Discurso de Lula da Silva (excerto)

___diegophc
Mostrar mensagens com a etiqueta Jean Baptiste Debret. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Jean Baptiste Debret. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Debret em Viagem Histórica e Quadrinesca ao Brasil







Digestivo nº 315 >>> No Largo do Paço
Das homenagens prestadas aos 100 anos do vôo do 14-bis, uma das melhores, e mais criativas, foi a de Spacca, também endereçada a Santos Dumont, no álbum Santô, lançamento da Cia. das Letras em 2005. Parece que na esteira do sucesso dessa realização, fruto de anos de pesquisa histórica do próprio Spacca – embora seja uma “simples” HQ –, a editora lançou, em 2006, Debret em Viagem Histórica e Quadrinesca ao Brasil. Debret, como todo mundo sabe (ou deveria saber), produziu uma das mais ricas iconografias sobre o Brasil do século XIX. Primo e discípulo de Jean-Louis David, o célebre pintor neoclássico, Debret se viu desamparado, com a queda de Napoleão III, e a mudança de ventos políticos na França, quando recebeu um convite para fundar uma Escola de Belas Artes no Rio. Mudou o rumo das artes brasileiras e mudou, inclusive, a maneira como o próprio Brasil era visto no Europa (e se via a si próprio). (Para quem tiver ainda dúvida, a editora Capivara registra isso muito bem num catálogo portentoso...) Spacca, em seu Debret atual, conta um pouco dessa saga, de 15 anos no Brasil, mesmo que de forma mais breve, e menos profunda, se compararmos com o seu quase perfil de Santos Dumont. Ainda que tenha produzido incansavelmente, como um Balzac dos pincéis, Debret não teve seu caminho facilitado no Rio e, como parte da chamada missão francesa, teve muitos dos seus desejos frustrados ou postergados, como a Escola de Belas Artes (que permanece até hoje mas que demorou a se concretizar). O álbum de Spacca, de certa forma, evoca uma seção de seu próprio site em que ele, como cartunista, homenageava mestres do traço. Para a geração conectada da virada do século, que mal conhece a representação de seu País em pintura, Spacca e a Cia. das Letras estariam prestando um enorme serviço se seguissem por essa trilha agora aberta. 
>>> Debret em Viagem Histórica e Quadrinesca ao Brasil


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Carnaval - imagens

Terça-feira, Fevereiro 20, 2007



Carnaval e Entrudo - Imagens

Maracatu em Olinda - 2006

Severino Borges - Maracatu Piaba de Ouro

José Francisco Borges - Maracatu do nordeste


Já em Pernambuco, destaca-se outro grande carnaval brasileiro, o de Olinda e de Recife. É desse Estado que surgiu um dos ritmos mais alucinantes da festa momesca: o envolvente e contagiante frevo. "E a multidão dançando, fica a 'ferver'..." Daí o surgimento da palavra "frevo".

Paralelamente, existe o maracatu, cortejo de origem africana, altamente expressivo. O berço dos maracatus foram as senzalas, quando os negros prestavam homenagem aos seus antigos reis africanos. Mesmo com o fim da escravidão, os cortejos continuaram. Daí o maracatu ganhou as ruas, tornando-se uma das peças essenciais do carnaval pernambucano.


Tarsila - Carnaval em Madureira


Jan Miel - Tempo de Carnaval em Roma - 1653

Carnaval en el Corso Romano, 1873- Mariano Fortunity

Corso Carnavalesco - Nice - 2006

Carnaval na Baia 2006 - fotografia de Arrison Oliveir



Veneza - vendedor de máscaras

Carnaval no Rio de Janeiro - samba


Carnaval no Rio de Janeiro

Carnaval no Rio de Janeiro- fotografia de Jacques VEYLET - 2005




Antonio Gonçalves Gomide - Pierrô e Columbina - óleo sobre cartão

Picasso - Arlequim

Picasso - Arlequim

Polichinelo, Capitão Crocodilo (agachado) e Francatripa, personagens da Commedia dell´Arte

É O CARNAVAL - PINTURA DE ROSE BRAGA



Polichinelo

Simbolo do Carnaval de Torres Vedras

Miró - O Carnaval do Arlequim





Arlequim e Pierrot - autor não identificado

Columbina - autor não identificado

Carnaval em Bronx - 1997 José Antonio Quirós


Entrudo - Brasil - Márcio Melo (2002)


Dia de Entrudo (Cena de carnaval no Brasil) 1823 - Jean Baptiste Debret

Baile Popular1972 - -Di Cavalcanti

"E viva o Zé Pereira
Pois que ninguém faz mal
Viva a bebedeira
Nos dias de carnaval".



Quadro de Heitor dos Prazeres (1898 - 1966), o pintor do morro carioca



Matin de Mardi-Gras - Gilles de Binche


Mardi Gras em Nova Orleâes


Cours de Mardi Gras - Otis Dobson

Combate entre o Carnaval e a Quaresma - Pieter Brueghel, o Novo

Carnaval em Veneza
La stagion del Carnovale
tutto il Mondo fa cambiar.
Chi sta bene e chi sta male
Carnevale fa rallegrar.

Chi ha denari se li spende;
chi non ne ha ne vuol trovar;
e s'impegna, e poi si vende,
per andarsi a sollazzar.

Qua la moglie e là il marito,
ognuno va dove gli par;
ognun corre a qualche invito,
chi a giocare e chi a ballar.

Carlo Goldoni






Carnaval de Olinda - arte naïf ..................................Carnaval - autor não identificado










Rei Momo

Máscaras de Carnaval em Veneza


Carnaval no século XVI