Discurso de Lula da Silva (excerto)

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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Arriba Garcia Lorca !


o tempo das cerejas*

um blogue de esquerda em homenagem à Comuna de Paris

19/08/11


Nos 75 anos da sua execução pelos franquistas



Arriba Garcia Lorca ! 




Ana Belém canta Herido de Amor de Federico Garcia Lorca

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Cante Alentejano e Álvaro Cunhal, em «O Tempo das Cerejas»

25/11/09

Cante Alentejano


Merecida divulgação


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Muitos leitores não conhecerão, mas já está editado há algum tempo um triplo CD com 200 modas de cante alentejano e mais as respectivas letras, num meritória, generosa e esforçada iniciativa da Liga dos Amigos da Mina de S. Domingos, de Sacavém. As encomendas podem ser para feitas liga.mina@netcabo.pt ou para o telemóvel 918801498.

24/11/09

Apresentação hoje em Lisboa


Retratos de Álvaro Cunhal

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Foto do grande Eduardo Gageiro
(também incluida nesta obra)

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Hoje, às 18,30 hs, na Biblioteca Museu República e Resistência (na Rua Alberto de Sousa, n.º 10 A, Zona B do Rego, em Lisboa), António Borges Coelho apresenta a obra Retratos de Álvaro Cunhal, concebida por esse príncipe da edição portuguesa que se chama José Cruz dos Santos, e que reune 48 obras literárias e gráficas evocativas dessa inesquecível figura da resistência antifascista, da conquista e afirmação da liberdade e da democracia e da construção do Portugal de Abril. 
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Edição conjunta da
Afrontamento e da Modo de Ler, 25 E.




quarta-feira, 22 de julho de 2009

Os espanhóis que combateram em França

Combates da memória ( 22 )


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Evelyn Mesquida
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O tema já uma vez aqui foi abordado mas vale a pena ler no El País de 13/7 um texto resultante de um encontro com a historiadora Evelyn Mesquida (Alicante, 1945) que dedicou 10 anos de investigação na difícilima tarefa de reconstituir, de forma documentada, o generoso e exaltante empenhamento dos republicanos espanhois na resistência francesa.A jornalista do El País Berna Harbour começa por referir que «a memórica histórica oficial não é só fraca em Espanha. A França acreditou que vitoriou os seus homens em Paris mas eram Gomez, Puig ou Pujol os que desfilavam e escasso o rasto que deixaram nos arquivos oficiais». Evelyn Mesquida sublinha que « o meu objectivo é que a França reconheça que deve uma parte da sua liberdade a mais de 200 mil republicanos que combateram com uma experiência e entrega que os franeses não tiveram, e que a França também recupere a sua memória histórica». Relatando os seus contactos com familiares dos combatentes espanhóis en França, Evelyn declara que «vi a alegria dos descendentes ao conhecer pelo livro [La Nueve, ver em baixo] o heroísmo dos seus avós, ao saber que a história não acabou naqueles campos de concentração franceses como pensavam mas em batalhas gloriosas que trouxeram a liberdade à Europa, embora não a Espanha».

La Nueve (*),
Edições Llun Quiñonero


(*) O nome do livro de Evelyn Mesquida refere-se à 9ª Companhia do Regimento francês do Chad em que foram integrados os combatentes espanhóis que se bateram primeiro na França ocupada, depois no Norte de
África contra Rommel e participaram num segundo desembarque na Normandia, vindo a intervir finalmente na libertação de Paris. Aqui, o sítio dedicado à La Nueve.
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