Discurso de Lula da Silva (excerto)

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sábado, 19 de março de 2011

Música e video de Jean Ferrat: A comuna

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Cultura
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Vermelho - 19 de Março de 2011 - 0h00
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A comuna, com versos de Georges Coulonges, foi musicada pelo grande cantor e compositor francês, Jean Ferrat - morto no ano passado - para os festejos do centenário da Comuna de Paris, em 1971.
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Há cem anos, como um, com uma,
Como a esperança que começa
Eles se levantam pela Comuna
Escutando cantar Pottier...
Há cem anos, como um, como uma
Como uma estrela no firmamento
Eles faziam viver a Comuna
Escutando cantar Clément
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Eles eram ferreiros, sensíveis aos sinais
Carpinteiros que trabalhavam duro
Pra defender Paris, se tornaram instrumentos
Ferreiros viraram soldados
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Há cem anos, como um, como uma
Como artesãos e operários
Que lutavam pela Comuna
Escutando cantar Pottier...
Há cem anos, como um, como uma
Como operários e artesãos
Eles lutavam pela Comuna
Escutando cantar Clément...
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Convertidos em soldados de consciência civil
Eram camaradas que levantavam uma bandeira
Disputando o futuro nas ruas da cidade
Eram ferreiros que se tornaram heróis
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Há cem anos, como um, como uma
Como a esperança que começa
Eles viam morrer a Comuna
Ah! Deixe eu cantar Pottier...
Há cem anos, como um, como uma
Eles se foram pela Comuna
Como uma estrela no firmamento
Escute bem Clément cantar.



Veja também

sábado, 11 de setembro de 2010

Noite e Nevoeiro ! A Resistência


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bdnrgs | 2 de março de 2008
Pour ne pas oublier le passé et ne pas le revivre dans le futur.
Mise en garde: Certaines images peuvent choquées un public sensible.
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bdnrgs | 14 de março de 2008
Hommage et Honneur aux hommes et femmes de la résistance qui ont fait de leurs vies notre Liberté.

Nuit et Brouillard Jean Ferrat.


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rafa2121 | 3 de fevereiro de 2007
Vídeo de Mireille Mathieu cantando La Marseillaise em frente à torre Eiffel na comemoração dos 100 anos da torre.

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A incorporação foi desativada mediante solicitação
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TahKhominion | 19 de outubro de 2007
Num dos momentos mais sublimes da sétima arte, numa de suas mais belas manifestações (Casablanca, de 1942), enquanto soldados nazistas começam a entoar um hino patriótico alemão, um dos líderes da resistência tcheca, presente na ocasião, enfurecidamente corre aos músicos e pede que toquem a Marselhesa.
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Por não mais que alguns segundos, aquilo que poderia ser uma voz solitária se transmuta num fervor coletivo, num assalto passional que leva todos os exilados, expatriados e amantes sedentos da liberdade a seguirem em estrondoso coro, que majestosamente emudece a horda hitleriana.

(a tradução de "Die Wacht am Rhein" foi feita via uma versão em inglês, e a tradução da Marselhesa foi baseada na que a embaixada francesa no Brasil disponibiliza)
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R.J.R, Campinas, 19/10/2007 - 11:00
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segunda-feira, 22 de março de 2010

Nuit et Brouillard - Jean Ferrat (Paroles)


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Ícone de canal
bdnrgs

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Pour ne pas oublier le passé et ne pas le revivre dans le futur.
Mise en garde: Certaines images peuvent choquées un public sensible

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Nuit Et Brouillard lyrics
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Paroles et musique : Jean Ferrat
1
Ils étaient vingt et cent, ils étaient des milliers
Nus et maigres tremblants, dans ces wagons plombés
Qui déchiraient la nuit de leurs ongles battants
Ils étaient des milliers, ils étaient vingt et cent.
Ils se croy
aient des hommes, n'étaient plus que des nombres
Depuis longtemps leurs dés avaient été jetés
Dès que la main retombe il ne reste qu'une ombre
Ils ne devaient jamais plus revoir l'été.
2
La fuite monotone et sans hâte du temps
Survivre encore un jour,
 une heure obstinément
Combien de tours de roues, d'arrêts et de départs
Qui n'en finissent pas de distiller l'espoir
Ils s'appelaient Jean-Pierre, Natacha ou Samuel
Certains priaient Jésus, Jéhovah ou Vichnou
D'autres ne priaient pas mais qu'importe 
le ciel
Ils voulaient simplement ne plus vivre à genoux.
3
Ils n'arrivaient pas tous à la fin du voyage
Ceux qui sont revenus peuvent-ils être heureux ?
Ils essaient d'oublier, étonnés qu'à leur âge
Les veines de leurs bras soient devenues si bleues
Les Allemands guettaient du haut des miradors
La lune se taisait comme vous vous taisiez
En regardant au loin, en regardant dehors
Votre chair était tendre à leurs chiens policiers.
4
On me dit à présent, que ces mots n'ont plus cours
Qu'il vaut mieux
 ne chanter que des chansons d'amour
Que le sang sèche vite en entrant dans l'histoire
Et qu'il ne sert à rien de prendre une guitare
Mais qui donc est de taille à pouvoir m'arrêter
L'ombre s'est faite humaine aujourd'hui c'est l'été
Je twisterais les
 mots s'il fallait les twister
Pour qu'un jour les enfants sachent qui vous étiez.
Vous étiez vingt et cent, vous étiez des milliers
Nus et maigres tremblants, dans ces wagons plombés
Qui déchiriez la nuit de vos ongles battants
Vous étiez des milli
ers, vous étiez vingt et cent.

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http://www.elyrics.net/read/j/jean-ferrat-lyrics/nuit-et-brouillard-lyrics.html



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Jean Ferrat

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Jean Ferrat
Ferrat.jpg
Jean Ferrat
Informação geral
Nome completo Jean Tenenbaum
Data de nascimento 26 de Dezembro de 1930
Vaucresson, França
 França
Data de morte 13 de Março de 2010
Aubenas, França
 França
Gêneros Canção francesa
Período em atividade 1958 – 2009
Outras ocupações compositor, cantor
Página oficial http://www.jean-ferrat.com
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Jean Ferrat, nascido Jean Tenenbaum (Vaucresson, 26 de dezembro de 1930 – Aubenas, 13 de março de 2010),[1] foi um cantor, compositor e poeta francês.
Arquétipo do artista engajado, admirador do poeta Louis Aragon, era próximo das idéias communistas, embora crítico do Partido Comunista Francês e da URSS. Era pouco presente na mídia mas, apesar de ter abandonado suas apresentações públicas em 1973, teve muito sucesso tanto comercial como entre os críticos.

Índice

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Biografia

Jean Ferrat nasceu em Vaucresson, Hauts-de-Seine. Era o mais novo dos quatro filhos de um modesta família judia que se mudou para Versailles em 1935. Seu pai era russo e, durante a Segunda Guerra, foi deportado para Auschwitz, onde morreu. Ferrat deixou a escola para ajudar a família
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Começou sua carreira no início dos anos 1950, em um cabaré parisiense. Em 1956, musicou um poema de Louis Aragon, Les yeux d'Elsa ("Os olhos de Elsa"), cuja interpretação, por André Claveau, trouxe a Ferrat algum reconhecimento como compositor.
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Seu primeiro disco single, em 45 RPM, foi lançado em 1958, sem sucesso.
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Somente em 1959, com o editor Gérard Meys, que também se tornou seu amigo e sócio, sua carreira começou a deslanchar. Assinou um contrato com a Decca e lançou seu segundo single, "Ma Môme", em 1960 sob a direção musical de Meys.
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Em 1961 Ferrat casou-se com a cantora Christine Sèvres, que cantava algumas das suas canções. Também conheceu Alain Goraguer, que se tornou arranjador de suas canções. Seu primeiro álbum, Deux Enfants du Soleil, foi lançado naquele.
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Nuit et Brouillard, lançado em 1963, recebeu o Grande Prêmio do disco da Academia Charles Cros
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Ferrat parou de se apresentar no palco em 1973. Em 1990, recebeu um prêmio da Sociedade dos Autores, Compositores e Editores de Música da França.
Ferrat morreu em 2010, após uma longa enfermidade, aos 79 anos.[2]

Discografia

  • 1961: Deux enfants au soleil ("Ma Môme", "Federico Garcia Lorca", etc.)
  • 1963: Nuit et brouillard ("C'est beau la vie", "Nous dormirons ensemble", etc.)
  • 1964: La Montagne ("Que serais-je sans toi", "Hourrah !", etc.)
  • 1965: Potemkine ("C'est toujours la première fois", "On ne voit pas le temps passer", etc.)
  • 1966: Maria ("Heureux celui qui meurt d'aimer", "Un enfant quitte Paris", etc.)
  • 1967: À Santiago ("Cuba si", "Les Guérilleros", etc.)
  • 1969: Ma France ("Au printemps de quoi rêvais-tu ?", "L'Idole à papa", etc.)
  • 1970: Camarade ("Sacré Félicien", "Les Lilas", etc.)
  • 1971: La Commune ("Les touristes partis", "Aimer à perdre la raison", etc.)
  • 1971: Ferrat chante Aragon ("Le Malheur d'aimer", "Robert le Diable", etc.) sold more than 2,000,000 copies
  • 1972: À moi l'Afrique ("Une femme honnête", "Les Saisons", etc.)
  • 1975: La femme est l'avenir de l'homme ("Dans le silence de la ville", "Un air de liberté", etc.) sold 500,000 copies
  • 1979: Les Instants volés ("Le Tiers chant", "Le chef de gare est amoureux", etc.)
  • 1980: Ferrat 80 ("Le Bilan", "L'amour est cerise", etc.) certified platinum record
  • 1985: Je ne suis qu'un cri ("La Porte à droite", "Le Chataîgnier", etc.)
  • 1991: Dans la jungle ou dans le zoo ("Les Tournesols", "Nul ne guérit de son enfance", etc.)
  • 1995: Ferrat chante Aragon Vol. 2 ("Complainte de Pablo Neruda", "Les feux de Paris", "Lorsque s'en vient le soir", etc.)
  • 2002: Ferrat en scène

Notas

Ligações externas

Commons
O Wikimedia Commons possui multimedia sobre Jean Ferrat

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sexta-feira, 19 de março de 2010

Jean Ferrat, o último dos moicanos (La Communne e Potemkine)

Resultados de imagens para Jean Ferrat


Jean Ferrat, o último de uma plêiade de músicos politicamente empenhados, nome maior da chanson francesa, ao lado de Jacques Brel, Leo Ferré ou Georges Brassens, morreu neste sábado, 13, com 79 anos, em Antraigues, no Sul de França, onde vivia desde 1973. Compositor e intérprete de mais de 200 canções, crítico do capitalismo e defensor dos ideais comunistas, Ferrat viveu a infância sob a ocupação nazi. Perde o pai, Mnacha Tenenbaum, judeu russo deportado para Auschwitz, e a sua vida é salva por um resistente comunista. Tinha 11 anos. Sem nunca ter sido membro do partido, Jean Ferrat foi eleito do PCF no município de Antraigues (1970-1983), apoiante da candidatura presidencial de Georges Marchais em 1981 e candidato na lista do partido às eleições europeias de 1999. Começa a cantar no início dos anos 60, tornando-se de imediato alvo da censura e da marginalização mediática. A sua reputação de comunista é mal vista pelo poder. Os seus primeiros êxitos «Nuit et Brouillard» (Noite e Neblina, 1963), que fala dos horrores da deportação durante a guerra, ou «Potiómkine» (1965), que evoca o prelúdio da revolução russa de 1905, não passam na rádio. Em 1966 é irradiado da televisão devido à sua ligação pública ao PCF. A censura acompanha toda a sua carreira, o que regista com ironia numa das suas composições: «Quando deixarem de proibir as minhas canções (…) então é porque já não valho nada (…) terei o futuro assegurado (…) glorificando a plenos pulmões a Europa dos super-patrões». .
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Avante - .Nº 1894
18.Março.2010....
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Ambition2000



| Odete diz:
23/Mar/2010 14:32
Para ti meu bom amigo uma boa semana com mta. paz.Beijinhos.
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La Commune

by Jean Ferrat

Album: Jean Ferrat - Vol.1 (1999)

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Il y a cent ans commun commune
Comme un espoir mis en chantier
Ils se levèrent pour la Commune
En écoutant chanter Potier
Il y a cent ans commun commune
Comme une étoile au firmament
Ils faisaient vivre la Commune
En écoutant chanter Clément
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C'étaient des ferronniers
Aux enseignes fragiles
C'étaient des menuisiers
Aux cent coups de rabots
Pour défendre Paris
Ils se firent mobiles
C'étaient des forgerons
Devenus des moblots
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Il y a cent ans commun commune
Comme artisans et ouvriers
Ils se battaient pour la Commune
En écoutant chanter Potier
Il y a cent ans commun commune
Comme ouvriers et artisans
Ils se battaient pour la Commune
En écoutant chanter Clément
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Devenus des soldats
Aux consciences civiles
C'étaient des fédérés
Qui plantaient un drapeau
Disputant l'avenir
Aux pavés de la ville
C'étaient des forgerons
Devenus des héros
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Il y a cent ans commun commune
Comme un espoir mis au charnier
Ils voyaient mourir la Commune
Ah ! Laissez-moi chanter Potier
Il y a cent ans commun commune
Comme une étoile au firmament
Ils s'éteignaient pour la Commune
Ecoute bien chanter Clément
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http://fr.lyrics-copy.com/jean-ferrat/la-commune.htm
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Ícone de canal
william780


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La scène de la rébellion du Cuirassé Potemkine sur la chanson de Jean Ferrat "Potemkine"
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Jean Ferrat
Potemkine lyrics


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M'en voudrez-vous beaucoup si je vous dis un monde
Qui chante au fond de moi au bruit de l'océan
M'en voudrez-vous beaucoup si la révolte gronde
Dans ce nom que je dis au vent des quatre vents

Ma mémoire chante en sourdine, Potemkine
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Ils étaient des marins durs à la discipline
Ils étaient des marins, ils étaient des guerriers
Et le cœur d'un marin au grand vent se burine
Ils étaient des marins sur un grand cuirassé

Sur les flots je t'imagine, Potemkine
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M'en voudrez-vous beaucoup si je vous dis un monde
Où celui qui a faim va être fusillé
Le crime se prépare et la mer est profonde
Que face aux révoltés montent les fusiliers
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C'est mon frère qu'on assassine, Potemkine
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Mon frère, mon ami, mon fils, mon camarade
Tu ne tireras pas sur qui souffre et se plaint
Mon frère, mon ami, je te fais notre alcade
Marin ne tire pas sur un autre marin
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Ils tournèrent leurs carabines, Potemkine
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M'en voudrez-vous beaucoup si je vous dis un monde
Où l'on punit ainsi qui veut donner la mort
M'en voudrez-vous beaucoup si je vous dis un monde
Où l'on n'est pas toujours du côté du plus fort
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Ce soir j'aime la marine, Potemkine.

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http://www.lyricsmode.com/lyrics/j/jean_ferrat/potemkine.html
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Cultura

domingo, 14 de Março de 2010 | 12:32
Morreu Jean Ferrat, cantor do comunismo francês
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O cantor francês Jean Ferrat, defensor da ideologia comunista e autor de cerca de 200 canções, morreu no sábado aos 79 anos, revelaram as autoridades locais de Ardèche, no sul da França, onde residia o artista.
Jean Ferrat tinha sido hospitalizado alguns dias antes, por causa de um cancro de que padecia há já vários anos, segundo as mesmas fontes, citadas pela agência de notícias francesa (AFP).
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O artista francês compôs e interpretou cerca de 200 canções, entre textos ideológicos, homenagens ao poeta Louis Aragon e declarações de amor à região de Ardèche.
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Nascido Jean Tenenbaum a 26 de dezembro de 1930 em Vaucressson (no subúrbio parisiense), Jean Ferrat perdeu o pai quando tinha 11 anos, um judeu russo que foi deportado para o campo de concentração nazi de Auschwitz, onde acabou por morrer. O cantor foi salvo por militantes comunistas, algo que nunca mais esqueceria. 
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Depois do fim da Segunda Grande Guerra e da libertação da França do poder nazi, Jean Ferrat abandonou a escola para ajudar a família e tornou-se ajudante de farmácia até 1954, data em que começou a atuar em cabarés parisienses. 
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Jean Ferrat optou desde cedo por interpretar textos ideológicos, social e politicamente comprometidos. 
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Esteve ligado ao Partido Comunista francês, mas nunca foi militante, afirmando que não concordava com tudo aquilo que dizia e fazia a organização. Aliás, escreveu mesmo alguns temas que denunciavam abusos do regime soviético. 
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A sua última intervenção no domínio político foi no quadro de umas eleições regionais na região onde habitava, Ardèche, tendo apoiado a coligação de esquerda. 
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Numa das suas raras entrevistas à televisão, em 2003, insurgiu-se conta a grande indústria discográfica, que apelidou de perigosa para a liberdade criativa. 
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Jean Ferrat era casado com a cantora francesa Christine Sèvre, falecida em 1981.
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Diário Digital / Lusa  
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Jean Ferrat - Wikipedia, the free encyclopedia

 -Jean Ferrat (born Jean Tenenbaum, 26 December 1930 – 13 March 2010) was a French singer-songwriter and poet. Contents. 1 Biography; 2 Translations ...
en.wikipedia.org/wiki/Jean_Ferrat
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