Discurso de Lula da Silva (excerto)

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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Discurso de Charlie Chaplin em "O grande ditador" legendado em português


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Panter4
2 de Julho de 2009
Trecho do filme "O grande ditador" (The great dictator), 1940 de Charles Chaplin com legendas em português. Para os que se interessarem em fazer suas próprias legendas, os programas usados foram:
Media Subtitler (DivxLand) - criar e editar legendas VirtualDub - para embutir legendas
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domingo, 29 de novembro de 2009

1928: Mickey Mouse aprendia a falar

http://avidaeumpalco.com/wp-content/uploads/2008/11/mickey-mouse.png 

Calendário Histórico

DW World 2009.11.29

 

Enquanto os demais cineastas discutiam a necessidade de sonorizar seus filmes, Walt Disney não perdeu tempo em dar voz ao Mickey. O terceiro filme do camundongo chegou às telas em 18 de novembro de 1928.

 

"Ele tem uma calça vermelha com botões amarelos. É preto e tem o rosto branco. Corre pra lá e pra cá e vive fazendo travessuras." Desde 1928, Mickey Mouse também sabe falar, o que para os padrões da época era uma inovação absoluta.
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No início daquele ano, chegara às telas o filme Os cantores de jazz (The Jazzsinger) e com ele, pela primeira vez, o cinema falado. Muitos produtores de Hollywood discutiam sobre as vantagens dos filmes sonoros. Walt Disney manteve-se afastado do debate, por ver na nova técnica uma possibilidade única: o desenho animado com som.
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Os dois primeiros filmes de Mickey Mouse foram mudos. Depois que a metade do terceiro filme já estava praticamente concluída, Disney e sua equipe fizeram um pequeno teste. As mulheres e amigos dos desenhistas foram convidados a assistir ao novo filme Steamboat Willie.
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Na sala ao lado, estavam alguns membros da equipe de Disney, que produziam ao vivo o som sincronizado para o filme. Em uma partitura, estava marcada não só a música, como também os efeitos sonoros necessários. Wilfried Jackson tocava gaita, enquanto outros músicos utilizavam frigideiras como percussão, assobiavam e tocavam flautas.
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Walt Disney descreveu mais tarde a sessão: "A reação do nosso pequeno público foi única. As pessoas ficaram como que eletrizadas, instintivamente tocadas pela unidade entre imagem e som. O som era terrível, mas foi maravilhoso! Era algo novo!"
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Ilusão e magia
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Mais tarde, a reação do público foi a mesma que a dos presentes na sessão experimental. Steamboat Willie tornou-se um grande sucesso. As personagens dos desenhos animados podiam falar, cantar e tocar instrumentos. Essa ilusão foi tida como algo mágico.
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O Motion Picture Daily, de Nova York, elevou Mickey Mouse à posição de modelo exemplar: "Quando um filme se encontra no padrão de um desenho de Mickey Mouse, ele dispensa comentários". Nos dois anos seguintes, o camundongo tornou-se a estrela das produções dos estúdios Disney. No início dos anos 30, foram finalizados 20 filmes do Mickey por ano.
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Em 1940, o ratinho atuou como protagonista do curta O aprendiz de feiticeiro, baseado na música de Paul Dukas. A idéia fez parte de um grande projeto, que levava o nome de Fantasia. Walt Disney pretendia ilustrar trechos de música clássica. Dentro do projeto, havia ainda desenhos com música de Beethoven e Stravinski. Para concretizar suas idéias, Disney trabalhou em cooperação com o dirigente Leopold Stokowski.
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Pato Donald chega às telas
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Mickey Mouse não ficou sozinho por muito tempo. O camundongo tinha poucas características marcantes para servir de personagem principal a longo prazo, embora sua popularidade crescesse em velocidade alucinante e o ratinho se tornasse personalidade nacional. O herói deveria continuar gracioso e amável. Para os desenhistas, no entanto, tornava-se cada vez mais difícil encontrar novas histórias para rechear as aventuras de Mickey. Foi o momento em que o Pato Donald chegou às telas.
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O pato caracterizava-se pela falta absoluta de disciplina, era facilmente irritável, arrogante e egoísta. Ninguém, no entanto, conseguia desenvolver uma aversão real ao bichinho. Foi assim que Mickey acabou perdendo espaço, embora continue até hoje sendo um dos preferidos das crianças no universo de Disney.
 
Daniela Ziemann (sv)
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http://1.bp.blogspot.com/_J8DhEsZ_NMw/SATrbSEd3hI/AAAAAAAABPc/CZlRRNNJGTk/s320/pato_donald1.jpg
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Gone With the Wind (french) Autant en emporte le vent


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xin1sheng1

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Gone With the Wind, french version. Not as strange as the chinese one though! ;)  
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Enviado por E.B.
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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Budd Schulberg -(1914 - 2010)


Morreu argumentista de Há Lodo no Cais

TSF - 06 AGO 09 às 06:36

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O argumentista de Há Lodo no Cais faleceu na quarta-feira à noite aos 95 anos. Budd Schulberg venceu o Óscar de Melhor Argumento, um dos oito atribuídos a esta pelicula considerada a melhor do ano e protagonizada por Marlon Brando.



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O argumentista responsável pelo filme Há Lodo no Cais faleceu, na quarta-feira à noite, em Nova Iorque, aos 95 anos, anunciou a sua mulher, em declarações ao New York Times.
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Segundo Betsy Schulberg, Budd Schulberg foi transportado de emergência para o hospital, onde os médicos não conseguiram impedir a morte de Budd Schulberg.
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O vencedor Óscar de Melhor Argumento com Há Lodo no Cais, considerado então o melhor filme do ano, nasceu em Nova Iorque em 1914 e começou a fazer sucesso nos anos 40 com livros como What Makes Sammy Run.
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O homem que criou a personagem do estivador Terry Malloy, interpretada por Marlon Brando, nome grande mas polémico dos bastidores de Hollywood cresceu entre a elite do Meca do cinema.
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Os cenários e estúdos da Paramount, da qual o seu pai chegou a ser chefe, e da MGM eram os locais onde costumava brincar, o que o levou a conhecer de perto "estrelas" como Gary Cooper e Cary Grant.
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Serviu na Marinha na II Guerra Mundial onde trabalhou no departamento de documentário ao lado do realizador John Ford, tendo estado depois envolvido na recolha de provas para o Julgamentos de Nuremberga.
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Membro do Partido Comunista entre 1936 e 1939, Schulberg denunciou 17 camaradas da Sétima Arte perante o Comité da Caça às Bruxas.
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O argumentista nunca negou que a história de Há Lodo no Cais tivesse relacionada com as audiências da Caça às Bruxas, contudo, na sua autobiografia, sublinhou que o filme nunca significou um pedido de desculpas.
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Este filme de 1954, sobre a corrupção no cais de Nova Jérsia, venceu oito estatuetas douradas, uma das quais ganha por Marlon Brando.
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Em 2006, Schulberg disse que gostaria de ser recordado como alguém que usava as capacidades que tinha como escritor para dizer o que devia ser dito sobre a sociedade, mas sempre a pensar no entretenimento.

sábado, 7 de novembro de 2009

Lycan Productions: The October Revolution


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Lycan87


A clip of scene from the movie 'October' by Eisenstein, with the tone 'I Lenin Takoi Molodoi' (Lenin Is Young Again). Lyrics in English
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Lyrics in English:
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Morning skies' rippled jack...
Most important, the first step
Hear: waving over landscape
Winds of furious attacks
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Our battle begins yet again
And the heart alarms so strongly
And Lenin is young once again
And blooming October to be
And Lenin is young once again
And blooming October to be
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Tidings fly to all the tops
Fathers trust us in those slopes
Our victories are close
Younger heroes have arose
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Chorus
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From the skies no favours y' wait
Life for truths shall not abate
We will travel every pathway
But the truth, the other way
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Chorus
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World is full of heat and snow
Full of dearth , and money's glow
Here 's planet's adolescence
Our worldwide build -- brigade
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Chorus
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terça-feira, 21 de julho de 2009

Mellies - A verdadeira chegada do homem à Lua (1902)

20/07/2009

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Por Leonardo Cruz

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Tem muita gente boa por aí comemorando hoje os 40 anos da chegada do homem à Lua. Já está mais do que na hora de corrigir esse vergonhoso erro histórico. Ora, a Lua foi conquistada muito antes, em 1902, por um mágico francês chamado George Méliès. Tudo sério, documentado, registrado com precisão pela câmera imparcial do próprio Méliès. E a Lua que ele encontrou era muito mais interessante e divertida que a visitada 67 anos depois por Neil Armstrong e seus comparsas. Confira (e, se quiser ir direto ao ponto, veja logo a parte 2).

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Escrito por Leonardo Cruz às 4h19 PM


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sexta-feira, 10 de julho de 2009

Tarantino e a pressão de Hollywood: um depoimento revelador


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Mike Fleming, blogueiro da Variety, publicou nesta quinta uma boa entrevista com Quentin Tarantino sobre a versão final de Bastardos Inglórios, o novo longa do diretor de À Prova de Morte, Kill Bill e Pulp Fiction. Como é uma entrevista da Variety, a discussão gira em torno mais da pressão do lançamento comercial e da expectativa de retorno financeiro por parte dos estúdios (Weinstein e Universal). E as respostas do cineasta são um interessante exemplo de como as coisas funcionam em Hollywood.

Por Leonardo Cruz, no blog Ilustrada no Cinema


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A seguir, os trechos mais interessantes da conversa, na tradução mambembe deste blogueiro. Para quem é fã de Tarantino, o fim de 2009 promete. Bastardos Inglórios deve estrear em 23 de outubro. E, se não for adiado pela milésima vez, À Prova de Morte, de 2007, entrará em cartaz em 13 de novembro.

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Sobre rumores de que teria recebido ordens para cortar o filme após a estreia no Festival de Cannes

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Ouvi esses rumores de que o estúdio teria me mandado cortar 40 minutos. É tudo mentira. O filme está um minuto mais longo em relação a Cannes. Tinha 2h28, sem créditos finais, e agora tem 2h29. Ou 2h32, com os créditos.

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Fico ofendido com a ideia de que esses caras (os produtores) ficariam mandando em mim. Ao contrário, não tenho do que reclamar. Você não tem que fazer nada sob pressão. É o seu filme, é você quem tem que viver com ele e sabe que não pode fazer julgamentos precipitados porque se arrependerá depois.

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Mas você fica mais inclinado a ouvir, porque não o estão forçando a nada. Harvey Weinstein (dono do estúdio) é um cara legal. Foi ótimo trabalhar com David Linde (da Universal). Eles tem coisas válidas a dizer. Com algumas eu concordei. Com outras, não. Sempre tentei as sugestões deles, porque eles têm muito dinheiro investido. Eles não estavam na sala (de montagem) quando tentei, e em metade das vezes eles estavam errados. Mas, algumas vezes, me peguei dizendo: “Diabos, Harvey está certo. É melhor deste jeito.”

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Sobre uma eventual “prequela” de Bastardos Inglórios

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Já escrevi metade (do roteiro). Tenho que terminá-lo, reunir os Bastardos de novo e inserir todo um outro grupo de personagens. Durante as filmagens, Brad Pitt e Eli Roth ficavam falando: “Prequela, pequela”. Brad dizia: “Vamos convencê-lo a fazer uma prequela”. Os caras adoram a ideia. Eu tenho a história. Mas (no passado) eu ia fazer todas aquelas prequelas de Kill Bill, em animação. E acabei não fazendo nenhuma delas.

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Sobre a pressão dos estúdios por um sucesso comercial

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É, os caras estão ansiosos, e eu sei de onde isso vem. Mas um filme é um filme. Eles leram o roteiro, sabiam no que estavam se enfiando. De tempos em tempos, nós conversávamos e eu dizia: “Ouço o que vocês dizem, mas não vou fazer o filme em nada diferente do que escrevi”. Pode parecer estranho quando digo que acrescentei um minuto, mas você pode acrescentar pequenas coisas e melhorar o ritmo. E nós estávamos muito atentos a manter um bom ritmo.

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Para acrescentar uma cena, eu reduzi pequenos trechos de algumas cenas. Conversava com os Weinstein e a Universal, e eles diziam: “Esta sequência está um pouco longa”. Eu respondia que o máximo que podia fazer era cortar uma linha aqui, outra ali. E eles concordavam. Aí você precisa achar essa linha. É cirurgia cosmética. Harvey queria que eu acrescentasse mais música, pediu para que eu voltasse à minha coleção de discos e escolhesse mais algumas músicas. Achei quatro. E uma delas é a música-tema do filme Os Mercenários, de Jack Cardiff, que eu sempre quis usar.

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Sobre o star system

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Tem havido escolhas seletivas de evidências para argumentar seu o star system ainda é confiável ou não. Se você se refere àquele filme do jornal com o Russel Crowe (Intrigas de Estado), que eu não vi, talvez o star system não tenha funcionado para aquele filme. Brad teve sucesso com Benjamin Button e acho que ele foi uma grande razão (desse sucesso). No passado, eu ouvia sugestões deste ou daquele ator e perguntava: “Por que você quer estas pessoas? Eles realmente levam gente ao cinema?” Olhava os filmes deles, e a resposta era não.

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Aprendi que a questão era menos sobre público e mais sobre marketing. Este cara é famoso, então podemos levá-lo no Leno, no Conan, no Letterman, conseguir uma capa de uma revista. Eu escolho o elenco que funciona melhor para o filme. Rosario Dawson era a garota mais famosa que usei em À Prova de Morte, e ela foi a todos os talk shows. Mas ela também era uma das melhores do filme. Ela é uma grande atriz, tem toneladas de carisma. Não vou contratar ninguém apenas para o pôster. E a integridade dos meus filmes fala por si.

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Sobre o impacto de Brad Pitt no desempenho comercial de Bastardos Inglórios

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Sempre confiei no meu nome na maior parte do tempo. Minha esperança agora é que eu vou atrair os meus fãs e ele vai atrair os dele. No exterior, a admiração por Brad é intensa, quase louca, mas por mim também. Espero que, conosco juntos, haja um empate. Mas posso dizer sinceramente que, se Pitt não fosse um astro e eu o tivesse encontrado na seleção de elenco, teria feito lobby para que o papel fosse dele.



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in Vermelho - 9 DE JULHO DE 2009 - 18h16
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