 25/01/2011
Uma mãe pobre e sozinha (Edna) abandona seu filho em um carro que pertence a uma família de posses. Depois de ver uma babá com uma criança, ela se arrepende, porém já é tarde, pois dois ladrões já levaram a criança; Estes, sem saber o que fazer com o garoto, deixam-no em uma rua qualquer.

O vagabundo vai passando e percebe um pequeno "pacote", que julga ter caído de algum lugar. Vai em busca do "dono", porém não encontra. Acaba levando o garoto para casa e, por falta de opção, decide cuidar dele. O garoto cresce, e torna-se seu companheiro, partilhando a pobreza e a comida.

Charles Chaplin - A quimera do ouro


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Enviado por  em 29/10/2011
Nenhuma descrição disponível.

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Charlie Chaplin - O ditador

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Enviado por  em 19/01/2011
The Great Dictator, 1940 - Em meio a Segunda Grande Guerra Mundial, judeus estavam sendo esmagados pelo preconceito alemão. Chaplin, genialmente, interpreta os dois protagonistas da história: o ditador Adenoid Hynkel (em clara referência a Hitler) e o barbeiro Judeu. Irônico e atrevido, este filme lhe criou também uma obra-prima única com uma das melhores mensagens anti-guerra já transmitidas ao homem. 

Prêmios: Indicado para Melhor Ator, Melhor Música, Melhor Filme, Melhor Ator Coadjuvante e Melhor Roteiro Original. Associação dos Críticos de Nova York 1940 - Vencedor de Melhor Ator

Charlie Chaplin- Tempos modernos (1936)

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Enviado por  em 17/02/2012
#Sir Charles Spencer Chaplin, KBE, mais conhecido como Charlie Chaplin (Londres, 16 de abril de 1889 — Corsier-sur-Vevey, 25 de dezembro de 1977), foi um ator, diretor, produtor, humorista, empresário, escritor, comediante, dançarino, roteirista e músico britânico. Chaplin foi um dos atores mais famosos da era do cinema mudo, notabilizado pelo uso de mímica e da comédia pastelão. É bastante conhecido pelos seus filmes O Imigrante, O Garoto, Em Busca do Ouro (este considerado por ele seu melhor filme), O Circo, Luzes da Cidade, Tempos Modernos, O Grande Ditador, Luzes da Ribalta, Um Rei em Nova Iorque e A Condessa de Hong Kong.#

O clássico do genial Charles Chaplin, Tempos modernos, retrata a interligação da vida com um relógio. O tempo marca a vida de operários de uma fábrica onde se desenvolve boa parte da ação. O filme começa com imagens de um rebanho de ovelhas que, na sequência, são substiuídas pela imagem de um grupo de operários saindo da fábrica. Pela cena inicial, nota-se a pressa em mostrar que a responsabilidade de massificação do proletariado corresponde ao processo de desumanização imposto pela máquina. Tempos Modernos mostra um patrão em que ao mesmo tempo brinca de quebra-cabeça e lê gibi e paralelamente controla, de sua sala, através de um circuíto fechado de televisão o trabalho de seus empregados. Em Tempos Modernos, Carlitos é um trabalhador da fábrica, em uma lnha de montagem. O seu serviço é ajustar os parafusos a uma velocidade que não consegue nem se coçar, sem que haja quebra no ritmo de trabalho dos companheiros. Este filme é de domínio publico.

domingo, 31 de julho de 2011

La Violetera em várias versões


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Carregado por  em 28 de Mar de 2010
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não existe nenhuma descrição disponível

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Carregado por  em 29 de Jan de 2008
SOME PICTURES OF CHARLIE CHAPLIN'S MOVIES WITH CITY LIGHTS SOUNDTRACK (original song). One of my all fav movie, no need to know what the characters say, the magy of Charlie Chaplin is powerful. The musics of Chaplin underline the scenes and are a such of master pieces.
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Carregado por  em 18 de Out de 2009
Padilla - la violetera - Montserrat Caballé
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Carregado por  em 19 de Nov de 2008
  
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Carregado por  em 23 de Jul de 2008
Mi aportación al recuerdo del compositor almeriense José Padilla (Almería, 1889 - Madrid, 1960). Estudió en el Conservatorio de Madrid y dirigió compañías de zarzuelas por España y Argentina. Como compositor creó las zarzuelas La bien amada, Sol de Sevilla y La mayorala, entre otras. Sus mayores éxitos los obtuvo con la canción popular, género para el que creó piezas tan populares como El relicario, La violetera o Valencia (ésta perteneciente a La bien amada). En total creó unas sesenta obras teatrales y varios cientos de canciones. En París, compuso para los cantantes Josephine Baker, Maurice Chevalier y Mistinguette.
Como curiosidad, habría que decir que Charles Chaplin plagió esta canción, haciéndola pasar como suya en la película "Luces de la ciudad" (se puede comprobar en http://es.youtube.com/watch?v=ilZgLTDHb_A ). Al final los jueces dieron la razón a Padilla, a quien Chaplin tuvo que pagar una considerable cantidad de dinero por el plagio.
La letra de la canción dice así:

Como aves precursoras de primavera
en Madrid aparecen las violeteras
que pregonando parecen golondrinas
que van piando, que van piando

Llévelo usted señorito
que no vale más que un real
cómpreme usted este ramito
cómpreme usted este ramito
p'a lucirlo en el ojal

Son sus ojos alegres
su faz risueña
lo que se dice un tipo
de madrileña.

Neta y castiza
que si entorna los ojos
te cauteriza, te cauteriza

Llévelo usted señorito
que no vale más que un real
cómpreme usted este ramito
cómpreme usted este ramito
p'a lucirlo en el ojal
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Carregado por  em 19 de Jul de 2009

LA VIOLETERA
(Padilla - Montesinos - Lombardo)

La siepe di viole
è rifiorita
chi mai da Carmencita
comprar le vuole?
Ne ho colmi i cesti
venite, siate lesti
orsù signori
comprate i fiori.
Oh senor y senorita
le violette mi comprate
che la man di Carmencita
ha raccolte ed intrecciate
per recarle alla città.

Adornatevi signore
del sereno fior gentile
nel silenzio il vostro cuore
in un fascino sottile
dolci cose vi dirà.

Dalle ceste ancora piene
un bouquet prendete almeno
e colui che vi vuol bene
poi guardandole sul seno
queste viole invidierà.

E voi bel giovinotto
ben pettinato
perchè così soletto?
Guardate a lato.
C'è una signora
che vi sorride e implora
e chiede e vuole
delle viole

Por senor y senorita
dalla man di Carmencita
ora vola in tutta fretta
fin quest'ultima violetta
ben felice chi l'avrà.

Mi dovete perdonare
non ho altro questa sera.
Cosa mai vi potrei dare?
La più bella violetera
può dar solo quel che ha.
Mi dovete perdonare
non ho altro questa sera.
Cosa mai vi potrei dare?
La più bella violetera
può dar solo quel che ha.

sábado, 23 de outubro de 2010

Smile - Charlot


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Music: Smile
Artist: Michael Jackson
Software: Windows Movie Maker

Lyrics:

Smile though your heart is aching
Smile even though its breaking
When there are clouds in the sky, you'll get by
If you smile with your fear and sorrow
Smile and maybe tomorrow
You'll find that life is still worthwhile

If you just
Light up your face with gladness
Hide every trace of sadness
Although a tear may be ever so near
That's the time you must keep on trying
Smile, what's the use of crying?
You'll find that life is still worthwhile

If you just
Smile though your heart is aching
Smile even though its breaking
When there are clouds in the sky, you'll get by
If you smile through your fear and sorrow
Smile and maybe tomorrow
You'll find that life is still worthwhile
If you just smile

that's the time you must keep on trying
Smile, what's the use of crying?
You'll find that life is still worthwhile
If you just smile


"A day without a laugh is a wasted day." - Charles Chaplin

Please leave comments!
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ChaplinsViolin | 10 de Novembro de 2008
Music: Smile
Artist: Nat King Cole
Software: Windows Movie Maker
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petrodka | 24 de Dezembro de 2007

Smile, Charlie Chaplin , Modern Times, 1936

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Rimalu18 | 15 de Junho de 2007
Um dos grandes gênios do cinema, Chaplin (Carlitos) foi responsável pelas trilhas sonoras de todos os seus filmes e criou canções imortais, como "Smile".
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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

The Great Dictator - Charlie Chaplin: Scene in the jewish ghetto


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albertdiner
from the film THE GREAT DICTATOR (1940). Charlie Chaplin in the role of the jewish barber. This film made in 1940, after Kristallnacht 1938, predicted many of the tragic events that would affect European jewry in the period 1940-1945, including the extermination camps. Charlie Chaplin was truly a genius.
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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Charlot: um cómico ou um trágico?

 

 

Eu concordo

José Saramago escreve no seu caderno sobre Charlot (os destaques são meus).
Numa destas últimas noites vi na televisão alguns filmes antigos de Chaplin, a saber, dois ou três episódios nas trincheiras da primeira guerra mundial e um filme mais extenso, “The Pilgrim”, que, retoma, com menos felicidade que noutros casos, o tema recorrente de um Chaplin sem culpas procurado pela polícia. Não sorri nem uma única vez. Surpreendido comigo mesmo, como se tivesse faltado a uma jura solene, dei-me ao trabalho de tentar recordar, tanto quanto me seria possível oitenta anos depois, que risos, que gargalhadas me terá feito soltar Charlot nos dois cinemas populares de Lisboa que frequentava quando tinha seis ou sete anos. Não recordei grande coisa. Os meus ídolos nessa época eram dois cómicos suecos, Pat e Patachon, que esses, sim, eram, para mim, autênticos campeões da gargalhada. Continuando a reflectir com os meus botões, sempre bons conselheiros porque em princípio não mudam de casa nem de opinião, cheguei à inesperada conclusão de que Chaplin, afinal, não é um cómico, mas um trágico. Repare-se como tudo é triste, como tudo é melancólico nos seus filmes. A própria máscara chaplinesca, toda ela em branco e negro, pele de gesso, sobrancelhas, bigode, olhos como pingos de alcatrão, é uma máscara que em nada destoaria ao lado das representações plásticas clássicas do actor trágico. E há mais. O sorriso de Chaplin não é um sorriso feliz, pelo contrário, aventuro-me a dizer, sabendo ao que me arrisco, que é tão inquietante que ficaria bem na boca de qualquer drácula. Se eu fosse mulher, fugiria de um homem que me sorrisse assim. Aqueles incisivos, demasiado grandes, demasiado regulares, demasiado brancos, assustam. São um esgar no enquadramento rígido dos lábios. Sei de antemão que pouquíssimos vão estar de acordo comigo. O caso é que, uma vez que foi decidido que Chaplin é um actor cómico, ninguém lhe olha para a cara. Creiam no que lhes digo. Olhem-no de frente sem ideias feitas, observem aquelas feições uma por uma, esqueçam por um momento a dança dos pezinhos, e digam-me depois o que viram. Chaplin levaria todos os seus filmes a chorar se pudesse.
Em tom de resposta à última frase destacada, só me cumpre dizer, eu concordo. Desenganem-se os mais críticos. Não concordo levianamente nem por tal ser dito por uma pessoa que admiro. Concordo porque este texto me fez lembrar das emoções que recordo sentir em petiz quando assistia aos filmes de Charlie Chaplin na TV. A sensação era estranha, recordo. Talvez de angústia, não sei bem descrevê-la. Sentia um conflito entre aquilo que parecia ser o objectivo do filme e o que ele realmente me transmitia. Agora, talvez vinte anos depois, José Saramago ajudou-me a compreender esse conflito que sentia.

7 Respostas para “Eu concordo”

  1. A Rodrigues Diz:
    Nunca fui fã do Chaplin, mas o que me fazia sorrir nos seus filmes eram exactamente as cenas trágicas.
    Da mesma forma que ria das situações infelizes em que se envolviam Tom & Jerry.
    Ou ainda das dramáticas cenas da minha comédia favorita Hot Shots (Ases Pelos Ares em português).
  2. Sónia Duarte Diz:
    Para mim o mais estranho foi que algo tão evidente nunca tivesse vindo à superfície nas conversas que tive até hoje sobre cinema. Estranho, pensando bem, é que nunca comentei com ninguém que também eu sinto isto. Calhou…mas é estranho não o ter feito. Devemos ser muitos… Eu gostava e gosto muuuuuito de Chaplin. Sorria e sorrio ainda (talvez mais agora) com os filmes dele, mas também é verdade que a sensação predominante era e é (talvez mais agora) tristeza- uma tristeza que quase rebentava em lágrimas (agora, de certeza, mais do que antes). A ” Quimera do Ouro” “O miúdo” e “Luzes da Ribalta” são dos filmes mais tristes que conheço!
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    Charlie Chaplin - The Gold Rush 3/10 (1925)
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    e uma “amostra menos ortodoxa”…
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    "Limelight" - Death of Calvero (low-fi version)
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    Obrigada por lembrar(mos)!
  3. Sónia Duarte Diz:
  1. Errata: em lugar do segundo vídeo, devia estar:
  2. . The Kid, Charlie Chaplin, 1921 .
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  4. A Rodrigues Diz:
    Parece que o que é tão óbvio passa despercebido.
    Mas igualmente despercebido é o facto de o drama e tristeza não ser uma característica pontual de Chaplin ou de qualquer dos exemplos que eu dei.
    Hollywood é uma autêntica universidade de psicologia.
    Pensem assim:
    Quais são os momentos fortes das vossas emoções? Uma boa gargalhada e o choro.
    O que é que despoleta essas emoções? Situações caricatas imprevisíveis e situações dramáticas.
    Agora juntem as duas e terão as condições ideais de elevar as vossas emoções ao máximo. E uma garantia de sucesso no objectivo dos cinematógrafos.
    Isto não se aplica apenas aos filmes cómicos. Pensem na quantidade de filmes a que assistiram em que duas pessoas se encontram a chorar após uma cena dramática, de repente uma delas diz uma pequena piada e as duas desatam a rir.
    A propósito deste tema, Emma Rice, directora artística, disse o seguinte sobre a peça de teatro “Brief Encounter” numa entrevista ao Telegraph.
    “People go to the cinema to be told stories, to be frightened, to cry – [b]very animal emotions[/b], which we’ve lost in our experience of the theatre. We often go to the theatre to be educated, to feel worthy. But I don’t feel people often get excited going to the theatre, and that’s a real shame. So that’s our job: to give people a night out, and as a director [b]I want people to laugh and cry[/b].”
  5. A Rodrigues Diz:
    Desculpem acerca dos [b]
    Eu queria destacar:
    - very animal emotions
    - I want people to laugh and cry
  6. João Sá Diz:
    Sim, a surpresa e o desconcerto são estratégias sempre eficazes para provocar emoções fortes.
    Sobre o encontro de emoções e de exteriorizações aparentemente contrárias, porque choramos de felicidade?
    Muitas vezes não é fácil distinguir as razões que levam ao choro. Já repararam que quando vimos alguém a chorar intensamente, se for descontextualizado, ficamos confusos e temos dificuldade em perceber a situação? Procuramos pequenos sinais (sorrisos, olhares, …) que nos ajudem a orientar. Nem sempre é fácil.
  7. Sónia Duarte Diz:
    Para mim é entre o riso e o choro que está o sentido da vida, como entre o bem e o mal está o sentido das coisas e entre o amor e ódio estão as relações que estabelecemos. Mais que uma mulher de equilíbrio, sou uma mulher de excessos…;) Estas não são apenas as duas emoções de maior eficácia de bilheteiras: são duas das emoções mais básicas junto talvez com a pulsão sexual e o instinto maternal/paternal. Na verdade, acho que é quando o cinema se afasta do que é mais genuinamente humano (as suas emoções) que se torna mais comercial e superficial. Para um banho de “sentido da vida” recomendo o documentário de Scorcese sobre cinema italiano ” a minha viagem a Itália”.
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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Best of Charlie Chaplin


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LVartizz

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Charlie Chaplin and Buster Keaton (Limelight)


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Alfredognudomain


Charlie Chaplin and Buster Keaton in the same scene of the film "Limelight" http://www.gnudomain.org 
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Charles Chaplin - O Barbeiro


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rsafa

The Barber - section of the movie   
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sábado, 20 de fevereiro de 2010

2007 - Trinta anos sem Charles Chaplin. - Gênio morreu no Natal de 1977

Tempos modernos

 

O Globo

Cultura

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Trinta anos sem Charles Chaplin. Gênio morreu no Natal de 1977

Plantão | Publicada em 25/12/2007 às 18h58m
EFE
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MADRI - "A vida é uma tragédia se a vê de perto, mas uma comédia se olha de longe", dizia Charles Chaplin. Trinta anos depois de sua morte, ainda não há distância suficiente para explicar a dramática trajetória de vida de um dos maiores gênios do humor. 
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"Este é um momento muito emocionante para mim e as palavras parecem fúteis, imprecisas... Só posso dizer obrigado pela honra de ter sido convidado a vir aqui. Você são maravilhosos, gente doce", expressou entre lágrimas Charles Chaplin quando Hollywood lhe rendeu homenagens em 1972, com um Oscar. Chaplin (Londres, 1889) jamais devolveria ao mundo uma das muitas negativas que recebeu: Hollywood o havia vetado politicamente durante a Caça às Bruxas. Era seu regresso depois de 20 anos de exílio na Europa, e só agradeceu o reconhecimento e o afeto, embora tenha voltado a desprezar a palavra, cuja chegada ao cinema nunca encarou com esportividade. 
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"As palavras são escassas. O maior que se pode dizer com uma palavra é 'elefante'", ironizava, sem recorrer a elas até 1935, em 'Tempos modernos', embora no filme todos falem menos ele. 
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O pequeno Charles Spencer Chaplin decidiu ser comediante quando, durante uma doença que o manteve de cama durante semanas, sua mãe representava para ele as cenas que vias nas ruas para o entreter. Procedente de uma família paupérrima, Chaplin teve uma infância digna dos mais desesperançados relatos de Dickens e retratada por ele mesmo de maneira indireta no magistral filme "O garoto" (1921). 
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Portanto, o que fez Chaplin mestre da comédia foi, provavelmente, seu profundo conhecimento do drama, sua emoção vivida em primeira mão que desembocou em uma filmografia ilustrada por crianças, por uma cega em 'Luzes da cidade' (1931) e sempre pelo desamparo de seu imortal vagabundo Carlitos. 
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Em 1912 foi para os Estados Unidos, em 1918 fundou seu próprio estúdio e sua crescente popularidade - foi o primeiro ator a estar na capa da revista 'Time', em 1925 - o fez o maior ícone do cine mudo. Mas seu gênio atormentado e sua complexa personalidade rapidamente encontraram detratores: os britânicos, por o considerarem traidor, e a crítica, sobretudo anos mais tarde, por eclipsar outros fenômenos cômicos da época, como Harold Lloyd ou Buster Keaton.
" Como todos os megalômanos, desprezava tudo o que não havia criado "

Bertrand Tavernier e Jean Pierre Coursudon escreveram em sua enciclopédia crítica '50 anos de cinema norte-americano' que "o lacrimoso humanismo, o tom sofredor e às vezes masoquista (de Chaplin) se aliaram a um simplismo irritante", ao qual adicionam sua fama de intratável. "Como todos os megalômanos, desprezava tudo o que não havia criado (fotografia, cenografia). No lugar de servir-se destes elementos, os considerava como outros tantos obstáculos que se alçavam entre ele e sua criação", escrevem no livro.´.
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Por isso, talvez pareçam menos brilhantes e sem o encanto da cartola, do bigode e dos sapatos largos títulos como 'A quimera do ouro' (1925) e suas obras mais amargas, nas quais captou o cômico crepuscular e a incompreensão pessoal e ideológica à que a opinião pública americana o submeteu. 'Um rei em Nova York' (1957) e 'A condessa de Hong Kong' (1967) foram parte indigna de sua trajetória. 
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Por outro lado, 'Monsieur Verdoux' (1947) - O último Carlitos - e 'Luzes da ribalta' (1952) deram uma volta por cima, ao menos temporária, em sua filmografia, enquanto eram revelados detalhes polêmicos e trágicos do gênio que, ao promover a última delas no Reino Unido, não pôde votlar ao Estados Unidos. 
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Suas inclinações políticas bateram de frente com o Comitê de Atividades Antiamericanas - que via em 'Tempos modernos' e 'O grande ditador' (1940) conteúdos comunistas -, e sues matrimônios, sempre com mulheres notavelmente mais jovens do que ele - com sua quarta e última mulher, Oona O'Neill, se casou com 54 anos quando ela tinha 18 - o fizeram 'persona não grata' para a moral da época. 
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De fato, a biografia 'Tramp: The Life of Charlie Chaplin', de Joyce Milton, assegurava que Vladimir Nabokov se inspirou nele para criar sua obra prima 'Lolita'. Seja como for, uma vez na Inglaterra, rodou 'Um rei em Nova York' em 1957 e 'A condessa de Hong Kong' em 1967, fracassos de crítica e público. 
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Mas Hollywood corrigiu seus erros nos anos 70 e, além de conceder-lhe um Oscar honorário, em 1973 lhe concedeu um novo prêmio pela música que compôs para 'Luzes da ribalta', que nunca havia sido exibida em Los Angeles até então. 
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Com 88 anos, Chaplin morreu na madrugada de 25 de dezembro de 1977, enquanto dormia, na localidade suíça de Vevey, mas seu corpo ainda sofreu um último revés tragicômico: em 3 de março de 1978 foi roubado do cemitério local e permaneceu desaparecido até 18 de maio. Billy Wilder, que sempre reconheceu a influência de Chaplin em seu humor, escreveria: "Ao criar Chaplin, Deus estava em muito boa forma. Necessitará de outros dois séculos para fazer outro gênio deste calibre". 
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sábado, 6 de fevereiro de 2010

Chaplin roubou o grande amor de J.D. Salinger


 

Cultura

Vermelho - 30 de Janeiro de 2010 - 11h13

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 O primeiro amor do escritor J.D. Salinger, que morreu na quinta-feira (28), em New Hampshire (EUA), foi Oona O'Neill, filha do famoso dramaturgo americano Eugene O'Neill e que foi tirada dos braços do autor de "O Apanhador no Campo de Centeio" por Charlie Chaplin.

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Segundo o livro "A Life Raised High", escrito por Kenneth Slawenski, biógrafo de Salinger, o rompimento de Oona com Salinger e o casamento dela com o comediante britânico foram "a grande tragédia romântica da vida" do escritor.

Reprodução
Charlie Chaplin com a mulher, Oona O'Neill, na primeira aparição 
pública juntos, em Mocambo, em 1943; ator "roubou" mulher de 
Salinger
Charlie Chaplin com a mulher, Oona O'Neill, na primeira aparição pública juntos, em Mocambo, 1943; ator "roubou" mulher de Salinger
"Não havia como escapar daquilo: as capas dos jornais estampavam fotos de Chaplin enquanto tiravam as impressões digitais dele em um caso de investigação de paternidade", escreveu Slawenski em seu livro, que teve trechos publicados hoje pelo jornal "The Times".
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"Os jornais também publicaram artigos em que o ator era acusado de montar uma armadilha para a jovem e inocente filha do dramaturgo favorito da América, em um diabólico caso de tráfico de mulheres brancas para prostituição", acrescenta.
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"O episódio também foi publicamente humilhante para Salinger. Todo mundo sabia quais eram seus sentimentos por Oona O'Neill. Os companheiros do Exército aos quais ele, orgulhoso, tinha mostrado fotos de Oona agora se compadeciam", diz a biografia.
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Apesar de tudo, "o orgulho e a tenacidade de Salinger o impediram de se lamentar em público. Pelo contrário, ou fez caso omisso do ocorrido ou fingiu uma indiferença impassível".
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"Fora reclamar de incessantes mas leves problemas de saúde, Salinger evitou mostrar qualquer sinal de ressentimento. Só em julho daquele ano [1941] é que ele finalmente admitiu que odiava Chaplin", conta Slawenski.
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Fonte: EFE
 
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domingo, 3 de janeiro de 2010

Smile - Charlot - Michael Jackson

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ChaplinsViolin

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Music: Smile
Artist: Michael Jackson
Software: Windows Movie Maker

Smile - Lyrics:
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Smile though your heart is aching
Smile even though its breaking
When there are clouds in the sky, you'll get by
If you smile with your fear and sorrow
Smile and maybe tomorrow
You'll find that life is still worthwhile
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If you just
Light up your face with gladness
Hide every trace of sadness
Although a tear may be ever so near
That's the time you must keep on trying
Smile, what's the use of crying?
You'll find that life is still worthwhile

If you just
Smile though your heart is aching
Smile even though its breaking
When there are clouds in the sky, you'll get by
If you smile through your fear and sorrow
Smile and maybe tomorrow
You'll find that life is still worthwhile
If you just smile
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that's the time you must keep on trying
Smile, what's the use of crying?
You'll find that life is still worthwhile
If you just smile
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"A day without a laugh is a wasted day." - Charles Chaplin
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