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Aprender, Aprender Sempre ! (Lenine) ..... Olá, Diga Bom Dia com Alegria, Boa Tarde, sem Alarde, Boa Noite, sem Açoite ! E Viva a Vida, com Alegria e Fantasia (Victor Nogueira) ..... Nada do que é humano me é estranho (Terêncio)
Discurso de Lula da Silva (excerto)
quinta-feira, 30 de julho de 2009
A Corrida Espacial EUA-URSS
quarta-feira, 29 de julho de 2009
sábado, 25 de julho de 2009
Os primeiros (novos) passos do homem na Lua
A Nasa apresentou na última quinta-feira, por ocasião do 40º aniversário da chegada do homem à Lua, um vídeo restaurado da missão Apollo 11, acabando com os temores sobre a perda das imagens originais dos famosos passos de Neil Armstrong.
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As imagens restauradas por uma empresa de Hollywood, a Lowry Digital, mostram as cenas vistas pelo mundo inteiro no dia 20 de julho de 1969, inclusive o pulo de Armstrong da escada do módulo de pouso ao solo lunar.
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A Nasa procurou durante três anos estes vídeos analógicos em seus arquivos para descobrir que alguns suportes tinham sido regravados com outros dados.
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Para relatar as três horas e meia passadas na Lua pelos astronautas de Apollo 11 registradas por uma câmera fixa, o engenheiro da Nasa encarregado do projeto de restauração, Richard Nafzger, teve de seguir várias pistas, contou ele durante uma coletiva à imprensa.
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A equipe da Nasa encontrou na CBS em Houston imagens de boa qualidade transmitidas na época diretamente e em tempo real pela Nasa à rede de TV. Ela também recuperou uma cópia gravada por um centro da Nasa na Austrália.
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As imagens restauradas são muito mais nítidas e detalhadas que a cópia do vídeo divulgado ao vivo em todas as televisões do mundo.
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"A restauração ainda é um processo em curso que poderá produzir melhores imagens", informou Nafzger, destacando que todo o filme será reconstituído e disponível para o público em setembro.
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Para ver o vídeo e outros materiais relativos ao Homem na Lua, clique aqui.
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In Café com História
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sexta-feira, 24 de julho de 2009
NORMAN MAILER. MOONFIRE: The Epic Journey of Apollo XI
"The most beautiful of the many works about the heroes of 1969 has now been published by TASCHEN in a 36.5 x 44 cm format (14.4 x 17.3 in.). It pairs an essay by Norman Mailer with a series of photos that have never been seen before – MOONFIRE is a book that allows us to believe in the magic of memories and in the unique nature of the printed work."
—Der Spiegel, Hamburg
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To commemorate the 40th anniversary of the historic Apollo 11 Moon landing, TASCHEN has paired Norman Mailer’s seminal text with spectacular photography—from the archives of NASA, LIFE magazine, and many other sources—to create a unique tribute to the defining scientific mission of our time.
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Illustrating this volume are hundreds of the best photographs and maps from the NASA vaults, magazine archives, and private collections. Many of them previously unpublished, these images document the development of the agency and the mission, life from inside the command module and out on the Moon’s surface, and the world’s jubilant reaction to the mission’s success. This new edition includes an original introduction by Colum McCann and captions by leading Apollo 11 experts which explain the history and science behind the images, citing the mission log, post-flight interviews with the astronauts, and publications of the day.
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MOONFIRE: The Epic Journey of Apollo 11
Hardcover in box with print
XXL format: 36.5 x 44 cm, 348 pages
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quarta-feira, 22 de julho de 2009
If Man Walked on the Moon Today
If Man Walked on the Moon Today
21 Julho 2009 in Media e Comunicação, Sociedade |
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Uma versão ficcionada pela Slate do que poderia ser a cobertura mediática da chegada do homem à Lua, se ela tivesse ocorrido, pela primeira vez, agora…
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(via Certamente!)
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in Memória Virtual
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segunda-feira, 20 de julho de 2009
Wernher von Braun - Criador de míssil nazista foi decisivo para viagens à Lua
Mundo | 20.07.2009
O engenheiro alemão Wernher von Braun, considerado o pai dos mísseis nazistas V2, teve também um papel importante na construção do foguete Saturno V, que auxiliou a missão Apollo 11, tripulada pelos astronautas norte-americanos Neil Armstrong, Edwin Aldrin e Michael Collins, a pousar na Lua em 20 de julho de 1969.
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Nascido em 1912, Von Braun foi, segundo a descrição que consta do site da Nasa, "um dos mais importantes desenvolvedores de foguetes e campeão da exploração do espaço durante o período entre 1930 e 1970".
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O engenheiro nascido em Wirsitz (hoje Wirzyzk, na Polônia) se tornou um cidadão dos Estados Unidos em 1955 e morreu em 1977 no estado da Virgínia, vítima de câncer no fígado, aos 65 anos.
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Von Braun era um apaixonado por voos espaciais e em 1929, com apenas 17 anos, filiou-se à Verein für Raumschiffahrt, a associação alemã para viagens espaciais. "Quando eu tinha 13 anos, ganhei um telescópio dos meus pais. E por muitas noites me ocupei dele, observando a Lua e as estrelas", relatou certa vez.
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Mísseis V2 e o nazismo
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Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Von Braun explica o funcionamento de um foguete num filme da Disney
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Para realizar o sonho de construir foguetes, em 1932 ele ingressou no Exército alemão para trabalhar na construção de mísseis balísticos. Paralelamente, seguiu seus estudos, obtendo um doutorado em Física em 1934.
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Von Braun obteve fama por ter liderado a equipe que produziu os primeiros mísseis balísticos, os V2, utilizados pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Até hoje, o papel do engenheiro nesse projeto é alvo de debates e polêmicas.
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Os foguetes eram produzidos na fábrica de Nordhaussen, perto do campo de concentração de Dora, conhecido pelo uso de trabalhos forçados. Estima-se que milhares de pessoas morreram durante a produção dos mísseis V2.
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Com 15 metros de comprimento e pesando 12 toneladas, tais mísseis desenvolviam uma velocidade superior a 5.000 quilômetros por hora e eram equipados com motores movidos a combustível líquido.
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Eles podiam carregar mais de uma tonelada de explosivos por até 750 quilômetros. A partir de setembro de 1944, seu potencial de desvastação foi comprovado em ataques a diversas cidades europeias, principalmente a Londres e a Antuérpia.
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Rendição aos EUA
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No início de 1945, Von Braun percebeu que a Alemanha perderia a guerra e começou a organizar sua rendição, junto com cerca de 500 dos melhores cientistas e pesquisadores alemães, às forças dos Estados Unidos.
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Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: No centro de controle da Nasa em Cabo Canaveral em 1975 (2º da esq. para a direita)Nos 15 anos que se seguiram ao final da Segunda Guerra Mundial, Von Braun e equipe trabalharam no desenvolvimento de mísseis balísticos para o Exército dos Estados Unidos, incluindo os mísseis Júpiter.
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Em 1960, seu centro de pesquisa e desenvolvimento de foguetes foi transferido do Exército para a então recém-criada agência espacial Nasa. As instruções eram claras: trabalhar na construção dos gigantescos foguetes Saturno.
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Isso incluía o mais importante de todos, o Saturno V, que equipou tanto a missão Apollo 8 – que levou os astronautas à órbita lunar – quanto a Apollo 11, que pela primeira vez levou um ser humano a pisar no satélite terrestre.
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Quando Armstrong desceu do módulo lunar, Von Braun estava na base de controle da Nasa, em Houston, aplaudindo o feito.
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A importância da Apollo 11
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Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Ao lado da esposa Maria (1973)
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"O valor da Apollo para a humanidade não se resume ao fato de seres humanos terem pousado na Lua. Tão importante quanto isso é o fato de que, graças à Apollo, as ciências naturais e a técnica deram um salto quântico do qual o mundo todo tira proveito", afirmou o engenheiro.
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Em 1970, a Nasa pediu a Von Braun que liderasse o planejamento estratégico da agência em Washington. Ele concordou, deixando a sua casa em Huntsville, no Alabama, mas decidiu deixar a Nasa em 1972.
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Antes de falecer, em 1977, lançou um livro sobre a história da tecnologia de foguetes e das viagens espaciais. Mais tarde, se tornou, ele mesmo, objeto de inúmeros estudos.
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AS/afp/dw/dpa
Revisão: Rodrigo Rimon
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Memória Virtual - 40 anos da chegada à Lua
O impacto do Programa Apolo 40 anos depois
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| 20-Jul-2009 | |
| . Artigo de Rui Curado Silva, investigador no Departamento de Física da Universidade de Coimbra. . Neil Amstrong juntamente com o seu colega Aldrin passou depois cerca de duas horas e meia a explorar a superfície da Lua, sobretudo recolhendo amostras de solo da superfície lunar. . O sucesso da Apolo XI deixava para trás anos de competição na conquista do espaço entre os EUA e a URSS em plena Guerra Fria, uma competição que opôs dois génios que coordenavam os programas espaciais das duas potências: o alemão Wernher Von Braun e o russo Sergeï Korolev. Depois da morte de Korolev em 1966 e da decisão da URSS de dotar o orçamento do seu programa em cerca de metade do orçamento à disposição da NASA, era óbvio que seriam os americanos os primeiros a chegar à Lua. . Embora se tenha esgotado rapidamente o interesse na exploração lunar após a chegada do homem à Lua, o Programa Apolo durou até à missão Apollo XVII lançada em 1972. O custo total do Programa Apolo, entre 1961 e 1972, estimou-se em cerca 25 mil milhões de dólares ou seja cerca de 115 mil milhões de dólares se actualizarmos os custos a preços de hoje. . O desenvolvimento do Programa Apolo deu origem a variadas tecnologias que utilizamos no nosso quotidiano. O sistema utilizado na reciclagem de líquidos durante as missões Apolo serviu mais tarde para simplificar as máquinas de diálise renal e serviu também para desenvolver novos sistemas de purificação de água. A tecnologia utilizada na concepção dos fatos para os astronautas deu origem a fatos anti-incêndio para bombeiros, à tecnologia de conforto e de versatilidade das novas sapatilhas, ao desenvolvimento de fibra de vidro revestida a teflon utilizada na cobertura de estádios e de estruturas associadas a edifícios mais ecológicos de grandes dimensões, e a roupas especiais adaptadas a pessoas com esclerose múltipla, a marinheiros, pilotos de competição automóvel e técnicos de reactores nucleares. Foram desenvolvidos novos materiais que são hoje utilizados no isolamento térmico de casas e de pipelines. A tecnologia de detectores de gases da Apolo é hoje utilizada na indústria que lida com gases perigosos. Perante todos estes benefícios de que tiramos partido em todo o mundo para nosso conforto, segurança e lazer, é razoável considerar que o custo do Programa Apolo poderá ter sido largamente compensado pelos benefícios das tecnologias a que deu origem. O próprio Barack Obama, em discurso recente à Academia Nacional das Ciências em Washington, afirmou que o trabalho da comunidade científica envolvida no Programa Apolo teve como resultado não apenas "aqueles primeiros passos na Lua, mas também um gigantesco salto no conhecimento aqui na Terra". Obama enumerou as tecnologias resultantes da investigação na Apolo acima descritas e afirmou que o enorme investimento dessa era produziu uma avalanche de curiosidade e criatividade, cujos benefícios são incalculáveis. . Este bom exemplo de investimento público num projecto de desenvolvimento científico e tecnológico, que envolveu o que havia de melhor em todos os sectores da sociedade, deveria servir de lição aos que têm tentado propagar teorias economicistas de vistas curtas centradas apenas na redução do investimento público. . . in Esquerda.net . . |
sábado, 11 de julho de 2009
Viagens pelo Espaço



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Mu(n)do Phonographo: Um homem na Lua
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