Discurso de Lula da Silva (excerto)

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quinta-feira, 11 de junho de 2015

Paulo de Carvalho in Nini dos meus 15 anos

https://www.youtube.com/watch?v=wIcuPnVSXA0

Chamava-se Nini
Vestia de organdi
E dançava (dançava)
Dançava só pra mim
Uma dança sem fim
E eu olhava (olhava)

E desde então se lembro o seu olhar
É só pra recordar
Que lá no baile não havia outro igual
E eu ia para o bar
Beber e suspirar
Pensar que tanto amor ainda acabava mal

Batia o coração mais forte que a canção
E eu dançava (dançava)
Sentia uma aflição
Dizer que sim, que não
E eu dançava (dançava)

E desde então se lembro o seu olhar
É só pra recordar
Os quinze anos e o meu primeiro amor
Foi tempo de crescer
Foi tempo de aprender
Toda a ternura que tem o primeiro amor
Foi tempo de crescer
Foi tempo de aprender
Que a vida passa
Mas um homem se recorda sempre assim
Nini dançava só pra mim

E desde então se lembro o seu olhar
É só pra recordar
Os quinze anos e o meu primeiro amor
Foi tempo de crescer
Foi tempo de aprender
Toda a ternura que tem o primeiro amor
Foi tempo de crescer
Foi tempo de aprender
Que a vida passa
Mas um homem se recorda, é sempre assim
Nini dançava só pra mim

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Três canções para ti


Olá, Tu Por Aqui

Paulo de Carvalho


http://letras.terra.com.br/paulo-de-carvalho/502369/
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Enviado por em 10/09/2010
Composição: J. Pimentel

Só nós dois é que sabemos
Quanto nos queremos bem
Só nós dois é que sabemos
Só nós dois e mais ninguém
Só nós dois avaliamos
Este amor forte e profundo
Quando o amor acontece
Não pede licença ao mundo
Anda, abraça-me... beija-me
Encosta o teu peito ao meu
Esquece que vais na rua
Vem ser minha e eu serei teu
Que falem não nos interessa
O mundo não nos importa
O nosso mundo começa
Cá dentro da nossa porta
Só nós dois é compreendemos
O calor dos nossos beijos
Só nós dois é que sofremos
A tortura dos desejos
Vamos viver o presente
Tal qual a vida nos dá
O que reserva o futuro
Só deus sabe o que será
Anda, abraça-me... beija-me

 

Licença:

Licença padrão do YouTube
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Paulo de Carvalho : E depois do Adeus

Música: José Calvário
Letra: José Niza
www.songcontest.nl
(vencedora do festival da canção de 1974)


Quis saber quem sou
O que faço aqui
Quem me abandonou
De quem me esqueci
Perguntei por mim
Quis saber de nós
Mas o mar
Não me traz
Tua voz.

Em silêncio, amor
Em tristeza e fim
Eu te sinto, em flor
Eu te sofro, em mim
Eu te lembro, assim
Partir é morrer
Como amar
É ganhar
E perder

Tu vieste em flor
Eu te desfolhei
Tu te deste em amor
Eu nada te dei
Em teu corpo, amor
Eu adormeci
Morri nele
E ao morrer
Renasci

E depois do amor
E depois de nós
O dizer adeus
O ficarmos sós
Teu lugar a mais
Tua ausência em mim
Tua paz
Que perdi
Minha dor que aprendi
De novo vieste em flor
Te desfolhei...

E depois do amor
E depois de nós
O adeus
O ficarmos sós

Nota:

Esta canção serviu de senha de início da revolução de 25 de Abril de 1974

  •   

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Morreu José Niza, compositor de "E Depois do Adeus"




Aos 75 anos

23.09.2011 - 11:34 Por Cláudia Carvalho 

Morreu esta sexta-feira o músico, compositor, médico e ex-deputado socialista José Niza, uma figura marcante na música da década de 70. O compositor tinha 73 anos e morreu no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, onde estava internado desde terça-feira.

José Niza ao lado de Manuel Alegre como seu mandatário durante a campanha para as presidenciais
José Niza ao lado de Manuel Alegre como seu mandatário durante a campanha para as presidenciais (Foto: Carlos Lopes/arquivo)


A filha de José Niza, Cristina Mendes, disse à Lusa que as causas da morte ainda não são conhecidas, explicando que o seu pai foi internado esta semana devido a uma insuficiência respiratória.

"Isto foi uma grande surpresa para mim, ainda há dias falei com ele", disse ao PÚBLICO o escritor Manuel Alegre, amigo de José Niza, explicando que o compositor continuava a trabalhar. "Estava agora a escrever um livro. Ele era um grande artista, um homem de causas e de grande intervenção cívica", lembra Manuel Alegre.

Apesar de se ter destacado em várias áreas, foi na música que José Niza gravou o seu nome, tendo sido autor de muitas canções de Paulo de Carvalho, Carlos do Carmo, Carlos Mendes, Duarte Mendes, Teresa Silva Carvalho, Vitorino, Fausto e Rui Veloso. Em 1972, em conjunto com José Calvário e Carlos Mendes, ganhou o Festival RTP da Canção com o tema "A Festa da Vida", proeza que voltaria a repetir no Festival da Canção em 1974, 1976 e 1987.

A música “E Depois do Adeus”, interpretada por Paulo Carvalho, e que ficou para a história como uma das senhas musicais do Movimento das Forças Armadas na revolução de 25 de Abril de 1974, foi também escrita por si.

Ainda na música, em 1971, José Niza passou a ser responsável pela produção da editora discográfica Arnaldo Trindade (Discos Orfeu), responsável pelo lançamento de alguns dos nomes mais importantes da música popular portuguesa, como José Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Sérgio Godinho, Vitorino, Paulo de Carvalho, Fernando Tordo, Manuel Freire, Carlos Mendes e José Calvário, entre outros.

Ao lado de Zeca Afonso, José Niza foi responsável pela gravação dos álbuns “Eu Vou Ser Como a Toupeira” (1972), “Venham Mais Cinco” (1973), “Coro dos Tribunais” (1974) e “Com as Minhas Tamanquinhas” (1976).

"Ele foi um dos artistas que mais contribuiu para a revolução da música portuguesa, trabalhou sempre com grandes nomes, destacou-se no Festival da Canção. Era um grande compositor", continua Manuel Alegre, parceiro de trabalho de Niza em várias ocasiões. "Éramos como irmãos."

Depois do 25 de Abril, José Niza deixou a editora Orfeu e passou a dedicar-se à política, sempre ligado ao Partido Socialista. Foi eleito deputado à Assembleia da República pelo círculo de Santarém e, em 1977 e 1978, ocupou o cargo de director de Programas da RTP. Em 1983 e 1984, voltou à RTP como administrador ligado à produção e, em 1985, regressou ao Parlamento, onde procurou sempre defender a música, tendo participado na elaboração da legislação relativa à obrigatoriedade de passagem de 50 por cento de música portuguesa nas estações de rádio. Deixou de ser deputado em 1999, mas manteve-se como assessor do presidente da Assembleia da República, Almeida Santos. Em 2006, José Niza apareceu ao lado de Manuel Alegre na campanha para as presidenciais, como seu mandatário.

E Manuel Alegre lembra: "Talvez muita gente não saiba mas ele foi um dos principais activistas na criação do Serviço Nacional de Saúde." "Foi um grande homem."

O funeral do compositor ainda não foi marcado mas Francisco Moita Flores, presidente da Câmara Municipal de Santarém, cidade onde José Niza residia, decretou três dias de luto municipal e anunciou que as cerimónias fúnebres vão acontecer nos Paços do Concelho.

O corpo de José Niza chega cerca das 19h de hoje a Santarém, ficando em câmara ardente no Salão Nobre dos Paços do Concelho, até ao funeral, marcado para as 11h de este sábado.

Fonte da Câmara Municipal de Santarém disse à Lusa que o corpo sairá dos Paços do Concelho às 10h, realizando-se uma hora depois a missa de corpo presente na capela do cemitério dos Capuchos.




Notícia actualizada às 17h22

sábado, 16 de abril de 2011

E depois do Adeus - Paulo de Carvalho


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De:  | Criado: 2 de Jul de 2008
Video fotos gerado a partir de imagens no Second Life, produzido pela Brigite Binder Interteniment
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Paulo De Carvalho Lyrics


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Quis saber quem sou

O que faço aqui
Quem me abandonou
De quem me esqueci
Perguntei por mim
Quis saber de nós
Mas o mar
Não me traz
Tua voz.
Em silêncio, amor
Em tristeza e fim
Eu te sinto, em flor
Eu te sofro, em mim
Eu te lembro, assim
Partir é morrer
Como amar
É ganhar
E perder.
Tu viste em flor
Eu te desfolhei
Tu te deste em amor
Eu nada te dei
Em teu corpo, amor
Eu adormeci
Morri nele
E ao morrer
Renasci.
E depois do amor
E depois de nós
O dizer adeus
O ficarmos sós
Teu lugar a mais
Tua ausência em mim
Tua paz
Que perdi
Minha dor
Que aprendi.
De novo vieste em flor
Te desfolhei...
E depois do amor
E depois de nós
O adeus
O ficarmos sós.
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Victor Nogueira
Desde ontem às 20 h até este momento apenas apenas tive a "companhia" virtual da Odete Botelho, da Manuela Miranda e da Carmen Montesino a quem dedico "E depois do Adeus"
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E de Luísa Noronha, já depois de publicado o post :-)
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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Os meninos de Huambo nas vozes de Rui Mingas e de Paulo de Carvalho


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romeulee | 12 de Novembro de 2010 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Versão Original de Meninos do Huambo. Cantado por Ruy Mingas. Letra de Manuel Rui Monteiro.
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aecml | 13 de Março de 2009 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 1 utilizadores que não gostaram deste vídeo
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Paulo de Carvalho : Os meninos de Huambo

Letra e música: Rui Monteiro
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In: "Desculpem Qualquer Coisinha", 1985
Victor Almeida
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Com fios feitos de lágrimas passadas
Os meninos de Huambo fazem alegria
Constroem sonhos com os mais velhos de mãos dadas
E no céu descobrem estrelas de magia

Com os lábios de dizer nova poesia
Soletram as estrelas como letras
E vão juntando no céu como pedrinhas
Estrelas letras para fazer novas palavras

Os meninos à volta da fogueira
Vão aprender coisas de sonho e de verdade
Vão aprender como se ganha uma bandeira
Vão saber o que custou a liberdade

Com os sorrisos mais lindos do planalto
Fazem continhas engraçadas de somar
Somam beijos com flores e com suor
E subtraem manhã cedo por luar

Dividem a chuva miudinha pelo milho
Multiplicam o vento pelo mar
Soltam ao céu as estrelas já escritas
Constelações que brilham sempre sem parar

Os meninos à volta da fogueira
Vão aprender coisas de sonho e de verdade
Vão aprender como se ganha uma bandeira
Vão saber o que custou a liberdade

Palavras sempre novas, sempre novas
Palavras deste tempo sempre novo
Porque os meninos inventaram coisas novas
E até já dizem que as estrelas são do povo

Assim contentes à voltinha da fogueira
Juntam palavras deste tempo sempre novo
Porque os meninos inventaram coisas novas
E até já dizem que as estrelas são do povo
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http://natura.di.uminho.pt/~jj/musica/html/paulodecarvvalho-meninosDeHuambo.html
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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Paulo De Carvalho - E Depois do Adeus

 
Paulo De Carvalho - E Depois do Adeus
Carregado por DoMinho. - Ver os últimos vídeos de musica em destaque

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Música: José Calvário
Letra: José Niza
www.songcontest.nl
(vencedora do festival da canção de 1974)


Quis saber quem sou
O que faço aqui
Quem me abandonou
De quem me esqueci
Perguntei por mim
Quis saber de nós
Mas o mar
Não me traz
Tua voz.

Em silêncio, amor
Em tristeza e fim
Eu te sinto, em flor
Eu te sofro, em mim
Eu te lembro, assim
Partir é morrer
Como amar
É ganhar
E perder

Tu vieste em flor
Eu te desfolhei
Tu te deste em amor
Eu nada te dei
Em teu corpo, amor
Eu adormeci
Morri nele
E ao morrer
Renasci

E depois do amor
E depois de nós
O dizer adeus
O ficarmos sós
Teu lugar a mais
Tua ausência em mim
Tua paz
Que perdi
Minha dor que aprendi
De novo vieste em flor
Te desfolhei...

E depois do amor
E depois de nós
O adeus
O ficarmos sós

Nota:

Esta canção serviu de senha de início da revolução de 25 de Abril de 1974
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http://natura.di.uminho.pt/~jj/musica/html/paulodecarvalho-eDepoisDoAdeus.html
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quinta-feira, 25 de março de 2010

Castelo de S. Jorge em Lisboa - Portugal


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astroidy
Some old pics from Saint Jorge castle in Lisbon , with a song I do like a lot - Lisboa menina e Moça here by Paulo de carvalho ( you can also ear by Carlos do Carmo )
Enjoy
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Grande canção Lisboa menina e moça aqui cantada pelo grande Paulo de Carvalhp ( podeis ouvi-la tanbém cantada por Carlos do Carmo ), ilustarda com umas fotos antigas ( na minha colecção claro) do Castelo de S. Jorge ( por dentro) e da cidade de Lisboa do Rio Tejo, tiradas desde as muralhas do castelo.

Oxalá gostem
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Lisboa Menina e Moça Lyrics
Autor - Ary dos Santos
Intérprete - Paulo de Carvalho
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No Castelo ponho um cotovelo
Em Alfama descanso o olhar
E assim desfaço o novelo
De azul e mar
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À Ribeira encosto a cabeça
Almofada da cama do Tejo
Com lençóis bordados à pressa
Na cambraia de um beijo
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Lisboa menina e moça, menina
Da luz que os meus olhos vêem, tão pura
Teus seios são as colinas, varina
Pregão que me traz à porta, ternura
.
Cidade a ponto luz bordada
Toalha à beira mar estendida
Lisboa menina e moça, amada
Cidade mulher da minha vida
.
No Terreiro eu passo por ti
Mas na Graça, eu vejo-te nua
Quando um pombo te olha sorri
És mulher da rua
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E no bairro mais alto do sonho
Ponho o fado que soube inventar
Aguardente de vida e medronho
Que me faz cantar
.
Lisboa menina e moça, menina
Da luz que os meus olhos vêem, tão pura
Teus seios são as colinas, varina
Pregão que me traz à porta, ternura
.
Cidade a ponto luz bordada
Toalha à beira mar estendida
Lisboa menina e moça, amada
Cidade mulher da minha vida
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Lisboa do meu amor, deitada
Cidade por minhas mãos despida
Lisboa menina e moça, amada
Cidade mulher da minha vida
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http://artists.letssingit.com/carlos-do-carmo-lyrics-lisboa-menina-e-moca-hq5q7gq
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sábado, 27 de fevereiro de 2010

Lisboa, menina e moça - Carlos do Carmo


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Dpower74


Lisboa Menina e Moça

Carlos do Carmo

Composição: Ary dos Santos e Paulo de Carvalho
No castelo, ponho um cotovelo
Em Alfama, descanso o olhar
E assim desfaz-se o novelo
De azul e mar
À ribeira encosto a cabeça
A almofada, na cama do Tejo
Com lençóis bordados à pressa
Na cambraia de um beijo
.
Lisboa menina e moça, menina
Da luz que meus olhos vêem tão pura
Teus seios são as colinas, varina
Pregão que me traz à porta, ternura
Cidade a ponto luz bordada
Toalha à beira mar estendida
Lisboa menina e moça, amada
Cidade mulher da minha vida
.
No terreiro eu passo por ti
Mas da graça eu vejo-te nua
Quando um pombo te olha, sorri
És mulher da rua
E no bairro mais alto do sonho
Ponho o fado que soube inventar
Aguardente de vida e medronho
Que me faz cantar
.
Lisboa menina e moça, menina
Da luz que meus olhos vêem tão pura
Teus seios são as colinas, varina
Pregão que me traz à porta, ternura
Cidade a ponto luz bordada
Toalha à beira mar estendida
Lisboa menina e moça, amada
Cidade mulher da minha vida
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Lisboa no meu amor, deitada
Cidade por minhas mãos despida
Lisboa menina e moça, amada
Cidade mulher da minha vida
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http://letras.terra.com.br/carlos-do-carmo/483795/
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domingo, 10 de janeiro de 2010

Sábado à tarde - Paulo de Carvalho


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colimer
13 de Julho de 2008
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Sabado a Tarde


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Perdia meia hora
Parado em frente ao espelho
Mudava de camisa
Vestia-me outra vez
Fechava a porta à chave
Acendia um cigarro
Ia ensaiando gestos
Passava já das três
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Vestia o meu casaco
Corria sem parar
E à porta do cinema
Morria de pensar
Que talvez não viesses
Não pudesses entrar
Num filme para adultos
Até te ver chegar
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Sábado à tarde
No cinema da avenida
Mal as luzes se apagavam
Acendia o coração
Sábado à tarde
Era uma noite bonita
Noite que sendo infinita
Cabia na minha mão
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Perdia meia hora
Num gesto do meu braço
A procurar coragem
Para fazer o baraço
Chegava ao intervalo
Fumava sem prazer
E gestos que ensaiara
Morriam ao nascer
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Por fim vencia o medo
E quase sem te ver
Esquecia os meus dedos
Cansados de tremer
Por sobre o teu joelho
Esperava a tua mão
Num filme para adultos
Crescíamos então


SetaVeja mais letras de Paulo de Carvalho 
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 http://www.letras.com.br/paulo-de-carvalho/sabado-a-tarde
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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Official video for song "O Meu Mundo Inteiro


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paulodecarvalhomusic




Feliz Aniversário meu querido, muito querido Amigo! Natalício hoje o teu dia ... Que sejas Feliz! Beijo do tamanho de um imenso carinho :)
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Flor do Deserto (hi5) - 5/Jan 16:41

O Meu Mundo Inteiro

by Paulo de Carvalho


Todos te querem bem
mas tu não, mas tu não
todos te querem também
mas tu não,mas tu não
eu vou estar aqui, vou estar aqui
para quando tu 
não quiseres ouvir
vou estar aqui, por ti...
.
Quando não tens ninguém
eu estou cá, eu estou cá
e quero-te também
tu não vês, tu não vês
eu vou estar aqui, vou estar aqui
para quando tu, não quiseres ouvir 
vou estar aqui, por ti
.
(Refrão)
Eu não quero
eu não quero, ver o mundo inteiro
pronto a esquecer que tem alguém 
que não tem tratado bem
.
E quando me vejo ao espelho
e pergunto-me
quando é que esse espelho vai sorrir, porque
.
(Refrão)
Eu não quero
eu não quero, ver o mundo inteiro
pronto a esquecer que tem alguém 
que não tem tratado bem
.
E quando me vejo ao espelho
e pergunto-me
quando é que esse espelho vai sorrir,
.
Pra mim, pra mim
e pergunto-me
quando é que esse espelho vai sorrir
para mim
.
(Refrão)
Eu não quero
eu não quero, ver o mundo inteiro
pronto a esquecer que tem alguém 
que não tem tratado bem
e...
.
(Refrão)
Eu não quero
eu não quero, ver o mundo inteiro
pronto a esquecer que tem alguém 
que não tem tratado bem
.
(Refrão)
Eu não quero
eu não quero, ver o mundo inteiro
.
(Refrão)
Eu não quero
eu não quero, ver o mundo inteiro
pronto a esquecer que tem alguém 
que não tem tratado bem...




segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

"Lisboa menina e moça", letra e musica: Ary dos Santos e Paulo de Carvalho. ---- No castelo, ponho um cotovelo Em Alfama, descanso o olhar E assim desfaz-se o novelo De azul e mar À ribeira encosto a cabeça A almofada, na cama do Tejo Com lençóis bordados à pressa Na cambraia de um beijo Lisboa menina e moça, menina Da luz que meus olhos vêem tão pura Teus seios são as colinas, varina Pregão que me traz à porta, ternura Cidade a ponto luz bordada Toalha à beira mar estendida Lisboa menina e moça, amada Cidade mulher da minha vida No terreiro eu passo por ti Mas da graça eu vejo-te nua Quando um pombo te olha, sorri És mulher da rua E no bairro mais alto do sonho Ponho o fado que soube inventar Aguardente de vida e medronho Que me faz cantar Lisboa menina e moça, menina Da luz que meus olhos vêem tão pura Teus seios são as colinas, varina Pregão que me traz à porta, ternura Cidade a ponto luz bordada Toalha à beira mar estendida Lisboa menina e moça, amada Cidade mulher da minha vida Lisboa no meu amor, deitada Cidade por minhas mãos despida Lisboa menina e moça, amada Cidade mulher da minha vida - Ary dos Santos e Carlos do Carmo


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balexandre


"Lisboa menina e moça", letra e musica: Ary dos Santos e Paulo de Carvalho.

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No castelo, ponho um cotovelo
Em Alfama, descanso o olhar
E assim desfaz-se o novelo
De azul e mar
À ribeira encosto a cabeça
A almofada, na cama do Tejo
Com lençóis bordados à pressa
Na cambraia de um beijo
.
Lisboa menina e moça, menina
Da luz que meus olhos vêem tão pura
Teus seios são as colinas, varina
Pregão que me traz à porta, ternura
Cidade a ponto luz bordada
Toalha à beira mar estendida
Lisboa menina e moça, amada
Cidade mulher da minha vida
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No terreiro eu passo por ti
Mas da graça eu vejo-te nua
Quando um pombo te olha, sorri
És mulher da rua
E no bairro mais alto do sonho
Ponho o fado que soube inventar
Aguardente de vida e medronho
Que me faz cantar
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Lisboa menina e moça, menina
Da luz que meus olhos vêem tão pura
Teus seios são as colinas, varina
Pregão que me traz à porta, ternura
Cidade a ponto luz bordada
Toalha à beira mar estendida
Lisboa menina e moça, amada
Cidade mulher da minha vida
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Lisboa no meu amor, deitada
Cidade por minhas mãos despida
Lisboa menina e moça, amada
Cidade mulher da minha vida
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quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Quando um Homem Quiser - Paulo de Carvalho


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peixe60
23 de Dezembro de 2008
Quando um Homem Quiser Música - Fernando Tordo Letra - Ary dos Santos Intérprete - Paulo de Carvalho  

domingo, 6 de setembro de 2009

E depois do Adeus - Paulo de Carvalho


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vozdoseven

Senha 1 da Revolução dos Cravos, 25 de Abril de 1974
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E Depois do Adeus
Paulo de Carvalho
Letra -- José Niza, Música -- José Calvário
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Quis saber quem sou
O que faço aqui
Quem me abandonou
De quem me esqueci
Perguntei por mim
Quis saber de nós
Mas o mar
Não me traz
Tua voz.
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Em silêncio, amor
Em tristeza e fim
Eu te sinto, em flor
Eu te sofro, em mim
Eu te lembro, assim
Partir é morrer
Como amar
É ganhar
E perder
.
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Tu vieste em flor
Eu te desfolhei
Tu te deste em amor
Eu nada te dei
Em teu corpo, amor
Eu adormeci
Morri nele
E ao morrer
Renasci
-
E depois do amor
E depois de nós
O dizer adeus
O ficarmos sós
Teu lugar a mais
Tua ausência em mim
Tua paz
Que perdi
Minha dor que aprendi
De novo vieste em flor
Te desfolhei...
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E depois do amor
E depois de nós
O adeus
O ficarmos sós.
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NOTA VN -  Esta canção foi a 1ª senha para o início a Revolução do 25 de Abril. A segunda canção, de José Afonso, "Grândola Vila Morena", era o sinal para a saída dos quarteis e co9ncretização do plao das operações militares contra o Regime Fascista.
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domingo, 2 de agosto de 2009

Lisboa Menina e Moça - Carlos do Carmo


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Dpower74

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Enviado por Sónia (hi5)
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Lisboa Menina e Moça

Carlos do Carmo

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Composição: Ary dos Santos e Paulo de Carvalho

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No castelo, ponho um cotovelo
Em Alfama, descanso o olhar
E assim desfaz-se o novelo
De azul e mar
À ribeira encosto a cabeça
A almofada, na cama do Tejo
Com lençóis bordados à pressa
Na cambraia de um beijo
.
Lisboa menina e moça, menina
Da luz que meus olhos vêem tão pura
Teus seios são as colinas, varina
Pregão que me traz à porta, ternura
Cidade a ponto luz bordada
Toalha à beira mar estendida
Lisboa menina e moça, amada
Cidade mulher da minha vida
.
No terreiro eu passo por ti
Mas da graça eu vejo-te nua
Quando um pombo te olha, sorri
És mulher da rua
E no bairro mais alto do sonho
Ponho o fado que soube inventar
Aguardente de vida e medronho
Que me faz cantar
.
Lisboa menina e moça, menina
Da luz que meus olhos vêem tão pura
Teus seios são as colinas, varina
Pregão que me traz à porta, ternura
Cidade a ponto luz bordada
Toalha à beira mar estendida
Lisboa menina e moça, amada
Cidade mulher da minha vida
.
Lisboa no meu amor, deitada
Cidade por minhas mãos despida
Lisboa menina e moça, amada
Cidade mulher da minha vida.
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