Vermelho - 30 de Janeiro de 2010 - 17h17
Aprender, Aprender Sempre ! (Lenine) ..... Olá, Diga Bom Dia com Alegria, Boa Tarde, sem Alarde, Boa Noite, sem Açoite ! E Viva a Vida, com Alegria e Fantasia (Victor Nogueira) ..... Nada do que é humano me é estranho (Terêncio)
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sábado, 6 de fevereiro de 2010
Beto Almeida: Jornalismo e catástrofe
Vermelho - 30 de Janeiro de 2010 - 17h17
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Sismo em Portugal
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infografia Jaime Figueiredo | |||||||||||||||||||||||||
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Sismo: Abalo de intensidade 5,7 sentido em PortugalLisboa, 17 Dez (Lusa) - Um sismo de média intensidade (5,7 na escala de Richter) foi sentido esta madrugada em Portugal, não havendo informações de danos pessoais ou materiais.
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quinta-feira, 9 de julho de 2009
Áquila espera que cúpula do G8 impulsione reconstrução da cidade
Mundo | 05.07.2009
De forma surpreendente, o primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, anunciou em abril que o encontro de cúpula do G8, previsto inicialmente para a ilha de Sardenha, seria transferido para a cidade de Áquila, fortemente afetada por um terremoto.
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O anúncio causou surpresa em todo o mundo, mas fez todo o sentido para os habitantes de Áquila, que ainda sofrem as consequências do tremor. A partir de 7 de julho, os líderes das nações mais poderosas do mundo poderão ver de perto os estragos.
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A mudança de local deixa, porém, uma questão em aberto: como é possível organizar um encontro dessa magnitude numa cidade destruída por um terremoto?
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Holofotes do mundo
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Até hoje Áquila, cidade rica em monumentos arquitetônicos, não voltou à normalidade. Ao todo, foram evacuadas 54 mil pessoas e outras 36 mil vivem em barracas.
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Também o escritório do prefeito Massimo Cialente foi destruído. O difícil trabalho que ele tem pela frente é realizado de casa, no carro ou visitando prédios atingidos. "É uma cidade que precisa se reorganizar. Ainda estamos procurando locais para instalar os escritórios de administração."
Bildunterschrift: Destruição em Áquila
Ele lembra que o terremoto destruiu não apenas uma cidade, mas a capital de uma região da Itália, Abruzzo. "Temos agora a esperança de que os holofotes de todo o mundo se voltem para nós, porque as pessoas ainda não entenderam a dimensão da tragédia que nos afetou", diz Cialente.
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Líderes na caserna
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Os líderes do G8 e de outros países, como China, Brasil, Egito e África do Sul, serão alojados nas instalações de uma escola de formação militar da Polícia Financeira, nos arredores de Áquila. Segundo Cialente, todos os chefes de Estado concordaram com a escolha do local.
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Além deles, muitos assessores também ficarão hospedados ali. Os demais serão alojados em hotéis às margens do Mar Adriático.
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Os habitantes de Áquila esperam obter a empatia e a compreensão dos líderes do G8. E, claro, propostas concretas de ajuda. "Os poderosos do mundo terão a chance de apadrinhar a reconstrução de um dos monumentos do centro histórico, a exemplo da Espanha, que patrocina a reconstrução de um castelo do século 15", argumenta o presidente do sindicato de jornalistas da região de Abruzzo, Stefano Pallota.
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Ele lembra que Áquila possui um dos mais importantes centros históricos da Itália. "Por isso a presença dos chefes de Estado é tão importante para a reconstrução", avalia.
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Os ricos foram embora
A restauração de 1.800 prédios históricos custará 13 bilhões de euros. O temor dos moradores é que a cidade não recupere sua atmosfera anterior e acabe virando um museu a céu aberto devido a uma reconstrução pouco cuidadosa.
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Muitos se perguntam se o encontro do G8 poderá reanimar a economia local. O engenheiro Vincenzo Gattulli, professor na Universidade de Áquila, se mostra cético. Ele argumenta que uma grande parte da população – principalmente a classe média alta – se mudou para a costa do Mar Adriático. Com ela foram médicos, farmacêuticos, professores, administradores, advogados e vários outros profissionais.
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Bildunterschrift: Catedral da cidade em ruínas
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Gattulli afirma que a universidade de Áquila foi duramente afetada com o êxodo de mão-de-obra qualificada. "A universidade desempenhava um papel muito importante na cidade. Com 27 mil estudantes, tinha uma grande importância cultural, social e econômica", afirma.
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Cidade vai recuperar sua atmosfera?
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Para piorar ainda mais a situação, cresce na região de Abruzzo o temor de que novos terremotos aconteçam. Em 22 de junho, um tremor de 4,6 graus na escala Richter afetou novamente a região. Ele não causou danos, mas muitos desabrigados abandonaram suas barracas, assustados.
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Muitas ruas ainda estão bloqueadas por entulhos e destroços de prédios históricos. A visão triste das ruínas da cidade torna a vida dos habitantes ainda mais difícil. A moradora Sonia Alessini vive há meses numa barraca com seus filhos e os pais. Ela não vê mais esperanças em Áquila.
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"A vida aqui se tornou insuportável, estamos vegetando. O governo prometeu 3 mil casas de madeira até novembro. Sem abrigo, não teremos como sobreviver ao inverno, que é muito rigoroso. E mesmo que ganhemos as casas, como será daqui para frente, quem irá nos devolver nossa cidade?"
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Para Sonia, a cidade e seu cotidiano jamais voltarão a existir. Mesmo que os líderes do G8 ajudem a salvar os famosos monumentos de Áquila, muitos outros moradores já terão deixado a cidade até que os trabalhos de reconstrução estejam concluídos.
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Autora: Andreina Bonanni
Revisão: Roselaine Wandscheer
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.segunda-feira, 20 de abril de 2009
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
1 de Novembro de 1755

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Continua em Terramoto de 1755 - Wikipédia
Lisbon, Portugal, during the great earthquake of 1 November 1755. This copper engraving, made that year, shows the city in ruins and in flames. Tsunamis rush upon the shore, destroying the wharfs. The engraving is also noteworthy in showing highly disturbed water in the harbor, which sank many ships. Passengers in the left foreground show signs of panic.
sábado, 29 de setembro de 2007
Vulcão dos Capelinhos foi há 50 anos - Um tempo de grande medo

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* Fernando Lima, Açoriano, ex-jornalista e actual assessor do Presidente da República
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Quando se assinalam os 50 anos do início da erupção vulcânica dos Capelinhos, na ilha do Faial, Açores, ainda guardo desse tempo a recordação de alguns momentos dramáticos vividos por uma população que se sentia ainda mais perdida na imensidão do Atlântico.
Na Horta, cidade onde nasci e cresci, a atmosfera parecia estranha nos primeiros dias da segunda metade de Setembro de 1957. Era o prenúncio de uma actividade sísmica fora do vulgar, que durou quase 15 dias. Mais de 200 abalos de terra, de intensidade geralmente fraca, foram sentidos na ilha do Faial. Lembro desse período a incerteza em que todos vivíamos, sempre na expectativa de que o pior estaria ainda para acontecer. As noites eram intermináveis. .
Ocupavam-se os espaços abertos, onde se dormia nos carros ou protegidos por abrigos de circunstância. A esta população assustada só restava confiar na força divina para o regresso à normalidade. O Rádio Clube de Angra, sediado na ilha Terceira, era a única fonte de informação na pesada escuridão da noite. Nesse período crítico, a estação prolongou as emissões pela madrugada e aqueles que tinham pequenos rádios portáteis podiam, apesar de tudo, encontrar alguma tranquilidade nas suas notícias. A 27 de Setembro, cerca das oito horas da manhã, começava uma erupção submarina, aproximadamente um quilómetro ao largo da ponte oeste do Faial, junto dos ilhéus dos Capelinhos. Desde então, praticamente, pararam os abalos de terra, mas o tremor contínuo prosseguiu com intensidade variável. Agora, a preocupação era outra.
Como ia crescer aquele ‘monstro marinho’ ameaçador e como as nossas vidas estariam ou não em risco. Lembro-me de ser levado pelo meu pai, podendo assistir às constantes explosões de cinzas negras, acompanhadas de uma nuvem branca de vapor de água. Excedia, por vezes, os quatro quilómetros de altura. O farol dos Capelinhos foi a principal ‘vitima’. Muitos dos grandes blocos de pedra que o vulcão expelia, mais ou menos incandescentes, caíram na área do farol, causando significativas destruições. Mesmo assim, a torre sobreviveu à erupção e transformou-se no seu ex-líbris. Cinquenta anos depois, a paisagem dos Capelinhos está diferente, a actividade vulcânica parece ter serenado, mas a ameaça sísmica mantêm-se, como se viu em crises posteriores, que voltaram a deixar, na ilha do Faial, um rasto de morte e destruição. .
TERRITÓRIO CRIADO POR VULCÃO SUBMERGE A 20 METROS POR ANO
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“Portugal já cresceu”, foi como em tempos no continente se reagiu aos efeitos do vulcão dos Capelinhos. A televisão ainda era incipiente e, apesar de o Estado se estender do Palácio de São Bento, em Lisboa, até Timor, o fervor patriótico não impedia que os portugueses se sentissem um país pequeno. Daí que mal se houve pé firme sobre a ilha edificada com pedras e cinzas lançadas pela erupção submarina, logo se lá tivesse ido colocar uma bandeira nacional. Menos de um mês depois, a erosão do mar submergiu a Ilha Nova e o país crítico e oposicionista riu. As notícias do vulcão continuaram durante muito mais tempo. O reactivar das erupções criou um novo território que voltou a cobrir os ilhéus dos Capelinhos e se estendeu num istmo até à ilha, e outra vez o mar submergiu tudo. Só a terceira língua de magma provocada pelo vulcão durou para além do fim da erupção em Outubro de 1958. É a que prolonga hoje a ilha do Faial na ponta dos Capelinhos, mas o mar não tem parado com a erosão. Em média, a nova zona perde 20 metros de extensão por ano, embora o ritmo esteja a abrandar. Os Capelinhos já estão à vista.
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NATUREZA VIOLENTA SEM VÍTIMAS
Uma das boas recordações das crises sísmicas e erupções vulcânicas registadas entre Setembro de 1957 e Outubro de 1958 é a de que, apesar da grande violência dos fenómenos naturais, acabou por não se registar qualquer vítima. Nem quando as cinzas cobriram completamente as casas de povoações da zona próxima do vulcão submarino nem quando os sismos abriram fendas em muitos locais houve que lamentar mortos ou feridos. A prevenção, com o abandono antecipado das casas, revelou-se absolutamente eficaz.
Personalidade importante em todas as operações foi um engenheiro residente na ilha, Frederico Machado, director distrital das Obras Públicas que tinha uma equipa de intervenção bem preparada e contou com o apoio activo do governador civil, Freitas Pimentel, médico de profissão e pessoa preocupada com a segurança dos habitantes.
De destacar é a operação de evacuação das populações de toda a zona, nomeadamente das aldeias da Praia Norte, Norte Pequeno e Capelo ao fim da tarde de 12 de Maio de 1958. Nessa noite o casario da primeira localidade colapsou por completo e ocorreram danos importantes nos outros dois povoados. Muitos faialenses tiveram de emigrar para continuar a ganhar a vida, mas todos salvaram a vida.
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CIÊNCIA ESQUECEU CAPELINIANO
Apesar de não ser um fenómeno geológico inédito, a erupção submarina dos Capelinhos despertou grande curiosidade na comunidade científica da altura. Ao Faial deslocaram-se entre outras personalidades o mediático investigador Haroun Tazieff (1914-1998), nascido na Polónia sob controlo dos czares russos e pelos caminhos da emigração naturalizado sucessivamente belga e francês. Considerado pai da vulcanologia moderna, participou em muitas reportagens da revista ‘Paris Match’, sobretudo em vulcões italianos, e foi também aos Açores. O seu interesse não chegou, contudo, para fixar nos meios científicos o nome Capeliniano como denominação daquele tipo de erupção submarina.
O nome de marca do fenómeno acabou por surgir de um outro vulcão proveniente do fundo dos mares, seis anos depois, em 1963, a sul da Islândia e muito mais distante da costa. Foi o Surtsey que tornou as erupções marítimas conhecidas na comunidade científica como ‘Surtseyano’. A realidade é que em Portugal não houve na altura quem defendesse um nome português para o fenómeno, com grande pena do geólogo Vítor Hugo Forjaz, que ainda estudante de Liceu seguiu de perto o fenómeno. Segundo apurámos, a presença científica portuguesa ficou na altura limitada ao geógrafo Orlando Ribeiro, acompanhado de Raquel Soeiro Brito e do filho, António Ribeiro, então estudante e hoje geólogo, e aos técnicos dos Serviços Geológicos.
TERRA TREMEU MAIS DE UM ANO
16 DE SETEMBRO 1957
Uma crise sísmica sentida desde Maio na ilha do Faial atinge o máximo com uma sucessão de mais de 200 sismos de intensidade à volta do grau 5 da Escala de Mercalli.
27 DE SETEMBRO
Após meia dúzia de dias com a água a fervilhar e uma enorme nuvem de vapor, às 06h45 de dia 27, iniciou-se uma erupção vulcânica submarina a 300 metros da ponta dos Capelinhos. A erupção leva à formação de uma ilha em 10 de Outubro.
30 DE OUTUBRO
A ilha formada ao largo da costa acaba por ser submergida pelo mar, com a erosão das correntes a ser maior do que a quantidade de materiais eruptivos.
12 DE NOVEMBRO
Com o recomeço da erupção forma-se uma nova cratera que cobre os ilhéus dos Capelinhos e se liga à ilha do Faial por um istmo.
12/13 DE MAIO 1978
A ilha é sacudida por nova crise sísmica e abrem-se fendas na antigo vulcão da Caldeira. A erupção dos Capelinhos gera um lago de lava com repuxos de basalto em fusão.
24 DE OUTUBRO
Ocorrem as derradeiras explosões e o vulcão pára a sua actividade até hoje.
COMEMORAÇÕES TELEJORNAIS DA RTP
O vulcão dos Capelinhos será o cenário da apresentação dos dois telejornais do dia de amanhã na RTP, ou seja, o ‘Jornal da Tarde’ às 13h00 e também o das 20h00. Além disso, a partir das 16h00 o programa ‘Portugal Directo’ será igualmente transmitido da ilha açoriana.
FILMES EM FARO
Por iniciativa da Casa dos Açores do Algarve serão exibidos amanhã à noite, a partir das 22h00, no anfiteatro da Biblioteca Municipal António Ramos Rosa, de Faro, vários documentários sobre o vulcão dos Capelinhos. Também a Academia da Marinha vai promover uma sessão comemorativa marcada para 16 de Outubro, em Lisboa.
SITE OFICIAL NA NET
As comemorações têm um site oficial na internet, http://www.vulcaodoscapelinhos.org/ , onde além de vasta informação é possível ver um documentário assinado por Carlos Brandão Lucas.
MISSA E SESSÃO
O bispo de Angra, D. António de Sousa Braga, preside amanhã a uma missa comemorativa dos 50 anos do vulcão dos Capelinhos marcada para as 15h00 locais. Para a noite, 21h00, está anunciada uma sessão solene na Sociedade Amor da Pátria, com presença do presidente do Governo Regional, Carlos César, e o lançamento de uma medalha, um livro e a colecção de selos ‘Vulcão dos Capelinhos’.
PRESIDENTE NO DIA 7
O presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, associa-se às comemorações com a presença numa sessão marcada para dia 7 de Outubro, no Teatro Faialense, da Horta. Estreará na oportunidade uma peça musical alusiva da autoria do compositor Eurico Carrapatoso a interpretar por músicos locais.
.in Correio da Manhã 2007.09.26
Ver também: o tempo das cerejas*: 50 anos depois
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» Comentários no CM on line
Quarta-feira, 26 Setembro
- ormonde grande texto. viver nos açores é assim, a nossa história confunde-se com os episódios da geografia. a catastrofe e a beleza estão tão perto! esta atroz geografia molda-nos o carácter e engrandece-nos a alma!

