Discurso de Lula da Silva (excerto)

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sexta-feira, 23 de outubro de 2009

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Mercedes Sosa - Todo cambia


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Ícone de canal

ejerezs
http://www.mercedessosa.com.ar | La Negra y una bella poesía del chileno Julio Numhauser.
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Mercedes Sosa es una cantante de raíz folclórica argentina muy reconocida en América Latina y Europa, considerada una de las exponentes principales de la nueva canción.
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Descendiente de diaguitas y franceses, afectuosamente conocida también como "La negra", es muy admirada por la profundidad y singular belleza de su voz. En sus inicios poseía un registro cercano a una soprano, pero luego evolucionó hacia algo más grave.

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Su popularidad le ha ganado el apelativo de la "voz de Latinoamérica", y su trayectoria ha sido resumida en las palabras de su compatriota Fito Páez: "Mercedes Sosa es la mejor cantante que ha dado este país".

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Fuente: http://es.wikipedia.org/wiki/Mercedes...
Aporte original de mestherka
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Domingo, 4 de Outubro de 2009

Mercedes Sosa 'cambiou'

Morre em Buenos Aires Mercedes Sosa, a diva das causas sociais e dos excluídos. Se, afinal, um dia tudo cambia, Mercedes cambiou, virou uma estrela torcendo por nós lá no céu. Todos estamos de luto.

Todo Cambia- Mercedes Sosa
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in Bodega Cultural - 2009.10.04
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quarta-feira, 12 de agosto de 2009

"Aquarela do Brasil"

Quinta-feira, 6 de Agosto de 2009

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Reconquista da autoestima

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Corações e mentes de brasileiros espalhados pelo mundo foram arrebatados por esta interpretação surpreendente da nossa "Aquarela do Brasil". O que emociona, além da alegria dos componentes do coral, está no detalhe que faz a diferença: são eslovenos e cantam em português perfeito.
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O vídeo correu feito rastilho de pólvora pelas caixas postais, numa onda de trocas de emails, e se transformou num dos maiores hits dos últimos tempos na Internet. Das pouco mais de mil visualizações diárias desde que foi postado saltou repentinamente para 10 mil exibições, em média, por dia.
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O gatilho que disparou a audiência foi acionado ocasionalmente por uma internauta através de sugestão colocada na caixa de comentários de um blog. O experiente blogueiro teve o senso de oportunidade de levantá-lo como post e a blogosfera formou a massa crítica que detonou a reação em cadeia.
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Vale a pena analisar como isso aconteceu. [...]

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Banho de descarrego

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Há exatos 20 dias corria solta no Senado a interminável guerra de lama promovida pelo histérico Arthur Virgílio e suas vestais contra os parlamentares da base aliada, para delírio dos ventiladores de aluguel da mídia golpista. O blogueiro Luis Nassif, no seu habitual "Fora de Pauta", comemorava o encerramento de mais uma semana politicamente imunda.
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Em momento inspirado, a leitora Nivia de Oliveira Castro acertou o alvo com link e tudo o mais: - Então, porque hoje é sexta, vale a pena ver esse monte de gringos estufando o peito pra soltar um sonoro “Brasil, meu Brasil brasileiro”, lá do outro lado do mundo, com uma alegria de emocionar. Só pra lavar a alma.
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O Nassif captou direitinho o recado e não perdeu a "deixa", escancarando a torneira para aplicar um autêntico banho de brasilidade naquele momento de tão baixa autoestima. O descarrego veio já na happy hour através do post intitulado "Brasil, brasileiro". Os comentários foram quase todos em louvação e ainda estão disponibilizados para quem quiser ver.

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200 mil novas visualizações

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No momento da postagem o vídeo marcava pouco mais de 60 mil exibições desde o dia 31 de maio, quando foi hospedado no YouTube. Alavancado pelo enorme tráfego de uma audiência das mais qualificadas que há na rede hoje em dia, deu um salto espetacular e, no momento em que redijo este texto, mostra uma contagem atualizada com mais de 250 mil visualizações.
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Na linguagem própria da Internet dá-se a esses fenômenos o nome de hype. E foi exatamente nisso o que se transformou a apresentação do coral esloveno Perpetuum Jazzile, ancorado pelos mestres brasileiros do BR6, grupo vocal especializado em música sem qualquer tipo de instrumento.
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Este exemplo revela de forma inequívoca o alcance da força mobilizadora da blogosfera, quando resolve detonar uma genuína e espontânea ação viral. É o dedo que aciona este tipo de gatilho que alguns tentam desesperadamente decepar com o propósito escuso de preservar seus próprios anéis e privilégios.

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quarta-feira, 29 de julho de 2009

Documentário revisita a obra de Franklin Cascaes

http://carlosdamiao.zip.net/images/Cascaes2.JPG

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Desenhos de Franklin Cascaes

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Em suas andanças pelo litoral de Santa Catarina, Franklin Cascaes registrava tudo o que via e ouvia em relação às manifestações culturais. Desenhos, textos e gravações sobre as Festas do divino, boi-de-mamão, tradições diversas, lendas e crenças locais, além de trechos autobiográficos fazem parte de um rico acervo que inspirou um documentário sobre a vida e a obra do artista e folclorista catarinense.
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O filme “Franklin Cascaes” será relançado nesta terça-feira (25/07), na Casa da Memória, num encontro com estudantes de pré-vestibular, denominado “Conversas sobre o 13 Cascaes”.

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Com 30 minutos, o documentário foi produzido pela Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes (FCFFC) em homenagem ao centenário de nascimento do pesquisador catarinense, comemorado em 2008. Elaborado por Edina de Marco, José Rafael Mamigonian e Norberto Depizzolatti, o vídeo traz depoimentos de pessoas que conviveram com o artista, e imagens de suas obras que fazem parte do acervo do Museu Universitário da UFSC. No documentário é possível conhecer a voz, a história, as pesquisas e as idéias de Franklin Cascaes.
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O artista em primeira pessoa
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O filme inicia com cenas do escritor e folclorista, que conta ele mesmo sua história e descreve seu método de trabalho, fazendo uma auto-apresentação. “O meu nome é Franklin Joaquim Cascaes. Nasci no dia 16 de outubro de 1908, em Itaguaçu. Meu pai é Joaquim Serafim Cascaes. Minha mãe, Maria Catarina Cascaes, Minha família é de origem portuguesa com parte de açorianos, meus avós e pais trabalhavam um pouco na roça, um pouco na pesca”.
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O DVD registra depoimentos de pesquisadores que tiveram contato direto com Cascaes, entre eles, Silvio Coelho dos Santos (falecido em novembro de 2008), Henrique Pereira Oliveira e Raimundo Caruso. Traz também entrevistas com Anamaria Beck e Gelci José Coelho, o Peninha – que ocuparam a direção do Museu Universitário da UFSC, onde estão arquivados 1.179 desenhos, 1.707 esculturas, diversos manuscritos e dezenas de horas de gravações feitas pelo artista.
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O documentário “Franklin Cascaes” é o segundo volume da série Alma de Artista, projeto da FCFFC que tem como objetivo criar uma série de produtos em suporte audiovisual, abrangendo biografia, obra e estética de um artista catarinense. O primeiro DVD, “Martinho de Haro – A Cidade Reinventada”, foi lançado em 2007, abordando a arte e a trajetória de um dos maiores nomes da pintura no Brasil, retratada a partir de pesquisas junto a críticos, historiadores, curadores e artistas catarinenses. O material está disponível na Casa da Memória para distribuição gratuita a instituições educacionais ou culturais interessadas.
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Sobre os autores:
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Edina de Marco é graduada em Artes Plásticas e mestre em Educação e Cultura. Artista visual e professora de artes, coordenou, de 2003 a 2007, as ações educativas e culturais do Museu Histórico de Santa Catarina, onde, dentre outros projetos, concebeu e coordenou o projeto “Escolas no Museu”. Também atua como produtora cultural e curadora independente.
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José Rafael Mamigonian é graduado em Cinema pela ECA-USP. Colaborou em diversas produções independentes como fotógrafo, montador, operador de câmera. Produziu e dirigiu o documentário em longa-metragem “Seo Chico, um retrato”.
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Norberto Verani Depizzolatti é graduado em Engenharia Civil e Jornalismo pela UFSC. Co-dirigiu com José Henrique Nunes Pires o curta-metragem “Manhã” e o documentário “Farra do Boi”. Atualmente é o conservador responsável pelo Banco de Imagens e da Fonoteca da Casa da Memória da Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes (FCFFC).
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Ficha técnica
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Filme: Franklin Cascaes
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Ano de produção: 2008
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Duração: 30 minutos
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Gênero: documentário
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(As entrevistas com Franklin Cascaes foram realizadas e cedidas por Gelci José Coelho e Raimundo Caruso)
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Realização: Edina De Marco, José Rafael Mamigonian e Norberto Depizzolatti
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Depoimentos: Anamaria Beck, Gelci José Coelho, Henrique Pereira Oliveira,
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Raimundo Caruso e Sílvio Coelho dos SantosEntrevistas: Edina De Marco e Norberto Verani Depizzolatti
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Filmagem e edição: José Rafael Mamigonian
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Acervo iconográfico: Museu Universitário Prof. Oswaldo Rodrigues Cabral / UFSC - Casa da Memória / FCFFC - Cinemateca de Curitiba-CPDOC / FGV-RJ - Fundação Hassis - Sérgio Vignes
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Apoio cultural: Cinemateca Catarinense e Fundo Municipal de Cinema
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in Bodega Cultural - Segunda-feira, 27 de Julho de 2009
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Franklin Cascaes

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Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Frankin Cascaes (São José, 16 de outubro de 1908Florianópolis, 15 de março de 1983) foi um pesquisador da cultura açoriana, folclorista, ceramista, gravurista e escritor brasileiro.

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Dedicou sua vida ao estudo da cultura açoriana na Ilha de Santa Catarina e região, incluindo aspectos folclóricos, culturais, suas lendas e superstições. Usou uma linguagem fonética para retratar a fala do povo no cotidiano.

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Seu trabalho somente passou a ser divulgado em 1974, quando tinha 54 anos.

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Principais obras

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Contos
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  • Balanço bruxólico
  • Nossa Senhora, o linguado e o siri
  • A Bruxa metamorfoseou o sapato
  • Balé das mulheres bruxas
  • Mulheres bruxas atacando cavalos
  • O Boitatá
  • Mulheres dando nós em caudas e crinas de cavalos
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Livros
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  • O Fantástico na Ilha de Santa Catarina (Volumes 1 e 2)
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Ligações externas

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