Aprender, Aprender Sempre ! (Lenine) ..... Olá, Diga Bom Dia com Alegria, Boa Tarde, sem Alarde, Boa Noite, sem Açoite ! E Viva a Vida, com Alegria e Fantasia (Victor Nogueira) ..... Nada do que é humano me é estranho (Terêncio)
A conquista da península de Setúbal e do vale do Sado pelos exércitos islâmicos, (árabe e berbere), comandados por Abdalziz, terá ocorrido entre os anos 712 e 715. Os defensores cristãos, em minoria, não terão dificultado a acupação das cidades de Alcácer do Sal e Santiago do Cacém.
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Terminada a conquista da Península Ibérica e consolidado o domínio das cidades é fundada em 756 a dinastia Omíada que a partir de Córdova, elevará a civilização Al-Andaluz (Península Ibérica Muçulmana) a um elevado prestígio. O Al-Garb -Andaluz (o ocidente da Península Ibérica) ficou sujeito á província de Badajoz, Silves e Mértola.
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No reino de Badajoz, chefiado pela família Banus L-Aftas, dominara as terras entre o rio Douro eo vale do Sado. Alcácer do Sal era o principal castelo e centro urbano deste reino, na costa atlântica a sul do Tejo. As guerras e rivalidades entre o reino de Badajoz e os reinos vizinhos de Silves, Mértola e Sevilha, facilitaram o avanço cristão para o Sul e em 1085, Afonso VI de Leão e Catela conquistou Toledo e aproximou-se de Badajoz e Sevilha.
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Os chefes dos reinos taifas solicitaram auxílio ao Emir Almorávida de Marraquexe, Yusuf B. Tasufim que conseguiu conter a ofensiva cristã. Aproveitando o prestígio alcançado criou um Império que abrangia todos os territórios islâmicos da Península Ibérica e Marrocos.Esta nova realidade provocou a exaltação da fé islâmica e intolerância religiosa.
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A morte do Emir inícia o declínio do Emirado Almorávida. No Al-Garb Al-Andaluz, os governadores de Mértola, Beja e Silves aproveitaram o declínio do Emirado Almorávida e tornam-se autónomos em 1144, iniciando um novo período de reinos taifas. Com o passar dos tempos começaram a surgir rivalidades e guerrass entre estes reinos taifas, que foram aproveitadas, e muito bem pelo Reino de Portugal (a norte) e o Califado Almoada (a sul).
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Em 1147, o primeiro Rei de Portugal, conquistou as castelos de Almada, Sesimbra e Palmela. No ano 1157 caem Beja e Santiago do Cacém, seguidos de Alcácer do Sal. Em 1190, o califado Almoada Al-Mansur lançou uma grande ofensiva que conduziu á reconquista dos castelos ao rei de Portugal, então D. Sancho I.
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Sendo reconquistados nesta ofensiva, os Castelos de Santiago do Cacém, Alcácer do Sal, Sesimbra, Palmela e Almada. Em 1200, o exército de D. Sancho, retoma os castelos perdidos anteriormente
Pertencente ao território de Ossonoba, a primitiva ocupação da villa remonta à primeira metade do século I d.C. A sua localização favoreceu o aproveitamento dos recursos marítimos e o tráfico de mercadorias, atestado pela existência de um porto.
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No século II e, particularmente, a partir do século III, a área residencial adquiriu uma expressiva dimensão. A água era um elemento sempre presente, jorrando das bicas e das estátuas para o lago do jardim, espaço central em torno do qual toda a casa se desenvolvia: uma grande sala de recepção e de refeições de Verão, os quartos, a cozinha, as áreas de serviços, que incluíam um cryptoporticum.
O templo romano de Évora está localizado na cidade de Évora, em Portugal; faz parte do centro histórico da cidade, e foi classificado como Patrimônio da Humanidade
Tema inspirado na cidade alentejana de Alcácer do Sal e na paisagem Alcacerense.
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Alcácer do Sal é uma cidade do Litoral Alentejano, distrito de Setúbal. Foi uma das capitais do império romano tomando então a designação de Salatia Vurbs Imperatoria que posteriormente derivou para Alcácer do Sal
A escavação arqueológica ocorreu ao longo do Verão de 2009, no largo Mário Chicó, junto à fachada norte da Sé de Évora.
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Por informação directa dos arqueólogos presentes confirma-se que foram encontrados inúmeros esqueletos e vestígios datados do século XVII mas, porque o lugar sempre foi densamente povoado, é provável encontrar vestígios de épocas anteriores.
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"Não é uma vala comum. A quantidade de enterramentos humanos deve-se ao uso do espaço como cemitério nas proximidades da Sé catedral sendo prática normal até ao século XIX. Tratando-se do principal cemitério antigo da cidade de Évora, em época Medieval e Moderna, é habitual a grande concentação de sepulturas da população urbana num espaço tão reduzido. A época do cemitério ainda não está definida, integrando-se na época moderna (provavelmente séc. XVI-XVII.
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A escavação continuará até atingir o substtrato geológico do lugar, pelo que se prevê descobrir fases mais antigas da ocupação da cidade de Évora (época Romana e época Medieval
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.l)" adaptado da nota informativa de Félix Teichner, empresa Arkhaios, afixada no sítio da escavação.
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Resta dizer que a escavação está integrada no Plano de Intervenções Municipais da CM de Évora, no âmbito do Programa Acrópole XXI, que vai intervencionar parte do centro histórico eborense.
Documentario realizado por alunos do curso de ECM da Escola superior de educação. -Pedro Freitas -Micael Lança -Nelson Nunes -Pedro Barosa
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"Villa" romana de Pisões/
A dois passos de Beja, as ruínas de Pisões, com os seus mosaicos velhos de 20 séculos, são um dos sítios arqueológicos que atestam a ancestral tradição rural do Alentejo.
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Na "villa" de Pisões, com a sua arquitectura tipicamente romana, organizada à volta de um peristilo (pátio central com colunas), é inevitável sentir-se transportado para os primórdios da nossa era e tentar imaginar como dia a dia viviam os seus habitantes, que mãos tocaram estas paredes, que sentimentos as moveram.
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Nestas ruínas de um importante centro de exploração agrícola para o abastecimento de Pax Julia, a Beja do século I ao século IV, encontra-se visível o que se designa por "pars urbana", a zona residencial dos proprietários. A "pars rustica" e a "pars fructuaria", onde se localizavam as habitações dos trabalhadores e os celeiros e lagares ainda se encontram por desenterrar.
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Foi por acaso, na consequência de trabalhos agrícolas, que em 1967, foi descoberta a "villa". Os mosaicos - monocromáticos e policromáticos, com motivos geométricos ou naturalistas - que revestem os pavimentos das mais importantes das 40 divisões da "pars urbana" são, por si só, razão suficiente para a visita de Pisões. Fica na Herdade de Algramaça, a poucos quilómetros de Beja.
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Nas proximidades não se esqueça de visitar a barragem romana, outrora essencial para manter as belíssimas termas, com um hipocausto (estrutura subterrânea para aquecimento) extremamente bem conservado, e a espantosa piscina de comprimento olímpico.
Gostaria de imaginar como viviam os romanos numa zona rural no século IV? Em Vila de Frades, concelho da Vidigueira, o sítio arqueológico de São ...
Povoado de Castro da Cola/ No povoado de Castro da Cola encontra poucos vestígios romanos, mas uma herança muçulmana interessantíssima e traços cristãos da época medieval ...
Ruínas de Miróbriga/ Situada perto do mar e numa cruz de quatro caminhos estratégicos (entre Sines, Beja, Alcácer do Sal e Lagos), Miróbriga foi, na sua época áurea, ..
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"Villa" de São Cucufate/
Gostaria de imaginar como viviam os romanos numa zona rural no século IV? Em Vila de Frades, concelho da Vidigueira, o sítio arqueológico de São Cucufate é o local ideal para visitar.
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Vestígios de um tanque que outrora foi piscina, termas onde ainda se distinguem diferentes zonas de água quente, fria e tépida, áreas que serviram frondosos jardins - as ruínas de S. Cucufate são testemunho da sumptuosidade de uma "villa" (centro de exploração agrícola) romana.
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O edifício principal, ladeado por dois torreões, é um belo exemplo de conservação, talvez explicada pela ocupação do local ao longo dos séculos, mesmo após o fim do Império Romano no século V. Aliás, a designação vem da Alta Idade Média quando aqui foi fundado um mosteiro dedicado a S.Cucufate. Se bem que as primeiras construções remontem ao século I, estas ruínas são herança do século IV, quando profundas obras, usando um modelo arquitectónico pouco comum de dois pisos, tornaram a “villa” ainda mais grandiosa.
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Caminhe pelas salas abobadadas no rés-do-chão, um dia repletas com os produtos do trabalho na terra. E imagine a residência senhorial no andar superior. Suba por uma escada moderna, a substituir degraus antigos, e tenha a perspectiva que os romanos teriam do seu terraço, orgulhosos da sua imensa propriedade na paisagem alentejana.
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Ruínas Romanas de S Cucufate / Roman Ruins of S Cucufate (HD 1080i)
Localizada junto de Vila de Frades, na estrada para Alvito, a villa romana de S. Cucufate foi edificada no séc. I da nossa era e totalmente reconstruída no séc. IV. Pensa-se que terá sido habitada até ao séc. V. As dimensões da parte posta a descoberto e a monumentalidade dos torreões que enquadram o corpo central, indiciam a riqueza do seu proprietário e confirmam, tal como em Pisões, uma intensa actividade agrícola.
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Do que o tempo deixou chegar aos nossos dias, destacam-se o retábulo do altar-mor, obra de José Escovar, e as pinturas a fresco da abóbada e das paredes laterais, umas do séc. XVII, outras do início do séc. XVIII.
. http://www.visitalentejo.pt/vPT/Regioes/Vidigueira/local/Villa_Romana_de_S_Cucufate.htm .
S.Cucufate
Ruínas do Convento de São Cucufate
Roteiro da villa romana de São Cucufate que tem três fases de construção. Uma primeira datada de meados do século I a. C., outra de meados do século II e ainda uma da segunda metade do século IV, cujas ruínas ainda hoje tanto impressionam pela sua monumentalidade.
Abandonado no século V, o edifício veio a acolher, durante a Alta Idade Média, um mosteiro consagrado a S. Cucufate. Abandonado no período das guerras entre Muçulmanos e Cristãos pela posse de Beja, o mosteiro viria a ser restaurado em 1255 e entregue aos cónegos Regrantes de Santo Agostinho. Produto com entrega ao domicílio.
Ruínas do Convento de São Cucufate
Património, Tradição e Cultura | Estações Arqueológicas
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A «villa» romana de S. Cucufate é considerada a «melhor residência rural romana em Portugal». A região de S. Cucufate foi ocupada por volta do IV ou III milénio a.C. Não se sabe precisar a data em que a primeira comunidade de frades se instalou nas ruínas da antiga quinta romana. A partir do século XIII, serão os frades Agostinhos de São Vicente de Fora a ocupar o local. Sabe-se que no século XVII mais nenhuma comunidade ocupou o edifício, apesar de a capela ter continuado aberta ao culto até ao século XVIII. Em S. Cucufate encontramos um edifício de dois pisos, formado por um longo corpo central e delimitado por dois corpos laterais salientes.
A riqueza monumental do conjunto pré-histórico de Alcalar pode ser apreciada junto ao Rio Arade, em Portimão, numa exposição desenvolvida para divulgar esta importante comunidade pré-histórica algarvia.
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A iniciativa, que estará patente até ao dia 16 do próximo mês na Zona Ribeirinha, pretende marcar os cinco mil anos de história deste conjunto monumental e aproximar os visitantes a um tempo e espaço diferente do actual. Para tal, está a ser projectado no local um documentário completo sobre Alcalar, assim como a exibição de réplicas rigorosas de artefactos e instrumentos usados na época.
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A exposição, que pretende ser o ponto de partida e motivação para a descoberta e visita ao Centro Interpretativo, insere-se no projecto ‘Alcalar – Promoção dos Monumentos Megalíticos e da Paisagem Cultural’, desenvolvido pelo Museu Municipal e autarquia de Portimão e Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (R.P.G)