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Discurso de Lula da Silva (excerto)
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
‘A era da inocência’, por Roberto Pompeu de Toledo
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Brasil - Fundación Telefónica revisa la trayectoria de Óscar Niemeyer al completo

Óscar Niemeyer
Museu de Arte Contemporânea da Prefeitura de Niterói – RJ – Brasil
Foto Michel Moch
Óscar Niemeyer
Auditório do Parque Ibirapuera – São Paulo – SP – Brasil
Foto Nelson Kon
Óscar Niemeyer
Palácio da Alvorada – Brasília - DF, c. 1960
Foto Marcel Gautherot – Acervo Instituto Moreira Salles
Maquetas, películas, fotografías y documentos originales componen la antológica dedicada al arquitecto brasileño
Comisario: Lauro Cavalcanti
Obras: 17 maquetas, 21 dibujos, 50 croquis + 2 libros, 25 fotografías, 1 sofá, 1 escultura y varias proyecciones
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Organizan: Fundación Telefónica, Fundación Cultural Hispano-Brasileña, Fundación Óscar Niemeyer
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Nacido en 1907 en Río de Janeiro, Óscar Niemeyer se graduó como ingeniero arquitecto en 1934, fecha en la que comenzó a trabajar en el estudio de Lúcio Costa y Carlos Leao, de forma gratuita y movido por el único interés de transformar el urbanismo de su ciudad. Desde entonces, el brasileño ha desarrollado su vasta producción en numerosos países, a través de proyectos en cuya puesta en marcha se ha involucrado siempre de manera personal y directa, plasmando en ellos la originalidad propia de su trazo y el aspecto grácil y ligero de sus diseños.
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Fundación Telefónica repasa ahora cada una de las etapas de la trayectoria de Niemeyer, y el modo en que ha incidido en su producción su compromiso político y su crítica de la injusticia, a través de fotografías, maquetas, proyecciones, croquis, dibujos e incluso un sofá y una escultura.
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El que fuera Premio Príncipe de Asturias de las Artes en 1989 pudo trabajar desde 1956, y de la mano de Lúcio Costa, en la reforma urbanística de Brasilia, encargándose de la proyección de los nuevos edificios de la capital brasileña, espacios residenciales, comerciales y administrativos entre los que destacan la Catedral, el Palacio de la Alvorada, el Congreso Nacional y el Palacio de Planalto.
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Años después, Niemeyer daría un giro internacional a su carrera, abriendo oficina en los Campos Elíseos de París y logrando clientes en los cinco continentes: para Argelia diseñó la Universidad de Constantina y la mezquita de Argel y en Francia proyectó la sede del Partido Comunista Francés y la plaza dedicada al Coronel Fabien en París, pero el arquitecto también es autor de la sede de la editorial Mondadori en Italia, el Pestana Casino Park de Funchal (Portugal) y la mezquita estatal de Penang (Malasia).
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Tras el fin de la dictadura militar que gobernó Brasil entre los sesenta y los ochenta, Niemeyer regresó a su país, donde proyectaría, entre otras obras, el Memorial JK de Brasilia, los sambódromos de Río de Janeiro y Sao Paulo, el Memorial de América Latina en esta última ciudad, y el considerado por muchos su mejor edificio, el Museo de Arte Contemporáneo de Niteroi, en Río de Janeiro.
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Entre su última producción, destaca el complejo del Museo Óscar Niemeyer de Panamá, el Complejo Cultural de la República en Brasilia y el Teatro Popular que lleva su nombre en Río de Janeiro. De entre los proyectos aún en curso y pendientes de finalización, cabe mencionar el Centro Cultural Internacional Óscar Niemeyer en Avilés (que el arquitecto prevé convertir en una gran plaza abierta a todos los ciudadanos y a la ría y la ciudad vieja de la localidad asturiana), el Puerto de la Música de Rosario y la Plaza de la Soberanía de Brasilia.
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quarta-feira, 27 de maio de 2009
Niemeyer, aos 101, conclui dois novos projetos e lança livro
O maior arquiteto do Brasil:101 anos e cheio de disposição
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Com 60 metros de altura, avistada a quilômetros quando pronta, a torre em forma de cogumelo foi projetada para ficar a dez passos da baía de Guanabara --e é rara no portfólio do mais consagrado arquiteto brasileiro.
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A Prefeitura de Niterói espera obter os R$ 19 milhões para a obra -ou ao menos parte deles- junto à iniciativa privada. Ao projetar a torre, Niemeyer procurava algo para suprir o veto da Igreja Católica, em 2004, à catedral que desenhara para Niterói -projeto do qual se orgulhava; reputava-o como um de seus melhores em décadas de trabalho. Da mesma forma, também não seria erguida a catedral evangélica.
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Quase lado a lado, as catedrais seriam destaques do Caminho Niemeyer, prédios do arquiteto ao longo da orla. O primeiro deles, na década passada, foi o MAC (Museu de Arte Contemporânea), grande atração turística brasileira. Também estão prontas uma estação hidroviária, a praça JK, o Teatro Popular (em reforma) e um memorial. Os museus Oscar Niemeyer e do Cinema já têm os prédios erguidos.
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''O tal Caminho Niemeyer vinha muito devagar, não havia dinheiro. De modo que, o tempo correndo assim lentamente, a gente vai tendo ideia. O projeto vai se modificando. A torre foi uma coisa que me ocorreu. Estava no meio da baía, lembrei da torre'', disse ele no escritório de Copacabana (zona sul do Rio).
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Para acompanhar as obras que estão em andamento, o arquiteto vai toda quarta a Niterói. Também projetou para o local um centro de convenções e uma nova estação de barcas.
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''Estou me dedicando muito a essa obra em Niterói. Acho que vai ficar muito bom. O momento não dá ideia. Os prédios estão dentro da praça. No dia em que tivermos a praça completa, os prédios aparecem. Acho que essa obra em Niterói vai ser uma surpresa.''
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Já o convite para construir a biblioteca na capital da Argélia veio no início do ano. Na década de 1970, Niemeyer projetou lá uma universidade e uma mesquita. A construção será uma das principais sedes do projeto BibliAspa (Biblioteca América do Sul-Países Árabes), aprovado em 2005, com o objetivo de criar uma rede de centros de divulgação e pesquisa. Ainda não há previsão de construção, conclusão ou custos.
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No Brasil, o projeto é dirigido por Paulo Daniel Farah, professor da USP. Tem um portal bilíngue na internet (www.bibliaspa.com.br). Além da divulgação de textos literários e acadêmicos sul-americanos, árabes e africanos, a BibliAspa Brasil promove cursos e pesquisas sobre temas pertinentes às regiões.
Fonte: Folha de S.Paulo
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sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
Oscar Niemeyer fez cem anos - O importante é a Vida

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