Discurso de Lula da Silva (excerto)

___diegophc
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domingo, 8 de agosto de 2010

Aguas de Março - Elis Regina


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gabrielacarneiro | 23 de junho de 2006
Águas de Março, de Tom Jobim, imortalizada pela genial Elis! P&B Programa Ensaio, TV Cultura
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É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol
É peroba do campo, é o nó da madeira
Caingá, candeia, é o Matita Pereira

É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, é o queira ou não queira
É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira
É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
Passarinho na mão, pedra de atiradeira

É uma ave no céu, é uma ave no chão
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto o desgosto, é um pouco sozinho

É um estrepe, é um prego, é uma conta, é um conto
É uma ponta, é um ponto, é um pingo pingando
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
É a luz da manhã, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama

É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato, na luz da manhã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração

É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um belo horizonte, é uma febre terçã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
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domingo, 25 de abril de 2010

Cais - Elis Regina


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Zedupoca 3 de Dezembro de 2008 — Fusão das duas gravações de 1972 da música de Milton e Ronaldo Bastos
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diz:
29/Mar/2010 23:23
Beijos, Victor.

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jnerrot 28 de Novembro de 2007 — Accompanied by Luisão Maia on bass, Paulinho Braga on drums and César Camarga Mariano on piano.
MPB Especial, 197

Cais

Elis Regina

Composição: Milton Nascimento / Ronaldo Bastos
Para quem quer se soltar
Invento cais
Invento mais que a solidão me dá
Invento lua nova a clarear
Invento amor e sei a dor de me lançar
Eu queria ser feliz
Invento o mar
Invento em mim o sonhador
Para quem quer me seguir
Eu quero mais
Tenho um caminho do que sempre quis
E um saveiro pronto pra partir
Invento o cais
E sei a vez de me lançar
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http://letras.terra.com.br/elis-regina/109731/
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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

elis e tom - aguas de março


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Ícone de canal


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Enviado por Shophie (hi5)
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Águas de Março lyrics
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É pau, é pedra, é o fim do caminho
é um resto de toco, é um pouco sozinho
é um caco de vidro, é a vida, é o sol
é a noite, é a morte, é um laço, é o anzol
é peroba do campo, é o nó da madeira
cainga, candeia, é o Matita Pereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira
é o mistério profundo
é o queira ou não queira
é o vento ventando, é o fim da ladeira
é a viga, é o vão, festa da cumeeira
é a chuva chovendo, é conversa ribeira
das aguas de março, é o fim da canseira
é o pé, é o chão, é a marcha estradeira
passarinho na mão, pedra de atiradeira
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Uma ave no céu, uma ave no chão
é um regato, é uma fonte
é um pedaço de pão
é o fundo do poço, é o fim do caminho
no rosto o desgosto, é um pouco sozinho
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É um estrepe, é um prego
é uma ponta, é um ponto
é um pingo pingando
é uma conta, é um conto
é um peixe, é um gesto
é uma prata brilhando
é a luz da manhã, é o tijolo chegando
é a lenha, é o dia, é o fim da picada
é a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
é o projeto da casa, é o corpo na cama
é o carro enguiçado, é a lama, é a lama
é um passo, é uma ponte
é um sapo, é uma rã
é um resto de mato, na luz da manhã
são as aguas de marco fechando o verão
é a promessa de vida no teu coracão

É pau, é pedra, é o fim do caminho
é um resto de toco, é um pouco sozinho
é uma cobra, é um pau, é João, é José
é um espinho na mão, é um corte no pé
são as aguas de março fechando o verão
é a promessa de vida no teu coracão
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É pau, é pedra, é o fim do caminho
é um resto de toco, é um pouco sozinho
é um passo, é uma ponte
é um sapo, é uma rã
é um belo horizonte, é uma febre terca
são as aguas de março fechando o verão
é a promessa de vida no teu coracão
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É pau, é pedra, é o fim do caminho
é um resto de toco, é um pouco sozinho
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É pau, é pedra, é o fim do caminho
é um resto de toco, é um pouco sozinho
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Pau, pedra, fim do caminho
resto de toco, pouco sozinho
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Pau, pedra, fim do caminho,
resto de toco, pouco sozinho.
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 http://www.lyricsdownload.com/elis-regina-aguas-de-marco-lyrics.html
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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

- Adoniran Barbosa e Elis Regina

Assunto: Elis Regina...
Data: 28/Dez 0:37
Olá! Acho esta letra brutal... Beijos
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Distribuído por Lia Branco (hi5)
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sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Elis Regina canta "Upa Neguinho"


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bbbernardo

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Composição de Edu Lobo e Gianfrancesco Guarnieri interpretada por Elis Regina no programa MPB Especial, de 1973, direção de Fernando Faro
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Upa, neguinho

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(Edu Lobo e Gianfrancesco Guarnieri)

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Upa, neguinho na estrada
Upa, pra lá e pra cá
Virge, que coisa mais linda!
Upa, neguinho começando a andá
Começando a andá, começando a andá
E já começa a apanhá
Cresce, neguinho e me abraça
Cresce e me ensina a cantá
Eu vim de tanta desgraça
Mas muito te posso ensiná
Capoeira, posso ensiná
Ziquizira, posso tirá
Valentia, posso emprestá
Mas liberdade só posso esperá
Patá tá tri
Tri tri tri
Trá trá trá

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in

mpbnet.com.br/musicos/edu.lobo/letras/upa_neguinho




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quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Águas de Março - Elis Regina


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gabrielacarneiro

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Águas de Março, de Tom Jobim, imortalizada pela genial Elis! P&B Programa Ensaio, TV Cultura
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BOA TARDE, POETA! É UM PRAZER LER-TE... DESEJO QUE TENHAS UMA SEMANA PERFEITA!
Carmen (hi5)
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Águas de Março
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É pau, é pedra, é o fim do caminho
é um resto de toco, é um pouco sozinho
é um caco de vidro, é a vida, é o sol
é a noite, é a morte, é um laço, é o anzol
é peroba do campo, é o nó da madeira
cainga, candeia, é o Matita Pereira
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É madeira de vento, tombo da ribanceira
é o mistério profundo
é o queira ou não queira
é o vento ventando, é o fim da ladeira
é a viga, é o vão, festa da cumeeira
é a chuva chovendo, é conversa ribeira
das aguas de março, é o fim da canseira
é o pé, é o chão, é a marcha estradeira
passarinho na mão, pedra de atiradeira
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Uma ave no céu, uma ave no chão
é um regato, é uma fonte
é um pedaço de pão
é o fundo do poco, é o fim do caminho
no rosto o desgosto, é um pouco sozinho
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É um estrepe, é um prego
é uma ponta, é um ponto
é um pingo pingando
é uma conta, é um conto
é um peixe, é um gesto
é uma prata brilhando
é a luz da manh-a, é o tijolo chegando
é a lenha, é o dia, é o fim da picada
é a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
é o projeto da casa, é o corpo na cama
é o carro enguicado, é a lama, é a lama
é um passo, é uma ponte
é um sapo, é uma rã
é um resto de mato, na luz da manhã
são as aguas de marco fechando o verão
é a promessa de vida no teu coracão
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É pau, é pedra, é o fim do caminho
é um resto de toco, é um pouco sozinho
é uma cobra, é um pau, é João, é José
é um espinho na mão, é um corte no pé
são as aguas de março fechando o verão
é a promessa de vida no teu coracão
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É pau, é pedra, é o fim do caminho
é um resto de toco, é um pouco sozinho
é um passo, é uma ponte
é um sapo, é uma rã
é um belo horizonte, é uma febre terca
são as aguas de março fechando o verão
é a promessa de vida no teu coracão
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É pau, é pedra, é o fim do caminho
é um resto de toco, é um pouco sozinho
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É pau, é pedra, é o fim do caminho
é um resto de toco, é um pouco sozinho
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Pau, pedra, fim do caminho
resto de toco, pouco sozinho
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Pau, pedra, fim do caminho,
resto de toco, pouco sozinho.
vida...
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segunda-feira, 14 de abril de 2008

Elis Regina, Águas de Março

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gabrielacarneiro
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Águas de Março, de Tom Jobim, imortalizada pela genial Elis!
P&B
Programa Ensaio, TV Cultura
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É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol
É peroba do campo, é o nó da madeira
Caingá, candeia, é o Matita Pereira
.
É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, é o queira ou não queira
É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira
É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
Passarinho na mão, pedra de atiradeira
.
É uma ave no céu, é uma ave no chão
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
.
É um estrepe, é um prego, é uma conta, é um conto
É uma ponta, é um ponto, é um pingo pingando
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
É a luz da manhã, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
.
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato, na luz da manhã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
.
É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um belo horizonte, é uma febre terçã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
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