Discurso de Lula da Silva (excerto)

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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Software público internacional deve reunir criadores da AL

Mídia

Vermelho - 30 de Dezembro de 2009 - 14h48

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O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), em parceria com o Ministério do Planejamento do Brasil, deve lançar em 2010 um portal internacional de software público voltado para a América Latina. O projeto deve reunir programadores de vários países da região numa estratégia para intensificar a integração desses profissionais.

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A agência da ONU informa que a iniciativa foi inspirada no Portal do Software Público Brasileiro, que formou rede nacional de criadores dispostos a colaborar no desenvolvimento de ferramentas para a administração pública.

O Pnud revela que o projeto brasileiro disponibiliza 37 programas voltados à administração e educação, que podem ser modificados conforme as necessidades de cada usuário.
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O portal internacional deve ser coordenado pelo Pnud junto com o Centro Latino-Americano para o Desenvolvimento, além de Brasil, Guatemala, Paraguai e Peru.
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A agência da ONU afirma que os trabalhos de coordenação devem se concentrar em adaptar modelos de desenvolvimento e distribuição à legislação de cada país.
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México e Uruguai também já teriam assinado um termo de compromisso para participar do portal internacional.
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Fonte: Rádio ONU
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segunda-feira, 29 de junho de 2009

Software livre

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Ilustração freqüentemente usada como logo para o Projeto GNU
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Software livre, segundo a definição criada pela Free Software Foundation é qualquer programa de computador que pode ser usado, copiado, estudado e redistribuído sem nenhuma restrição. A liberdade de tais diretrizes é central ao conceito, o qual se opõe ao conceito de software proprietário, mas não ao software que é vendido almejando lucro (software comercial). A maneira usual de distribuição de software livre é anexar a este uma licença de software livre, e tornar o código fonte do programa disponível.


Portal A Wikipédia possui o(s) portal(is):
Portal do Software Livre
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Índice


Definição

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Um software é considerado como livre quando atende aos quatro tipos de liberdade para os usuários do software definidas pela Free Software Foundation:

  • A liberdade para executar o programa, para qualquer propósito (liberdade nº 0);
  • A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades (liberdade nº 1). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade;
  • A liberdade de redistribuir, inclusive vender, cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo (liberdade nº 2);
  • A liberdade de modificar o programa, e liberar estas modificações, de modo que toda a comunidade se beneficie (liberdade nº 3). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade;
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A liberdade de executar o programa significa a liberdade para qualquer tipo de pessoa física ou jurídica utilizar o software em quantas máquinas quiser, em qualquer tipo de sistema computacional, para qualquer tipo de trabalho ou atividade, sem nenhuma restrição imposta pelo fornecedor.

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A liberdade de redistribuir o programa compilado, isto é em formato binário, necessariamente inclui a obrigatoriedade de disponibilizar seus códigos-fonte. Caso o software venha a ser modificado e o autor da modificação queira distribuí-lo, gratuitamente ou não, será também obrigatória a distribuição do código fonte das modificações, desde que elas venham a integrar o programa. Não é necessária a autorização do autor ou do distribuidor do software para que ele possa ser redistribuído, já que as licenças de software livre assim o permitem.

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Para que seja possível estudar ou modificar o software (para uso particular ou para distribuir) é necessário ter acesso ao código-fonte. Por isso a disponibilidade desses arquivos é pré-requisito para a liberdade do software. Cada licença determina como será feito o fornecimento do código fonte para distribuições típicas, como é o caso de distribuições em mídia portátil somente com os códigos binários já finalizados (sem o fonte). No caso da licença GPL, a fonte deve ser disponibilizada em local de onde possa ser acessado, ou deve ser entregue ao usuário, se solicitado, sem custos adicionais (exceto transporte e mídia).

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Para que essas liberdades sejam reais, elas devem ser irrevogáveis. Caso o desenvolvedor do software tenha o poder de revogar a licença, o software não é livre.

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A maioria dos softwares livres é licenciada através de uma licença de software livre, como a GNU GPL, a mais conhecida.

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Software Livre e Software em Domínio Público

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Software livre é diferente de software em domínio público. O primeiro, quando utilizado em combinação com licenças típicas (como as licenças GPL e BSD), garante a autoria do desenvolvedor ou organização. O segundo caso acontece quando se passam os anos previsto nas leis de cada país de proteção dos direitos do autor e este se torna bem comum. Ainda assim, um software em domínio público pode ser considerado como um software livre.

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Software Livre e Copyleft

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Licenças como a GPL contêm um conceito adicional, conhecido como Copyleft, que se baseia na propagação dos direitos. Um software livre sem copyleft pode ser tornado não-livre por um usuário, caso assim o deseje. Já um software livre protegido por uma licença que ofereça copyleft, se distribuído, deverá ser sob a mesma licença, ou seja, repassando os direitos.

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Associando os conceitos de copyleft e software livre, programas e serviços derivados de um código livre devem obrigatoriamente permanecer com uma licença livre (os detalhes de quais programas, quais serviços e quais licenças são definidos pela licença original do programa). O usuário, porém, permanece com a possibilidade de não distribuir o programa e manter as modificações ou serviços utilizados para si próprio.

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Venda de Software Livre

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As licenças de software livre permitem que eles sejam vendidos, mas estes em sua grande maioria estão disponíveis gratuitamente.

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Uma vez que o comprador do software livre tem direito as quatro liberdades listadas, este poderia redistribuir este software gratuitamente ou por um preço menor que aquele que foi pago.

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Como exemplo poderíamos citar o Red Hat Enterprise Linux que é comercializado pela Red Hat, a partir dele foram criados diversos clones como o CentOS que pode ser baixado gratuitamente.

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Muitas empresas optam então por distribuir o mesmo produto sobre duas ou mais licenças, geralmente uma sobre uma licença copyleft e gratuita como a GPL e outra sobre uma licença proprietária e paga.

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Movimento Software Livre

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Motivação

O logotipo da Free Software Foundation.
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Os desenvolvedores de software na década de 70 frequentemente compartilhavam seus programas de uma maneira similar aos princípios do software livre. No final da mesma década, as empresas começaram a impor restrições aos usuários com o uso de contratos de licença de software. Em 1983, Richard Stallman iniciou o projeto GNU, e em outubro de 1985 fundou a Free Software Foundation (FSF). Stallman introduziu os conceitos de software livre e copyleft, os quais foram especificamente desenvolvidos para garantir que a liberdade dos usuários fosse preservada.

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Ideologia: as diferenças entre Software Livre e Código Aberto

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Muitos defensores do software livre argumentam que a liberdade é valiosa não só do ponto de vista técnico, mas também sob a ótica da moral e ética. É neste aspecto que o movimento de software livre (encabeçado pela FSF) se distingue do movimento de código aberto (encabeçado pela OSI), que enfatiza a superioridade técnica em relação a software proprietário, ao menos em potencial.

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Os defensores do código aberto (também conhecido como Open source em inglês) argumentam a respeito das virtudes pragmáticas do software livre ao invés das questões morais. A discordância básica dos movimentos está no discurso. Enquanto o foco do movimento encabeçado pela FSF chama a atenção para valores morais, éticos, direitos e liberdade, o movimento encabeçado pela OSI defende um discurso mais agradável às empresas. Com isso, o movimento de software livre condena o uso e desenvolvimento de software proprietário, enquanto o movimento de código aberto é conivente com o desenvolvimento de software proprietário.

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As definições oficiais de software livre e de código aberto são as mesmas, porém escritas de formas distintas. A OSI define o código aberto usando a definição Debian de software livre, que é apenas um detalhamento das 4 liberdades da FSF. Desta forma todo software de código aberto é também software livre.

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O movimento software livre não costuma tomar uma posição sobre trabalhos que não sejam software e documentação dos mesmos, mas alguns defensores do software livre acreditam que outros trabalhos que servem um propósito prático também devem ser livres (veja Free content).

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Para o Movimento do software livre, que é um movimento social, não é ético aprisionar conhecimento científico, que deve estar sempre disponível, para assim permitir a evolução da humanidade. Já o movimento pelo Código Aberto, que é um movimento mais voltado ao mercado, prega que o software desse tipo traz diversas vantagens técnicas e econômicas. O segundo surgiu para levar as empresas a adotarem o modelo de desenvolvimento de software livre.

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Como a diferença entre os movimentos "Software Livre" e "Código Aberto" está apenas na argumentação em prol dos mesmos softwares, é comum que esses grupos se unam em diversas situações ou que sejam citados de uma forma agregadora através da sigla "FLOSS" (Free/Libre and Open Source Software).

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Movimentos Relacionados

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Inspirados na GPL e nas propostas do movimento do software livre, foi criado um repositório de licenças públicas, chamado Creative Commons, cujos termos se aplicam a variados trabalhos criativos, como criações artísticas colaborativas, textos e software. Entretanto a maioria destas licenças não são reconhecidas como realmente livres pela FSF e pelo movimento de software livre.

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O software livre está inserido num contexto mais amplo onde a informação (de todos os tipos, não apenas software) é considerada um legado da humanidade e deve ser livre (visão esta que se choca diretamente ao conceito tradicional de propriedade intelectual). Coerentemente, muitas das pessoas que contribuem para os movimentos de Conhecimento Aberto — movimento do software livre, sites Wiki, Creative Commons, etc. — fazem parte da comunidade científica.

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Cientistas estão acostumados a trabalhar com processos de revisão mútua (ou por pares) e o conteúdo desenvolvido é agregado ao conhecimento científico global. Embora existam casos onde se aplicam as patentes de produtos relacionados ao trabalho científico, a ciência pura, em geral, é livre.

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Software Freedom Day

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No dia 20 de setembro comemora-se o Dia da Liberdade do Software (Software Freedom Day) com eventos envolvendo as comunidades de usuários e desenvolvedores de software livre em todo o mundo.[1]

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Softwares Livres notáveis

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Abaixo está uma lista com os softwares livres mais conhecidos e usados:

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Veja listas maiores no diretório da Fundação do Software Livre e em diversos outros sites de projetos na Internet.

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Ver também

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
Livros e manuais no Wikilivros

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Ligações externas

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Referências

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Software livre concentra mais de 8 mil pessoas em Porto Alegre




A 10ª edição do Fórum Internacional Software Livre – fisl10 – se consolida cada vez mais como um dos maiores eventos de software livre do mundo. A edição deste ano teve 8.232 participantes, recorde de público nos dez anos de realização do evento. Os números foram apresentados na cerimônia de encerramento, às 20 horas deste sábado, 27, no Centro de Eventos da PUCRS, Porto Alegre.


O pinguim, mascote do software livre Linux, no fisl10
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O fisl teve, também pela primeira vez, representantes de todos os estados brasileiros e de 27 países (Argentina, Afeganistão, Albânia, Alemanha, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, Paraguai, Rússia, Estados Unidos, Uruguai, Nicarágua, França, Peru, Venezuela, Holanda, Chile, Moçambique, México, Equador, Suíça, Suécia, Romênia, Espanha, Irlanda, Índia).
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A maior parte dos participantes foi de homens: 62%. As mulheres foram 11% e os não identificados 27%. O perfil dos participantes foi de 60% profissionais e empresários de TI e 40% de estudantes.
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A maior caravana foi a de Santa Maria (RS), com 71 integrantes. E a caravana mais distante veio de Manaus (AM), com 9 integrantes. A maior caravana internacional foi a Taguato Libre, do Paraguai, com 23 participantes.
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Os grupos de usuários formam o coração do fisl. Este ano eles chegaram a 52, vindos de 11 estados brasileiros e de outros 5 países (Uruguai, Argentina, México, Nicarágua e Venezuela).
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Durante o encerramento, o coordenador-geral da Associação Software Livre - ASL, Marcelo Branco, agradeceu o trabalho dos voluntários e anunciou o voluntário destaque, Roger Zambiasi dos Santos, premiado pela ASL com um notebook. Marcelo Branco também agradeceu a todos os patrocinadores e apoiadores do evento. “Graças a Prefeitura Municipal de Porto Alegre e aos organizadores do evento, o fisl continua em Porto Alegre no ano que vem”, declarou.
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Outros números do fisl
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Participantes

Homens – 62%
Mulheres – 11%
Não Definidos – 27%
Total – 8.232
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Perfil dos participantes
Estudantes – 40%
Profissionais e empresários de TI (Tecnologia da Informação) – 60%
Grupo de Usuários – 52
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Caravanas
Total – 134 (vindas de 14 estados brasileiros)
Maior caravana – Santa Maria (71 participantes)
Caravana mais distante – Amazonas Livre (Manaus, 9 participantes)
Caravana Internacional – Taguato Libre (Paraguai, 23 participantes)
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Equipe da Organização
Associação Software Livre – ASL – 50 integrantes
Colaboradores – 53 integrantes
Voluntários – 41 integrantes
Assessorias – 112 integrantes
Serviços – 135 integrantes
Total – 391 integrantes
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Infraestrutura de Rede
Total de Tráfego – 417 GB
Pico de Tráfego – 29.5Mbps de 50Mbps disponíveis (62% de tráfego foi HTTP)
Máximo de hosts Simultâneos – 7,4 mil
Requisições ao DHCP – 274 mil
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Site do fisl
Visitas ao site do fisl durante o evento – 38.912
Visualizações de Páginas – 115.539
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Apoios e Patrocínios
Patrocinadores – 30
Mostra de Soluções – 24
Apoiadores – 19
Expositores – 50
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TV e Rádio Software Livre
Visitas únicas ao site da TV e Rádio Software Livre – 7.123
Acessos às salas de stream da TV Software Livre – 38.987
Acesso ao stream da Rádio Software Livre – 1.659
Acessos ao conteúdo de vídeo sob demanda – 5.128
Acessos ao podcast da Rádio Software Livre – 966
Tráfego de download da TV Software Livre – 214.53 GB
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Conteúdo do fisl10
Submissões de propostas de palestras – 609
Palestras realizadas – 354
Palestrantes – 327
Trilhas – 35
Palestras em Português – 278
Palestras em inglês – 67
Palestras em espanhol – 9
Eventos Comunitários – 35
Workshop Software Livre – 24
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Atrações
Arena de Programação
Hora Ginga, Oficinas Ginga
Festival de Cultura Livre
Eventos Comunitários
Encontro de Usuários
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Fonte: Fórum Internacional de Software Livre (http://www.fisl.org.br)
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in Vermelho - 28 DE JUNHO DE 2009 - 02h27
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