Discurso de Lula da Silva (excerto)

___diegophc
Mostrar mensagens com a etiqueta Mértola. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Mértola. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

José Hermano Saraiva em Mértola, Silves e Faro islâmicas


A Alma e a Gente - V #32 - Mértola, Saudade Islâmica - 26 Ago 2007
A Alma e a Gente - VI #43 - Mértola, Moura Encantada - 02 Nov 2008
Horizontes da Memória, Mertola, Vila Museu, 1999
A Alma e a Gente - V #29 - Silves, Capital Mutilada - 05 Ago 2007
Horizontes da Memória - Silves Serve de Exemplo - 1997
A Alma e a Gente - II #10 - Memórias de El-Rei D.Sancho (Silves) - 05 Mar 2004
Horizontes da Memória - Um Algarve Diferente (Faro)
A Alma e a Gente - I #10 - Afonso III, O Mal Lembrado (Faro) - 26 Abr 2003
A Alma e a Gente - IV #1 - Passado e Futuro do Algarve - 22 Jan 2006




A Alma e a Gente - V #32 - Mértola, Saudade Islâmica - 26 Ago 2007


A Alma e a Gente - VI #43 - Mértola, Moura Encantada - 02 Nov 2008


Horizontes da Memória, Mertola, Vila Museu, 1999



A Alma e a Gente - V #29 - Silves, Capital Mutilada - 05 Ago 2007


Horizontes da Memória - Silves Serve de Exemplo


A Alma e a Gente - II #10 - Memórias de El-Rei D.Sancho (Silves) - 05 Mar 2004


Horizontes da Memória - Um Algarve Diferente (Faro)


A Alma e a Gente - I #10 - Afonso III, O Mal Lembrado (Faro) - 26 Abr 2003


A Alma e a Gente - IV #1 - Passado e Futuro do Algarve - 22 Jan 2006

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Aldeia da Mesquita - Mértola


.
.
vmcm77 15 de Abril de 2010 — A aldeia da Mesquita fica perto de Mértola, um paraíso perdido, cheio de paz, onde a natureza domina.
.
.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Mértola, na rota islâmica em Portugal


.
.
AaVeeZet 5 de Novembro de 2009You can find Mertola in the south-east area of Portugal. There is a big river the Rio Guadiana. The photo's are made in 1990 and 1991. The music is traditional Alentejo. Original version for better quality.

Mértola

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

.
Mértola
Brasão de Mértola Bandeira de Mértola
Brasão Bandeira
Mértola.JPG
Vista geral de Mértola

Localização de 
Mértola
Gentílico Mertolense, Mertolengo
Área 1 279,40 km²
População 8 712 hab. (2001)
Densidade populacional 6,8 hab./km²
N.º de freguesias 9
Governo
- Presidente da Câmara Municipal
Não disponível
Fundação do município
(ou foral)
1254
Região Alentejo
Sub-região Baixo Alentejo
Distrito Beja
Antiga província Baixo Alentejo
Orago
Feriado municipal 24 de Junho
Código postal 7750
Endereço dos
Paços do Concelho
Não disponível
Sítio oficial Mértola Online
Endereço de
correio electrónico
Não disponível
Municípios de Portugal Flag of Portugal.svg
Igreja de Nossa Senhora da Anunciação
.
Mértola é uma vila portuguesa do distrito de Beja, região do Alentejo e subregião do Baixo Alentejo, com cerca de 3 100 habitantes. A vila encontra-se situada numa elevação na margem direita do rio Guadiana, imediatamente a montante da confuência da ribeira de Oeiras.
.
É sede de um dos maiores municípios de Portugal, com 1 279,40 km² de área e 8712 habitantes (2001), subdividido em 9 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Beja e de Serpa, a leste pela Espanha, a sul por Alcoutim e a oeste por Almodôvar e por Castro Verde.
População do concelho de Mértola (1801 – 2004)
1801 1849 1900 1930 1960 1981 1991 2001 2004
9617 10757 18910 26310 26026 11693 9805 8712 7996
As freguesias de Mértola são as seguintes:

História

Chamada Myrtilis Iulia (ou Mirtylis Iulia) na Antiguidade pelos Romanos, seguiu-se-lhe a ocupação visigótica e finalmente muçulmana; por esta época era chamada de Mārtulah. Importante porto de rio, dominava o Guadiana alcantilada no seu castelo; só seria conquistada aos Mouros em tempo do rei Sancho II de Portugal, pelo comendador da Ordem de Santiago, Paio Peres Correia, em 1238.

Património

Ligações externas

Commons
O Wikimedia Commons possui multimedia sobre Mértola

Castelo de Mértola

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

.
MertolaCastle1-CCBY.jpg
Castelo de Mértola, Portugal: vista panorâmica.
Mapa de Portugal - Distritos plain.png
Construção Mouros (930-1031)
Estilo Românico e Gótico
Conservação  ?
Homologação
(IPPAR)
MN
(DL 32 973, DG 175 de 18-08-1943)
Aberto ao público  ?
Site IPPAR 70160
O Castelo de Mértola, no Alentejo, localiza-se na vila, Freguesia e Concelho de mesmo nome, Distrito de Beja, em Portugal.
.
Em posição dominante sobre a povoação, na confluência da ribeira de Oeiras com a margem esquerda do rio Guadiana, controlava a passagem deste último. Atualmente integra a Região de Turismo Planície Dourada.

Índice

 

História

Antecedentes

Castelo de Mértola: Portugal: estátua eqüestre de Ibn Qasi com a Torre de Menagem ao fundo.
.
Ocupada desde tempos pré-históricos, esta região constitui-se em importante entreposto comercial freqüentado por Fenícios e Cartagineses, graças à existência de vias fluvial e terrestre ligando-a ao Sul da península. Diante da Invasão romana da Península Ibérica, manteve-se essa importância comercial. A primeira referência histórica a esta povoação encontra-se na Crónica dos Suevos, do bispo Idácio, narrando um episódio datado de 440, de cuja leitura se pode inferir a existência de uma fortificação no local, então denominada Myrtilis Julia.
.
Ocupada sucessivamente por Suevos e Visigodos, a partir do século VIII conheceu a dominação Muçulmana, responsável pela remodelação das defesas deste próspero povoado. As referências a esta nova estrutura defensiva surgem no final do século IX, sendo certo que entre 930 e 1031, o castelo foi consolidado, tornado-se um dos mais sólidos da região. Com a queda do Califado de Córdoba (1031), Mértola tornou-se um reino independente, rapidamente retomado por Al-Mutamid, rei de Sevilha. Um século mais tarde, entre 1144 e 1150, tornou-se novamente independente, sendo provável terem sido erguidas nova obras defensivas durante o governo de Ibn Qasi (1144-1147). É certo que, em 1171, a fortificação foi ampliada com uma torre e, em 1184, com o torreão integrante do portão de entrada.

O castelo medieval

Castelo de Mértola, Portugal: vista aproximada. O edifício branco, à esquerda, é a igreja matriz, antiga mesquita da cidade.
.
À época da Reconquista cristão da península Ibérica, as forças de D. Sancho II (1223-1248) investem para o Sul, acompanhando ambas as margens do rio Guadiana, vindo a conquistar Mértola (na margem direita) e Ayamonte (na esquerda) (1238). A primeira foi doada à Ordem de Santiago, na pessoa de seu Grão-Mestre, D. Paio Peres Correia (1239). A Ordem, que já tinha sob sua responsabilidade a defesa de outras praças ao sul do país (Alcácer do Sal, Aljustrel, e outras), fez de Mértola a sua sede (Capítulo) em Portugal, posteriormente transferida para o Castelo de Palmela. Em 1254 a povoação recebeu Carta de Foral, alçada à condição de vila. Data deste período a construção da torre de Menagem, cujas obras foram concluídas em 1292 sob a direção do mestre João Fernandes. Esta torre, bem como a alcáçova, foram a residência do alcaide-mor até ao século XVI, época em que a estrutura foi progressivamente abandonada.
.
Sob o reinado de D. Dinis (1279-1325), reedificou-se a primitiva defesa, iniciando-se a muralha da vila, obras continuadas pelos seus sucessores, D. Afonso IV (1325-1357), D. Pedro I (1357-1367) e D. Fernando (1367-1383).
.
Sob o reinado de D. Manuel I (1495-1521), a povoação e seu castelo encontram-se figurados por Duarte de Armas (Livro das Fortalezas, c. 1509). A vila recebeu o Foral Novo do soberano em 1512, quando a sua defesa foi objeto de novos melhoramentos.

Do século XVI ao XIX: abandono e decadência

Em que pese a importância de sua posição, estratégica no sul de Portugal, a povoação de Mértola e o seu castelo perderam importância a partir dos Descobrimentos portugueses. O declínio que conheceu a partir de então, refletiu-se na conservação de suas muralhas, de tal modo que, em 1758, acusava ruína e não dispunha sequer de guarnição militar.

A revitalização

Entre o século XIX e o século XX, a economia de Mértola dependia da exploração das minas de São Domingos, um grande centro de extração de pirita cúprica.
.
Em meados do século XX, as ruínas do antigo castelo foram classificadas como Monumento Nacional, tendo sido procedidas obras de reparação. Em razão da implantação de um projeto de revitalização, Mértola na atualidade é considerada uma vila-museu com diferentes áreas de intervenção e investigação, organizadas em três núcleos, em exposição na Torre de Menagem do castelo: o Núcleo Romano, o Núcleo Visigótico, que inclui uma basílica cristã, e o Núcleo Islâmico, onde se pode ver uma das melhores coleções portuguesas de arte islâmica (cerâmica, numismática e joalharia).

Características

Do perímetro defensivo medieval, com uma área de aproximadamente 2.000 m², nos estilos românico e gótico, subsistem:
  • trechos das muralhas exteriores que circundavam a vila, alongando-se até ao rio, reforçadas por cubelos (perímetro externo);
  • o castelo (perímetro interno), com duas torres, destacando-se a de menagem.
Um torreão semi-cilindríco defende e integra o conjunto do portal de entrada do castelo. Através dele, ultrapassando-se um arco, obtém-se acesso a um corredor em cotovelo que comunica com a praça de armas. Ao centro desta, abre-se a cisterna, coberta por abóbada de berço.
.
A torre de menagem, de planta quadrangular, apresenta embasamento maciço e ergue-se a cerca de trinta metros de altura, coroada por ameias. O acesso ao seu interior é feito por uma porta em arco ogival, para uma ampla e alta sala, coberta por abóbada em cruzaria ogival. Atualmente, nesta sala conserva-se um valioso espólio de pedras lavradas das épocas romana, visigótica, islâmica e portuguesa até ao século XVIII.

Galeria

Ligações externas

Castelos de Portugal :: Distrito de Beja
Aljustrel :: Alvito :: Beja :: Cola :: Mértola :: Messejana :: Montel :: Moura :: Noudar :: Odemira :: Serpa :: Vidigueira
Ver também: Fortalezas de Portugal

sábado, 3 de abril de 2010

Portugal: Mertola and surroundings.Original version.


.
.

Ícone de canal
AaVeeZet
You can find Mertola in the south-east area of Portugal. There is a big river the Rio Guadiana. The photo's are made in 1990 and 1991. The music is traditional Alentejo. Original version for better quality.
Data from the wmv-version:
- views: 802
- comments: 1
- favorited: 1
- video rating: 1 with average: 5 stars
..

sábado, 13 de março de 2010

Viajando pelo Algarve e Alentejo

Go Lisbon City, 
Tourist & Hotels Guide

Marvão 
Castle A spectacular sight from a spectacular site 
.
The splendid site and 360-degree panorama alone would be reason enough to visit the medieval mountaintop village of Marvão, but the town itself (a candidate for the World Heritage list), is one of Portugal's most spectacular fortified villages. 
.
Typical
 
Marvão street The greatest attraction is the unspoiled medieval atmosphere in its steep and narrow lanes with immaculately whitewashed houses, leading to a magnificent 13th century castle rising from the rock. It contains a huge water cistern and nearby is a 13th century church with a small but interesting museum of archeological finds and local artifacts. 
.
View of 
Marvão Most rewarding of all is climbing onto the walls, battlements and towers for the impressive views, and staying for the stunning sunset and evening peace of the village. 
.
To stay overnight, there is a charming pousada built among tightly clustered houses, also with magnificent views. 
.
Nearby are the mountains of São Mamede, a natural park with Neolithic and Roman remains, wildlife, and Europe's largest colony of bats. 
.
Marvão can be reached from Castelo de Vide by infrequent bus service or taxi. 
.
(The New York Times published an article about Marvão in its travel section that you may read in GoLisbon's Forum.) 
.


Monsaraz 
Castle A white village with a magical medieval atmosphere 
.
Monsaraz is a tiny fairytale walled village that maintains a delightful medieval atmosphere. It was originally fortified by the Knights Templar, and today its 150 or so permanent residents live in ancient white houses with outdoor staircases and wrought-iron balconies. 
.
The main street, Rua Direita, lined with 16th and 17th century whitewashed houses, leads to the main square, Monsaraz 
Square where the parish church stands along with an unusual 18th century pillory topped by a sphere of the universe. The church interior contains gilded altars and painted pillars.
Monsaraz 
Street .
It is worth climbing the granite castle's battlements for eagle's-eye views of the houses clustered within the village walls and for the magical landscape of the surrounding countryside. Within the castle is an unusual arena where bullfights are held several times a year. 
.
In the region are Iron Age dolmens and menhirs, which were the sites of fertility rites. The Menhir of Outeiro, 3km (2 miles) north of Monsaraz, is one of the tallest ever discovered (5.6m/18ft). 
.
Monsaraz is best reached by car, but there's daily bus service from Evora to nearby Reguengos de Monsaraz, from where there's connection to Monsaraz. 
.




Mertola's 
Parish ChurchWhere Islam meets Christianity 
.
Pretty little Mértola is a riverside town with a long history as a trading port, and strolling around its sleepy cobbled lanes is like entering a time warp. 
.
Its white parish church, topped with conical decorations, was converted from a mosque in the 12th century, and still retains a strong Islamic feel in its horseshoe arches and mihrab (prayer niche) facing east to Mecca. 

Mertola's 
Castle
Above the church looms the town's ruined 13th century castle, with bird's-eye views of the entire town and river, and maybe even of the rare black stork or the lesser kestrel, a splendid falcon that is near extinction. 

.
There are several small musems scattered around town with Roman and Islamic finds, including the country's best collection of Portuguese Islamic art made up of ceramics, coins, and jewelry. 

.
The "Islamic Festival" that takes place every two years in May recreates the Islamic period of the town with music, exhibitions, and a street market. Those who wish to experience it may reach Mértola by bus from Beja

.
.
Another cruise goes up the Arade River, taking visitors to historic SILVES, the former capital of Moorish Algarve that rivaled Granada in splendor and influence. Silves 
castle Not much remains from those times, and today it's a sleepy little place with an imposing castle standing above the surrounding orange and almond groves.
.
Just outside the castle is a 13th-century cathedral, largely Gothic and containing the tombs of the crusaders who helped conquer the town, and an archeological museum, with a large Arab cistern.
.
.


Evora
The World Heritage city's prehistoric monuments and Roman temple
Evora's Temple of Diana .
Evora is one of Portugal's finest and most delightful towns. It is a true open-air museum with a large number of wonderfully preserved monuments and buildings of public interest that led UNESCO to protect it as a World Heritage Site.
.
Each age has left its trace on Evora. It was the Celts who named it Ebora and the Romans gave it its most famous landmark, the Temple of Diana. Dating from the 2nd century, it is one of the Iberian Peninsula's best preserved Roman monuments, raised on a 3m(10ft)-high stone platform, with 14 of the original 18 granite Corinthian columns still standing. The whitewashed houses, arches, and twisting alleyways that characterize the town reflect the Moorish presence. 
.
The main square, Praça do Giraldo, Evora's main square is the best place to start a visit. It was an execution ground during the Inquisition, but is now filled with shops and cafes, and surrounded by attractive townhouses with wrought-iron balconies. A fountain erected in 1571 in front of the Renaissance Santo Antão Church dominates one end of this spacious square. 
.
From there, the pedestrian Rua 5 de Outubro (lined with souvenir shops) leads to the Roman temple and Loios Convent. The convent is now a splendid pousada but anyone can visit its Gothic church founded in 1485.
.
The towers of the (cathedral), Evora's cathedral built in 1186 (and where the flags of Vasco da Gama's ships were blessed before his voyage to India), are seen from here. It is a blend of Romanesque and Gothic, and on the portal are 14th century sculpted Apostles. The Gothic interior has one of the longest naves found in any cathedral in the country, measuring 70m(230ft), and has a large Renaissance organ, thought to be the oldest in Europe. The Gothic cloister with statues of the Evangelists and the Sacred Art Museum are worth seeing. Its most precious item is a 13th century ivory Virgin whose body opens out to reveal intricately carved scenes of her life in nine episodes. Visitors can also climb up to the roof for a view over the town. 
.
.
Adjacent to the cathedral is the City Museum, representing Evora's long history through Roman columns, 16th-century paintings, and modern sculpture. Among the paintings is a 15th century Holy Virgin with Child by Alvaro Pires (he is one of the earliest identified Portuguese artists although a number of his paintings are displayed in Pisa and Florence in Italy). 
.
A short walk behind the cathedral leads to the Jesuit University, Evora's university founded in 1559. It has elegant Renaissance marble cloisters and the classroom entrances are decorated with tile panels representing each of the subjects taught. 
.
A staircase beside the cathedral leads down towards Porta da Moura Square, Evora's 
Porta da Moura Square a picturesque place to rest. It is surrounded by Moorish architecture and has an interesting spherical Renaissance fountain dating from 1556. 
.
As you walk around town you will come across some interesting churches. One of the most eye-catching is Graça Church, a Renaissance building that is unique in the Iberian Peninsula. Built in granite, it has four huge figures supporting globes.
But of all the churches, Evora's Graça Church the one that should not be missed is the Church of São Francisco. Evora's São Francisco Church It is a Manueline-Gothic structure completed around 1510, and legend has it that Portuguese navigator Gil Vicente is buried in it. Not buried, but on display, are the bones and skulls of some 5000 people covering the walls and columns of the church's Chapel of Bones. The creepiest sight is what looks like the desiccated corpse of a child, hanging off to the right of the entrance, where a sign reads "Nós ossos que aqui estamos, pelos vossos esperamos," meaning "We bones that are here, await yours." 
.
After that it is a good idea to take a little break in the delightful public gardens near the church, which are also home to the 16th century Dom Manuel Palace. Built in Gothic, Manueline, neo-Moorish, and Renaissance styles, Evora's Dom Manuel Palace it was where Vasco da Gama received his commission to command the fleet that would discover the sea route to India. 
.
Outside the city walls on the road to the train station is Ermita de São Brás ("Hermitage of St. Blaise"), an extraordinary building that looks like a medieval castle, complete with large battlements, gargoyles, and round buttresses. It was built in 1485 in thanksgiving for survival from the plague. 
.
Also outside the walls is the magnificent Silver Water Aqueduct. Walk west from Giraldo Square along Rua do Cano to transverse it and take a look at the houses that were built into its arches. 
.
Around Evora are also numerous prehistoric monuments -- dozens of sizeable Neolithic menhirs, cromlechs, and dolmens (the one in Zambujeiro, now a national monument, is the largest in Europe, consisting of seven stones, each 6m/20ft high, forming a huge chamber). 
.
The Cromlech of Almendres dating from somewhere between 4000 and 2000 B.C has been called "the Portuguese Stonehenge." It is the most important megalithic group in the Iberian Peninsula, consisting of a huge oval of almost one hundred rounded granite monoliths, some engraved with symbolic markings, assumed to have been used for cult purposes. Almendres Cromlech They have their origins in a culture that flourished in the Iberian Peninsula before spreading north as far as Brittany and Denmark. 
.
A couple of kilometers east is the Cave of Escoural, a cave adorned with charcoal drawings of horses and other animals, the work of Cro-Magnon artists some 15,000 years ago. There are free tours organized on the site.
.
For more information about these sites, how to get to them, or to book tours, visit the Evora Tourism Office. 
.
One of Evora's restaurants is also famous throughout the country. Apparently "O Fialho"'s excellent traditional dishes are reason enough to drive all the way from Lisbon for dinner.
.
Evora is less than 2 hours away from Lisbon (there are express buses departing from the Sete Rios terminal), so it is a possible daytrip from the capital. However, it makes an ideal base for touring the Alentejo region and an overnight stay is highly recommended, as the town is especially evocative when floodlit at night.

 

 
UNESCO says...
Evora was declared a World Heritage Site because:
"This museum-city, whose roots go back to Roman times, reached its golden age in the 15th century, when it became the residence of the Portuguese kings. Its unique quality stems from the whitewashed houses decorated with azulejos and wrought-iron balconies dating from the 16th to the 18th century. Its monuments had a profound influence on Portuguese architecture in Brazil."


.
.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Mértola - cidade Islâimca


.
.
Ícone de canal
XoZe

Percurso entre Alcoutim e Mertola. Do alto Algarve ao baixo Alentejo - Maio de 2007.   
.
.


.
.
Ícone de canal
 
marte209

Músicas do festival islâmico de Mértola de 2009   
.
.
.

.
.
Ícone de canal
marte209

Imagens do Souk do Festival Islâmico de Mértola 2007   
.
.
Mértola


Mértola ao longo da História
.

Com vestígios que remontam ao Neolítico, o Concelho de Mértola apresenta, actualmente, sítios arqueológicos que nos permitem regressar ao passado sem a ajuda da máquina do tempo.
.
As escavações arqueológicas iniciadas em finais da década de setenta e as informações recolhidas no início do século pelo arqueólogo Estácio da Veiga deram a conhecer uma Mértola bem mais antiga do que as fontes escritas testemunhavam. Edifícios de grande monumentalidade permitem que qualquer visitante identifique a presença dos romanos na então Mirtilis e na Mina de S. Domingos. Apesar da concentração de vestígios na Vila de Mértola (Criptopórtico, Torre Couraça, casa romana e vias romanas), podem também encontrar-se vestígios de menor dimensão em todo o Concelho.
.
Com a adopção do catolicismo pelos romanos, os cidadãos de Mértola acompanharam os sinais de mudança, facto testemunhado pelos vestígios arqueológicos representativos de locais de culto e enterramento na cidade (basílicas Paleocristãs do Rossio do Carmo e da Alcáçova onde se observa um baptistério octogonal).
.
Na Torre de Menagem do Castelo encontram-se expostas um conjunto de materiais arquitectónicos, dos Sécs. VI a IX, que atestam a presença dos visigodos neste território, onde se destaca colunas e pilastras recolhidas um pouco por todo o Concelho.
.
Com a invasão dos povos do Norte de África, liderados por Tarik em 711, Mértola ganha uma nova dinâmica, passando a ser o porto mais Ocidental do Mediterrâneo. A excepcional posição geográfica no último troço navegável do Guadiana será determinante para o crescimento e apogeu de Martulah. A cidade cresce e sobre o antigo Forúm romano é edificado um bairro almoada onde, depois de vinte anos de escavações, é possível identificar com clareza as habitações com os seus vários compartimentos, os tradicionais pátios centrais das casas árabes e as ruas. Tendo sido este, o período de maior dinamismo da urbe, Mértola apresenta hoje no Museu de Mértola um núcleo de Arte Islâmica, o que de mais representativo se pode conhecer dessa época.
.
Com a conquista do território de Mértola em 1238, no reinado de D. Sancho II, a posterior doação aos Cavaleiros da Ordem de Santiago, a Vila e todo o seu território perde importância. O Comércio com o Mediterrâneo perde fulgor e pouco a pouco a Vila começa a fechar-se sobre si própria.
.
D. Manuel I dá Foral a Mértola em 1512, sendo este século e o seguinte momentos de alguma retoma da antiga importância do porto de Mértola, donde partiam os cereais para abastecer as praças portuguesas do norte de África.
.
No final do século XIX, com a descoberta do filão mineiro em S. Domingos o Concelho, em especial a margem esquerda do Guadiana conhece uma nova época de prosperidade, caracterizada principalmente por um acentuado crescimento demográfico. Em finais da década de cinquenta e à medida que a exploração mineira diminuía a crise social e económica instala-se nos que dependiam directamente e indirectamente da Mina. Em 1965 a Mina encerra definitivamente e a depressão económica assola centenas de famílias, que para assegurarem a sua sobrevivência são obrigadas a ir para a zona da grande Lisboa e estrangeiro.
.
 Entre 1961 e 1971 o Concelho de Mértola perde mais de 50% da sua população.
.
 Após o 25 de Abril de 1974 o número de habitantes continuou a decrescer, principalmente devido à emigração para os países do centro da Europa.
.
 Nos anos oitenta a Vila de Mértola começou através da arqueologia a descobrir e a conhecer melhor o seu passado e a transformar esse imenso património em factor de desenvolvimento económico e cultural.
.
 Neste momento, o Concelho de Mértola enfrenta problemas semelhantes a muitos municípios do interior como uma elevada taxa de analfabetismo, população envelhecida e reduzida dinâmica económica, factores que a Câmara Municipal de Mértola está empenhada em alterar, nomeadamente através da criação de estruturas de apoio aos mais idosos e incentivos económicos a todos que pretendam fixar-se no concelho.
.
 Aliado a um extenso património cultural, o Concelho de Mértola possui uma riqueza ambiental, cinegética, cultural e desportiva que constituirá a médio prazo um motor de revitalização da economia local, através da aposta num turismo sustentado em que as entidades locais participem activamente.
Ermida de S. Barão
Localizada na serra com o mesmo nome, a cerca de 12 km da sede de concelho, a antiga Ermida de S. Barão foi votada ao abandono em meados do século XX, o que provocou a ruína do edifício. No ano 2000...
ver mais >>
Canais
Ao longo do Guadiana foram instaladas diversos tipos de armadilhas para capturar peixe, sendo esta a última no Concelho de Mértola a ser desmantelada. Aproveitando os açudes os pescadores colocaram...
ver mais >>
Moinho do Alferes
Junto à ribeira do Vascão, afluente do Guadiana encontra-se o secular moinho do Alferes, que esteve em funcionamento até à década de sessenta, data em que estes engenhos foram substituídos por...
ver mais >>
Moinho de S. Miguel
Local onde a arte da fazer pão ainda se encontra bem viva. No Moinho de S. Miguel o moleiro trabalha e vigia as mós que moem o trigo que dará origem a um dos produtos de maior qualidade do Concelho...
ver mais >>
Pomarão
Depois de extraído, o minério era conduzido pelo caminho-de-ferro que ligava a Mina de S. Domingos ao porto do Pomarão para embarcar em grandes navios que o levavam até Inglaterra e outros países....
ver mais >>
Ermida de Nossa Sr. de Aracelis
Local de culto desde tempos antigos a Ermida de Nossa Senhora de Aracelis está edificada numa elevação isolada no meio da vasta planície (276m). Denominada por “Altar dos Céus” esta ermida, segundo a...
ver mais >>
Azenhas
Situadas a montante de Mértola, as azenhas do Guadiana aproveitaram, durante séculos, as correntezas vindas de norte para transformar o cereal em farinha. Depois de perderem o seu papel principal...
ver mais >>
Mina de S. Domingos
Com a redescoberta da Mina em 1854, por Nicolau Biava e o início da exploração em 1857, a empresa proprietária da Mina La Sabina concede os direitos de exploração à empresa Mason and Barry, que...
ver mais >>
Convento de S. Francisco
Edificado no século XVII, por iniciativa do cónego Diogo Nunes de Figueira Negreiros, o convento de S. Francisco de Mértola situa-se a sul da Vila numa elevação rochosa, com uma vista deslumbrante...
ver mais >>
Torre do Relógio
Construída em finais do século XVI, princípio do século seguinte, num dos torreões da muralha a Torre do Relógio de Mértola começou, provavelmente, a funcionar em 1593, data inscrita no sino. A...
ver mais >>
. .
Torre Couraça
Edificada em época romana, a Torre Couraça tem ao longo dos séculos resistido a muitas cheias do Guadiana. Esta edificação permitiu aos habitantes de Mértola o acesso à água e a defesa do porto em...
ver mais >>
Antiga Mesquita/Igreja Matriz de Mértola
A mesquita data do Séc. XII tendo a sua construção incorporado elementos de construções anteriores, nomeadamente de época romana. Com a reconquista foi consagrada ao culto cristão mantendo a...
ver mais >>
Castelo
Assente em estruturas muito antigas o Castelo de Mértola foi edificado já em época cristã, tendo ao longo da História sido alvo de muitas transformações e obras de recuperação. A Torre de Menagem...
ver mais >>
 .http://www.cm-mertola.pt/cm-mertola/default.asp?SqlPage=GuiaVisitantePatrimonio&CpChannelId=107&CpContentId=218&Style=amarelo.css..
.
.


Mértola

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

História

Chamada Myrtilis Iulia (ou Mirtylis Iulia) na Antiguidade pelos Romanos, seguiu-se-lhe a ocupação visigótica e finalmente muçulmana; por esta época era chamada de Mārtulah. Importante porto de rio, dominava o Guadiana alcantilada no seu castelo; só seria conquistada aos Mouros em tempo do rei Sancho II de Portugal, pelo comendador da Ordem de Santiago, Paio Peres Correia, em 1238.

Património

Ligações externas

.
.