Discurso de Lula da Silva (excerto)

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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

O nosso mundo melhor não é o mundo melhor da coca-cola



 

Anúncio do Jornal American Druggist: Coca-Cola já estava sendo comercializada em cinco estados americanos.


Uma das marcas mais famosas do mundo, a Coca-Cola, acusada de chantagem pelo presidente da Dolly, empresa fabricante brasileira de refrigerantes
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http://pt.wikipedia.org/wiki/Caso_Coca-Cola_vs._Dolly 
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Enviado por em 26/12/2011
A versão corrigida de uma campanha publicitária deste inverno de 2011.


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Enviado por em 28/02/2011
http://twitter.com/#!/RevolutionZGZ boikot a coca cola basta ya de abusos e hipocresía , de asesinatos y persecución a sindicalistas
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¿Y esto no es hipocresía? ¿dónde están los datos que confirman todo lo que dice este video? Pues lo digo yo: sacados de la manga. No defiendo coca cola para nada, he visto el spot original y se que los datos que aparecen son falacias que buscan el cariño y el aplauso fácil de los telespectadores, pero lo mismo hace este video, busca el aplauso de aquellos que defienden todo lo que el creador expone. Un saludo y no os creais nada, ni de un lado ni del otro, todos manipulan.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Galeria O Grito !


Victor Nogueira Já pensaram que em nome da crise deles é a isto que querem reduzir a esmagadora maioria da população mundial, europeus incluídos, que eles consideram sub-humanos, descartáveis, carne para canhão ? Eles que governam o Mundo e se devoram uns aos outros e a nós?
há 12 minutos

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Victor Nogueira Em vésperas de Manifestações contra a NATO e da Greve Geral, arranjam bonecos da Banda Desenhada. Podia dar-vos para pior !
há 27 minutos
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Quino
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Di Cavalcanti

 Zé de Oliveira
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segunda-feira, 8 de março de 2010

Para onde caminha a Humanidade ?


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ochefaodamafia


mostra o que os humanos estão fazendo com o planeta que deus no deixou perfeito, dê só uma olhada e pense na idéia
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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

♥Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ♥ Feяmina - FELIZ DIA DEL.........

Assunto: RE: FELIZ DIA DEL.........
Data: 11/Fev 22:07
Photobucket PhotobucketPhotobucketPhotobucketPhotobucketPhotobucket 
DESPUES DE VER ESTO.NO PUEDO DECIR QUE HAY UN DIA PARA EL AMOR,SI ELLOS NO TIENEN LAS CONDICIONES MINIMAS PARA VIVIR.O USTEDES SI LO CREEN? 
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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Miséria em África


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cecelinha23
28 de Maio de 2007
Trabalho de Geografia feito por Marcelli Clarissa e Mariana. Estudantes do 3° ano do Ensino Médio! Esse vídeo relata a triste realidade da miséria na África!!! Música de fundo:  "Offering" de Third Day
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Offering




Magnificent Holy Father
Magnifico, Santo Pai
I stand in awe of all I see
Eu maravilho-me com tudo que vejo
Of all the things You have created
Com todas as coisas que Tu criastes
But still You choose to think of me
Mas ainda assim escolhestes pensar em mim
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Who am I that You should suffer
Quem sou eu para que sacrificasses
Your very life to set me free
Sua própria vida para me libertar?
The only thing that I can give You
A única coisa que posso Te dar
Is the life You gave to me
É a vida que Você deu para mim
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This is my offering, dear Lord
Esta é a minha oferenda, amado Senhor
This is my offering to You, God
Esta é a minha oferenda para Ti, Deus
And I will give You my life
E eu Te darei minha vida
For it's all I have to give
Porque é tudo o que eu tenho para dar
Because You gave Your life for me
Porque Tu destes Sua vida por mim
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I stand before You at this altar
Eu fico diante de Ti neste altar
So many have given You more
Tantos te deram mais
I may not have much I can offer
Posso não ter muito a oferecer
Yet what I have is truly Yours
No entanto, o que tenho é verdadeiramente Seu.
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 http://letras.terra.com.br/third-day/107056/traducao.html
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sábado, 2 de janeiro de 2010

Desperdício de comida nos países ricos também gera prejuízo ambiental

DW World - União Europeia | 01.01.2010


Um terço da comida comprada na Europa e nos Estados Unidos vai parar no lixo, uma situação que não só agrava o problema da falta de alimentos no mundo como também contribui para o aquecimento global.



Nos países ocidentais, os feriados de fim de ano se transformaram numa tradicional época de excessos: eles parecem fornecer a todos uma boa desculpa para comer e beber à vontade
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Os supermercados estão cheios de doces, chocolates e uma desconcertante oferta de comidas e bebidas. A maior parte vai realmente ser ingerida, mas mais de um terço – no caso da Europa e dos Estados Unidos – mofar no fundo da geladeira ou simplesmente perder a validade e acabar no lixo.
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Jogar fora sem abrir
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No Reino Unido, um dos campeões europeus de desperdício de alimentos, cerca de 6,7 milhões de toneladas de comida comprada em boas condições acabam no lixo todos os anos. O custo desse desperdício é de 10,2 bilhões de libras.
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"Daquilo que é produzido na Europa, apenas 30% ou 40% vai para a mesa do consumidor", afirma Henrik Harjula, da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). "A comida vai sendo perdida durante o transporte, quando apodrece ou é descartada por não corresponder aos critérios europeus. No final dessa cadeia, um terço da comida que os consumidores compram em vários países da Europa é jogada fora; a metade disso é jogada fora sem nem ter sido aberta."
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Metade do que vai para o lixo nem sequer é aberto 
Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift:  Metade do que vai para o lixo nem sequer é aberto
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Acrescente-se o desperdício dos Estados Unidos ao da Europa, o problema se torna ainda maior. Cerca de 40% de toda a comida manufaturada e posta à venda nos Estados Unidos não é consumida, e estudos mostram que essa tendência é crescente.
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O desperdício de comida de um modo geral, incluindo os produtores rurais, as indústrias, os distribuidores e os consumidores, cresceu 50% desde 1974, chegando a cerca de 150 trilhões de calorias por ano em 2003.
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Compras no hipermercado
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Na opinião de Harjula, a disseminação dos hipermercados é parcialmente responsável pelo desperdício de comida no mundo ocidental.
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"As pessoas tendem a ir uma ou duas vezes por mês a esses hipermercados, mas quem consegue avaliar exatamente quanto vai consumir?", argumenta. "Elas não conseguem, então compram a mais. Claro, esse raciocínio sugere que os consumidores também são culpados, mas há essa tendência na Europa de 'compre um e leve dois', e assim as pessoas compram um monte de comida de que não necessitam."
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As estatísticas sobre desperdício de comida contrastam com os crescentes relatórios globais sobre a falta e a elevação nos preços de alimentos. Há outros fatores responsáveis pela carência mundial de alimentos, como os altos preços do petróleo, o crescimento da população, colheitas ruins e o uso de grãos para fazer biocombustíveis, mas o desperdício de comida contribui para agravar a situação.
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"Uma boa parte da comida e da agricultura na Europa e no Ocidente é subsidiada e isso é um grande problema para os produtores no mundo em desenvolvimento", afirma Harjula. "Os produtos deles não são competitivos nesse mercado e, portanto, eles não podem vendê-los, o que leva a uma queda na renda dos produtores, à perda da terra e à pobreza."
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Problemas ambientais
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Além disso, depósitos de lixo cheios de comida são também prejudiciais ao meio ambiente. A decomposição de alimentos libera metano, um gás 20 vezes mais prejudicial à atmosfera que o dióxido de carbono (CO2).
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"Há maneiras de coletar esse gás oriundo dos alimentos em decomposição e usá-lo para gerar energia, mas essa não é uma prática difundida no momento", diz Harjula. "O que precisa ser feito, enquanto isso, é encontrar uma maneira de retirar o material orgânico dos depósitos de lixo."
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Para Tom MacMillan, diretor executivo do Conselho de Ética Alimentar do Reino Unido, até que se encontre uma maneira de reter e aproveitar o metano, é importante também impedir que alimentos parem no depósito de lixo.

Menos metano
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Planejar antes de ir às compras reduz o desperdício
Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift:  Planejar antes de ir às compras reduz o desperdício
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Os países europeus estão tomando medidas para reduzir a produção de metano a partir de alimentos jogados em depósitos de lixo. A expectativa é que a implementação de uma diretriz da União Europeia venha a reduzir a quantidade de material orgânico em depósitos de lixo em 35% até 2016. No entanto, alguns países europeus, incluindo a Alemanha, a Holanda e a Suíça, já reduziram seus níveis para apenas 5% ou ainda menos.
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Especialistas afirmam que grande parte da responsabilidade por reduzir o desperdício de comida é da indústria, que deveria encontrar meios de diminuir esse dispêndio nas cadeias de produção e fornecimento, bem como achar formas de redistribuir alimentos já manufaturados e de aproveitar os subprodutos da cadeia industrial.
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Os consumidores também podem fazer a sua parte. Poderiam, por exemplo, fazer compras de forma planejada, decidindo o que vão comprar antes de ir ao supermercado, ou adotar métodos de armazenagem de comida mais eficientes.
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Autor: Nick Amies (as)
Revisão:


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quarta-feira, 3 de junho de 2009

Ambientalismo e Socialismo: lutas indissociáveis

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por Regina Abrahão*

Sempre que o homem transformou a natureza houve prejuízos ao ambiente natural. As pirâmides do Egito utilizaram quantidade formidável de pedras, extraídas das regiões próximas, modificando consideravelmente o bioma antes existente. O solo da Babilônia foi exaurido pela cultura de cevada e do trigo (uma variedade chamada espelta). Vários povos já utilizavam barragens para irrigação em solos pouco férteis. Os rios da Europa desde a Idade Média sofreram com a contaminação por curtumes e dejetos urbanos, e as cidades da época eram mal cheirosas, insalubrese contaminadas.

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A partir da revolução industrial o mundo conheceu a poluição industrial. As guerras sempre tiveram efeito devastador sobre a natureza, mesmo funcionando como elemento de controle populacional. As primeiras experiências atômicas, porém, tiveram não só o efeito de arrasar as regiões atingidas, mas também o de provocar mudanças genéticas nos seres vivos por várias gerações. O uso de napalm na guerra do Vietnam comprometeu grande parte da área agricultável do
país.

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A revolução verde, ocorrida a partir da década de 70 no mundo todo provocou outro tipo de poluição. O uso de agrotóxicos e fertilizantes químicos transformou terras pouco produtivas em férteis e com produção abundante, mas por pouco tempo. Em contrapartida, trouxe a contaminação nos alimentos, o fortalecimento de pragas antes controladas de forma biológica e o empobrecimento do solo.

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A monocultura decorrente do latifúndio completou o quadro, com a desertificação de vastas áreas no planeta, uma vez que terras impróprias para a agricultura foram transformadas, com o uso de nsumos químicos, em campos de plantações. Por dez ou doze colheitas. Depois, a terra volta a tornar-se imprópria para a agricultura, trazendo a erosão, mudanças climáticas e alterações profundas na fauna e flora locais. Mas talvez o efeito mais perverso do agronegócio seja a substituição da agricultura voltada para a alimentação pela agricultura voltada para a exportação, notadamente de oleaginosas, cana-de-açúcar e matéria prima para celulose e carvão.

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A plantação de árvores exóticas no Brasil tem mais de cem anos. O eucalipto, inicialmente, foi plantado em áreas alagadiças a fim de permitir seu uso para outros fins, devido ao grande consumo de água que necessita (de 30 a 50 litros por dia). Aos poucos, foi sendo usado para moirões, como lenha, e a partir da década de 70 inicia-se o uso do eucalipto para a fabricação da pasta de celulose. O processo de
fabricação da pasta está entre os mais poluentes da indústria. Além de consumir grande quantidade de nutrientes, água, inviabiliza qualquer outra cultura durante ou após (cerca de 30 anos) seu plantio. Os únicos animais que conseguem coexistir com o eucalipto são cupins, aranhas e caturritas.

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Uma área de 50 ha, que sustenta economicamente uma família de quatro ou cinco pessoas anualmente produzindo alimentos para cerca de 50 pessoas ocupa, no primeiro ano, um trabalhador. Entre o segundo e o sétimo ano um único trabalhador dá conta de uma área de 1.000 ha, unicamente para aplicação de fertilizantes. No sétimo ano, um trabalhador, operando máquinas de corte, trabalha cerca de 500 ha. A pasta de celulose é processada em empresas nem sempre próximas da região de plantio; depois do processamento sofre o processo de lareamento, a base de cloro. E depois de pronta para ser transformada em produto final é exportada. Esta situação ocorre hoje na África e no Brasil. Atualmente, o Brasil possui 5,3 milhões de ha plantados com eucalipto. As empresas planejam ainda ampliar esta área em mais 2,6 milhões de ha.

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A sociedade capitalista bem poderia chamar-se sociedade do esperdício.

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Afinal, nos países ricos, entre 30 e 40% de todos alimentos comprados são postos no lixo. O que inclui o desperdício de toneladas de água potável gastas na produção destes alimentos. Isto enquanto existem no mundo cerca de um bilhão de famintos e desnutridos crônicos, e uma criança morre a cada cinco minutos vítima de doenças decorrentes de problemas relacionados ao mau uso da água e falta de saneamento.

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A promoção do consumo, carro-chefe do capitalismo, exige a produção de artigos em quantidades cada vez maiores, para usufruto de uma pequena parcela da população. Para garantir a circulação de bens e mercadorias, uma das táticas é a produção de produtos com pouca durabilidade, ou de uso único; outra tática é a artificalização de necessidades, visando produção e venda de supérfluos. O preço deste processo, é exaustão de recursos, a geração de resíduos além da capacidade de eliminação e a criação de mazelas sociais próprias do capitalismo. Afinal, na sociedade do ter, onde em uma única estação climática são produzidas duas coleções de moda, e mesmo o papel higiênico deve passar por cloramento e receber estampas, a efemeridade é o tom dominante.

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Esta situação toda não passou despercebida nem mesmo aos olhos do capital. Ciente que a luta pela preservação ambiental pode se transformar em ferramenta valiosíssima contra o sistema econômico vigente, o sistema encampou, com relativo sucesso, o discurso ambientalista. Apesar de cumprir, em certa medida, a função de denúncia e de promover medidas protetivas à natureza, este modo de luta se torna inócuo por estar descolado do enfrentamento ao modelo econômico e social que o mundo vive hoje. Seria cômico, não fosse trágico, ver as transnacionais poluidoras investindo em publicidade...

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Defendendo a natureza! Assim como o discurso dos ''verdes'' que nãotocam no centro do problema: Consumo, lucro e exploração.

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A simples luta pela preservação, se não lincada à luta pelo socialismo, por outro modo de produção, pela diminuição do consumo, pelo fim do latifúndio, terá o mesmo efeito do perfume antes do banho. Sem esquecer que a miséria que degrada o homem é também uma das responsáveis pela degradação ambiental.

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O problema, finalmente, não é ''cada um fazer a sua parte'' e a sensação de dever cumprido. Não basta reciclar o próprio lixo, embora seja impensável não fazê-lo. Não basta economizar água no banho, manter-se alheio aos debates nacionais e internacionais. A luta ambiental não acontece isolada, não é individual. Só funcionará se, ao lado da indispensável mudança de atitudes individuais, houver um comprometimento coletivo com a construção de uma nova sociedade.




*Regina Abrahão, é do Rio Grande do Sul, funcionária pública estadual, dirigente de políticas sociais do Semapi, da CTB e do PCdoB de Porto Alegre, coordenadora do núcleo Cebrapaz, estuda Ciências Sociais na UFRG.



* Opiniões aqui expressas não refletem, necessariamente, a opinião do site.
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in Vermelho - 2 DE JUNHO DE 2009 - 20h02
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sexta-feira, 21 de março de 2008

Imagens da desigualdade: o que o mundo come


Uma série fotográfica no site revista americana Time suscita reflexões sobre a desigualdade social, desta vez sobre a mesa de refeições de famílias espalhadas ao redor do planeta.


A revista reproduziu em seu site fotografias de cada família e os alimentos que elas consomem em apenas uma semana. A fonte das fotografias foi o livro Hungry Planet: What The World Eats (Planeta Faminto: O que o Mundo Come, em tradução livre), que descreve o que 30 famílias, em 24 países, comem em 640 refeições.


O fotógrafo Peter Manzel e o escritor Faith D'Aluisio viajaram o mundo, procurando saber o que 30 famílias em 24 países, do Sudão a Cuba, passando pela Polônia, colocam em suas mesas para jantar.


Reproduzimos abaixo algumas famílias, fotografadas com o que comem em uma semana. É digno de nota comparar a quantidade de comida e o número de familiares que se sustentam semanalmente com o que a fotografia mostra.

food00.jpg

Alemanha: Família Melander de Bargteheide

Gasto semanal em alimentos: US$ 500,07

(Clique na fotografia para vê-la em melhor resolução)

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Japão: Família Ukita, cidade de Kodaira

Gasto semanal em alimentos: US$ 317,25

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Itália: Família Manzo, da Sicília

Gasto semanal com alimentos: US$ 260,11

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Koweit: Família al-Haggan, da Cidade do Koweit

Gasto semanal com alimentos: US$ 221,45

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Estados Unidos: Família Revis, da Carolina do Norte

Gasto semanal com alimjentos: $341.98

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México: Família Casales, de Cuernavaca

Gasto semanal com alimentos: US$ 189,09

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China: Família Dong, de Pequim

Gasto semanal com alimentos: US$ 155,06

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Polônia: Família Sobczynscy, de Konstancin-Jeziorna

Gasto semanal com alimentos: US$ 151,27

food08.jpg

Egito: Família Ahmed, da cidade do Cairo

Gasto semanal com alimentos: US$68,53

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Equador: Família Ayme, de Tingo

Gasto semanal com alimentos: US$ 31,55

food10.jpg

Estados Unidos: Família Caven da Califórnia

Gasto semanal com alimentos: US$ 159,18

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Mongólia: Família Batsuuri, de Ulaan Baator

Gasto semanal com alimentos: US$ 40,02

food12.jpg

Butão: Família Namgay, da vila Shingkhey

Gasto semanal com alimentos: US$ 5,03

food16.jpg

Tchade: Família Aboubakar, do acampamento Breidjing

Gasto semanal com alimentos: US$ 1,23


Da redação, com agências
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in VERMELHO - 20 DE MARÇO DE 2008 - 14h43
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