Discurso de Lula da Silva (excerto)

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quinta-feira, 3 de março de 2011

Aglomerados Humanos nas canções (1)


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De: | Criado: 02/02/2009
Karaoke da canção "Alcobaça" da autoria do Maestro Belo Marques e de Silva Tavares. Interpretada por Maria de Lurdes Resende.
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www.alcobaca.no.sapo.pt
www.cifras.no.sapo.pt
(Miguel Peixoto :: 2009)
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ALCOBAÇA

Quem passa por Alcobaça
Não passa sem lá voltar
Por mais que tente e que faça
É lembrança que não passa
Porque não pode passar.

Não se esquece facilmente
Dos seus mercados a graça
E o seu Mosteiro imponente
Recorda constantemente
É lembrança que não passa.

Por mais que tente e que faça
Ninguém se pode esquecer
Das margens do Rio Baça
Nem do Alcoa que passa
Por ser mais lindo de ver.

Sua lembrança não passa
Porque não pode passar
Por mais que tente e que faça
Quem passa por Alcobaça
Tem de por força voltar.
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De: | Criado: 24/01/2010 - Figueira da Foz - Maria Clara
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De: | Criado: 14/10/2007
EU VOU A MIRANDA - Pauliteiros de Miranda
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De: | Criado: 14/09/2008
http://1001_musicas_pt.blogs.sapo.pt/

Mil & Uma Músicas de Portugal - Coimbra - Alberto Ribeiro
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Coimbra Lyrics

Alberto Ribeiro


Coimbra é uma lição de sonho e tradição
O lente é uma canção e a lua a faculdade
O livro é uma mulher só passa quem souber
E aprende-se a dizer saudade

Coimbra do Choupal
ainda és capital
Do amor em Portugal, ainda ...

Coimbra onde uma vez
Com lágrimas se fez
A história dessa Inês, tão linda

Coimbra das canções
Tão meigas que nos pões
Os nossos corações à luz

Coimbra dos doutores
P'ra nós os seus cantores
A fonte dos amores és tu

Coimbra é uma lição de sonho e tradição
O lente é uma canção e a lua a faculdade
O livro é uma mulher só passa quem souber
E aprende-se a dizer saudade
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http://www.lyricsvip.com/Alberto-Ribeiro/Coimbra-Lyrics.html
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domingo, 15 de agosto de 2010

Túnel descoberto em Alcobaça pode ser antiga mina de água

Câmara envia arqueólogo para estudar origem da obra

 

14.08.2010 - 08:49 Por Marisa Soares
Passagem pode ser uma das várias minas da encosta do Cidral. Mas há quem suspeite de um refúgio para os monges ou para a população.
Imagem recolhida por uma das primeiras pessoas a visitar o túnel  
Imagem recolhida por uma das primeiras pessoas a visitar o túnel (Foto: DR)

As obras de alargamento da estrada que liga Vestiaria a Alcobaça, no lugar da Aliceira, puseram a descoberto um túnel que deverá ter centenas de anos. Um especialista ouvido pelo PÚBLICO acredita que a galeria foi, em tempos, uma mina de água para abastecimento local, mas o assunto ainda está em estudo.

O túnel, que tem cerca de um metro de largo e dois de altura, foi encontrado por acaso, no fim de Julho. "Os operários estavam a fazer um alicerce [para um passeio] e quando escavaram depararam-se com um buraco fundo, que abriram um pouco mais", explicou o presidente da Junta de Freguesia da Vestiaria, António André, citado pela Lusa. "O túnel tem continuidade, mas está barrado por raízes de eucalipto".

A Câmara de Alcobaça enviou um arqueólogo para estudar a origem da passagem subterrânea, mas ainda não existem conclusões. Porém, o vereador do Urbanismo, José Vinagre, acredita que o túnel é "uma ligação de água a uma conduta principal".

A teoria é partilhada por Pedro Tavares, engenheiro civil que tem estudado o sistema hidráulico do período áureo dos monges de Cister, que se fixaram em Alcobaça no século XII e ali construíram um mosteiro. Apesar de ainda não ter visitado o achado, o engenheiro acredita que aquela é uma das dezenas de minas da zona, semelhante às três que são conhecidas na encosta do Cidral. O especialista admite que a passagem terá sido aberta por volta do século XVII.

"O túnel foi escavado em arenito, uma rocha muito característica da zona, que absorve a água que escorre pela encosta", acrescenta. Sobre as dimensões da passagem, diz que são "suficientes para um homem poder escavar o túnel e fazer a limpeza do local". Nem a sala "com mesas e bancos", que o presidente da junta diz existir numa das extremidades do túnel, intriga Pedro Tavares. "A sala deve dar passagem para outros túneis. Os bancos [certamente escavados] seriam para descanso dos homens que tinham de estar muito tempo debaixo da terra a escavar", diz.

O presidente da junta acredita que o túnel (imagem cedida ao PÚBLICO por um dos primeiros moradores a visitá-lo) pode ter sido usado para ligar o mosteiro ao castelo, para refúgio dos monges ou para a evacuação da população. Pedro Tavares rejeita esta hipótese.
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segunda-feira, 7 de junho de 2010

Mosteiros de Portugal - Alcobaça, Batalha , Tomar e Jerónimos (Lisboa)


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. TurismodePortugal — 28 de Novembro de 2008 — Mosteiros de Portugal
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jspimenta — 30 de Julho de 2007 — Fotos do Mosteiro dos Jerônimos, em Belém, Lisboa - Porgugal. Junho de 2007.
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reportery — 19 de Maio de 2007 — visit Portugal - Mosteiro da Batalha
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Ametista1 — 9 de Julho de 2008 — O Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça (também conhecido como Mosteiro de Alcobaça), é a primeira obra plenamente gótica erguida em solo português. Foi fundado em 1178 pelos monges de Cister
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aprg54 — 12 de Agosto de 2009 — pequema amostra da visita que fiz em agosto de 2009 ao Mosteiro de Alcobaça
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RaquelBGomes — 8 de Agosto de 2009 — D. Pedro mandou construir dois esplêndidos túmulos, um para ele mesmo e outro para Inês de Castro no mosteiro de Alcobaça, Portugal, para onde transladou o corpo da sua amada Inês. Juntou-se a ela em 1367 e os restos mortais de ambos jazem juntos até hoje, frente a frente, para que, segundo seu desejo, «o primeiro rosto que vissem quando despertarem no dia do juízo final seria ela o dele e, ele o dela». Segundo a lenda, depois que D. Pedro assumiu o trono mandou desenterrar sua amada Inês e a coroou rainha mesmo depois de morta...
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domingo, 28 de março de 2010

D. Pedro e Inês de Castro túmulos no Mosteiro de Alcobaça Portugal e Panteão Real da I Dinastia


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RaquelBGomes




D. Pedro mandou construir dois esplêndidos túmulos, um para ele mesmo e outro para Inês de Castro no mosteiro de Alcobaça, Portugal, para onde transladou o corpo da sua amada Inês. Juntou-se a ela em 1367 e os restos mortais de ambos jazem juntos até hoje, frente a frente, para que, segundo seu desejo, «o primeiro rosto que vissem quando despertarem no dia do juízo final seria ela o dele e, ele o dela». Segundo a lenda, depois que D. Pedro assumiu o trono mandou desenterrar sua amada Inês e a coroou rainha mesmo depois de morta...
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