Discurso de Lula da Silva (excerto)

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sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

José Hermano Saraiva entre 5 Castelos ...


... Setúbal, Sesimbra, Palmela, Alcácer do Sal e Almada 


A Alma e a Gente - VI #37 - Setúbal, Cidade Sedutora - 21 Set 2008
A Alma e a Gente - III #39 - Tesouros em Setúbal - 09 Out 2005
Horizontes da Memória, O Património de Setúbal, 1998
A Alma e a Gente - VII #34 - Cruzeiro no Sado - 30 Ago 2009
A Alma e a Gente - I #12 - Bocage, Poeta do Povo (Setúbal) - 10 Mai 2003
A Alma e a Gente - VII #31 - Bocage, Poeta da Rua - 09 Ago 2009
A Alma e a Gente - V #30 - Terra Longe, Terra Perto - 12 Ago 2007
A Alma e a Gente - V #38 - Na Serra da Arrábida - 07 Out 2007
A Alma e a Gente - IX #44 - Arrábida, Serra Mãe - 12 Nov 2011
A Alma e a Gente - IV #5 - Crónica da Arrábida (Sesimbra) - 19 Fev 2006
A Alma e a Gente - VIII #23 - Sebastião da Gama, O Poeta da Arrábida - 05 jun 2010
A Alma e a Gente - VII #29 - Lindas Vistas Tem Palmela - 27 Jul 2009
A Alma e a Gente - I #30 - Quem Foi Santiago? (Palmela) - 13 Set 2003
Horizontes da Memória, A Meia Hora de Lisboa (Palmela), 1997
A Alma E A Gente - Afonso De Albuquerque - De Palmela à Índia
 A Alma e a Gente - VII #41 - Os Tesouros de Sesimbra - 18 Out 2009
Horizontes da Memória - O Tempo Não Conta em Sesimbra
A Alma e a Gente - VI #32 - Sesimbra, A Piscosa - 17 Ago 2008
A Alma e a Gente - IX #47 - Alcácer, do Arroz, do Sal e do Sado - 03 Dez 2011
A Alma e a Gente - I #25 - D.Afonso, O Que Foi Gafo (Alcácer do Sal) - 09 Ago 2003
A Alma e a Gente - VII #01 - Alcacér do Sal, Belos Dias Tem o Inverno - 11 Jan 2009
A Alma E A Gente - Sal e Matemática em Alcácer (Pedro Nunes)
Horizontes da Memória, Surpresas em Alcácer do Sal, 1998
A Alma e a Gente - VII #03 - Almada, Peregrinação na Outra Banda - 25 Jan 2009
A Alma e a Gente - I #4 - Fernão Mendes, Traficante e Apóstolo (Almada) - 15 Mar 2003


mapa do distrito de Setúbal


A Alma e a Gente - VI #37 - Setúbal, Cidade Sedutora - 21 Set 2008



A Alma e a Gente - III #39 - Tesouros em Setúbal - 09 Out 2005


Horizontes da Memória, O Património de Setúbal, 1998


A Alma e a Gente - VII #34 - Cruzeiro no Sado - 30 Ago 2009


A Alma e a Gente - I #12 - Bocage, Poeta do Povo (Setúbal) - 10 Mai 2003


A Alma e a Gente - VII #31 - Bocage, Poeta da Rua - 09 Ago 2009


A Alma e a Gente - V #30 - Terra Longe, Terra Perto - 12 Ago 2007

Dia 10 de Junho de 2007 inaugurou em Setúbal através do Museu da Presidência da Republica uma exposição com o tema Emigração. Como dizia o Padre António Vieira “um palmo de terra para nascer e o mundo inteiro para morrer” esse foi sempre o destino português. As nossas vagas de emigração para o Brasil e “Camões emigrante” são também assuntos deste programa.


A Alma e a Gente - V #38 - Na Serra da Arrábida - 07 Out 2007


A Alma e a Gente - IX #44 - Arrábida, Serra Mãe - 12 Nov 2011


A Alma e a Gente - IV #5 - Crónica da Arrábida (Sesimbra) - 19 Fev 2006


A Alma e a Gente - VIII #23 - Sebastião da Gama, O Poeta da Arrábida - 05 jun 2010


A Alma e a Gente - VII #29 - Lindas Vistas Tem Palmela - 27 Jul 2009


A Alma e a Gente - I #30 - Quem Foi Santiago? (Palmela) - 13 Set 2003



Horizontes da Memória, A Meia Hora de Lisboa (Palmela), 1997


A Alma E A Gente - Afonso De Albuquerque - De Palmela à Índia


 A Alma e a Gente - VII #41 - Os Tesouros de Sesimbra - 18 Out 2009


Horizontes da Memória - O Tempo Não Conta em Sesimbra


A Alma e a Gente - VI #32 - Sesimbra, A Piscosa - 17 Ago 2008


A Alma e a Gente - IX #47 - Alcácer, do Arroz, do Sal e do Sado - 03 Dez 2011


A Alma e a Gente - I #25 - D.Afonso, O Que Foi Gafo (Alcácer do Sal) - 09 Ago 2003


A Alma e a Gente - VII #01 - Alcacér do Sal, Belos Dias Tem o Inverno - 11 Jan 2009


A Alma E A Gente - Sal E Matemática Em Alcácer (Pedro Nunes)


Horizontes da Memória, Surpresas em Alcácer do Sal, 1998


A Alma e a Gente - VII #03 - Almada, Peregrinação na Outra Banda - 25 Jan 2009


A Alma e a Gente - I #4 - Fernão Mendes, Traficante e Apóstolo (Almada) - 15 Mar 2003


quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Fausto ~ Navegar, navegar


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Enviado por em 21/05/2011
Letra e acordes em: www.desafinacoes.pt.vu
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Navegar, navegar!
Navegar navegar
Mas ó minha cana verde
Mergulhar no teu corpo
Entre quatro paredes
Dar-te um beijo e ficar
Ir ao fundo e voltar
Ó minha cana verde
Navegar navegar

Quem conquista sempre rouba
Quem cobiça nunca dá
Quem oprime tiraniza
Naufraga mil vezes
Bonita eu sei lá
Já vou de grilhões nos pés
Já vou de algemas nas mãos
De colares ao pescoço
Perdido e achado
Vendido em leilão
Eu já fui a mercadoria
Lá na praça do Mocá
Quase às avé-marias
Nos abismos do mar
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Já é tempo de partir
Adeus morenas de Goa
Já é tempo de voltar
Tenho saudades tuas
Meu amor
De Lisboa
Antes que chegue a noite
Que vem do cabo do mundo
Tirar vidas à sorte
Do fraco e do forte
Do cimo e do fundo
Trago um jeito bailarino
Que apesar de tudo baila
No meu olhar peregrino
Nos abismos do mar


Nota: Diário da viagem, Fernão Mendes Pinto
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"Nos vinte e um anos que duraram os meus infortúnios em que por vários acidentes de trabalho que me sucediam, atravessei muita parte da Ásia, como nesta minha viagem se pode muito bem ver, vivi entre a abundância e a miséria, entre vencedores e vencidos, sempre cuidando no regresso onde todas as minhas mágoas seriam consoladas."






O romance de Diogo Soares
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domingo, 19 de setembro de 2010

FAUSTO - Navegar, Navegar


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Navegar, navegar!
Navegar navegar
Mas ó minha cana verde
Mergulhar no teu corpo
Entre quatro paredes
Dar-te um beijo e ficar
Ir ao fundo e voltar
Ó minha cana verde
Navegar navegar

Quem conquista sempre rouba
Quem cobiça nunca dá
Quem oprime tiraniza
Naufraga mil vezes
Bonita eu sei lá
Já vou de grilhões nos pés
Já vou de algemas nas mãos
De colares ao pescoço
Perdido e achado
Vendido em leilão
Eu já fui a mercadoria
Lá na praça do Mocá
Quase às avé-marias
Nos abismos do mar

Já é tempo de partir
Adeus morenas de Goa
Já é tempo de voltar
Tenho saudades tuas
Meu amor
De Lisboa
Antes que chegue a noite
Que vem do cabo do mundo
Tirar vidas à sorte
Do fraco e do forte
Do cimo e do fundo
Trago um jeito bailarino
Que apesar de tudo baila
No meu olhar peregrino
Nos abismos do mar

Nota: Diário da viagem, Fernão Mendes Pinto
"Nos vinte e um anos que duraram os meus infortúnios em que por vários acidentes de trabalho que me sucediam, atravessei muita parte da Ásia, como nesta minha viagem se pode muito bem ver, vivi entre a abundância e a miséria, entre vencedores e vencidos, sempre cuidando no regresso onde todas as minhas mágoas seriam consoladas."


http://www.justsomelyrics.com/577751/Fausto-Navegar,-navegar-Lyrics
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segunda-feira, 24 de maio de 2010

Primeira edição da Peregrinação vendida em leilão por 15 mil euros


NELSON GARRIDO 
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Uma obra rara vendida anteontem no Porto  Por Luís Miguel Queirós.
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A obra impressa por Pedro Craesbeeck em 1614 teve um preço base de 10 mil euros. Apesar de o leilão ter sido disputado, o valor final ficou abaixo das expectativas

Um exemplar da primeira edição da Peregrinação de Fernão Mendes Pinto foi vendida por 15 mil euros no leilão da biblioteca de Laureano Barros (1921-2008), que a Livraria Manuel Ferreira está a promover no Porto. A obra, impressa por Pedro Craesbeeck em 1614, provocou uma disputa renhida na sessão de anteontem à noite - o preço base era de 10 mil euros -, mas o valor atingido acabou por se revelar um pouco decepcionante, mesmo tendo em conta que o exemplar em leilão tinha algumas pequenas imperfeições e restauros.

Ainda assim, foi a peça mais cara até agora vendida neste gigantesco leilão da biblioteca do matemático e bibliófilo Laureano Barros, que se iniciou em 2009 e cuja terceira e última parte terminará no próximo dia 29. No total, são mais de seis mil lotes, desde obras que valem sobretudo pelo conteúdo - Laureano Barros foi um grande leitor e mantinha relações de amizade com muitos dos mais importantes escritores portugueses da sua geração - até absolutas raridades que, em alguns casos, podem não aparecer no mercado durante décadas.

Uma delas, a primeira edição dos Sonetos de Antero de Quental, foi licitada na sessão de ontem e atingiu 9400 euros, tendo acabado por propiciar o momento mais emocionante da noite, já que partira de um preço relativamente modesto: dois mil euros.

Outras edições que ontem atingiram cotações elevadas foram a segunda edição da Peregrinação - o bibliófilo conseguira reunir as dez primeiras edições da obra - e um exemplar da edição original de O Crime do Padre Amaro, de Eça de Queirós.

Na primeira sessão desta útima parte do leilão, que decorreu na quinta-feira, a estrela tinha sido Fernando Pessoa. Os livros de poesia inglesa que publicou em vida - 35 Sonnets (1918), Antinous (1918) e English Poems (dois opúsculos editados em 1921) - renderam, respectivamente, 1900, 2200 e 2400 euros. Uma primeira edição da Mensagem chegou aos 2300, o Ultimatum de Álvaro de Campos foi comprado por 2000 euros, o panfleto Aviso por Causa da Moral, assinado pelo mesmo heterónimo, atingiu 1800, e a raríssima folha volante Sobre Um Manifesto de Estudantes, com a qual Pessoa saiu em defesa de Raul Leal, foi arrematada por 2200 euros.

A estimativa de Herculano Ferreira, da Livraria Manuel Ferreira, é a de que, no total das sessões, este leilão possa "chegar ao meio milhão de euros".
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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

O Barco vai de saída - Fausto


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Ícone de canal

videomakkers
4 de Outubro de 2009

http://elementomusical.blog...
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O Barco Vai de Saída

by Fausto

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O barco vai de saída
Adeus ó cais de alfama
Se agora vou de partida
Levo-te comigo ó cana verde
Lembra-te de mim ó meu amor
Lembra-te de mim nesta aventura
P´ra lá da loucura
P´ra lá do equador
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Ah! mas que ingrata ventura bem me posso queixar
Da pátria a pouca fartura
Cheia de mágoas ai quebra mar
Com tantos perigos ai minha vida
Com tantos medos e sobressaltos
Que eu já vou aos saltos
Que eu vou de fugida
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Sem contar essa história escondida
Por servir de criado a essa senhora
Serviu-se ela também tão sedutora
Foi pecado
Foi pecado
E foi pecado sim senhor
Que vida boa era a de lisboa
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Gingão de roda batida
Corsário sem cruzado
Ao som do baile mandado
Em terras de pimenta e maravilha
Com sonhos de prata e fantasia
Com sonhos da cor do arco-íris
Desvairas se os vires
Desvairas magia

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Já tenho a vela enfunada
Marrano sem vergonha
Judeu sem coisa sem fronha
Vou de viagem ai que largada
Só vejo cores ai que alegria
Só vejo piratas e tesouros
São pratas são ouros
São noites são dias

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Vou no espantoso trono das águas
Vou no tremendo assopro dos ventos
Vou por cima dos meus pensamentos
Arrepia
Arrepia
E arrepia sim senhor
Que vida boa era a de lisboa
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O mar das águas ardendo
O delírio dos céus
A fúria do barlavento
Arreia a vela e vai marujo ao leme
Vira o barco e cai marujo ao mar
Vira o barco na curva da morte
Olha a minha sorte
Olha o meu azar

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E depois do barco virado
Grandes urros e gritos
Na salvação dos aflitos
Esfola, mata, agarra
Ai quem me ajuda
Reza, implora, escapa
Ai que pagode
Reza tremem heróis e eunucos
São mouros são turcos
São mouros acode

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Aquilo é uma tempestade medonha
Aquilo vai p´ra lá do que é eterno
Aquilo era o retrato do inferno
Vai ao fundo
Vai ao fundo
E vai ao fundo sim senhor
Que vida boa era a de lisboa.
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http://www.allguitartabs.com/t/796839/fausto--o-barco-vai-de-saida--lyrics
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terça-feira, 8 de dezembro de 2009

A guerra é a guerra - Fausto

A GUERRA É A GUERRA...
Data: 8/Dez 0:50
 

Enviado por Lia (hi5)
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FAUSTO A GUERRA é A GUERRA LYRICS

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Salto no escuro
Entre dentes trago a faca
E nos meus olhos coloridos
Juro
Vem ver o fogo no mar
Os peixes a arder
Ó Ana vem ver
Ó Ana vem ver
Ó Ana vem ver
Voando em arco
Esgueiro o corpo num balanço
Como um piloto do inferno
Assalto
Nas asas guerreiras de um anjo
Seja louvado
Atacamos mui baralhados
Como um bando endiabrado
Por Jesus na sua cruz
Chora por mim ó minha infanta
Escorre sangue o céu e a terra
Ah pois por mais que seja santa
A guerra é a guerra
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Coro:
Malaca Malaca
A guerra é a guerra
No céu e na terra
Nos dentes a faca
Avanço avanço
A guerra é a guerra
No céu e na terra
Balanço balanço
Cruzado cruzado
A guerra é a guerra
No céu e na terra
O mais enfeitado
Largar largar
O fogo no mar
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Seja bendito
De todos o mais enfeitado
Olha p’ra mim o mais guerreiro
Ao vivo
Olha p’ra mim o teu amado
E o céu a arder
Ó Ana vem ver
Ó Ana vem ver
Ó Ana vem ver
Barcos em chamas
Erguidas
Parecia coisa sonhada
Queimados
Os gritos horrendos da besta
Ferida
E lá dentro ardiam homens
Encurralados
E cá fora à cutilada
Decepados
P’la calada
Pelos peitos já desfeitos
Chora por mim ó minha infanta
Escorre sangue o céu e a terra
Ah pois por mais que seja santa
A guerra é a guerra
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(coro)
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Foge saloio
Eh parolo
Aguenta António de Faria
E a fidalguia
Todo o massacre
E todo o desconsolo
Que já lá vem o Coja Acém
E o mar a arder
Ó Ana vem ver
Ó Ana vem ver
Ó Ana vem ver
Diz-nos adeus o pirata
O labrego
De cima daquele mastro
Trocista e airoso
Mostrando o traseiro cafre
Preto escuro de um negro
Levando-nos coiro e tesouro
Rindo de gozo
Perdeu-se o resto na molhada
Pelo estrondo
Na quebrada
No edema da gangrena
Chora por mim ó minha infanta
Escorre sangue o céu e a terra
Ah pois por mais que seja santa
A guerra é a guerra
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Nota: Diário da viagem, Fernão Mendes Pinto

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“De Diu embarquei para o estreito de Meca, daqui fomos a Maçuá e daí, por terra, ao Reino do Preste João. Passei ao Reino dos Batas e de fugida pelo Reino de Quedá como adiante darei parte. Em Patane conheci António de Faria, capitão a quem servi na venda da mercadoria. Fomos atacados e roubados pelo perro do Coja Acém, temido pirata depois que Heitor da Silveira lhe matara seu pai e dois irmãos. Por isso, Coja Acém havia prometido a Mafamede matar todos da geração de Malaca. Em pequenas fustas, enfrentei também a grande armada do turco que bordejava na nossa esteira com as velas quarteadas de cores e muitas bandeiras de seda.”
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Translation: Pedro big
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the war is the war
I jump on the the dark
Between the teeth the knife
And in my coloured eyes
I swear
Come see the fire in the sea
The fishes burning
Anna come see
Anna come see
Anna come see
Flying across
I sidle my body in a swing
Like a pilot from hell
I charge
Upon the warrior wings of an angel
Praise him
We attack very disorded
Like a demoniac gang
For Jesus in his cross
Cry for me my lady
It drains blood from sky and land
For as much as it can be holy
The war is the war
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Choir:

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Malaca Malaca
The war is the war
On sky and on land
In the teeths the knife
I move on I move on
The war is the war
On sky and on land
I swing i swing
Crusader crusader
The war is the war
On sky and on land
The most decorated
Drop drop
The fire on the sea
.
Bless him
Of all the most decorated
Look at me the top warrior
Live
Look at me your loved one
And the sky burning
Anna come see
Anna come see
Anna come see
Ships in flames
High
It looked like a dreamed thing
Burned
The horrifying screams of the beast
Injured
And inside men were burning
Trapped
And here outside by slashes
Maimed
On the sly
By the breasts, already teared apart
Cry for me my lady
It drains blood from sky and land
For as much as it can be holy
The war is the war
.
(choir)
.
Run villager
Peasant
Hang on António de Faria
And the nobility
All the massacre
And all the sorrow
Here comes the Coja Acém
And the sea burning
Anna come see
Anna come see
Anna come see
He waves goodbye the pirate
The filthy
From upon that mast
Scofferly and elegantly
Showing us the behind caffre
Black darkness of a negro
Taking skin and treasure from us
Laughing of joy
The rest was lost in the crowd
By the crash
On the open
In the edema of the gangrene
Cry for me my lady
It drains blood from sky and land
For as much as it can be holy
The war is the war
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Note: The journey's diary, Fernão Mendes Pinto.
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“From Diu I shipped into the strait of Meca, from here we went to Maçuá and from there, by land, to the Kingdom of Preste João(1). I passed to the Kingdom of the Batas and in a hurry through the Kingdom of Quedá, as I will notice further on. In Patane I met António de Faria(2), commander who I served at the merchandise sale. We were attacked by (the dog) Coja Acém, feared pirate since Heitor da Silveira(3) had killed his father and two brothers. Because of this, Coja Acém had promessed Mafamede(4) to kill all of the generation of Malaca. In small pinnaces, I too faced the great fleet of the turk which was reeling on our track with coloured sails and many silk flags.”
_________
(1) Cristian kingdom in Africa, probably founded by european survivors of shipwrecks, where today stands Ethiopia.
(2) Portuguese adventurer of the beginings of the XVI century
(3) Captain of Afonso de Albuquerque. (Af. de Albuquerque was the second portuguese viceroy of India. He conquered many cities, among them Malaca, Aden, Ormuz, and Goa). Heitor settled in Malaca, after helping on it’s conquer.
(4) Antient form of Mohamed (the prophet
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http://www.justsomelyrics.com/577691/Fausto-A-guerra-%C3%A9-a-guerra-Lyrics

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