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Aprender, Aprender Sempre ! (Lenine) ..... Olá, Diga Bom Dia com Alegria, Boa Tarde, sem Alarde, Boa Noite, sem Açoite ! E Viva a Vida, com Alegria e Fantasia (Victor Nogueira) ..... Nada do que é humano me é estranho (Terêncio)
Discurso de Lula da Silva (excerto)
sábado, 26 de dezembro de 2009
Internet e política - Antonio Ozaí da Silva
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A terapia comunitária como estratégia de mobilização social, por Rolando Lazarte
Mafalda, de Quino, deseja bom ano novo
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Nela colaboram, lado a lado, pessoas humildes e doutores, estudantes e donas de casa, pessoas viciadas em drogas e crentes das igrejas mais variadas, com o objetivo comum de superarem juntos, os problemas mentais, emocionais e relacionais de todo ser humano.
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Nas rodas de terapia, como diz o Prof. Adalberto Barreto, seu fundador, e a experiência comprova, os estudantes saram do autismo universitário, da miragem de um saber sem gente, de um conhecimento sem experiência. E as pessoas do meio popular colaboram com o que tem de mais próprio, seus valores originais, a sua generosidade, simplicidade, solidariedade, entre outros. Não partimos de uma visão idealizada dos pobres.
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Um dos pilares da Terapia Comunitária, a pedagogia de Paulo Freire, afirma a autonomia dos sujeitos e a horizontalidade do saber. Isto é praticado a partir do momento em que você entra numa roda de terapia. Ninguém lhe pergunta sua profissão, embora você possa dizê-la. Mas quando alguém fala, os outros escutam. Todos e todas tem algo a dizer. Todas as histórias, os problemas, os sonhos, os anseios e ansiedades, são importantes. Ninguém dá conselhos nem interrompe quando os outros falam. Não há ninguém mais importante que os demais.
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Todos se tocam, se abraçam, se trocam olhares e palavras de carinho, de afeto, de apoio, de compreensão..
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Costumo dizer, e tenho ouvido outros e outras dizerem, que na terapia comunitária, você se torna terapeuta de si mesmo. Não há a pretensão de que o terapeuta cure ninguém. É a comunidade que cura. A sua comunidade interna e a externa. A que você é em si mesmo ou em si mesma, e a que você forma, faz parte, fora de você, na sua relação com os demais.
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Quebra-se a dependência, você pode, os outros podem, todos juntos podemos mais. E se isto possa soar como algo ilusório ou pueril, você pode testar, de várias formas, a sua veracidade. Uma, participando de uma ou mais rodas de terapia. Outra, ouvindo alguém que já participou ou participa. E, ainda, tomando conhecimento do impacto que esta atividade vem mostrando em diversos municípios do Brasil, na criação ou reforço de redes solidárias, estimulando o aumento da auto-estima de pessoas e comunidades, promovendo a reintegração de ex-dependentes de álcool ou outras drogas ilícitas, mobilizando coletivos das periferias urbanas e de nichos de classe média das cidades, que, aos poucos, mas evidentemente, começam a sair do imobilismo e da apatia, da resignação e da manipulação externa, para serem, cada vez mais, pessoas e comunidades, agentes ativos da sua vida e do seu destino.
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segunda-feira, 8 de junho de 2009
Grupo de jovens do RJ usa o teatro contra a discriminação

Um projeto coordenado pela organização não governamental Escola de Gente e criado por alunos de Artes Cênicas da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) está levando a todo o país reflexões sobre a necessidade de inclusão social nos ambientes de trabalho e escola.
Com esse objetivo, o grupo teatral Os Inclusos e os Sisos da Unirio faz em turnê nacional com a peça Ninguém mais vai ser bonzinho, que tem supervisão do dramaturgo Bosco Brasil.
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O grupo leva reflexão para todos os espaços por onde passa e mobiliza as pessoas, no sentido de transformarem a cultura em um meio mais acessível para todos, relatou Danielle Basto, a representante da Escola de Gente na Rede Latino-americana de Arte para a Transformação Social (Avina).
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“Mostramos para o público que existem formas de garantir a participação de todas as pessoas em um espetáculo teatral. Esse é um tipo de influência direta.”
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A ONG garante o acesso para que mesmo as pessoas portadoras de deficiências também assistam ao espetáculo teatral. As apresentações contam com versões impressa, em braile (linguagem para deficientes visuais) e em meio digital, além de tradução para a Língua Brasileira de Sinais (Libras), legenda eletrônica e audiodescrição. A entrada é franca em todos os espetáculos.
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Depois de Recife e Salvador, o grupo se prepara para participar, nos próximos dias 10 e 11, do Festival Internacional de Teatro de Londrina (PR). Em seguida, vai para o Rio de Janeiro, onde fará apresentações no Teatro Mário Lago, na Vila Kennedy; no Sesc de Niterói, no Instituto Benjamin Constant e na Escola de Samba Acadêmicos da Rocinha, a partir do dia 17.
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A peça é inspirada no livro Ninguém mais vai ser bonzinho na sociedade inclusiva, da jornalista e fundadora da ONG Escola de Gente - Comunicação em Inclusão, Claudia Werneck, que é também autora de outras 11 obras sobre inclusão, para crianças e adultos.
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Para 2010, a Escola de Gente planeja um espetáculo voltado ao público infantil, além de capacitar jovens. Danielle Basto explicou que serão aceitos estudantes de artes cênicas de cursos livres e outras universidades, além da Unirio. “Formam os jovens no conceito de inclusão, contra qualquer tipo de discriminação ou preconceito, mas a partir de uma base teórica que eles já tenham.”
