Discurso de Lula da Silva (excerto)

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sábado, 5 de maio de 2012

Orson Welles - Sede do Mal (Touch of evil) (1958)



Enviado por  em 05/12/2011
Un agente de la policía de narcóticos (Heston) llega a la frontera mexicana con su esposa justo en el momento en que explota una bomba. Inmediatamente se hace cargo de la investigación contando con la colaboración de Quinlan (Welles), el jefe de la policía local, muy conocido en la zona por sus métodos expeditivos y poco ortodoxos. Una lucha feroz se desata entre los dos hombres, pues cada uno de ellos tiene pruebas contra el otro.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Ben-Hur - William Wyler



Digestivo nº 44 >>> Hate keeps a man alive
Primeira constatação a se fazer depois de assistir Ben-Hur em DVD: trata-se de um filme do século passado. Não apenas cronologicamente falando, mas sobretudo em aspectos formais: diálogos com longas pausas dramáticas; gestos demorados (contrariando frontalmente a impaciência destes tempos de agora); música grandiloqüente, conduzindo a narrativa por altos e baixos; brutalidade masculina beirando o animalesco (mas sem recorrer açougues ou dissecações); sentimentalismo feminino às raias do piegas (mas sem que haja qualquer protagonista mulher de relevância, apenas homens). A história do sujeito que é destituído de suas funções, perdendo o prestígio e a reputação (para depois recuperá-los em triunfo), foi retomada muitas vezes depois de 1959. Recentemente no Gladiador de Ridley Scott que, se se for observar, contém uma versão atualizada e, em termos de duração e enredo, relativamente "diet" se comparada à saga de Judah Ben-Hur. William Wyler, o diretor, trabalhava muito bem com símbolos, desde os mais evidentes até os mais sutis: romano versus judeu (ocidental versus oriental); cavalos brancos versus cavalos pretos (pureza versus corrupção); uniforme em azul versus uniforme em vermelho (céu versus inferno); inclemência versus misericórdia (mal versus bem, paganismo versus cristianismo). Se surgisse como produção em pleno século XXI, Ben-Hur seria duramente criticado por seu moralismo simplificador, por seu apelo às emoções (em lugar do entendimento), por seus excessos (ao recorrer constantemente a cenas e a episódios totalmente acessórios), por seu herói canastrão (dada a popularidade de Charlton Heston como ator). Trata-se, porém, de um clássico. Convém assisti-lo sem discuti-lo. Inclusive, é até mais compensador.
>>> Ben-Hur