Discurso de Lula da Silva (excerto)

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quinta-feira, 3 de junho de 2010

Rosa Coutinho (1926 - 2010)




Rosa Coutinho ao lado de Vasco Gonçalves, também ele já falecido rui gaudêncio
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Rosa Coutinho teve uma carreira política breve mas que ainda hoje suscita polémica

Por Luís Miguel Queirós e Maria José Oliveira
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.  Integrou a Junta de Salvação Nacional e o Conselho da Revolução. Foi uma das figuras do 25 de Abril de 1974. Mas a sua acção política foi sobretudo marcante e controversa em Angola
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O 25 de Novembro

A identificação de Rosa Coutinho com o sector gonçalvista do MFA não o impediu de assumir um papel pacificador no 25 de Novembro. "A Marinha praticamente evitou a guerra civil", diz o contra-almirante Martins Guerreiro, que conta ter ido com Rosa Coutinho à base naval do Alfeite, na noite do dia 24, para "impedir que gente mais exaltada tomasse uma atitude menos responsável".

Na manhã de 25, dirigiram-se ambos a Belém para "manifestar todo o apoio ao Presidente da República [Costa Gomes]".

Também a historiadora Maria Inácia Rezola atribui a Rosa Coutinho e a Guerreiro o mérito de terem evitado a insurreição dos fuzileiros, que poderia ter tido consequências dramáticas.

Poucas figuras da política portuguesa do pós 25 de Abril suscitam ainda hoje tanta controvérsia como Rosa Coutinho. O "almirante vermelho", como lhe chamavam, morreu ontem, aos 84 anos, vítima de cancro, e as reacções ao seu falecimento mostram bem que os últimos 35 anos não bastaram para que se criasse consenso em torno do papel que desempenhou em Angola, onde foi alto-comissário nos meses que precederam a independência da ex-colónia.

Mal foi conhecida a notícia da sua morte - o funeral sai amanhã, às 15h00, da Capela de São Roque, nas instalações da Marinha, no Terreiro do Paço, para o cemitério dos Olivais, onde o corpo será cremado -, os sites dos jornais e a blogosfgera foram invadidos por comentários que o acusam de ter pactuado com o MPLA na perseguição e expulsão dos portugueses de Angola ou de ter negociado com os cubanos a intervenção militar no território. "Calúnias", disse ontem ao PÚBLICO Vasco Lourenço. "Os militares de Abril mais caluniados foram aqueles que se envolveram nos processos de descolonização", afirma o tenente-coronel na reserva, que não subscreve a tese de que Rosa Coutinho tenha privilegiado o MPLA em detrimento da UNITA e da FNLA, os outros dois movimentos angolanos de libertação.

Mas a posição mais consensual entre os historiadores não parece ser esta. Maria Inácia Rezola, que entrevistou o almirante no decurso dos seus estudos sobre os militares no pós 25 de Abril, conta que o próprio Rosa Coutinho "não escondia que favorecera o MPLA". É o que pensa também o historiador Pedro Aires Oliveira, que vê em Rosa Coutinho "um homem identificado com as estruturas do MFA em Angola" e que soube "estar à altura das circunstâncias". Não duvida de que o almirante tenha apostado no MPLA, que "era o movimento mais ocidentalizado e com elites mais aportuguesadas", mas acha que o seu papel fundamental não foi tanto esse, mas o facto de ter conseguido consolidar, naquele movimento, a liderança de Agostinho Neto, num momento em que esta estava seriamente ameaçada por facções internas, como a "Revolta Activa" dos irmãos Pinto Andrade, ligada aos sectores intelectuais, ou a "Revolta do Leste", dirigida por Daniel Chipenda. "Mesmo a URSS", diz Pedro Oliveira, "estava muito hesitante entre apoiar Neto, o seu interlocutor histórico, ou Chipenda, que dera boas provas de capacidade de liderança". O objectivo do almirante, defende, foi "dar tempo ao MPLA para chegar aos acordos de Alvor com um só líder e um só interlocutor".

Torturado no cativeiro

Como figura pública, Rosa Coutinho praticamente não existia antes do 25 de Abril. É quando surge como um dos nomes da Junta de Salvação Nacional que o país fica a conhecê-lo. Nascido a 14 de Fevereiro de 1926, em Celorico da Beira, iniciou-se na vida militar aos 18 anos, ingressando na Marinha, tendo-se depois formado em engenharia hidrográfica. O seu primeiro contacto com Angola aconteceu ainda nos anos 40, tendo depois integrado, em 1959, a Missão Hidrográfica de Angola e de São Tomé e Príncipe, informa a investigadora Leonor Figueiredo, No início da guerra colonial, em 1961, foi preso pela FNLA e terá sido torturado durante o cativeiro. A sua libertação, alegadamente feita por agentes da PIDE, nunca foi devidamente esclarecida. Com o 25 de Abril, o prestígio que granjeara "juntos dos seus camaradas mais novos da Armada", diz Vasco Lourenço, resultou no convite para integrar a Junta de Salvação Nacional. Em Julho de 1974, no primeiro governo de Vasco Gonçalves, foi nomeado presidente da Junta Governativa de Angola. Raimundo Narciso, presidente do movimento Não Apaguem a Memória, refere que Rosa Coutinho "estava praticamente ao lado do MPLA, na ala militar dos "gonçalvistas"". "Não foi uma figura consensual", diz o socialista Almeida Santos, antigo ministro da Coordenação Interterritorial: "Defendeu sempre ideias muito próximas do PCP e foi em Angola que conquistou mais adversários".

Rosa Coutinho conseguiu acordar um cessar-fogo com o MPLA, a UNITA e o FNLA, indispensável para as conversações sobre a independência. Ontem, Isaías Samakuva, presidente da UNITA, lembrou-o como alguém de "triste memória para Angola", e Ngola Kabango, da FNLA, disse que o almirante "influenciou negativamente o processo de descolonização, a favor do MPLA".

O PCP foi ontem o único partido a reagir à notícia da morte de Rosa Coutinho, lamentando o desaparecimento de um "aliado" e de um "amigo", e enaltecendo a sua "postura de total fidelidade aos valores e aos ideais da Revolução de Abril". O "almirante vermelho" regressou a Portugal em Janeiro de 1975, na sequência da assinatura do Acordo de Alvor. Após o 11 de Março, foi convidado a integrar o Conselho da Revolução (CR). Apesar da sua actuação pacificadora no 25 de Novembro, foi afastado do CR e, pouco depois, passado à reserva. Como figura pública, eclipsou-se, mas terá desempenhado um relevante papel nas décadas seguintes como mediador de negócios entre Portugal e o regime de José Eduardo dos Santos. Numa coisa, os historiadores estão todos de acordo. Rosa Coutinho continua a ser uma figura muito pouco estudada
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Arquivo CM

Rosa Coutinho em 2004
Almirante tinha 84 anos

Rosa Coutinho vai ser cremado amanhã

O almirante António Alva Rosa Coutinho morreu esta quarta-feira, aos 84 anos, de doença prolongada. O corpo de uma das figuras mais destacadas e polémicas do pós-25 de Abril já se encontra em câmara ardente na Capela de São Roque, nas instalações da Marinha, em Lisboa, de onde partirá às 15h00 de quinta-feira para o Cemitério dos Olivais, onde será cremado uma hora mais tarde.
  • 02 Junho 2010 - Correio da Manhã
Por:Paula Serra

Oficial da Armada, passou grande parte da sua carreira naval a bordo - e, a partir de um certo momento, no comando - de navios hidrográficos. Nos anos 60, uma missão de patrulhamento e pesquisa no rio Zaire valeu-lhe a captura por guerrilheiros da Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA) e alguns meses de privação da liberdade. 
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Aquando do 25 de Abril de 1974,  era capitão-de-fragata e foi um dos elementos da Armada designados para integrar a Junta de Salvação Nacional (JSN); data de então a sua promoção a vice-almirante. Nos primeiros meses da nova situação a sua actuação foi discreta; chegou a coordenar o Serviço de Extinção da PIDE-DGS e da Legião Portuguesa.
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 Em finais de Julho, após a demissão do último governador-geral de Angola, general Silvino Silvério Marques, Rosa Coutinho foi chamado a substituí-lo, na qualidade de presidente da Junta Governativa de Angola.
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.Confirmado membro da JSN após os acontecimentos de 28 de Setembro de 1974, ganhando a qualidade de alto-comissário em Angola a partir de Outubro, Rosa Coutinho permaneceu no território até à assinatura dos Acordos de Alvor (Janeiro de 1975), entre o Estado Português e os três movimentos de libertação - FNLA, Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) e União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA). A sua actuação em Angola é normalmente vista como favorável ao movimento que ainda hoje detém o poder no país africano.
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A sua actuação ao longo de 1975, num sentido próximo do Partido Comunista  (PCP), valeram-lhe o epíteto de "almirante vermelho". Nos primeiros meses do ano viu o seu nome ligado à preparação de "legislação revolucionária", num sentido de radicalização do processo político iniciado em Abril do ano anterior, o que se concretizou após os acontecimentos de 11 de Março. Após esta data ingressou no Conselho da Revolução (CR), então criado.
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Se a sua imagem 'esquerdista' não deixou de se acentuar, saliente-se que aquando da tentativa de golpe de 25 de Novembro do ano em causa cumpriu plenamente as instruções do Presidente da República e Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas (CEMGFA), general Francisco Costa Gomes, no sentido de desmobilizar forças navais da Margem Sul, inicialmente favoráveis aos golpistas.
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Afastado do CR no novo quadro pós-25 de Novembro, passado à reserva pouco depois, o almirante Rosa Coutinho não mais voltaria à ribalta político-militar.


REACÇÕES
'Almirante foi saneado injustamente da Armada'
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Recordando o almirante António Alva Rosa Coutinho, falecido esta quarta-feira, aos 84 anos, o coronel Sousa e Castro, que o substituiu após o 25 de Novembro de 1975, na presidência do Serviço de Apoio ao Conselho de Revolução - órgão que geria todo o apoio logístico e outros dossiers - diz que "o almirante foi saneado muito injustamente da Armada, depois do 25 de Novembro, pelo então Chefe de Estado-Maior da Armada, almirante Souto Cruz". Segundo Sousa Castro, "o próprio conselho de disciplina da Armada votou unanimamente pelo não afastamento de Rosa Coutinho", acrescento que "na altura, nem o Conselho da Revolução (extinto em 1982), nem o Presidente da República (Ramalho Eanes), que acumulava as funções de Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA), poderiam ter feito alguma coisa par aimpedir o afastamento". Tratava-se, diz o capitão de Abril, de "uma decisão do chefe do ramo".
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Sousa e Castro frisa que "tem sido muito injusta a ligação estabelecida entre o almirante Rosa Coutinho e sectores mais esquerdizantes e Partido Comunista, depois do 25 de Abril" e que "essa colagem se deve ao papel que ele teve em Angola e no processo dos Acordos de Alvor", que segundo este militar "está mal interpretado, devido a uma falsa percepção passada por antigos residentes nas colónias, particularmente, em Angola".
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"O almirante deixou o SACR integro, e até para meu espanto na altura, quando assumi funções não encontrei nada que fosse, segundo os padrões da época, ilegal", revela este capitão de Abril.
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Sousa e Castro recorda que António Rosa Coutinho mantinha inclusive "boas relações com o antigo embaixador dos Estados Unidos em Lisboa, no período revolucionário, Frank Carlucci, com alguns empresários internacionais e até com jornalistas conotados com a direita, designadamente com Nuno Rocha director do jornal O Tempo" e que "não tinha qualquer ligação orgânica a nenhum partido". 
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O general Loureiro dos Santos, que foi secretário do Conselho da Revolução entre Abril e Agosto de 1975, afirma sobre António Rosa Coutinho "conheci-o muito pouco, mas o que constatei é que se tratava de um homem muito determinado, sabia o que queria, agia de acordo com as suas deliberações". Loureiro dos Santos adianta que "ele defendia com veemência as suas ideias".


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02-06-2010 17:21 - AngolaPress

Portugal
Morreu almirante Rosa Coutinho



  Lisboa, - O almirante Rosa Coutinho, um dos mais controversos militares do 25 de Abril, morreu, hoje, quarta-feira, aos 84 anos, vítima de cancro.

O corpo de Rosa Coutinho está em câmara ardente na Capela de São Roque, nas instalações da Marinha, realizando-se o funeral na quinta-feira, a partir das 15 horas.

Na reserva desde Novembro de 1975, Rosa Coutinho notabilizou-se no pós-25 de Abril de 1974, tendo ficado conhecido como o "almirante vermelho" pela sua proximidade ideológica com o PCP.

Após a revolução de 1974 integrou a Junta de Salvação Nacional e em Outubro de 1974 foi designado Alto Comissário em Angola até à assinatura do Acordo de Alvor  em janeiro de 1975.

No período pós-revolucionário, coordenou o Serviço de Extinção da PIDE-DGS e da Legião Portuguesa.

Na Marinha, Rosa Coutinho passou grande parte da sua carreira embarcado e capturado nos anos 1960 numa missão de patrulhamento e pesquisa no rio Zaire.

No 25 de Abril de 1974, era capitão-de-fragata e foi um dos elementos da Armada designados para integrar a Junta de Salvação Nacional
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Cremado no Cemitério dos Olivais
Miguel A. Lopes

Urna do almirante à saída da capela

Duzentos aplaudem urna de Rosa Coutinho

Cerca de 200 pessoas aplaudiram hoje a saída da urna com o corpo do almirante Rosa Coutinho da Capela de São Roque, nas instalações da Armada no Arsenal, para o Cemitério dos Olivais, em Lisboa.
  • 19h27 - Correio da Manhã
Por:Lusa
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Numa cerimónia discreta em que não foram feitos elogios fúnebres, não se realizou qualquer rito religioso, nem se prestaram honras militares, por pedido expresso do almirante, que morreu na quarta-feira vítima de cancro, explicaram à Lusa fontes militares e da família. 
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O chefe do Estado-Maior da Armada, Melo Gomes, que na quarta-feira esteve presente na capela, fez-se hoje representar pelo almirante Oliveira Viegas.  
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O cortejo fúnebre seguiu para o Cemitério dos Olivais, onde o corpo do militar, que esteve envolvido na revolução do 25 de Abril de 1974, seria  cremado.   
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Hoje no pátio do Arsenal, entre cidadãos anónimos, amigos da família e do falecido militar, bem como antigos camaradas de armas, estavam presentes  o coronel Vasco Lourenço, um dos homens do 25 de Abril, e o ex-ministro da Cultura José António Pinto Ribeiro.   
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Rosa Coutinho com Vasco Gonçalves e Otelo Saraiva de Carvalho
Rosa Coutinho com Vasco Gonçalves e Otelo Saraiva de Carvalho

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Luanda - Semba e kazukuta no Carnaval 2010


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RTP
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Artes & Espectáculos

Carnaval em Luanda

Luanda já deu início à temporada carnavalesca de 2009.

Vários grupos desfilaram na marginal da cidade.

2008-10-06 10:45:00
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14-02-2010 13:56
Entrudo
Semba domina estilo de dança no Carnaval 2010
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Angop
União Sagrada Esperança vai dançar semba no Carnaval
União Sagrada Esperança vai dançar semba no Carnaval



Luanda  – O Semba, uma dança tipicamente angolana, vai dominar a edição do Carnaval, temporada 2010, que sai a rua neste domingo e com o acto central a decorrer na terça-feira (16) na Marginal de Luanda.
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Dos 38 grupos que estarão em acção nos três dias de desfile, 32 apostaram no Semba, enquanto que quatro têm na Kabetula o estilo de eleição e dois, nomeadamente o União Operário Kabocomeu, vencedor da primeira edição do Carnaval de Angola independente, e o Kazukuta do Sambinza, ambos do município do Sambizanga, vão dançar o kazukuta.  
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Os grupos carnavalescos mais tradicionais como o União Kwanza, União Kiela, Unidos Mundo da Ilha, Unidos de Caxinde e o União 17 de Setembro apostam neste estilo de dança para conquistar os prémio em disputa.
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Nesta edição do Carnaval, o Semba vai rivalizar com o “Kazukuta”, outro estilo que já esteve em destaque na década de 80.
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Grupos como o União Kazukata do Sambizanga, União Operário Kabocomeu, ambos da Classe A, são os defensores do Kazukuta.


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15-02-2010 19:44
Carnaval

União Domant estreiou-se no Carnaval de Luanda


Luanda - O único grupo do município de Cacuaco, o Domant  marcou hoje, na pista de dança da Marginal,  a sua estreia  no Carnaval de Luanda,  desfilando na penúltima posição da Classe B.
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Com uma indumentária de cores vermelho, branco, amarelo e preto, o colectivo tem 200  integrantes e dança semba. 
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A alegoria deste grupo representa a selecção nacional de futebol. A  canção chama-se igualmente “ Domant”.
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Fundado aos 26 de Março de 2009 tem como comandante, Elídio Eliseu, e rainha, Joana  Domingos, de 42 anos.

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15-02-2010 17:37
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Carnaval

União Petrolíferos procura na Marginal de Luanda regresso a classe A
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Luanda -  O  grupo carnavalesco União Petrolíferos encontra-se ja  na pista da Marginal de Luanda, local onde decorre a exibição dos grupos da classe B, em adultos.
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Comandado por Jorge Monteiro, o colectivo do Sambizanga, fundado em 1988, tem como objectivo ocupar um dos cinco primeiros lugares para voltar a classe A do Entrudo de Luanda.  O grupo tem 21 partcipações no Carnaval.
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Os integrantes do  grupo estão a dançar semba, vestidos com as cores azuis, vermelho, branco.
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O carro alegórico retrata uma sonda de  petróleo.
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15-02-2010 10:37
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Carnaval
Polícia Nacional intensifica acções preventivas na baixa de Luanda

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 Luanda - O Comando de Luanda da Polícia Nacional (PN) adverte que os cidadãos que perturbarem a ordem pública, durante a festa do Carnaval principalmente na Marginal de Luanda, serão punidos com medidas judiciais, disse hoje à Angop, no município da Ingombota, o chefe do Gabinete de Comunicação e Imagem da corporação na província, primeiro superintendente chefe Jorge Bengui.
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De acordo com o oficial superior da PN, os infractores que puserem em perigo a segurança de outras pessoas, com agressões físicas, roubos e outros crimes graves vão ser detidos e encaminhados para o Tribunal de Polícia da Ingombota para julgamento sumário.
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Nesta senda, apelou à população no sentido de colaborar com as forças policiais, com vista a dançarem o Carnaval num ambiente calmo, devendo, por isso, cumprir com as instruções da Polícia divulgadas neste período de festa.
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Por isso, defendeu a necessidade da mobilização de todos para participar na sua própria segurança. ?Estamos a coordenar a segurança, mas é bom que todos participem para se evitar anomalias ", apelou.
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Durante os desfiles da classe infantil, não foram registados ocorrências de realce, apenas algumas ofensas corporais simples derivado de consumo excessivo de álcool, o que se espera um comportamento cívico por parte da população, hoje no desfile da classe B.
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Durante o desfile central, com início previsto para as 16H00, na Marginal de Luanda, estarão destacados mil e 500 efectivos do Comando Provincial da Polícia Nacional, entre oficiais, sargentos e praças.
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Os efectivos maioritariamente pertencem ao Comando da 1ª Divisão, Unidade Operativa de Luanda, Polícia de Trânsito, Serviço de Bombeiros e de outras divisões afectas ao Comando Geral da Polícia Nacional, vão trabalhar em cooperação com outros órgãos de defesa e segurança, como a Polícia Militar e Serviços de Fiscalização do Governo Provincial de Luanda (GPL).
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O Serviço de Bombeiros prevê destacar 50 elementos em toda a extensão da Baia e da Avenida Marginal de Luanda para garantir a segurança dos foliões, com carros para o combate a incêndios com a capacidade de 90 mil litros de água cada um, bem como botes salva-vidas, dos quais dois da Capitania do Porto de Luanda.
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A Unidade de Trânsito de Luanda está presente no local do desfile e imediações (Avenida da Marginal) um efectivo composto por 60 homens. Estes efectivos funcionam, da entrada da Ilha ao Porto Comercial de Luanda e em outras ruas adjacentes.
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Assim, as pessoas com credencial do tipo A deverão estacionar as viaturas no largo Alfredo Trone (entre o Banco de Poupança e Crédito e Unidade Central da Marinha de Guerra de Angola), os do B na zona entre o Comando Provincial da Polícia Nacional e o IJCA, enquanto para que os detentores do C está reservado o largo Fernando da Cruz, defronte ao edifício dos Correios de Angola.
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A pista da Marginal vai testemunhar de 14 a 16 deste mês os desfiles de 37 grupos carnavalescos da capital do país, inscritos nas classes A, B e C (Infantil).
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15-02-2010 17:07
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Carnaval
Grupo União Estrela do Povo abriu desfile da classe B
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Luanda -  O grupo União Estrela do Povo, do município do Cazenga abriu o desfile da classe B do Carnaval de Luanda, que decorre neste momento na Marginal de Luanda.
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Este colectivo fez recurso do estilo semba para a sua coreografia.
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Vestido com as cores amarelas, vermelhas, branco e azul, 180 integrantes mostraram o seu vigor.
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O tema da canção é " Mukuaxi", de autoria de José Joaquim.
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 Fundado em a 11 de Novembro de 1968, participou em 22 edições e já obteve o segundo lugar da classe A em 2000.
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Este grupo é comandado José Joaquim.
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14-02-2010 13:49
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Luanda
Maianga é o mais representativo no Carnaval
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Angop
Grupo Comandante Kwenha desfila na classe B
Grupo Comandante Kwenha desfila na classe B



Luanda - O município da Maianga é o mais representativo na presente edição  do Carnaval na província de Luanda, aparecendo com 10 grupos nas três classes A, B e C.
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O município, que conta com o histórico e candidato União 10 de Dezembro, vencedor de quatro edições do Entrudo, tem na classe A três colectividades (10 de Dezembro, Amazonas do Prenda e Jovens da Cacimba).
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A Maianga terá ainda a desfilar na Marginal cinco grupos infantis e dois da classe B, também de adultos.
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Sambizanga segue com sete grupos cada, entre os quais actual detentor do título da classe A,  o União Kiela, e o histórico e vencedor da primeira edição do Carnaval independente, o União Operário Kabocomeu.
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Com cinco grupos está o município do Kilamba Kiaxi, entre os quais o 17 de Setembro, que vai concorrer na classe A. Os demais grupos o farão na classe B (03) e C com um grupo.
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O município tem quatro agremiações na classe A, uma B e dois na categoria infantil.
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Na quarta posição está o município do Rangel, que coloca a desfilar na Marginal seis grupos, sendo dois da classe A, três da B, ambos de adultos, e um na infantil.
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O Cazenga contará com três grupos, entre os quais dois na categoria B e um na infantil.
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O município da Ingombota, que tem o grupo mais titulado do Carnaval de Luanda, o União Mundo da Ilha, terá ainda Unidos do Caxinde representado na classe A, enquanto que a Samba coloca o mesmo número de grupos na mesma classe.
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Viana e Cacuaco aparecem com apenas dois grupos cada, sendo que o -primeiro está representado na classe B, e o segundo na B e na C.
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14-02-2010 21:12
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Carnaval
Grupos infantis garantem preservação da tradição
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Angop
Grupos infantis garantem preservação da tradição
Grupos infantis garantem preservação da tradição


Luanda – Onze grupos infantis do Carnaval de Luanda apresentaram-se este domingo na Avenida 04 de Fevereiro (Marginal), onde demonstram coreografias assentes em valores tradicionais, como prova do comprometimento com a preservação da cultura.
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Com os géneros de dança semba, kazucuta e varina, os concorrentes representaram os ritmos característicos da cultura angolana, reafirmando a predisposição de preservarem e melhorarem em alguns aspectos a forma de as representar.
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Mesmo com um atraso de uma hora, derivado da chuva que se registou ao principio da manhã, as crianças dançaram com alegria e interpretaram canções que exaltam a educação, preservação dos valores morais e cívicos, bem como luta contra a violência.
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Contrariamente às edições anteriores, em que concentravam-se apenas defronte à tribuna principal, para dançar em espécie de marcha rítmica, este ano os grupos usaram da imaginação e do espaço delimitado para garantirem pontos e mostrarem aos presentes o resultado de um trabalho desenvolvido durante meses.
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Dispostos a destronarem o Cassules dos Jovens da Cacimba, detentores do título, e levarem para casa os 10 mil dólares em disputa, capricharam na indumentária e inovaram nas mensagens e letras das canções.
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O Cassules Kazucuta, do Hoji ya Henda, do município do Cazenga, inspirou-se, por exemplo, no União Operário Kabocomeu, do Sambizanga, tendo enaltecido a importância e o valor desta colectividade no mercado carnavalesco luandense.
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Nesta “guerra” pelos prémios, valeu o sentido criativo dos grupos, que decidiram mudar de postura e apostar na introdução de algumas mudanças na forma de dançar.
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Com passos bem ensaiados e sincronizados, as crianças deram azo à imaginação e proporcionaram muita alegria aos cerca de três mil foliões presentes na Marginal de Luanda.
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14-02-2010 16:12
Carnaval

Marginal de Luanda compõe-se para desfile infantil
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Angop
Pormenor da Marginal de Luanda
Pormenor da Marginal de Luanda

  Luanda  – A Marginal de Luanda, localizada na zona baixa da capital do país, apresenta-se já com o colorido típico das festas de Carnaval, notado desde as bancas às tribunas, onde estarão  presentes os convidados para o desfile da Classe C (Infantil).
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A chuva que se fez sentir nas primeiras horas deste domingo  não atrapalhou o andamento dos trabalhadores de limpeza e da
organização, que têm já montado o aparato de som e outros materiais de suporte para os desfiles.
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A poucos minutos do início da “festa”, algumas pessoas vão chegando de forma tímida à Marginal, onde estarão em competição 11 grupos. 
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A Polícia Nacional está no local a organizar o trânsito automóvel, que ainda não foi interditado, assim como os jornalistas de vários órgãos nacional, que procuram o melhor ângulo de reportagem.
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Homens vestidos de mulheres, crianças a usarem máscaras de heróis de filmes começam já a aparecer fantasiados na marginal.
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O cenário está montado, falando apenas que os artistas entrem em palco para exibir-se diante dos milhares de assistentes.
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15-02-2010 17:57
Carnaval
União Angola Independente já na pista da Marginal de Luanda
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Luanda – O grupo União Independente, do município do Kilamba Kiaxi, está neste momento a mostrar as suas pontencialidades na pista de dança da Marginal de Luanda.
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Fundado aos 20 de Janeiro de 1978, o grupo participou em 31 edições. O grupo foi o vencedor das edições de 1994, 1995 e 1996.
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Dançando semba, o seu comandante é Paulino de Almeida. As cores predominates da indumetaria são o amarelo, vermelho, castanho e branco.
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Com o canção “ Soltaram o Batuque”, o colectivo leva como alegoria a figura do Tchinganje.
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14-02-2010 17:25
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Carnaval
Cassules do Fogo Negro homenageia Taag
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Angop
Grupo Cassules do Fogo Negro
Grupo Cassules do Fogo Negro


Luanda - O grupo Cassules do Fogo Negro, segundo do desfile da Classe Infantil do Carnaval de Luanda, está a homenagear, nesta altura, na Marginal, a Transportadora Aérea Angolana (Taag).
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O grupo, que vem do município da Maianga, trouxe à Marginal 220 integrantes, dançando o semba.
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Trajando roupas em que predominam as cores brancas, amarelo, vermelho e azul, homenageia a Taag pelos serviços prestados à Nação.
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“Nasce uma nova Taag” é o título da canção deste grupo.
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14-02-2010 18:10
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Carnaval
Cassules do Amazonas do Prenda realça importância da educação


Angop
Cassules dos Amazonas do Prenda
Cassules dos Amazonas do Prenda


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Luanda - O grupo Cassules do Amazonas do Prenda, do município da  Maianga, tem na educação o seu cartão de apresentação, para convencer o juri da classe infantil do Carnaval de Luanda, cujo desfile decorre na Marginal.
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Com 210 integrantes, o grupo, o sexto a desfilar na pista da Marginal, fala do futuro da criança como responsáveis pelos destinos do país.
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Com o lema “Na escola respeita-se a lei, moral e a cultura”, o colectivo apresenta-se trajado com as cores laranja, amarelo, verde alface e cinzento. 
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Tradição e presente com Mundo da Ilha

Jornal de Angola - ‎13 de Fev de 2010‎
Considerado o papão do Carnaval de Luanda, o União Mundo da Ilha surgiu para recolher os foliões logo após o início da luta de libertação nacional. ...
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13-02-2010 20:46
Carnaval
União Mundo da Ilha leva três mil foliões na Marginal

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Luanda – O grupo carnavalesco União Mundo da Ilha, do município da Ingombota,  vai levar, terça-feira, para o desfile central na Marginal de Luanda, cerca de três mil foliões para mostrar todo o seu talento.
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Em declarações hoje à Angop, aquando dos ensaios gerais, o presidente deste grupo António Custódio, referiu que este número de integrantes demonstra a tradição do seu colectivo em dançar e participar activamente no Entrudo. 
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O presidente ressaltou ainda a força carnavalesca que é transmitida para as novas gerações pelos mais velhos do grupo, que  ainda dançam a maior festa popular do país.
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As cores azuis e  brancas são as que predominam  na indumentária deste colectivo da Ilha de Luanda.
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15-02-2010 23:48
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Entrudo
Catorze grupos prontos para o desfile provincial no Kwanza Norte
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Ndalatando - Catorze grupos carnavalescos participam terça-feira em Ndalatando, Kwanza Norte, no desfile provincial do Carnaval na categoria de adultos, a decorrer no Largo da ETP.
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Dentre as agremiações destacam-se 11 do município de Cazengo, sede da província, enquanto que as municipalidades de Kambambe, Samba Cajú e Banga exibirão com um grupo cada.
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Segundo declarou hoje (segunda-feira) à Angop, em Ndalatando, o director provincial da Cultura no Kwanza Norte, David João Buba, todos os grupos inscritos, quer tenham sido apurados ou não para o desfile provincial receberam os respectivos apoios financeiros e materiais, acentuando que governo da província disponibilizou sete milhões 381 mil Kwanzas para o efeito.
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As dotações monetárias entregues aos grupos variaram entre os 140 e os 100 mil Kwanzas para o escalão de adultos, frisou o responsável.
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As agremiações infantis, cujo desfile central decorreu domingo, receberam 80 mil Kwanzas cada.
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A premiação para o escalão de adultos abrangerá até o quinto classificado, devendo caber ao grupo vencedor 400 mil Kwanzas, ao passo que os quatro outros receberão 300, 200, 150 e 100 mil Kwanzas, respectivamente.
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Já para o escalão infantil a classificação irá até ao oitavo lugar, com os prémios na ordem dos 200, 150, 100 e 80 mil Kwanzas para os quatro primeiros, respactivamente, enquanto que aos quatro últimos caberão  70, 60, 50 e 40 mil Kwanzas.
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A publicação da classificação para as duas categorias acontecerá a 17 de Fevereiro.


 

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Feira cultural celebrou fundação da cidade de Luanda




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Fonte: Angola Press - Editado por AD   
Thursday, 28 January 2010
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ImagePara celebrar os 434 anos da fundação da cidade de Luanda, a feira cultural na Praça de Independência contou com a presença do cantor Caló Pascoal. A Praça da Independência foi pequena para receber todos os que foram assistir ao concerto de Caló Pascoal, que distribuiu autógrafos pelos fãs angolanos, santomenses, cabo-verdianos e europeus.
Caló Pascoal é um artista que foi influenciado pelo santomense Camilo Domingos nos anos noventa, e com ele já participou no festival internacional de Camilo Domingos que se realiza anualmente na cidade de Santo António, na Região Autónoma do Príncipe, durante as festas de São Lourenço em Agosto.

Na realização do novo disco de Caló Pascoal, com o lançamento de 35 mil cd’s no mercado, estiveram envolvidos diversos artistas da música angolana, tais como Yuri da Cunha, Matias Damásio, Boge Mendes. A participação dos músicos esteve na origem do nome do cd, «Caló Pascoal e os Amigos». O cantor angolano tem para breve na sua agenda uma deslocação a São Tomé e Príncipe onde vai apresentar também o seu novo trabalho em homenagem ao Camilo Domingos.

«Hoje sou um músico que tem conseguido levar uma mensagem da vida quotidiana angolana bem clara ao meu povo. A música em Angola tem contribuído para o desenvolvimento da cultura. Tenho uma grande paixão por São Tomé e Príncipe, porque foi Camilo Domingos quem me encorajou e me deu força e dicas musicais», disse Caló Pascoal.

Para além da venda de discos angolanos no local da festa intercultural, vendiam-se camisas africanas, artesanato, livros de escritores locais (no quadro do projecto «Ler é Um Hábito»). A escritora angolana de livros infanto-juvenis, Marta Santos, esteve no stand de vendas para incentivar os hábitos de leitura.

«Para breve publicarei uma biografia de Elias Equimoense. As pessoas poderão adquirir durante esta feira o meu livro, denominado «Ar de Saber», que já vai na segunda edição e também foi editado Portugal. Sempre digo que, quem escreve um livro constrói um castelo, para que quem lê, passa morar nele, sem precisar de passaporte ou visto para chegar à fronteira onde o livro nos leva», enfatizou a escritora Marta Santos.


Última Actualização ( Wednesday, 27 January 2010 ) 
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http://www.angoladigital.net/artecultura/index.php?option=com_content&task=view&id=1320&Itemid=41
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Ilustrações retiradas de 
http://meusescapes.blogspot.com/
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terça-feira, 16 de junho de 2009

Luanda - Peças da região sudoeste patentes no Museu de Antropologia

18-05-2009 21:20

Exposição
Peças da região sudoeste patentes no Museu de Antropologia

Luanda – O Museu Nacional de Antropologia abriu hoje ao público, em Luanda, uma exposição de 65 peças diversas que retratam a estrutura social e cultural dos criadores e pastores de gado dos grupos etnolinguísticos Nyaneka Khumbi, Helelo e Ovambo, localizados na região sudoeste de Angola.

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Designada "Pastorícia", a amostra que estará patente por um periodo de seis meses foi inaugurada pelo vice-ministro da Cultura, Luís Kandjimbo.

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A mesma está repartida em três vertentes, dando particular enfoque para as questões da caça e agricultura, dois dos principais pólos de subsistência dos povos da região.

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O conteúdo da mesma descreve as principais funções de cada um dos acervos e o vínculo existente entre o gado e os seus criadores, nos três grupos étnicos enumerados, e tem como função "revalorizar o modo de vida dos criadores e pastores de gado" local, além de "dinamizar as acções na luta contra a fome e a pobreza".

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Dentre os objectos expostos, destacam-se os heholo (baldes), ohupa (cabaças) e omakwila (funis), usados na produção e tratamento do leite, bem como materiais do sector agrícola, como os oxilanda (colares), umakipa (cintos de couro com adornos usados pelas mulheres e homens abastados) e oxistoo (reservatório de água para o gado).

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Os visitantes terão ainda a possibilidade de apreciar, até Novembro, objectos como o omakwila, um tipo de funil de madeira assegurado uma corda de pele de boi, que tem como função filtrar o leite natural, um produto típico dos Nyaneka Khumbi.

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De igual modo, estão patentes quadros fotográficos com imagens dos povos desse grupo étnico, o oxitoo (um recipiente ou bebedouro escavado de forma triangular feito a partir de tronco de árvore), o embinga (trombeta curva feita com chifre de boi e cera), assim como o omakola (instrumento musical constituído por duas cabaças ligadas entre si).

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No sector referente à agricultura, estão postos materiais como o okanda (cesto com tampa, feito de palha, usado pelas mulheres para conservar vários enfeites, o almofariz e pilão, o efeti, existon, as sandálias, o ombutesa, embinga e o heholo.

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A figura do gado também está patente na amostra, que traz na secção relativa aos pastores, entre outros instrumentos, o kwenya, ombele, punhal duplo, o cantil e o onga.

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A cerimónia de inauguração da exposição foi animada pelo grupo Ballet Nacional, que mostrou aos presentes, com dois números, algumas danças típicas do sudoeste angolano.

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agência angola press