Discurso de Lula da Silva (excerto)

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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Natal dos Simples (Vamos Cantar as Janeiras)



 

Natal dos simples

Letra e música: Zeca Afonso
(reis, janeiras, canção de Natal) 
In: Cantares de Andarilho;

Vamos cantar as janeiras
Vamos cantar as janeiras
Por esses quintais adentro vamos
Às raparigas solteiras
Vamos cantar orvalhadas
Vamos cantar orvalhadas
Por esses quintais adentro vamos
Às raparigas casadas

Vira o vento e muda a sorte
Vira o vento e muda a sorte
Por aqueles olivais perdidos
Foi-se embora o vento norte

Muita neve cai na serra
Muita neve cai na serra
Só se lembra dos caminhos velhos
Quem tem saudades da terra

Quem tem a candeia acesa
Quem tem a candeia acesa
Rabanadas pão e vinho novo
Matava a fome à pobreza

Já nos cansa esta lonjura
Já nos cansa esta lonjura
Só se lembra dos caminhos velhos
Quem anda à noite à ventura


http://natura.di.uminho.pt/~jj/musica/html/zecafonso-natalDosSimples.html

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Cartoons de Natal

cartoon de Solon Maia, em http://www.meusnervos.com.br/



quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Natal de Cristo

Para: Victor
Assunto: NATAL DE CRISTO
Data: 16/Dez 20:35
Ainda que eu falasse a lingua dos anjos; Ainda qu eu tivesse, toda fé e o poder nas mãos; Ainda qu eu desse os meus bens à quem me estende as mãos, De nada valeria, sem ter o amor. Só o amor é capaz de transformar os corações. Só este amor, é bem mais do que você sonhava ter. Foi por am0or que Jesus a própria vida deu na cruz, um alto preço Ele pagou. O preço do amor...











Natal

Para: Victor
Assunto: olá amigos( as )
Data: 12/Dez 21:09
smileys falando

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Feliz Natal

Para: Victor
Assunto: Feliz NATAL
Data: 11/Dez 15:09

sábado, 18 de dezembro de 2010

Música de Natal - Funk, Rap e Hip Hop


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Yeza2008 | 22 de Dezembro de 2009 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 2 utilizadores que não gostaram deste vídeo  funk de natal buddypoke

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leandroantonio84 | 16 de Dezembro de 2009 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Vídeo muito doido do Papai Noel dançando funk do natal!!
Vale a pena conferir!!
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alexandre9154 | 20 de Dezembro de 2008 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 3 utilizadores que não gostaram deste vídeo
gostaria de uma parceria de troca de links com meu blog de Culinaria, A parceria seria em formato de banner.http://receitas-rj.blogspot.com/

funk bate o sino

 
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007Neggao | 7 de Dezembro de 2008 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Uma simples Homenagem de Natal - Hip Hop De Natal (by Francis)

 
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patybjorge | 13 de Dezembro de 2009 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo- Buddy Puke em Ritmo de Natal!
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171slipknot | 14 de Dezembro de 2006 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 36 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Feliz natal para todas aew . xD~~
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2602rafael | 26 de Maio de 2010 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo
realidade continental - dia de natal rap floripa 
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tugahip | 18 de Dezembro de 2008 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo - Hip Hop Tuga - Pai Natal
não existe nenhuma descrição disponível

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sábado, 23 de janeiro de 2010

Os rituais gastronômicos do Natal celebram o Menino Jesus? - Fatima Oliveira *

Colunas

Vermelho - 23 de Dezembro de 2009 - 1h54

Os rituais gastronômicos do Natal celebram o Menino Jesus?

Fatima Oliveira *

Onde nasci não se falava muito em dia de Natal, era Dia do Nascimento, conforme escrevi em "O espírito dos natais passados: Natal ou Dia do Nascimento?" (23.12.2008). O centro da comemoração era o Menino Jesus, daí a imperiosa presença dos presépios e da "tiração de reis" - apresentação de reisados, iniciados na véspera do Dia do Nascimento, indo até ao Dia de Reis, 6 de janeiro. Os reisados são autos natalinos de uma beleza indescritível.

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O adorável dos dias santos católicos, como Semana Santa e Natal, é o cardápio, já que o ponto alto de tais festas é a comilança, pois os rituais culinários são de dar água na boca. Um complicador contemporâneo é que as comidas tradicionais do Natal brasileiro foram relegadas ao esquecimento, tendo sido substituídas por costumes alimentares de países de clima frio.
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Em minha família de origem, o almoço do Dia do Nascimento era sagrado, com peru e leitoa. Não havia a cultura de Papai Noel e nem de presentes. Isso era lá no sertaozão bravo, porque na capital, São Luís do Maranhão, o Natal já era infestado de Papai Noel, ceia de Natal e quetais, embora até hoje os presépios sejam venerados.
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O escritor baiano João Ubaldo Ribeiro, em "Jingobel, Jingobel (Uma história de Natal)", diz que na ilha de Itaparica, "Referentemente ao Natal, podemos dizer que temos aqui muitos tipos, dependendo. Já tivemos mais, porém o Natal é uma festa que nem todos reúnem condições, aliás, verdade seja dita quase que nenhuns aqui... Então o Natal aqui é isso mesmo, é a televisão".
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Depois que tive a minha própria casa, a cultura gastronômica natalina europeia passou a existir, pois Natal para o meu marido era cultura europeia. Honestamente, continuo gostando muito mais do almoço de Natal do que da ceia natalina. Resolvemos o possível problema criando a nossa prole nas duas tradições gastronômicas.
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O escritor colombiano Gabriel García Marquez, em "Estas sinistras festas de Natal" (1980), inicia dizendo que "Ninguém mais se lembra de Deus no Natal. Há tanto barulho de cornetas e de fogos de artifício, tantas grinaldas de fogos coloridos, tantos inocentes perus degolados e tantas angústias de dinheiro, para se ficar bem acima dos recursos reais de que dispomos, que a gente se pergunta se sobra algum tempo para alguém se dar conta de que uma bagunça dessas é para celebrar o aniversário de um menino que nasceu há 2.000 anos em uma manjedoura miserável, a pouca distância de onde havia nascido, uns 1.000 anos antes, o rei Davi".
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E finaliza de modo contundente: "Tudo isso em torno da festa mais espantosa do ano. Uma noite infernal em que as crianças não podem dormir com a casa cheia de bêbados que erram de porta buscando onde desaguar ou perseguindo a esposa de outro que acidentalmente teve a sorte de ficar dormindo na sala. Mentira: não é uma noite de paz e amor, mas o contrário. É a ocasião solene das pessoas de quem não gostamos(...) Não é raro, como acontece frequentemente, que a festa acabe a tiros".
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Corroborando Gabriel García Marquez com minha experiência de muitos e muitos plantões em pronto-socorros, tanto em 24 quanto em 31 de dezembro, posso dizer que o Natal é uma festa violenta - parentes quebrando garrafas de cerveja na cabeça de quem não gostam e muitos acidentes com crianças, principalmente em bicicletas e velocípedes novos. Bem mais violenta que as comemorações do Ano Novo, embora a primeira seja uma festa em família e a segunda "uma festa de rua".

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* Médica e escritora. É do Conselho Diretor da Comissão de Cidadania e Reprodução e do Conselho da Rede de Saúde das Mulheres Latino-americanas e do Caribe. Indicada ao Prêmio Nobel da paz 2005.
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* Opiniões aqui expressas não refletem necessáriamente as opiniões do site.

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  • SANTO NATAL

    23/12/2009 15h57
    Cara amiga,não sei qual o seu credo e isto não está em foco aqui. Mas concordo com vc em genero numero e grau,sou tambem interiorano,sou de Minas um estado em que areligiosidade tem uma profunda raiz na nossa alma. Vejo com saudade e tristeza o tempo que não volta mais,aquele tempo em que se reunia em torno de uma mesa às vezes não tão farta de comidas mas farta de amor familiar,com os olhos voltado pára o presépio onde o verdadeiro aniversariante recebia carinhos da criançada e veneração dos mais velhos,era um tempo em que a atmosfera éra de alegria sincera porque alí estava a razão de nos mantermos unidos e salvos do pecado,esta era a atmosfera que viviamos.Diferentemente dquela época hoje vivemos o natal do papai noél,sem na maior parte das vezes nos lembrarmos do verdadeiro simbolo da festa. hoje o mote é dar presentes,comer muito se enbebedar e claro até mesmo correr para os moteis para "COMERMORAR".É uma pena ver isto,traz muito sofrimento. SDS
    Carlos
    Itabira - MG
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sábado, 2 de janeiro de 2010

"Noite sagrada uma ova!": o Natal dos nazistas em exposição

DW World - Alemanha | 25.12.2009

"Noite sagrada uma ova!": o Natal dos nazistas em exposição

Celebrar o nascimento de um menino judeu era impensável: em 1933-45, nacional-socialistas da Alemanha instrumentalizaram o Natal, descristianizando-o. Certas marcas perduram até hoje. Exposição em Colônia esclarece.

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O Natal é o ponto alto no calendário religioso da Alemanha. Muitas das tradições, imagens e melodias cultivadas ao redor do mundo têm sua origem nos países de língua germânica. Estrelas cintilantes decorando a árvore, um angélico bebê de cabelos claros, presentes embalados com esmero, canções entoadas por coros de igreja – na Alemanha, tudo isso faz parte das festividades em torno do nascimento de Jesus Cristo.
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Entre 1933 e 1945, sob o Terceiro Reich, o Natal era exatamente tão popular quanto hoje. Só que a homenagem ao nascimento de um menino semita – ainda que celebrado como o Redentor cristão – era coisa difícil de conciliar com as máximas e metas dos nazistas no poder. Em consequência, os ideólogos de Adolf Hitler decidiram extirpar o simbolismo cristão da festa.
Julfest
Sede do Centro de Documentação Nacional-Socialista de Colônia 
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O Centro de Documentação Nacional-Socialista de Colônia lançou uma exposição especial sobre o Natal na propaganda política. "Von wegen Heilige Nacht!" ("Noite sagrada uma ova!") vai até 17 de janeiro de 2010 e documenta a tradição natalina durante o Terceiro Reich.
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Jürgen Müller, que encabeça a equipe de pesquisadores da mostra, confirma: "Celebrar o nascimento de um judeu era impensável para os nazistas". Mas a festividade era popular demais para que se permitissem bani-la. "Portanto, decidiram corrompê-la", define.
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Primeiro, os cabeças do regime tentaram suprimir todas as tradições cristãs. Eles rebatizaram o Natal como Julfest e propagaram as raízes germânicas da celebração da luz em 21 de dezembro, o solstício de inverno. Como, no entanto, para a maioria das famílias alemãs o espírito cristão continuou predominando, foram forçados que mudar de tática.
Jesus ariano
Treinamento precoce 
Os nazistas reinterpretaram as imagens clássicas do Menino Jesus com José e Maria, seus amorosos pais, como o modelo da família ariana, à qual conferiam significância quase sagrada. E assim o foco natalino deslocou-se de Cristo para a família.
'Não se esqueça de encomendar os pacotes de Natal para a zona soviética' 
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As Igrejas, apesar de indignadas com os esforços do regime para solapar crenças centrais da Cristandade, eram impotentes para protestar contra o curso dos eventos. "A reação da Igreja não foi muito pronunciada. Por volta de 1936-1937, o governo nazista era tão poderoso que sua possibilidade de resistir era mínima", lembra Müller.
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Nenhum aspecto das festividades natalinas permaneceu a salvo do simbolismo nazista. A árvore, há muito um componente central do culto, foi despida de suas decorações tradicionais. Estrelas, anjos, sinos, frutas e doces foram substituídos por cruzes suásticas e ornamentos em forma de canhões, granadas e aviões de combate. No topo, em vez de um anjo ou estrela, uma águia dourada de asas abertas, símbolo nacional alemão. Até mesmo o papel de presentes era ilustrado com simbolismo nacional-socialista.
Letras nazistas que persistem
Suástica substituía estrelas 
O ornamento mais difícil de reprimir foi a estrela: a tradicional, natalina, de seis pontas, lembrava demais a estrela amarela que os judeus eram obrigados a portar, para identificação imediata. As de cinco pontas evocavam a estrela vermelha do inimigo soviético. A solução foi banir inteiramente esse tipo de forma geométrica.
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Também as eternas canções de Natal foram devidamente descristianizadas por compositores ligados ao sistema. "Algumas ganharam novas letras, outras foram completamente recriadas", explicou à Deutsche Welle Barbara Kirschbaum, do Centro de Documentação Nacional-Socialista de Colônia.
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Uma das canções transformadas, Es ist für uns eine Zeit angekommen (Chegou um tempo para nós) continua popular. Quem até hoje a canta, mesmo nas igrejas, na versão nazista, em princípio não tem consciência da história por trás da letra, observa Kirschbaum.
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Lições para o presente
Segundo a funcionária do centro de documentação, com a atual exposição se tenta descobrir o que é possível aprender através do modo como os nazistas manipularam o imaginário natalino. E aguçar a percepção para os mecanismos em jogo. Kirschbaum insiste que se compreenda que são as pessoas a configurar a história, e que a propaganda é usada para reescrevê-la.
Decoração natalina em forma de granadas 
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"Geralmente, os visitantes mais idosos ficam primeiro tocados pelas lembranças infantis que os objetos reavivam. Mas gradualmente veem o propósito por trás das coisas, algo de que não se deram conta quando eram jovens. E isso os assusta: perceber o uso que se fazia das coisas, e como suas crenças de criança eram usadas para os fins de propaganda."
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A reação dos mais jovens à mostra é ainda mais drástica. Jonas Rahimi, de 15 anos, revelou estar chocado pelas marcas profundas que o nazismo deixou nas festividades de Natal da Alemanha. "Os nazistas realmente impingiam seus pontos de vista radicais em todas as partes da vida. Havia até um joguinho de guerra para as crianças. Estou muito chocado", comentou o colegial, completando achar importante as pessoas lembrarem o que aconteceu, "pois foi crucial, e não deveria cair no esquecimento".

Autor: Faith Thomas (av)
Revisão: Roselaine Wandscheer

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terça-feira, 26 de agosto de 2008

Natal - Presépio

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