Tu, Carmen Montesino e Hakkı Dogan Peker gostam disto.
Aprender, Aprender Sempre ! (Lenine) ..... Olá, Diga Bom Dia com Alegria, Boa Tarde, sem Alarde, Boa Noite, sem Açoite ! E Viva a Vida, com Alegria e Fantasia (Victor Nogueira) ..... Nada do que é humano me é estranho (Terêncio)
Discurso de Lula da Silva (excerto)
domingo, 21 de agosto de 2011
Alhambra (Granada) | Poemas de La Alhambra (XIV sec.), Francisco Tarrega
Tu, Carmen Montesino e Hakkı Dogan Peker gostam disto.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Olivença is Portugal or Spain?
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JoaoLisboa26 — 21 de Junho de 2009 — Olivença issu
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Historia de Olivenza, Olivença é Espanha, España, Spain, Spanien
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El origen de Olivenza es Castellano y va unido a la reconquista de Badajoz por El Rey de León Alfonso IX en 1230.
En 1256, los templarios se apoderaron ilegalmente de las tierras de Olivenza. La ocupación ilícita del temple fue pareja con la portuguesa del margen izquierdo del bajo Guadiana.
Alfonso X "El Sabio", se encargo de poner orden en la abandonada retaguardia extremeña.
La convención de 1267, definió la linea fluvial del Caia y Guadiana, la frontera entre Castilla y portugal.
Tras la muerte prematura de SanchoIV de Castilla y León en 1295, y como consecuencia;
- La ofensiva musulmana.
- La sublevación de la nobleza.
- Y la guerra civil.
Castilla se enfrenta a una situación critica.
don dinis "el espabilao" de portugal, aprovecho el mal momento de Castilla y presiono a la desconsolada viuda y Regenta María de Molina, con la amenaza de invadir Castilla de no entregar Olivenza.
María de Molina, no tuvo otra opción y tuvo que dejar que el dinis robara olivenza.
Después Castilla intentará quitarse la espina de Olivenza, en cuantas ocasiones se presenten. Portugal por su parte hace en Olivenza mas fortificaciones ante la amenaza Castellana.
En la guerra de las naranjas, Olivenza fue totalmente abandonada a su suerte. Después de cinco siglos ocupando una situación insostenible, cayó ingloriosamente ante la sola presencia de las tropas españolas.
Godoy firmó el primer tratado (1801) antes de que las tropas francesas enviadas por Napoleón llegaran a Olivenza.
El tratado luso-francés de la misma fecha no gozó de existencia legal, al no presentarse Napoleón y faltar una de las firmas.
El tratado de Madrid, en septiembre de 1801, fue derogado, "el estado de guerra, anula los tratados de paz concluidos anteriormente".
El tratado de París, solo anula la parte franco-portuguesa.
El congreso de Viena, solo obligaba a España a mantener conversaciones para la pronta devolución de Olivenza. Este compromiso España lo cumplió con creces, al negociar durante tres años en la llamada conferencia de París. Conversaciones que se rompieron tras ocupar Portugal ilegalmente la provincia cisplatina de Uruguay.
España exigió esta para retornar las conversaciones, pero Portugal no respondió a esta petición, después, Brasil se independizo de Portugal.
Tras 500 años de ocupación portuguesa, Olivenza regresó a sus orígenes Hispanos.
Pues no hay en todo el territorio Hispano, ciudad mas linda, que es mi Olivenza.
Que no te engañen, Olivenza es ...España
Olivenza... Mipueblo.es
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TEM FÉ, Ó OLIVENÇA - TEN FÉ OLIVENZA
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wekus — 1 de Abril de 2008 — Canção dos "Onda Choc"
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TEM FÉ, Ó OLIVENÇA
Um dia os templários,
portugueses como nós,
fundaram Olivença,
terra de nossos avós.
D. Dinis lhe deu Foral,
D. João lhe deu a torre,
aqui sempre foi Portugal,
e a sua história não morre.
Tem fé, oh Olivença!
Ó irmã secular!
Não podes cair numa descrença, (bis)
verás que um dia tu vais voltar (bis)
Oh praça forte e sempre atenta,
és sentinela do Guadiana!
Irá ter fim um dia a tormenta,
tu és lusa, não és castelhana.
Os bravos portugueses
enfrentaram os espanhóis,
aliados aos franceses
mais os Rochas e Godóys.
Mas ganhou a opressão
que esta terra usurpou
e com ferros, sangue e bastão
a nossa língua interditou.
Irá ter fim um dia a tormenta,
tu és lusa, não és castelhana.
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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Salvador (Puig Antich), de Manuel Huerga
| Digestivo nº 415 >>> Salvador (Puig Antich), de Manuel Huerga Para quem se cansou de assistir a filmes brasileiros sobre os recentes anos de chumbo, uma alternativa é Salvador, dirigido por Manuel Huerga... sobre os “anos de chumbo”... na Espanha – ou sobre a resistência à ditadura de Francisco Franco, nos anos 70, na Catalunha, mais precisamente em Barcelona. O longa, baseado no livro de Francesc Escribano, sobre Salvador Puig Antich, refaz a trajetória do jovem anarquista, que, depois do Maio de 68 na França, optou pela clandestinidade, virou motorista em assaltos a banco (para subsidiar as atividades do grupo MIL, Movimiento Ibérico de Liberación), terminou capturado numa emboscada da polícia, envolveu-se num tiroteio, acabou preso e condenado à pena capital pela morte de um guarda-civil. Salvador morreu aos 25 anos, em 1974, executado pelo “garrote”, um instrumento de tortura medieval – que, empurrando uma barra de ferro contra a nuca do condenado, rompe sua coluna e, previsivelmente, causa morte cerebral (não instantânea). A reconstituição do episódio, que causou protestos no país e fora dele (na época), foi considerada melodramática em tela grande. Mas é certo que a cena da execução – numa adaptação que, nos demais momentos, lembra a estética de O que é isso, companheiro? – é uma das mais impressionantes dos últimos tempos. Embora radicais tenham reclamado de Salvador, e seus companheiros, serem retratados como “playboys”, sem que explicações maiores sejam dadas sobre o uso da violência, Cannes aprovou e Salvador, por mais que falhe historicamente, funciona como um libelo contra a pena de morte. Talvez filmes sobre ditaduras, assim como filmes sobre o holocausto, sirvam para nos lembrar, periodicamente, sobre alguns horrores que, nem em tom de piada, deveriam voltar. >>> Salvador (Puig Antich) |
terça-feira, 15 de abril de 2008
Bilhete Postal: Acusações históricas
* Leonor Pinhão, Jornalista
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‘Manda Bala’, premiado em Sundance e em Salónica, trata do Brasil e explica a “marca” portuguesa na secular história da corrupção no país: “Os portugueses nunca quiseram criar uma cultura”, limitaram-se a “explorar as riquezas” e a “criar as raízes da corrupção”. Um outro documentário, ‘Segredos da Morte’, com estreia marcada no canal norte--americano PBS, reescreve a história da conquista do continente pelos espanhóis a partir da descoberta de uma vala comum, em território azeteca, com centenas de corpos mutilados. As antigas potências ibéricas estão mal vistas pelos documentaristas. Mas, ainda assim, antes a vigarice do que o genocídio.
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in Correio da Manhã 15 Abril 2008 - 00h30
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