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sábado, 18 de julho de 2009
"Abraçando o Globo: Portugal e o Mundo nos Séculos XVI e XVII"
This map, depicting one hemisphere of Kunyu quantu from the Harvard-Yenching Library collection.jpgSeptember 19, 2007 – Two maps from the Harvard-Yenching Library’s Chinese Rare Books Collection spent the summer on display at the Arthur M. Sackler Gallery of the Smithsonian Institution in Washington, D.C. The maps, 1860 reprints of maps by Dutch Jesuit missionary, astronomer, and cartographer Ferdinand Verbiest (1623-1688), were part of an exhibition titled "Encompassing the Globe: Portugal and the World in the 16th and 17th Centuries," which ran June 24 through September 16..
The exhibit focused on how Portuguese voyages in those centuries—to far-flung destinations like the west coast of Africa, Brazil, India, Sri Lanka, Indonesia, China, and Japan—led to significant cultural interchange and resulted in paintings, manuscripts, maps, and other works of art that, according to the exhibition website, “show the formation of a modern view of the world.”
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The Verbiest work loaned by Harvard-Yenching, “Kunyu quantu” (A Complete Geographical Map of the Earth), was published around 1674 and consisted of two maps showing two hemispheres. Xiao-He Ma, Librarian for the Chinese Collection at Harvard-Yenching, notes that although Verbiest’s biggest achievement actually lay in six huge bronze astronomical instruments he designed and built, he also contributed significantly to Chinese cartography.
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“When European cartography was first introduced into China in the late 16th century, the major difference between European and Chinese cartography was that traditional Chinese mapmakers treated the earth as flat,” explains Ma. “Maps by Matteo Ricci and Ferdinand Verbiest were the two greatest representatives of European cartography. Through Ricci and Verbiest's maps, Chinese mapmakers were introduced to the Ptolemaic system of organizing cartographic space.”
This world map by German cartographer Henricus Martellus (who lived in Florence Italy) shows the world as Europe knew it in 1489
The colony's growing wealth was evident in its many churches and the art to adorn them (a 17th-century silver altar vessel).
Portugal's voyages of discovery turned the nation into a trading empire.Maps, such as the 1502 Cantino Planisphere, traced a new view of the world
oratório portátil, completamente aberto e com a representação da ascendência da Virgem,das colecções do Museu de Évora.
cronologia: 2ª metade do século XVII


Oil on canvas 104 x 164 cm
Santa Casa de Misericordia de Lisboa Museu de Sao Roque, Lisbon, Portugal
In 1500, a Portuguese fleet commanded by Pedro Alvares Cabral landed by accident [?!] on the coast of Brazil
Explorer Vasco da Gama sailed his four ships into the Indian Ocean in late 1497 Before long Portuguese merchants were trading in luxury goods (mother-of-pearl ewer made in Gujarat
Cultural cross-pollination inspired works of art, like this c. 1600 ivory carving from China, likely inspired by the Virgin and Child
Beginning in the 1430s, navigators sailing under the Portuguese flag explored from Africa's west coast all the way to the Cape of Good Hope, which they rounded in 1488
Because of Portugal's explorations, Europeans were also made aware of exotic animalsThe Rhinoceros by Albrecht Dürer, 1515
Albert Eckhout, Still Life with pineapple, melon, and other tropical fruits,Oil on canvas
Image The National Museum of Denmark, Ethnographic Collection, Copenhagen
A zebra taken from Africa to India in 1621 was depicted by an artist in the court of Mogul emperor Jahangir
A 17th-century work from Japan's Edo period.
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The British Library Board
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Museu Nacional de Arte Antiga, Lisbon, Portugal; Photo: Luis Pavão
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Beinecke Rare Book and Manuscript Library, Yale University, New Haven
Museu Nacional de Arte Antiga, Lisbon, Portugal
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The country's global adventurism in the 16th century linked continents and cultures as never before, as a new exhibition makes clear
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Private Collection
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Freer Gallery of Art, SI
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Tokyo National Museum
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Metropolitan Museum of Art, New York
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National Museum of Denmark, Ethnographic Collection, Copenhagen
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WASHINGTON - O Presidente Cavaco Silva acabou de descobrir a sua herança na capital dos Estados Unidos. Durante uma visita privada, na quarta-feira, à exposição "Abraçando o Globo: Portugal e o Mundo nos Séculos XVI e XVII," que irá abrir ao público no dia 24 de junho no Smithsonian Freer Gallery of Art e Arthur M. Slacker. A exposição apresentará cerca de 250 peças produzidas por cada uma das culturas contactadas pelas primeiras rotas comerciais de Portugal e está focada no impacto das descobertas portuguesas na Europa e na troca de conhecimentos com os povos que os Portugueses encontraram. "Portugal está na moda na capital, especialmente com a visita do presidente," disse James Gordon, director de relações públicas e marketing no Smithsonian. "A exposição é o tema do momento. O Instituo de Turismo Português têm feito uma campanha publicitária realmente grande e fala-se muito sobre a exposição." O custo da exposição está estimado em $5 milhões e o instituto espera atrair perto de 250,000 visitantes. A exibição estará patente até ao dia 16 de Setembro. Os artefactos expostos fizeram cair o queixo de Manuel Silva Pereira, Assesor da Cultura na Embaixada Portuguesa em Washington. "Confirmou todas as minhas expectativas. Tem peças absolutamente únicas. Gostava de ter pelo menos 20 delas em casa," gracejou Pereira. "Dos Açores vem uma coroa de prata do Espírito Santo do século 17 que é muito significativa e há peças inacreditáveis, fascinantes que vem de Portugal e de outros países." O Director da galeria Julian Raby disse que este é o projecto mais ambicioso na história da instituição. "Através da sua mensagem global e das importantes componentes dedicadas às artes da Ásia e do Próximo Oriente, 'Encompassing the Globe' é uma exposição ideal para a Smithsonian," disse Raby. "Estamos extremamente gratos ao Ministério da Cultura de Portugal pelo seu generoso apoio financeiro e pela sua parceria organizativa, sem o qual esta exposição não seria possível." A exposição incluirá peças exóticas Kunstkammer coleccionadas pelos Habsburgo e pelos Medici, entre outros, reunidas a partir de colecção europeias, mapas raros do séc. XVI de cartógrafos portugueses e florentinos. Em exposição estão também tubas de caça e saleiros esculpidos em marfim na África Ocidental e Central, estátuas de terracota e outras obras religiosas do Brasil do séc. XVII, peças de madrepérola da Índia em montagens europeias de pratarias e instrumentos científicos produzidos para corte imperial chinesa pelos primeiros missionários Jesuítas.
©O Jornal 2007 o jornal.com/
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in Boletim da SCMLxa
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Um oratório portátil do século XVII, dos mais completos do género em Portugal, sofreu um restauro profundo para integrar uma exposição da Smithsonian Institution, em Washington (EUA).A peça, com a representação da ascendência da Virgem, irá até à capital americana para figurar na exposição Encompassing the Globe: Portugal and the World in the 16th and 17th Centuries, que decorre de 23 de Junho a 16 de Setembro.O evento, que tem o apoio do Ministério da Cultura português, reúne cerca de 300 objectos produzidos, nos séculos XVI e XVII, pelos diversos povos "tocados" pelas rotas comerciais portuguesas. Apresentado regularmente em exposições nacionais e estrangeiras, o oratório portátil indo-português, de madeira de teca e marfim policromado e dourado, estava um pouco degradado e, em troca da cedência à Smithsonian Institution, o Museu de Évora assegurou o restauro. "Foi, em parte, uma contrapartida. Pensávamos que o restauro ia ser pouco profundo, mas a peça sofreu bastante", observou, em declarações à agência Lusa, Joaquim Caetano, director do Museu de Évora, frisando que o "cuidadoso" restauro efectuado pelo atelier da conservadora- restauradora Conceição Ribeiro permitiu "fazer reviver alguns valores do oratório que se pensava estarem perdidos". Os repintes foram retirados e a verdadeira policromia e os dourados da peça voltaram a "ver a luz do dia", num trabalho que durou cerca de três meses. O objecto, que servia para uma devoção mais individualizada, regressou em Março ao núcleo provisório do Museu de Évora. A referência surge pela primeira vez num inventário de 1940."Este tipo de oratórios terão sido comuns em Portugal. Hoje só existem três ou quatro conhecidos. O mais próximo deste, mas não tão completo, está no Museu de Arte Antiga", disse. Com as armas dos dominicanos no topo, o oratório tem três painéis articulados de cada lado com a representação da genealogia da Virgem, tema muito comum em Portugal na talha do século XVII.Dada a importância do oratório, uma das mais importantes das 20 mil peças do acervo do Museu de Évora, o empréstimo à Smithsonian Institution reveste-se de diversas cautelas.O objecto será transportado para Washington numa caixa dupla que, além de "absorver os choques", permite "manter a temperatura e humidade ideais", sendo depois exposto em condições que preservem os seus pigmentos orgânicos, a madeira e o marfim. DN Segunda, 9 de Abril de 2007 Edição Papel
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quarta-feira, 15 de julho de 2009
Encompassing the Globe: Portugal e o mundo nos séculos XVI e XVII
Exposição “Encompassing the Globe” em Lisboa
15 Julho 2009 in Cultura, Artes e Letras, Sociedade |
É inaugurada hoje em Lisboa, no Museu Nacional de Arte Antiga, a exposição “Encompassing the Globe: Portugal e o mundo nos séculos XVI e XVII”, dedicada à expansão marítima portuguesa, reunindo cerca de 170 objectos de museus de todo o mundo, de África ao Japão, passando pelo Brasil e Estados Unidos, incluindo também peças não apresentadas nas anteriores exposições, nos EUA e na Bélgica, nomeadamente a Custódia de Belém e os Painéis de São Vicente.
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(via Público)
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in Memória Virtual
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