Discurso de Lula da Silva (excerto)

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terça-feira, 20 de setembro de 2011

Una Furtiva lagrima - Rolando Villazon

Para a Belíssima e Sereníssima


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Enviado por  em 26/08/2007
Nemorino: Rolando Villazon
Orchester der Wiener staatsoper
Alfred Eschwe conductor
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Una furtiva lagrima

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Una furtiva lagrima (Uma lágrima sombria, em português) é uma ária do último ato da ópera L'elisir d'amore, de Gaetano Donizetti. Estreou no Teatro della Canobbiana de Milão, emmaio de 1832.
É uma das árias mais famosas da ópera.

[editar]Letra

Enrico Caruso, L'elisir d'amore, Una furtiva lagrima.ogg
Letra oficial em italiano
Una furtiva lagrima
Negli occhi suoi spuntò... quelle festose giovani invidiar sembrò...
Che più cercando io vo?
M'ama, lo vedo.
Un solo istante i palpiti
Del suo bel cor sentir!..
Co' suoi sospir confondere per poco i miei sospir!...
Cielo, si può morir;
Di più non chiedo.
Letra em português
Uma lágrima sombria
Em seus olhos estalados...
Aqueles jovens festivos pareciam invejar
O que mais eu vou procurar?
Me ama, eu vejo
Um só instante e palpitações
É agradável sentir seu coração
Seus suspiros são confusos para os meus suspiros
Céus, posso morrer
Isso é tudo o que eu peço

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Guia para escolher uma música por dia


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 Ouço o Concerto nº 1 para piano, de Tchaikowski. Os sons desprendem-se em cavalgada, saiem do piano pelo alto-falante, umas vezes de mansinho, outras violentamente, elevam-se, envolvem-nos, penetram em nós e arrebatam-nos. Neste momento os violinos dialogam com o piano, tentam impor-se-lhe, este assemelha-se a um riachozito saltitante. A voz daqueles eleva-se, tentam emudecê-lo. Os violinos perdem a sua delicadeza, tornam-se autoritários. Abafam o piano, o frágil, quem diria, piano! Veio a calma. Lentamente, a medo, uma flauta tenta quebrar o silêncio. Outras vozes vão-se-lhe juntando. Violinos e piano restabelecem o diálogo, secundados por outros elementos. Há uma quietude no ambiente. Uma voz grave, que não identifico, surge. O piano saltita pelo riacho, de pedra em pedra, apressa-se, corre ligeiramente pelos prados. Os outros seguem-no. Os sons misturam-se, elevam-se em cascata. O diálogo repete-se serenamente, em espiral. Termina mais uma cena.
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Silêncio. Violência. Brusquidão. Violinos e piano defrontam-se de novo. Implacavelmente o piano tenta impôr-se. Consegue, com alguma luta. Os violinos aceitam a derrota e rendem-lhe homenagem. Ele aceita-la do alto da sua vitória. Os sons ora dialogam, ora competem entre si. Os violinos são os árbitros. Parece que nada mais pode deter o piano, soltito, com ternura, com delicadeza, umas vezes, com altivez, outras. Ah! os outros silenciaram-no. Mas ele debate-se, liberta-se, corre, surdo à majestade dos violinos. Está sozinho. É perseguido, tenta fazer-se ouvir. Mas é tarde ! Este final soberbo, empolgante, arrebatador ! (NSM - 1969.01.23) 
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 O rádio transmite neste momento a valsa O Danúbio Azul [de J.Strauss]. E eu deixo-me levar na onda dos seus acordes, vogando liberto deste quarto deserto. Mas a valsa terminou e alguém pediu um disco dum tipo qualquer que pede à querida que relembre os momentos felizes, para que ele possa esquecer todo o seu amargor. É o programa do Matos Maia. A malta telefona, repete uma frase publicitária, pede um disco e, frequentemente antes de desligar, pergunta: "Posso dizer o meu nome?" E ficam todos felizes da costa ! ... Pobres pessoas que se contentam com tão pouco! (ASV - 1969.02.29)
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Vivaldi é um compositor muito agradável de ouvir se. A sua música é sonora, alegre, colorida! (NSF - 1969.12.12.)
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A tarde cai e do gira-discos evolam se as notas da "Dança Macabra", que de macabra nada tem. (NSF - 1970.05.17)
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A tarde está tristonha. Dos alto-falantes do gira discos saiem as notas da "Rapsódia Húngara" de Liszt. Não há dúvida que o piano é um instrumento agradável de ouvir. E a Rapsódia Húngara nº 6?! Dá uma sensação de afirmação persistente, que nunca se quebra. Mas uma das minhas composições preferidas é o "Concerto para piano, nº 1", de Tchaikowski. (NSF - 1970.03.21)
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Como sempre ouço música. Desta feita o meu amigo Vivaldi e os seus concertos, que têm algo de primaveril, recordando bosques e pássaros e riachos. (NID - 1971.04.05)
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Bach no gira discos: a calma e a harmonia do velho Johann Sebastian. O turbilhão que é o meu espírito talvez se acalme com ele. Rios tumultuosos sobem dentro de mim. Eles preferiam Zorba (1) e o delírio até à exaustão: descansar o cansaço.
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Bach é agora um hino à alegria. Se fosse traduzir por imagens o que ele me desperta falaria de flores cujas pétalas se abrem lentamente, ao retardador, de qualquer coisa de esvoaçante, de saltitante, duma sensação de leveza. Bach permitiu que se rompessem os diques feitos das recusas, das negações, das violências destes dias de exames, calor e frustração. (MCG - 1972.07.14)

1 - Do filme Zorba, o Grego.


Zorba the Greek - Irene Papas

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EllinikiKardia
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Zorba the Greek 1964. The great Irene Papas is the widow looking for her goat. Giorgos Foundas is smoking in the cafe. Alan Bates offers his umbrella to Irene and Anthony Quinn is sitting outside with him. Walter Lassally won the Oscar for the cinematography. Mikis Theodorakis wrote the music and Michael Cacoyannis directed. Based on a novel by Nikos Kazantzakis. Shot on the island of Crete.
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http://galeriaphotomaton.blogspot.com/2008/04/zorba-greek-irene-papas.html
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Zorba the Greek 1964 - Lila Kedrova

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EllinikiKardia
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Zorba the Greek 1964. Lila Kedrova is Madame Hortence, a faded glory, who "does not have the bugs" and can still put on, a scaled down, show. Lila won the Oscar award for best actress for Zorba.
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Zorba's Dance, Including The Barbecue Party

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jureilers
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Alexis Zorba tells the future from a sparerib, pleads his love for the boss and dances the Sirtaki with him.
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escolher, ver e ouvir ...

... clicando aqui   Hoje há música e não só

domingo, 21 de agosto de 2011

Uma música por dia - Para Elisa, "Für Elise" de Beethoven por Valentina Lisitsa Seoul Philharmonic

Para a Belíssima e Sereníssima
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Carregado por  em 7 de Dez de 2008
Live in Seoul. Encore #4


  • Depois de um sábado triste, cinzento e para esquecer, apesar de me parecer que estamos cada vez mais distantes um do outro, uma peça musical suave e levemente melancólica, numa madrugada dum domingo que será igual aos dias da semana que terminou

sábado, 20 de agosto de 2011

Uma música por dia - La donna e mobile, da ópera Rigoletto, de Verdi por Nicolai Gedda e Pavarotti

Para a Belíssima e Sereníssima


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Carregado por  em 27 de Abr de 2007
RIGOLETTO - VERDI - Donna E Mobile - OPERA IMAGINAIRE - Nicolai GEDDA
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Carregado por  em 8 de Dez de 2008
Video dedicado a la belleza de la mujer...

LA DONNA E MOBILE (Rigoletto) de Luciano Pavarotti




quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Uma música por dia - Menina dos Olhos de Água por Pedro Barroso

Para a Belíssima e Sereníssima


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Carregado por  em 23 de Fev de 2007


Menina Dos Olhos De Água

Pedro Barroso

Composição: Pedro Barroso
Menina em teu peito sinto o tejo
E vontades marinheiras de aproar
Menina em teus lábios sinto fontes
De água doce que corre sem parar
Menina em teus olhos vejo espelhos
E em teus cabelos nuvens de encantar
E em teu corpo inteiro sinto feno
Rijo e tenro que nem sei explicar
Se houver alguém que não goste
Não gaste, deixe ficar
Que eu só por mim quero te tanto
Que não vai haver menina para sobrar
Aprendi nos 'esteiros' com soeiro
E aprendi na 'fanga' com redol
Tenho no rio grande o mundo inteiro
E sinto o mundo inteiro no teu colo
Aprendi a amar a madrugada
Que desponta em mim quando sorris
És um rio cheio de água lavada
E dás rumo à fragata que escolhi
Se houver alguém que não goste
Não gaste, deixe ficar
Que eu só por mim quero te tanto
Que não vai haver menina para sobrar
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Pedro Barroso - Jardim de Poetas


Falaste-me sem querer
De coisas belas
Como quem abre janelas
Para lá do horizonte...........


www.youtube.com
Falei-te sem querer De coisas belas Como quem abre janelas Para lá do horizonte E tu sem saber lá tricotares Um romance de palavras Sem certezas nem futuros ...

Ontem às 13:48 ·  ·  ·  · Ver amizade
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Carregado por  em 15 de Mar de 2010
Falei-te sem querer
De coisas belas
Como quem abre janelas
Para lá do horizonte

E tu sem saber lá tricotares
Um romance de palavras
Sem certezas nem futuros
E tu sonhares no areal
Como um jardim de poetas
Superiores e verticais
Em rigor nunca existiu

E tu como se fosse há vinte anos
Subiste ao alto das rochas
Lá onde pousam as gaivotas
Subiste ao alto das dunas
Onde o vento te possui

Cresceu-te no peito um mar de prata
Como se eu fosse alguma vez isento
Como se eu fosse acaso
Alguma vez na vida a perfeição

Mas quando te contei coisas de mim
Daquelas coisas grandes cá de dentro
Caíste em ti no sonho do jardim
E fiz-te então amiga esta canção

E tu ainda sonhas no areal
Um jardim de poetas
Superiores e verticais
Que em rigor nunca existiu

E tu como se fosse há vinte anos
Sobes ao alto das rochas
Lá onde pousam as gaivotas
Sobes ao alto das dunas
Onde o vento te possui

Cresceu-te no peito um mar de prata
Como se eu fosse alguma vez isento
Como se acaso eu fosse
Alguma vez na vida a perfeição

Mas quando te contei coisas de mim
Aquelas coisas grandes cá de dentro
Caíste em ti do sonho e do jardim
E fiz-te então amiga esta canção