Discurso de Lula da Silva (excerto)

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sexta-feira, 11 de outubro de 2013

catarata

O que é Catarata

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A catarata é uma grave doença ocular causada pela opacificação do cristalino, lente natural do olho responsável pela focalização da luz sobre a retina. Quando o cristalino se torna opaco, a luz não chega à retina em quantidade suficiente, o que prejudica a qualidade da visão. Com o passar do tempo, a catarata pode se agravar até causar cegueira reversível.
Tipos de catarata:
Catarata Congênita: é aquela que está presente no portador desde seu nascimento. Em geral, ocorre quando a gestante sofre de rubéola no início da gravidez e também pode ser hereditária.
Catarata Inflamatória: inflamações intra-oculares podem ocasionar catarata. Para evitar esta complicação, o ideal é consultar um oftalmologista sempre que notar algo diferente nos seus olhos ou na sua visão. Dor, vermelhidão, cansaço visual e sensibilidade à luz podem ser um sinal de algo não vai bem.
Catarata Medicamentosa: todo medicamento tem em sua fórmula substâncias específicas para tratar um determinado problema. Pessoas que usam remédios por conta própria, sem a recomendação de um médico, estão arriscando a saúde. Alguns medicamentos, que têm em sua composição um elemento chamado corticóide, em longo prazo ou em excesso, podem propiciar o surgimento da catarata.
Catarata Metabólica: alterações do metabolismo como diabetes, colesterol alto, doenças do fígado, hormônios também podem levar a formação de catarata.
Catarata Senil: o passar dos anos atinge todas as partes do corpo. Em função do envelhecimento, o cristalino perde suas características (transparência e mobilidade) dando origem à catarata.
Catarata Traumática: agressão física, grandes quedas e acidentes automobilísticos são exemplos de situações críticas que podem ocasionar este tipo de catarata. Por isso, ao passar pelas situações citadas ou similares, consulte um oftalmologista.
Doenças como glaucoma e diabetes também podem favorecer o surgimento de catarata.


Tratamento Catarata

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A cirurgia: de modo geral, a cirurgia de catarata consiste na substituição do cristalino opaco por uma lente artificial. Embora seja um procedimento cirúrgico extremamente complexo, os avanços tecnológicos registrados na Oftalmologia nos últimos anos permitem que esta cirurgia seja realizada de forma rápida e segura, sob anestesia local. Apesar disso, todo procedimento cirúrgico envolve riscos e, portanto, é fundamental escolher um especialista experiente e seguir suas recomendações em todas as fases do tratamento.
Facoemulsificação: nesta técnica um aparelho que emite ondas de ultra-som é utilizado para despedaçar o cristalino. Depois estas pequeninas partes são aspiradas e uma lente artificial é implantada.
Extração extra-capsular do cristalino (EECC): neste procedimento o cristalino é retirado por inteiro, o que implica em um corte maior para sua extração, e substituído por uma lente artificial.

Cuidados pré-operatórios Catarata

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  • Avise se estiver usando vasos dilatadores como: aspirinas, ginkgo biloba, etc.
  • Faça jejum de quatro horas antes da cirurgia.
  • Tome banho e lave bem o rosto e a cabeça, antes de ir para o hospital.
  • Em caso de medicação matinal, principalmente cardiológica, é recomendável ingerir os comprimidos com pouca água.
  • Use roupas confortáveis, simples e fáceis de serem trocadas.
  • Não esqueça de entregar à equipe de anestesia os exames laboratoriais.

Cuidados pós-operatórios Catarata




  • O paciente só poderá abaixar a cabeça normalmente quando for autorizado pelo médico. Faça caminhadas a partir do dia seguinte ao da cirurgia.
  • É recomendado aguardar, no mínimo, dez dias para fazer ginástica e quinze dias para hidroginástica.
  • Atividades sexuais estão autorizadas, após uma semana, evitando que os olhos fiquem para baixo, a fim de não causar pressão sanguínea.
  • Durante uma semana é necessário evitar ambientes que tenham muita poeira, fagulhas, ciscos etc.
  • Evite ler por cinco dias. Se necessário aguarde a prescrição dos óculos para perto.
  • Não há restrições para o hábito de assistir tv desde que não cause desconforto.
  • O banho pode ser completo, sendo necessário ter o máximo cuidado com o olho operado, principalmente ao lavar a cabeça e o rosto.
  • Ao dormir, evite pressionar o olho operado no travesseiro.
  • É terminantemente proibido coçar ou apertar o olho operado;


Lentes intra-oculares Catarata

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São chamadas de lentes intra-oculares (LIOs) as próteses utilizadas para substituir o cristalino opaco, restabelecendo a visão. O formato das LIOs é similar a um círculo com duas alças nas extremidades, o que facilita sua acomodação. Ao longo dos anos, muitas formas e materiais foram testados a fim de proporcionar melhor adaptação do olho às lentes artificiais. Atualmente, as lentes mais utilizadas são feitas de polimetilmetacrilato (PMMA) ou silicone, são flexíveis e protegem dos raios ultravioleta.
Outra conquista dos avanços tecnológicos são as lentes intra-oculares que corrigem vícios de refração, possibilitando ao paciente restaurar a visão integralmente em apenas um procedimento cirúrgico.


Perguntas mais frequentes catarata

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É verdade que a catarata acomete sempre os dois olhos? 
A cirurgia de catarata é muito arriscada? 
A cirurgia de catarata pode ser realizada em consultório? 
A lente intra-ocular pode se deslocar depois de implantada?
Após a cirurgia é preciso usar óculos? 
Apenas pessoas idosas precisam ser submetidas à cirurgia de catarata? 
É verdade que a catarata é uma pele que recobre o olho? 
É verdade que a cirurgia de catarata é muito simples, e que pode ser realizada em apenas dez minutos? 
É verdade que a cirurgia de catarata é realizada com laser? 
Com quantos dias de operado posso lavar a cabeça? E praticar esportes?
Como devo usar o colírio recomendado pelo médico após a minha cirugia de catarata?
Como posso saber se a lente que será implantada em meu olho é de boa qualidade?
Como posso saber se o médico que irá me operar está realmente qualificado?
Como posso ter certeza se é o momento certo para operar a catarata ou se posso esperar mais alguns anos?
Devo operar os dois olhos simultaneamente ou um de cada vez? 
Existe algum tratamento clínico para a catarata? 
Existe cura para a catarata?
Existe risco da catarata voltar após a operação? 
Há alguma medida preventiva para evitar que a catarata se instale?
Posso praticar esportes após a cirurgia? 
Quais são os sintomas da catarata?
Qual a melhor opção de tratamento para a catarata?
Qual é a causa da catarata? 
Quanto tempo leva para a visão voltar ao normal após a cirurgia?
Quanto tempo preciso ficar em repouso após a cirurgia? 
Que exames preciso fazer antes da cirurgia? 
Que tipo de anestesia é usada na cirurgia de catarata?
Tenho miopia. A cirurgia de catarata resolverá este problema também? 
Ter catarata é um problema genético? 




terça-feira, 9 de agosto de 2011

The Art of Hypochondria




Hypochondriacs

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Princeton University’s science historian and an editor at Cabinet magazine, Professor D. Graham Burnett will be part of a panel entitled “The Art of Hypochondria” along with Brian Dillon and Marina van Zuylen on Tuesday, 9 February 2010, from 7:00 to 9:00 p.m. at The Kitchen, 512 West 19th Street, New York City. In honor of their talk, here are a few of our own hypochondriacs:
Thomas Rowlandson (1756-1827), The Hypochondriac, 1788. Etching. Graphic arts, GC112, Rowlandson Collection. Gift of Dickson Q. Brown, class of 1895. Inscribed: ‘The mind disemper’d - say, what potent charm, // Can Fancy’s spectre-brooding rage disarm? // Physics prescriptive, art assails in vain, // The dreadful phantoms floating cross the brain! - Until with Esculapian skill, the sage M.D. // Finds out at length by self-taught palmistry, // The hopeless case - in the reluctant fee, // Then, not in torture such a wretch to keep // One pitying bolus lays him sound asleep.’


Anonymous, The Cramers or Political Quacks, ca. 1762. Etching. Graphic arts, GC021 British Cartoons and Caricatures Collection. Gift of Dickson Q. Brown, class of 1895. “Britannia tormented with discord and Strife … For Poison lurks their and deconstruction ensues”.

Thomas Rowlandson (1756-1827), after a design by George Moutard Woodward (ca. 1760-1809), A Visit to the Doctor, no date. Etching. Graphic arts, GC112 Thomas Rowlandson Collection. Gift of Dickson Q. Brown, class of 1895.

Thomas Rowlandson (1756-1827),Wonderfully Mended. Should’t Have Known You Again!!, 1808. Etching. Graphic arts, GC112 Thomas Rowlandson Collection. Gift of Dickson Q. Brown, class of 1895.















Charles Ramelet (1805-1851) after a design by Honoré Daumier (1808-1879), Le malade imaginaire. Je suis perdu…. il faut faire mon testament……. ils vont m’ensevelir… m’enterrer…. adieu!, 1833. Lithograph. Graphic arts, GA 2009.00086. Gift of William H. Helfand. From the series L’Imagination, no. 10 published in Le carivari May 21, 1833.









Isaac Cruikshank (1764-1811), after a design by George Moutard Woodward (ca. 1760-1809), The Sailor and the Quack Doctor, 1807. Etching. Bound with Caricature magazine, v. 1. Graphic arts, Rowlandson R 1807.51F. Gift of Dickson Q. Brown, class of 1895.

George Cruikshank (1792-1878), Radical Quacks Giving a New Constitution to John Bull, 1821. Etching. Graphic arts, GC022 Cruikshank Collection. Gift of Richard W. Meirs, class of 1888. “Designed by an Amateur. May 25, 1820.”

domingo, 9 de maio de 2010

Gengibre - História e propriedades terapêuticas

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

 
Como ler uma caixa 
taxonómicaGengibre
Zingiber officinale
Zingiber officinale
Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Liliopsida
Ordem: Zingiberales
Família: Zingiberaceae
Género: Zingiber
Espécie: Z. officinale
Nome binomial
Zingiber officinale
Roscoe, 1807
O gengibre (Zingiber officinale) é uma planta herbácea da família das Zingiberaceae, originária da ilha de Java, da Índia e da China, de onde se difundiu pelas regiões tropicais do mundo. Outro nome conhecido no norte do Brasil, principalmente pelos indígenas é Mangarataia ou mangaratiá.
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É conhecido na Europa desde tempos muito remotos, para onde foi levado por meio das Cruzadas. Em Portugal existe registo da sua presença desde o reinado de D. João III (1521-1557)
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No Brasil, o gengibre chegou menos de um século após o descobrimento. Naturalistas que visitavam o país (colônia, naquela época) achavam que se tratava de uma planta nativa, pois era comum encontrá-la em estado silvestre. Hoje, o gengibre é cultivado principalmente na faixa litorânea do Espírito Santo, Santa Catarina, Paraná e no sul de São Paulo, em razão das condições de clima e de solo mais adequadas. Trata-se de uma planta perene da Família das Zingiberáceas, que pode atingir mais de 1 m de altura. As folhas verde-escuras nascem a partir de um caule duro, grosso e subterrâneo (rizoma). As flores são tubulares, amarelo-claro e surgem em espigas eretas.

Usos medicinais

Rizomas de gengibre.
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Como planta medicinal o gengibre é uma das mais antigas e populares do mundo. Suas propriedades terapêuticas são resultado da ação de várias substâncias, especialmente do óleo essencial que contém canfeno, felandreno, zingibereno e zingerona.
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Popularmente, o chá de gengibre, feito com pedaços do rizoma fresco fervido em água, é usado no tratamento contra gripes, tosse, resfriado e até ressaca além de comprovadamente tornar as pessoas mais inteligentes. Banhos e compressas quentes de gengibre são indicados para aliviar os sintomas de gota, artrite, dores de cabeça e na coluna, além de diminuir a congestão nasal, cólicas menstruais e previne o câncer(cancro) de intestino e ovário.
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Desde a Antiguidade, o gengibre é utilizado na fabricação de xaropes para combater a dor de garganta. Sua ação antisséptica pode ser a responsável por essa fama, tanto que muitos locutores e cantores revelam que entre os seus segredos para cuidar bem da voz está o hábito de mastigar lentamente um pedacinho de gengibre. No entanto, esse hábito (mascar gengibre e em seguida cantar ou falar, enfim, fazer uso da voz) é contra-indicado visto que o gengibre possui também propriedades anestésicas e esta "anestesia tópica" diminui o controle da emissão vocal, favorecendo o aparecimento de abusos vocais.
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Recentemente, o programa de TV americano Myth Busters (no Brasil conhecido como "Os Caçadores de Mito") comprovou sua eficácia como uma solução natural para enjoos e tonturas. No programa, dois voluntários foram submetidos ao teste de girar vendados em uma cadeira desenvolvida pela NASA para testar astronautas. Ambos permaneceram durante cerca de 40 minutos sem sentir qualquer tipo de náusea. Este teste foi realizado nos mesmos voluntários diversas vezes utilizando outros medicamentos naturais. Por todas as vezes os voluntários permaneceram na cadeira uma média de 4 minutos antes de "vomitarem".
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No Japão, massagens com óleo de gengibre são tratamentos tradicionais e famosos para problemas de coluna e articulações. Na fitoterapia chinesa, a raiz do gengibre é chamada de "Gan Jiang" e apresenta as propriedades acre e quente. Sua ação mais importante é a de aquecer o baço e o estômago, expelindo o frio. É usada contra a perda de apetite, membros frios, diarréia, vômitos e dor abdominal. Aquece os pulmões e transforma as secreções. A medicina ayurvédica reconheceu a ação dessa planta sobre o sistema digestivo, tornando-a oficialmente indicada para evitar enjoos e náuseas, confirmando alguns dos seus usos populares, onde o gengibre é indicado na digestão de alimentos gordurosos.

Cultivo

Os rizomas da planta, as partes subterrâneas e comestíveis, são os responsáveis pela propagação vegetativa. A produção no Brasil é pequena e quase totalmente absorvida pelo mercado externo. Para o cultivo, o solo ideal deve ser argilo-arenoso, fértil e de boa drenagem. A cultura necessita de muita água, mas não suporta encharcamento. De acordo com os técnicos do Instituto Agronômico do Paraná, o plantio deve ser feito no início da estação das chuvas.
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O gengibre prefere solos com pH entre 5,5 e 6,0 e a correção com calcário deve ser feita no mínimo três meses antes do plantio. Os sulcos de plantio precisam ter cerca de 15 centímetros de profundidade e a distância recomendada entre os rizomas é de 5 a 8 centímetros. Depois de plantados, os rizomas são cobertos com uma camada de 10 centímetros de terra.
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Embora resistente, o gengibre necessita de alguns tratos culturais: a chamada "amontoa" (o rizoma cresce para cima, portanto, é preciso cobri-lo periodicamente com terra), a irrigação e o controle de pragas. O ciclo da planta varia de sete a dez meses. Os rizomas estão no ponto de colheita quando as folhas começam a amarelar.
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O gengibre tem ação bactericida, é desintoxicante e acredita-se também que possua poder afrodisíaco. Suas propriedades afrodisíacas e estimulantes são conhecidas há séculos. Na medicina chinesa tradicional, por sua reconhecida ação na circulação sanguínea, ele é utilizado contra a disfunção erétil. Além disso, o óleo de gengibre também é utilizado para massagear o abdômen, provocando calor ao corpo e excitando os órgãos sexuais.
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O gengibre possui sabor picante e pode ser usado tanto em pratos salgados quanto nos doces e em diversas formas: fresco, seco, em conserva ou cristalizado. O que não é recomendado é substituir um pelo outro nas receitas, pois seus sabores são muito distintos: o gengibre seco é mais aromático e tem sabor mais suave.
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O gengibre fresco é amplamente utilizado na China, no Japão, na Indonésia, na Índia e na Tailândia. No Japão costuma-se usar o suco (do gengibre espremido) para temperar frango e as conservas "beni shouga", feitas com os rizomas jovens, que são consumidas puras ou com sushi. Já o gengibre cristalizado é um dos confeitos mais consumidos no Sudeste Asiático.
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O seu caule subterrâneo é utilizado como especiaria desde a antiguidade, na culinária e na preparação de medicamentos.
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Graças ao seu alto poder bactericida, tem-se comprovado que o consumo desta planta em estado cru por cerca de 30 dias (pode-se moer e acrescentar adoçante, mel, etc.) elimina de vez a bactéria Helicobacter pylori existente em casos de gastrite ou úlceras.[carece de fontes?]

  Ligações externas

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Chá verde - História e propriedades terapêuticas

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

 
Chá verde é um tipo de chá feito a partir da infusão da erva Camellia sinensis. É chamado de verde porque as folhas da erva sofrem pouca oxidação durante o processamento, o que não acontece com as folhas do chá preto. Algumas outras ervas são vendidas a título de chá verde, porém o verdadeiro chá verde é o feito a partir da folha do arbusto Camellia sinensis.
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Muito popular na China e no Japão, há pouco tempo começou a ser consumido com maior freqüência no ocidente, tradicional consumidor de chá preto, devido tanto a uma tendência orientalista, quanto às propriedades antioxidantes a ela atribuídas.
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A preparação do chá verde difere um pouco dos chás tradicionais. A água não deve estar fervendo, pois do contrário as folhas acabam sendo cozidas e proporcionando um gosto amargo à bebida. O tempo de infusão também não deve ser maior que 3 minutos.

Índice


História do chá verde

Até à invenção acidental do chá preto na China, durante o século XVII, o chá não era dividido por cores, e era processado de maneira simples, a partir de folhas secas picadas, ou transformado em um bolo, comparável ao Pu-erh.

Chá verde no mundo

Chá verde do tipo Gunpowder
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Originalmente da China, o chá foi levado ao Japão através de monges que viajavam entre os dois países. Curiosamente, o chá verde foi o único chá que se popularizou no Japão, mas foi de maneira única, tornando-se a bebida mais consumida do país, superando refrigerantes e bebidas alcoólicas.
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O chá verde também é produzido em outros países da Ásia, inclusive em produtores tradicionais de chá preto, como Índia e Ceilão, mas com técnicas diferentes das japonesas.
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Fora da Ásia, devido à imigração japonesa, o chá verde também é produzido no sudeste do Brasil, particularmente no estado de São Paulo. Embora existam marcas de qualidade reconhecida, é comum encontrar sob o nome de chá verde, compostos de plantas, incluindo o mate. Isso é devido à grande generalidade do termo chá usado no Brasil, que pode se referir a qualquer infusão, popularmente.
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O Chá Verde é cultivado também no arquipélago dos Açores, mais própriamente na ilha de São Miguel. Sendo cultivado e comercializado o Chá Verde de tipo "Hysson".

Chá verde no Japão

Uma xícara de chá verde japonês
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Para entender as variedades de chá verde Japonês, é necessário conhecer os diferentes tipos de plantio e processamento

Plantação coberta

Os tipos mais nobres de chá verde vêm das folhas de árvores parcialmente cobertas do sol, que tem o nome genérico de Tencha. De acordo com a qualidade, e as características de cada chá, os vasos condutores podem ser removidos, para conferir um paladar mais agradável.
  • Gyokuro: É enrolado e processado como o Sencha, mas tem um sabor mais doce e delicado. É considerado o chá mais nobre, dentre os com folha enrolada.
  • Matcha: É feito a partir do tenchá triturado até a consistência do talco, e é usado no Chanoyu, a cerimônia do Chá Japonesa.
  • Kukicha: É feito com folhas, galhos, e partes menos nobres que sobram da colheita do Gyokuro. Conhecido pelo seu sabor leve e refrescante, e sua cor levemente amarelada, um bom Kukicha tem um sabor próprio, comparado ao Oolong chinês, e muito pouca cafeína.

Plantação descoberta

Do restante da plantação, são feitos outros chás, considerados menos nobres, porém mais populares, e de preparo mais fácil.
  • Sencha: O tipo mais comum de chá no Japão, representando mais de três quartos de toda a produção. O Sencha da primeira colheita, quando usado comemorativamente, é também chamado de Shincha (Novo chá).
  • Bancha: É uma classe de Sencha colhido entre o verão e o outono. Embora não tenha o sabor delicado, como o Sencha, é respeitado pelas suas características bem definidas, como seu sabor forte e refrescante. Ele é mais barato, e contém menos cafeína que as outras variedades.
  • Genmaicha: É uma mistura de algum chá, geralmente Sencha, e Genmai (arroz torrado). A proporção de arroz e chá é muito importante, pois, se o aroma do arroz tira um pouco da amargura de um chá de qualidade inferior, o excesso tira todas as suas características.
  • Hojicha: É um chá frito, ou até torrado, muito comum em casas de chá pelo Japão. Tanto o bancha quanto o kukicha podem ser usados para fazê-lo. Ele tem muito pouca adstringência, uma cor claramente vermelha, e pouca cafeína. Mas também pode haver danos à saúde se usado por pessoas portadoras de diabetes...

A colheita do chá verde no Japão

Na primavera

A mais apreciada leva de chá verde, Ichiban Cha, é colhida entre a primavera e o verão, mais ou menos em Maio, no hemisfério norte, e em Setembro, no hemisfério sul. O período exato depende de cada fazenda, devido às sutis diferenças no clima e geografia.
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Antes da primavera, no começo de Março, no hemisfério norte, e de Junho, no hemisfério sul, as folhas da árvore de chá são arrancadas, e delas é feito o Banchá de Primavera.
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Entre vinte e trinta dias antes da colheita, as árvores destinadas à produção de Gyokuro e Matcha são cobertas por cortinas especiais, chamadas Kanreisha, para isolá-las de contato solar direto. Dessa forma, ambos os tipos de Chá crescem com um aroma mais encorpado, uma cor mais esverdeada, e um sabor mais doce e menos amargo, graças à quantidade menor de taninos.
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Depois, vem a colheita, na qual é preciso saber tempo certo para colher as folhas: colher antes do tempo certo acarretará em folhas pouco maduras, e colher depois, mesmo que alguns dias, irá tornar o chá muito mais amargo, estragando sua alta qualidade.
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Para um chá perfeito, como ocorre com os melhores Gyokuros e Matchas, as folhas deverão ser recolhidas manualmente, já que, com uma máquina, será impossível separar as folhas boas das ruins.

No Verão

Durante o verão, são produzidos chás de qualidade inferior aos da primavera. No total, são feitas duas colheitas, resultando no Nibancha e no Sanbancha.
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Durante esse período, a árvore fica particularmente vulnerável à competição de outras espécies, incluindo a erva-daninha. As plantações orgânicas sofrem ainda mais, pois, sendo impossível arrancar automaticamente as invasoras de cada árvore, os criadores acabam tendo de retirá-las manualmente, uma a uma.

No Outono

Durante o outono, as árvores são podadas e fertilizadas, para que o solo se enriqueça lentamente durante seis meses, até chegar a primavera novamente.
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Das folhas retiradas nesse período, é feito o Banchá de Outono, o último chá do ano.

No Inverno

Durante o rigoroso inverno não há produção de chá.

Benefícios à saúde

Estudos indicam que o chá verde é rico em substâncias antioxidantes, chamadas polifenóis, que evitam a ação destrutiva das moléculas de radicais livres que degeneram as células, auxiliando, por exemplo, no combate ao câncer e ao envelhecimento.
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O chá verde também é rico em tanino que faz diminuir as taxas do LDL (colesterol ruim) e fortalece as artérias e veias favorecendo a prevenção de doenças cardíacas e circulatórias. Possui bioflavonóides e catequinas: substâncias que bloqueiam as alterações celulares que dão origem aos tumores.
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Um estudo feito em Mongolian gerbilsindica indica que o extrato de chá verde pode suprimir o crescimento de Helicobacter pylori. Um outro estudo feito na Coreia do Sul sugere que um polissacarídeo ácido encontrado no chá verde é significativamente efetivo na prevenção da adesão do H. pylori a células epiteliais humanas em cultura (Referência: Lee J, Shim J, Lee J, Kim J, Yang I, Chung M, Kim K (2006). "Inhibition of pathogenic bacterial adhesion by acidic polysaccharide from green tea (Camellia sinensis)". J Agric Food Chem 54 (23): 8717–23).
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O chá verde também possui manganês, potássio, ácido fólico, vitamina C, vitamina K, vitamina B1 e a vitamina B2.
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Antes restrito às lojas de produtos naturais, o chá verde já é facilmente encontrado nos supermercados. Preferido dos chineses, ele tem a mesma origem do chá preto. Os dois e também o "ban chá", consumido mais pelos japoneses, são produzidos a partir da planta Camellia sinensis.
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O chá verde é diurético.

Ligações externas


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Postura: Doença cada vez mais frequente nos jovens

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Esforços causam lesões na coluna


7 milhões sofrem das costas

Uns não ligam às dores nas costas por acreditarem que são passageiras. Outros deixam arrastar até ao limite os sintomas, que afectam sete em cada dez portugueses. Em muitos casos, quando recorrerem ao médico pouco ou nada há a fazer. A operação passa a ser a solução aconselhada.
  • 0h30 - Correio da Manhã - Domingo, 9 de Maio de 2010
Por:Alexandre M. Silva
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"A melhoria depende de um diagnóstico precoce, mas muitos doentes aparecem tarde demais", refere ao CM o neurocirurgião Paulo Pereira, coordenador nacional da campanha ‘Olhe pelas Suas Costas’.
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Em Portugal, segundo o estudo elaborado pela empresa Spirituc – Investigação Aplicada, as dores nas costas afectam 72,4 por cento da população portuguesa (mais de sete milhões), sendo a segunda causa da ida aos médicos. Entre as principais doenças associadas às dores nas costas, destacam-se as hérnias discais (33,6%), os bicos de papagaio (19,4%) e as escolioses (14,8%).
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"Quase todas as pessoas, numa determinada altura da vida, têm dores nas costas de uma forma mais ou menos intensa. Na maioria dos casos deve-se ao desgaste dos discos e das articulações entre vértebras", acrescenta o neurocirurgião, frisando os erros de postura, o sedentarismo, a falta de descanso e os esforços bruscos no trabalho ou no desporto como alguns dos factores que motivam as lesões.
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Além de prejudicarem a capacidade física, as tarefas domésticas e até a actividade sexual, as dores nas costas são das principais causas de ausência no trabalho em todo o mundo. Em 2008, 421 030 portugueses faltaram ao emprego devido a dores nas costas. Segundo o estudo, 28% teve necessidade de faltar entre dois a cinco dias e 24% mais de dez dias. As baixas médicas foram pedidas por 31,3%. 
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Apesar de o estudo não indicar, os especialistas afirmam que as dores nas costas afectam cada vez mais os jovens. 
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"Não há estudos que indiquem modificações das incidências, mas há mais jovens a queixarem-se de dores nas costas. As mochilas pesadas, as longas horas em frente à televisão e ao computador com posturas incorrectas e a falta de exercício prejudicam a coluna. É preciso manter os músculos activos, porque são eles o suporte da coluna", aconselhou o clínico. 
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OSTEOPATIA E MASSAGENS
O recurso à osteopatia e às massagens é cada vez menos encarado pelos pacientes apenas como uma forma de prevenção dos problemas das costas. Segundo especialistas, há patologias que têm elevada taxa de sucesso quando combatidas a este nível. "Cerca de 70 por cento dos doentes que recorrem à osteopatia consegue evitar a intervenção cirúrgica", disse ao CM o osteopata Manuel Alface, acrescentando que há cada vez mais pessoas a recorrer a estes tratamentos.
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'OLHE PELAS SUAS COSTAS' CORRE O PAÍS
A campanha ‘Olhe pelas Suas Costas’ foi criada após a análise do estudo que revelou a elevada incidência de dores nas costas nos portugueses. A iniciativa, pioneira no País e lançada por três sociedades ligadas às patologias das doenças das costas, serve para sensibilizar a população para as doenças da coluna vertebral, desmistificar os medos sobre os riscos da cirurgia e dar a conhecer formas de prevenção e tratamento. Já com várias sessões realizadas, as próximas acções vão acontecer no dia 20, na Universidade Sénior Portela Sábios (Lisboa), no dia 21, na Universidade Sénior de Paços de Ferreira e no dia 24, na Universidade Sénior de Monção. 
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CONSELHOS
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HÁBITOS DE VIDA
Não fumar e manter uma alimentação saudável, para não engordar, são medidas preventivas também importantes para a saúde das costas.
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ACTIVIDADE FÍSICA
Caminhadas ou natação são actividades físicas que fortalecem as costas. Os desportos violentos são para evitar.

POSTURA CORRECTA
Manter uma postura correcta, não se recostar e usar calçado confortável são fundamentais para evitar doenças.
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RELAXAMENTO
Se sentir as costas tensas, estenda o tronco para trás, de forma gentil e lenta. Este movimento ajuda a aliviar a tensão acumulada e a dor.
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O MEU CASO: RUI RAPOSO
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"MAL ME CONSEGUIA MEXER"
Um acidente de viação, quando tinha 19 anos, desencadeou em Rui Raposo não uma, mas duas dolorosas hérnias discais. "Foram sequelas que nunca mais me largaram. Primeiro eram dores passageiras, mas nos últimos três anos passaram a ser frequentes", recorda.
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As dores eram de tal forma intensas que prejudicaram a sua vida profissional. "Em muitos dias, mal me conseguia mexer. São dores horríveis, que não dão para descrever", refere.
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Em Janeiro de 2009, um especialista recomendou a cirurgia. Apesar dos receios, Rui aceitou e foi parar ao bloco operatório, em Agosto do mesmo ano, para tratar uma das hérnias.
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"Ao princípio tinha um nó no estômago, por se tratar de uma delicada cirurgia à coluna. Mas, por outro lado, sabemos que é a melhor solução para os nossos problemas. Temos de confiar nos médicos", frisa.
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O pós-operatório foi um pouco complicado, mas hoje, aos 37 anos, Rui reconhece que foi a melhor opção. "Eram para ser duas semanas de repouso e acabaram por ser cinco. Sinto-me muito melhor e tenho mais qualidade de vida, embora já tenha tido dores resultantes de uma contratura muscular", referiu.
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Depois de operado, voltou a pegar no seu filho ao colo sem quaisquer receios da dor.
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ACUPUNCTURA
As agulhas dos tratamentos de acupunctura são um recurso para alguns dos pacientes para aliviar a dor
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DIAGNÓSTICO
Odiagnóstico precoce é determinante para a cura da lesão. O avançar da idade limita o sucesso do tratamento
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ATENÇÃO À POSTURA
Os especialistas aconselham os pais a tomar atenção à postura que as crianças adoptam frente à TV e computador
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sábado, 17 de abril de 2010

Dupuytren – contratura de dupuytren




A Doença de Dupuytren (também conhecida como contratura de Dupuytren) é caracterizada pelo acúmulo de tecido cicatricial sob a pele da palma da mão. As Cicatrizes são empilhadas no tecido (chamado fáscia), que normalmente cobre os tendões que fazem movimentar os dedos das mãos. Pode resultar em nódulos ou espessamento na palma e dedos da mão e pode causar dedos permanentemente dobrados. A doença progride, e a fáscia pode tornar-se espessada e cada vez mais encurtado.
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Inicialmente, a doença de Dupuytren podem aparecer como pequenos caroços na palma perto da base dos dedos do pé que não causa dor. Essa contração, em geral, afeta o dedo anelar (quarto dedo), mas pode afectar tambem os outros dedos. Essa condição pode ocorrer em apenas um lado ou em ambos.
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Enquanto a doença avança, a incapacidade de estender os dedos totalmente começa a piorar. Isto pode resultar por exemplo na incapacidade de poder segurar objetos na sua mão. A contratura de Dupuytren geralmente é indolor, o principal problema é a incapacidade de poder usar os dedos afetados nas suas tarefas diarias futuras. O nível da contratura varia muito, e pode ir de leve a um grau severo.
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PREÇOS DA CIRURGIA DE DUPUYTREN
Em media 6000 a 9000 Dolares (usd) – Faça a conversão para a sua moeda local
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CADIDATOS Á CIRURGIA PARA O TRATAMENTO DA DOENÇA DE DUPUYTREN
A maioria dos casos deste problema ocorrem na meia-idade nos idosos, no entanto, a contratura de Dupuytren pode desenvolver-se em adultos jovens. É mais comum em homens que em mulheres e ocorre mais em pessoas com ascendência europeia.
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Os primeiros sinais clínicos da doença de Dupuytren ocorrem sob a forma de pequenos nódulos na palma da mão como mencionado acima, estes não causam qualquer dor. Os nódulos podem começar a protuberância e causar irregularidades na pele.
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Se voce tiver alguma dor na mão, se a pele nas palmas estiver diferente ou se tiver quaisquer outros sintomas que dizem respeito a esta contractura, entre em contato o quanto mais rapido possivel com o seu medico de familia para uma consulta. Lembre-se que a doença de Dupuytren não interfere com a sua capacidade de executar as atividades diárias.
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EM CONSULTA
Em consulta voce irá realizar uma série de exames para determinar se sofre da doença ou não. O Seu especialista irá realizar uma avaliação feita sobre a superfície de uma mesa durante este teste, onde você vai colocar a palma da sua mão para baixo, enquanto o médico pressiona a parte superior. Além disso, o médico tambem irá perguntar-lhe sobre qual o seu nível de dificuldade que você tem que fazer as atividades diárias, como por exemplo se você é capaz de esticar os dedos para usar umas luvas ou se consegue apertar a mão de alguém.
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Este teste é o suficiente para determinar se sofre de doença de Dupuytren. No entanto, mediante a sua aparência o cirurgião pode solicitar outros exames de forma a descartar outras doenças associadas com esta condição, como a diabetes por exemplo.
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CIRURGIA DE CONTRATURA DE DUPUYTREN
O tipo de cirurgia necessária dependerá de fatores como a idade, nível de contratura dos dedos como a condição da pele e dos ossos da mão. Dependendo do seu caso individual, podem ser feitas as seguintes intervenções operações:
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FASCIOTOMIA SUBCUTÂNEA
Esta cirurgia é realizada em pacientes incapazes de se submeter a uma cirurgia mais extensa ou que preferem evitar os riscos de uma maior intervenção, ou seja, pacientes mais idosos ou com problemas de saúde. Durante este procedimento, o cirurgião corta o cordão umbilical do tecido sob a pele. Pode ser uma cirurgia aberta, onde é feita uma incisão na pele ou pode ser feita usando uma agulha para criar um atalho para os cordões de tecido. Deve ser lembrado, no entanto, que esta ultima é um tipo de cirurgia que funciona melhor em casos onde a doença está em seus estágios iniciais e está limitada às palmas.
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FASCIOTOMIA PARCIAL
Este é o procedimento mais comum para tratar a doença de Dupuytren, onde Faz-se Uma incisão na pele da mão para criar um acesso ao tecido conjuntivo subjacente, o cirurgião corta o tecido (fascia), assim você pode voltal a endireitar os dedos novamente. Depois disso, a incisão é suturada. Esta cirurgia é realizada com anestesia local.
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FASCIOCTOMIA INTEGRAL – COMPLETA
Os pacientes mais jovens como aqueles que têm a possibilidade de recorrência tem a opção de se remover completamente o tecido da palma da sua mão.
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O tecido doente da contratura de Dupuytren adere à pele da palma da mão e aos dedos, por isso pode ser necessário remover a pele cuidadosamente para remover todo o tecido. A pele retirada pode ser substituída por enxertos de pele de outra parte do corpo. Existir a Recorrência desta após uma fascioctomia completa é bastante incomum.
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DEPOIS DA CIRURGIA DUPUYTREN – PÓS OPERATORIO
O médico envolve a mão operada com uma gaze e coloca uma tala para apoiá-la ao seu lado após a cirurgia. As sessões de fisioterapia (terapia física ou ocupacional) pode ser exigida até 6 semanas após a cirurgia. Estas podem incluir sessões de reabilitação, com tratamentos térmicos, massagem vigorosa dos tecidos moles e de alongamento. O Tratamento de terapia pós-cirurgia pode fazer toda a diferença quando se trata de ter um resultado satisfatório.
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RISCOS DA CIRURGIA DE CONTRATURA DE DUPUYTREN
As complicações são raras quando se executa uma operação para tratar a doença de Dupuytren. No entanto, estas podem acontecer e você deve ser informado.
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Existir Danos a qualquer dos nervos e / ou danos a qualquer das artérias dos dedos do pé afetado é uma possibilidade. Se o nervo estiver danificado, iste pode ser melhorado, mas uma parte do dedo ficará dormente até o nervo cicatrizar completamente. Se qualquer uma das artérias estiver danificada, a reparação nem sempre é necessária porque as artérias restantes podem fornecer a quantidade de sangue suficiente para alimentar os dedos. A perda de pele sobre a área da incisão também pode ocorrer, mas é extremamente raro.
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Se isso ocorrer, será necessario um enxerto de pele. Outros riscos envolvidos com esta cirurgia incluem deformação da mão, como a perda da função na mão devido a contracturas. Levando em consideração o exposto, recomendamos que você siga as instruções do seu médico em todos os momentos, para evitar qualquer possivel complicação.
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As informações dadas neste site devem ser consideradas como uma introdução à cirurgia para a doença de Dupuytren. Antes de tomar uma decisão certa sobre este tratamento, recomendamos que você entre em contato com o seu medico de familia para que este lhe possa responder a quaisquer perguntas e duvidas que possa ter.
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http://www.fotosantesedepois.com/2010/01/19/dupuytren-contratura-de-dupuytren/
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Resultados de imagens para contratura de dupuytren


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Contratura de Dupuytren
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http://www.scribd.com/doc/2384797/Contratura-de-Dupuytren
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INFORMATIVO PÚBLICO GERAL
Prof. Dr. Rames Mattar Jr.

Contratura de Dupuytren
HISTÓRICO
A moléstia de Dupuytren foi descrita em 1831 pelo Barão Guillaume Dupuytren, um célebre cirurgião francês. Ele encontrou como causa o espessamento e a retração da fascia palmar, que produzia uma deformidade em flexão dos dedos. Por esta razão a denominação Contratura de Dupuytrem esta associada a esta moléstia.
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QUEM PODE SER PORTADOR?
A Contratura de Dupuytren é uma doença comum, que afeta cerca de 1% dos indivíduos descendentes da raça caucasiana. Geralmente afeta pessoas entre 40 a 60 anos de idade e é cerca de 8 vezes mais comum no sexo masculino. Há uma forte tendência familiar. 
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CAUSA
A causa exata ainda é desconhecida. Ela pode estar associada com a administração de anti-convulsivantes, com o alcoolismo, com a presença de outras doenças do tecido conectivo (artrites), com doenças cárdio-respiratórias e vasculares. O trauma não é considerado um fator causal. 
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SINAIS E SINTOMAS
NÓDULOS: O primeiro sinal mais importante é a formação de nódulos na palma da mão, próximo à base dos dedos anular, mínimo ou polegar. 
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PREGAS CUTÂNEAS: As pregas ou retrações cutâneas ocorrem por retração das fibras que comunicam a fascia palmar com o tecido cutâneo 
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CORDA: São bandas fibrosas longitudinais que se estendem da palma até o dedo. As cordas podem causar uma contratura em flexão das articulações de dedos. Uma vez iniciada, a contratura em flexão progride, de forma lenta ou rápida, provocando graves deformidades e gerando incapacidade. Os dedos anular e mínimo são os mais freqüentemente comprometidos, seguidos pelo polegar. O dedo indicador raramente é comprometido. 
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NATUREZA DA DOENÇA
1. A doença progride lentamente, podendo haver períodos de acalmia e de progressão rápida;
2. O envolvimento dos pés ocorre em cerca de 15 a 20% dos casos;
3. O envolvimento bilateral das mãos é praticamente certo (cedo ou tarde);
4. Com maior freqüência, a doença inicia-se na palma das mãos, ao nível da base dos dedos anular e mínimo;
5. A contratura em flexão ocorre nas articulações metacarpo-falangeana e interfalangeana proximal (2 primeiras articulações dos dedos);
6. Os tendões flexores nunca estão envolvidos neste processo;
7. A pele pode estar envolvida pela infiltração das camadas da derme;
8. O processo não é malígno;
9. Geralmente não há dor, podendo aparecer uma maior sensibilidade nas áreas de infiltração nas fases inflamatórias;
10. A cura completa, usualmente, é impossível;
11. A recidiva é freqüente, particularmente na articulação interfalangeana proximal.
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TRATAMENTO
O objetivo é restabelecer a função da mão. Se não houver deformidade e perda de função a cirurgia pode ser adiada. A presença isolada de nódulo palmar raramente é indicação para cirurgia, a não ser que este interfira com as atividades e ocupação do paciente. A contratura progressiva é indicação para tratamento cirúrgico. A contratura em flexão pode ser observada pedindo para o paciente apoiar a palma da mão em uma superfície plana. 
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CONSIDERAÇÕES SOBRE A CIRURGIA
1. Nódulo isolado não é indicação para cirurgia;
2. As deformidades em flexão da metacarpo-falangeana são mais facilmente corrigíeis; 3. As deformidades em flexão da inter-falangeana são mais dificilmente corrigíeis e possuem maior tendência à recidiva. 
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TÉCNICA CIRÚRGICA
A cirurgia consiste em remover a fáscia palmar portadora da contratura ao nível da palma da mão e dedos (fasciectomia palmar parcial). O tempo cirúrgico varia de acordo com o grau de comprometimento , mas geralmente é de 90 a 150 minutos. A anestesia pode ser regional ou geral. Sempre é utilizado um torniquete pneumático, ao nível do braço, para permitir que o cirurgião realize a cirurgia sem sangramento. A incisão na pele é em forma de zig-zag, desde a palma até o dedo envolvido. Esta incisão proporciona uma cicatrização melhor e permite um alongamento da pele para tratar a contratura. A cirurgia é meticulosa necessitando de uma dissecção cuidadosa de vasos, nervos e tendões que devem ser protegidos e preservados. Devido ao tipo de incisão vários pontos de sutura são necessários para fechar a ferida cirúrgica. Em algumas situações, o cirurgião pode optar por deixar parte da ferida aberta, para melhorar a drenagem, bem como utilizar drenos. 
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CURATIVO
Após a cirurgia utiliza-se um grande curativo, com várias gazes, algodão ortopédico e faixas, e uma goteira gessada imobilizando punho e dedos.Este curativo proporciona uma compressão suave e é retirado entre 3 a 5 dias da cirurgia. 
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CUIDADOS PÓS-OPERATÓRIOS
1. Elevar a mão acima do coração nas primeiras 48 horas. Dormir com o braço apoiado em travesseiro sobre o tórax;
2. Fletir e extender o dedo o máximo possível;
3. Tomar a medicação recomendada pelo médico para obter alívio da dor, se esta o incomodar. 
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CONSIDERAÇÕES SOBRE O PÓS-OPERATÓRIO
1. A ferida cirúrgica pode demorar para cicatrizar e evoluir para deiscência em virtude do comprometimento do tecido cutâneo, próprio desta doença;
2. Os exercícios com os dedos devem iniciar-se o mais precocemente possível, para evitar rigidez;
3. Exercícios devem ser realizados por muitos meses, até o restabelecimento da máxima amplitude de movimentação articular. Alguma incapacidade de estender o dedo não é infreqüente;
4. O uso de órtese, envolvendo os dedos comprometidos, com o objetivo de evitar a recidiva, geralmente é necessário - normalmente uso noturno por 6 a 12 meses;
5. As cicatrizas pode ser hipertróficas e sensíveis mas, normalmente, melhoram com o passar do tempo;
6. O retorno completo da função do dedo nem sempre é possível. A recidiva é sempre possível.
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.http://www.ronaldoazze.com.br/informe_geral/2.asp
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