Aprender, Aprender Sempre ! (Lenine) ..... Olá, Diga Bom Dia com Alegria, Boa Tarde, sem Alarde, Boa Noite, sem Açoite ! E Viva a Vida, com Alegria e Fantasia (Victor Nogueira) ..... Nada do que é humano me é estranho (Terêncio)
Creio que todo omundo em algum momento da vida, seja pelo lado científico ou religioso, gasta pelo menos 5 minutos da sua vida para pensar na evolução do homem. Se você mora em São Paulo, capital e tem que dirigir todo dia, com certeza você gasta mais de uma hora pensando se realmente a humanidade evoluiu. Anyway, algumas pessoas também pensaram nisso e fizeram ilustrações bem divertidas a respeito da evolução (ou não) do homem. Acesse e divirta-se.
Estudei design gráfico na EPA e por uma ironia do destino, me tornei diretor de arte digital. Também sou ilustrador e músico, trabalho na Jazz Digital e sou adicto a links interessantes e todas as coisas boas da vida: fotografia, moda, cinema, viagens, arte, cultura, internet. Além disso dedico meu tempo livre às artes plásticas. Entre em contatos através das redes sociais, Facebook, Twitter, etc. Os links estão no MeAdiciona: www.meadiciona.com.br/tiagopimentel
Artista italiano é a grande atração em evento no Rio. “Estou convicto de que fala-se muito melhor de erotismo e sensualidade de uma forma abstrata", defende
Rafael Lemos, do Rio de Janeiro
Mestre dos quadrinhos eróticos, o italiano Milo Manara é a grande atração da feira Rio Comicon 2010 (Divulgação)
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“Se falarmos de sadismo no cinema ou fotografia, teremos imagens fortes, com corpos sujos de sangue. Não teremos um ato mental, mas um ato físico. E o sadismo é um ato que diz respeito a outra dimensão. Creio que o desenho leva vantagem porque conta tudo o que tem que ser contado, enfatizando o aspecto mental em vez do físico”
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Na era da internet, quando nudez, erotismo, pornografia e o que mais se possa imaginar em matéria de entretenimento adulto estão ao alcance de um clique, a profusão de conteúdo é tamanha que pode ser difícil reconhecer os limites entre arte, diversão e atividades criminosas. A avalanche digital, no entanto, não teve força nem criou alternativas para substituir o talento. E talvez a maior prova disso sejam as histórias imaginadas pelo quadrinista italiano Milo Manara e executadas com rara perfeição em papel. Manara, 65 anos, conquistou dinheiro, fama e prestígio com seu traço capaz de reproduzir em detalhes as curvas femininas. Ele é o convidado de honra da Rio Comicon 2010, evento que tenta recolocar a cidade no circuito internacional do mercado de histórias em quadrinhos.
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Erótica sem ceder à tentação da vulgaridade, a obra de Manara recorre a cenários e tramas envolventes para provocar a libido dos leitores. Para ele, aliás, essa a grande vantagem que os quadrinhos têm em relação a formas de arte mais modernas como o cinema e a fotografia. O quadrinista, entre algumas baforadas de charuto antes de assistir à palestra de abertura do evento, do humorista Ziraldo, defendeu, em entrevista ao site de VEJA, a imaginação como a forma mais ousada de excitação.
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“Estou convicto de que fala-se muito melhor de erotismo e sensualidade quando se fala de forma abstrata, em comparação com o cinema ou a fotografia. O órgão mais sexual mais importante que temos no nosso corpo é a cabeça. É a fantasia. Tudo começa na cabeça e num âmbito astral, não concreto”, argumenta o artista.
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E no plano das ideias não há limites. Vale tudo. Manara não se furta a explorar temas como bondage – fetiche que consiste em amarrar e imobilizar o parceiro – , dominação, sadismo e sadomasoquismo – práticas que, juntas, enquadram-se no que os adeptos chama de BDSM. Ao contrário das imagens reais, como explica o ‘papa’ dos quadrinhos eróticos, os desenhos atenuam o aspecto violento ou condenável dessas modalidades, e explora os conceitos – seja de dominação ou entrega – que fazem a cabeça de tantas pessoas. Ou, como simplifica Manara, “os desenhos excitam mais porque chocam menos”.
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“Se falarmos de sadismo no cinema ou fotografia, teremos imagens fortes, com corpos sujos de sangue. Não teremos um ato mental, mas um ato físico. E o sadismo é um ato que diz respeito a outra dimensão. Creio que o desenho leva vantagem porque conta tudo o que tem que ser contado, enfatizando o aspecto mental em vez do físico”, compara o italiano.
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Manara situa seus trabalhos numa categoria anterior à erótica, a de histórias em quadrinhos para adultos. A escolha do sexo como especialidade veio da empolgação dos tempos de juventude. “Comecei a fazer um trabalho para adultos porque percebi que falar para crianças não era o meu caminho. E deu certo. Optei pelo erótico porque me parece que esta é uma parte muito importante da vida. Principalmente quando se tem 20 anos - a idade com a qual comecei a desenhar”, conta.
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O quadrinista italiano se diz um admirador dos artistas brasileiros, mas chama a atenção para a necessidade de se apostar na formação de um mercado adulto de quadrinhos no país – tradicionalmente focado nas crianças. “Não domino tanto o mercado brasileiro, mas sei que a Argentina tem uma cena forte. Nos anos 70, muitos artistas argentinos foram para a Europa durante a ditadura e criaram sua própria escola. Acredito que no Brasil é preciso criar um direcionamento para a produção adulta - que não é necessariamente erótica. Os desenhistas brasileiros são fortíssimos, de muita qualidade. Mas é preciso investir mais nas histórias para adultos. Também é preciso ter paciência para divulgar e formar um público para esse segmento. Qualidade, vocês já têm”, avalia.
Artwork by Milo Manara (Maurilio Manara) famous Italian comic-book creator. Music from Civilization IV, Age of Empires 3, The Red Army Choir and Tomoyasu Hotei. Video created by me; no copyrights reserved.
Milo Manara, las aventuras africanas de Giusseppe Bergman, entrega 14, primera parte con música de UB40. Si quieres seguir las aventuras: http://cuandollegalanoche.blogspot.com