Aprender, Aprender Sempre ! (Lenine) ..... Olá, Diga Bom Dia com Alegria, Boa Tarde, sem Alarde, Boa Noite, sem Açoite ! E Viva a Vida, com Alegria e Fantasia (Victor Nogueira) ..... Nada do que é humano me é estranho (Terêncio)
Fotografias estão expostas até 6 de Janeiro, com acesso gratuito, no Parque das Nações.
Impressionantes extensões de oceano, praias repletas de gente e chapéus-de-sol, glaciares à deriva, tudo visto do céu. Mas também peixes coloridos e baleias gigantes fotografados no fundo do mar. Estas são algumas das imagens que integram a exposição Planet Ocean, da fundação Good Planet, inaugurada nesta terça-feira no Oceanário de Lisboa.
As imagens aéreas foram recolhidas pelo fotógrafo, jornalista e ambientalista francês Yann Arthus-Bertrand que, aos 67 anos, tem no currículo diversos projectos relacionados com o planeta e a acção do Homem sobre a Natureza. Entre eles, o livro The Earth From Above (em português, A Terra Vista do Céu), que deu origem a uma exposição vista por mais de 200 milhões de pessoas em Paris.
A aventura de fotografar a terra a partir de aviões, balões de ar quente e helicópteros já levou Arthus-Bertrand aos vários cantos do mundo. Pelo caminho, foi encontrando alguns muros. Ao PÚBLICO, conta que o mais difícil é ter autorização para voar – na Argélia, por exemplo, a equipa nunca a conseguiu. Em alguns países, diz o fotógrafo, encontrar meios aéreos disponíveis e pilotos com experiência é como encontrar uma agulha num palheiro. Mas também se surpreendeu: “Por exemplo, no Panamá encontrámos um local fabuloso para fotografar que não estava nos planos e que surgiu quase por acaso.”
Captar imagens do mundo é também compreender quem somos. Essa foi, garante, a sua “verdadeira surpresa”. Afirma ainda que o trabalho, ou “a odisseia”, como lhe chama, proporcionou um “enriquecimento tremendo”.
O documentário, que dá origem à exposição, foi um desafio proposto pela Omega, o fabricante suíço de relógios. O projecto tem como objectivo retratar, por um lado, “a beleza inerente do nosso planeta”, e por outro lado documentar “o impacto que a nossa forma de viver tem nos oceanos e nos ecossistemas marinhos”, explica o fotógrafo. Mas Arthus-Bertrand admite que “não é possível mudar o mundo com uma exposição”.
Além das suas imagens aéreas, a exposição, de entrada livre, inclui imagens subaquáticas captadas por Brian Skerry, um fotógrafo norte-americano colaborador da revista National Geographic. Os visitantes podem apreciar as 35 fotografias aéreas e subaquáticas até 6 de Janeiro de 2014.
Na calha, o francês, que é também embaixador da Boa Vontade no Programa Ambiental das Nações Unidas, tem a realização do filme Human, sobre "a beleza do mundo", e outro projecto sobre o desaparecimento da vida animal selvagem devido à pressão da presença humana.
Enjoy some very close-up slow motion footage of these amazing orange, black and silver butterflies, as they visit the flowers of Lantana bushes. This footage was filmed inside the Los Angeles Zoo, on ornamental plants along one of the pathways. The adult butterflies love to feed on the nectar-rich flowers of Lantana, while the caterpillars eat the leaves of Passion Vine.
These scenes were filmed with a hand-held Casio EX-F1 high speed camera, at 300fps. The footage was rendered at 15fps, resulting in a 20x slow-down from realtime speed, and upscaled to 720p HD to help preserve the resolution after multiple trips through video compression.
The music is a custom mix of "Bio" from the "Silicon Landscape" CD by Technician (yours truly). MP3 downloads and CDs available at the Technician website: HTTP://technician.jcmdi.com
I hope you enjoy the show!
Note: This is copyrighted material, however, you may download this footage directly from YouTube and use it free of charge in your own non-profit/non-commercial YouTube videos. The full free usage policy, and copyright notice/claim and partner ad info can be found here:
Em 1854, o presidente dos Estados Unidos da América, Franklin Pierce, enviou uma carta ao cacique, Noah Sealth da tribo Duwamish, mais conhecido como Chefe Seattle, onde manifestava o interesse de adquirir a terra onde viviam aqueles índios.
.
Essa foi a resposta do Chefe Seattle:
.
"Como é que se pode comprar ou vender o céu, o calor da terra? Essa idéia nos parece estranha. Se não possuímos o frescor do ar e o brilho da água, como é possível comprá-los?
Cada pedaço desta terra é sagrado para meu povo. Cada ramo brilhante de um pinheiro, cada punhado de areia das praias, a penumbra na floresta densa, cada clareira e inseto a zumbir são sagrados na memória e experiência de meu povo. A seiva que percorre o corpo das árvores carrega consigo as lembranças do homem vermelho.
.
Os mortos do homem branco esquecem sua terra de origem quando vão caminhar entre as estrelas. Nossos mortos jamais esquecem esta bela terra, pois ela é a mãe do homem vermelho. Somos parte da terra e ela faz parte de nós. As flores perfumadas são nossas irmãs; o cervo, o cavalo, a grande águia, são nossos irmãos. Os picos rochosos, os sulcos úmidos nas campinas, o calor do corpo do potro, e o homem - todos pertencem à mesma família.
Portanto, quando o Grande Chefe em Washington manda dizer que deseja comprar nossa terra, pede muito de nós.O Grande Chefe diz que nos reservará um lugar onde possamos viver satisfeitos. Ele será nosso pai e nós seremos seus filhos. Portanto, nós vamos considerar sua oferta de comprar nossa terra. Mas isso não será fácil. Esta terra é sagrada para nós.Essa água brilhante que escorre nos riachos e rios não é apenas água, mas o sangue de nossos antepassados. Se lhes vendermos a terra, vocês devem lembrar-se de que ela é sagrada, e devem ensinar as suas crianças que ela é sagrada e que cada reflexo nas águas límpidas dos lagos fala de acontecimentos e lembranças da vida do meu povo. O murmúrio das águas é a voz de meus ancestrais.
Os rios são nossos irmãos, saciam nossa sede. Os rios carregam nossas canoas e alimentam nossas crianças. Se lhes vendermos nossa terra, vocês devem lembrar e ensinar a seus filhos que os rios são nossos irmãos e seus também. E, portanto, vocês devem dar aos rios a bondade que dedicariam a qualquer irmão.Sabemos que o homem branco não compreende nossos costumes. Uma porção da terra, para ele, tem o mesmo significado que qualquer outra, pois é um forasteiro que vem à noite e extrai da terra aquilo de que necessita. A terra não é sua irmã, mas sua inimiga, e quando ele a conquista, prossegue seu caminho. Deixa para trás os túmulos de seus antepassados e não se incomoda. Rapta da terra aquilo que seria de seus filhos e não se importa. A sepultura de seu pai e os direitos de seus filhos são esquecidos. Trata sua mãe, a terra, e seu irmão, o céu, como coisas que possam ser compradas, saqueadas, vendidas como carneiros ou enfeites coloridos. Seu apetite devorará a terra, deixando somente um deserto.
Eu não sei, nossos costumes são diferentes dos seus. A visão de suas cidades fere os olhos do homem vermelho. Talvez seja porque o homem vermelho é um selvagem e não compreenda.Não há um lugar quieto nas cidades do homem branco. Nenhum lugar onde se possa ouvir o desabrochar de folhas na primavera ou o bater das asas de um inseto. Mas talvez seja porque eu sou um selvagem e não compreendo. O ruído parece somente insultar os ouvidos.
E o que resta da vida se um homem não pode ouvir o choro solitário de uma ave ou o debate dos sapos ao redor de uma lagoa, à noite? Eu sou um homem vermelho e não compreendo. O índio prefere o suave murmúrio do vento encrespando a face do lago, e o próprio vento, limpo por uma chuva diurna ou perfumado pelos pinheiros.
O ar é precioso para o homem vermelho, pois todas as coisas compartilham o mesmo sopro - o animal, a árvore, o homem, todos compartilham o mesmo sopro. Parece que o homem branco não sente o ar que respira. Como um homem agonizante há vários dias, é insensível ao mau cheiro. Mas se vendermos nossa terra ao homem branco, ele deve lembrar que o ar é precioso para nós, que o ar compartilha seu espírito com toda a vida que mantém. O vento que deu a nosso avô seu primeiro inspirar também recebe seu último suspiro. Se lhes vendermos nossa terra, vocês devem mantê-la intacta e sagrada, como um lugar onde até mesmo o homem branco possa ir saborear o vento açucarado pelas flores dos prados.
Portanto, vamos meditar sobre sua oferta de comprar nossa terra. Se decidirmos aceitar, imporei uma condição: o homem branco deve tratar os animais desta terra como seus irmãos.Sou um selvagem e não compreendo qualquer outra forma de agir.Vi um milhar de búfalos apodrecendo na planície, abandonados pelo homem branco que os alvejou de um trem ao passar. Eu sou um selvagem e não compreendo como é que o fumegante cavalo de ferro pode ser mais importante que o búfalo, que sacrificamos somente para permanecer vivos.
O que é o homem sem os animais? Se todos os animais se fossem o homem morreria de uma grande solidão de espírito. Pois o que ocorre com os animais, breve acontece com o homem. Há uma ligação em tudo.Vocês devem ensinar às suas crianças que o solo a seus pés é a cinza de nossos avós. Para que respeitem a terra, digam a seus filhos que ela foi enriquecida com as vidas de nosso povo. Ensinem as suas crianças o que ensinamos as nossas que a terra é nossa mãe. Tudo o que acontecer à terra, acontecerá aos filhos da terra. Se os homens cospem no solo, estão cuspindo em si mesmos.Isto sabemos: a terra não pertence ao homem; o homem pertence à terra. Isto sabemos: todas as coisas estão ligadas como o sangue que une uma família. Há uma ligação em tudo.
O que ocorrer com a terra recairá sobre os filhos da terra. O homem não tramou o tecido da vida; ele é simplesmente um de seus fios. Tudo o que fizer ao tecido, fará a si mesmo.
Mesmo o homem branco, cujo Deus caminha e fala com ele de amigo para amigo, não pode estar isento do destino comum. É possível que sejamos irmãos, apesar de tudo. Veremos. De uma coisa estamos certos - e o homem branco poderá vir a descobrir um dia: nosso Deus é o mesmo Deus. Vocês podem pensar que O possuem, como desejam possuir nossa terra; mas não é possível. Ele é o Deus do homem, e Sua compaixão é igual para o homem vermelho e para o homem branco. A terra lhe é preciosa, e ferí-la é desprezar seu criador. Os brancos também passarão; talvez mais cedo que todas as outras tribos. Contaminem suas camas, e uma noite serão sufocados pelos próprios dejetos.
Mas quando de sua desaparição, vocês brilharão intensamente, iluminados pela força do Deus que os trouxe a esta terra e por alguma razão especial lhes deu o domínio sobre a terra e sobre o homem vermelho. Esse destino é um mistério para nós, pois não compreendemos que todos os búfalos sejam exterminados, os cavalos bravios sejam todos domados, os recantos secretos da floresta densa impregnadas do cheiro de muitos homens, e a visão dos morros obstruída por fios que falam.
Onde está o arvoredo? Desapareceu. Onde está a águia? Desapareceu. É o final da vida e o início da sobrevivência."
O nome da cidade de Seattle é em honra desse grande chefe, que acabou eternizado, como um exemplo de amor e respeito ao meio ambiente. Nada mais atual.
nelasport| 5 de Junho de 2007 |8 utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Video do greenpeace para comemorar o dia mundial do ambiente
.
.
.
Artista2009| 9 de Junho de 2008 |0 utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo
.
.
.
samkf125| 2 de Setembro de 2007 |26 utilizadores que gostaram deste vídeo, 3 utilizadores que não gostaram deste vídeo
O que nos estamos a fazer ao planeta terra
.
.
.
.
eduardonogpavan| 11 de Novembro de 2006 |66 utilizadores que gostaram deste vídeo, 6 utilizadores que não gostaram deste vídeo
É um trabalho de biologia baseado no filme que discute o aquecimento global e suas consequências.
Música:
Creed - What if http://br.youtube.com/watch?v=pEijnCA...
.
.
.
Defontanezi| 29 de Setembro de 2008 |3 utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Trabalho de Geografia por...Andressa Fontanezi, Bruna Giovanna Neri santos Jéssica Andrade Silva
Alunas do Colégio Metodista (2008)
.
.
milete93| 27 de Outubro de 2007 |15 utilizadores que gostaram deste vídeo, 1 utilizadores que não gostaram deste vídeo
o que o homem esta fazendo? Não faz sentido pra ninguem!
.
.
Adeiltuu| 24 de Agosto de 2007 |21 utilizadores que gostaram deste vídeo, 3 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Este vídeo mostrará a falta e o desperdicio de água no planeta Terra.
Portanto seja um guardião da água.
.
.
qwertrol| 24 de Agosto de 2007 |8 utilizadores que gostaram deste vídeo, 6 utilizadores que não gostaram deste vídeo
rehnata| 30 de Setembro de 2007 |13 utilizadores que gostaram deste vídeo, 1 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Trabalho sobre poluição da agua...
.
.
.
cesarphilcoabm| 23 de Agosto de 2009 |1 utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo
vídeo de consciencialização da poluição do solo
.
.
.
.
rafaelleaoMT| 9 de Julho de 2008 |93 utilizadores que gostaram deste vídeo, 6 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Este video mostra várias imagens dá poluição do nosso planeta, tem também alguns vídeos que mostra o que vem acontecendo com o nosso planeta, e por fim algumas imagens de belas paisagens. Neste video contém conteúdo da "National Geographic"
.
.
juninhogrande| 15 de Janeiro de 2007 |77 utilizadores que gostaram deste vídeo, 4 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Carta Escrita no Ano 2070...
Um apelo a humanidade para por um fim
ao descaso com o planeta, antes que isso ponha um fim em nós!!!
A maior concentração de plástico no oceano Atlântico está entre as Bermudas e a América do Norte. Entre 1986 e 2008 os cientistas da Associação para a Educação Marinha, com a ajuda de sete mil alunos norte-americanos, utilizaram redes de plâncton para medir o plástico que existe no Atlântico Norte. Os resultados publicados agora na Science associam a movimentação do lixo com as correntes marinhas, mas não explicam para onde vai parte do plástico que está a ser lançado para o mar.
.
“A informação [recolhida] confirma que a física básica dos oceanos explica porque é que o plástico se acumula nesta região tão longe da costa”, disse em comunicado Kara Lavender Law, cientista da associação e uma das autoras do estudo.
Durante mais de duas décadas foram feitas 6100 apanhas de lixo com a rede de plâncton e retiraram-se 64 mil pedaços de plástico – 83 por cento do plástico que se apanhou estava situado na região entre as Bermudas e os Estados Unidos. A maioria dos pedaços tem milímetros de comprimento e é composto por polietileno e polipropileno, materiais menos densos que flutuam na água.
Em 1997, uma apanha que durou 30 minutos obteve 1069 pedaços, o que equivale a 580 mil pedaços por quilómetro quadrado, o máximo de sempre. Como termo de comparação, a concentração máxima de lixo encontrada no mar das Caraíbas e no golfo do México foi de respectivamente 1414 e 1534 pedaços por quilómetro quadrado. Na década de 1970, a concentração era de 167 mil pedaços.
Uma das questões que se levantaram foi o destino do lixo enviado para o oceano. Segundo os autores, entre 1980 e 2008 o plástico deitado no lixo norte-americano aumentou quatro vezes para perto de trinta milhões de toneladas, mas a captura do material não acompanhou esta tendência.
Os autores lançam algumas teorias para este “desaparecimento”: os pedaços podem, com o tempo, tornar-se tão pequenos que não são recolhidos pelas redes, podem afundar-se ou podem ser comidos por animais, como já foi registado. Não se sabe.
Os extremos climáticos que se têm vivido nas últimas semanas em regiões como a Rússia ou o Paquistão exigem que se estude se estas situações vão tornar-se mais comuns no futuro, defende a Organização Meteorológica Mundial.
Investigadores norte-americanos criaram um banco de células de corais congeladas, na esperança de evitar a extinção e de preservar a diversidade dos corais do Havai, foi revelado esta semana.
As borboletas monarcas estão a enfrentar a nova ameaça das tempestades de Inverno atípicas que devastaram algumas florestas santuário no México, alertaram organizações conservacionistas.
Os incêndios dos últimos dias já terão destruído “mais de metade” da Mata do Cabril, uma das três reservas integrais do Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG), admitiu hoje o director desta área natural.
Sailin' home across the ocean
Sailin' home, we're goin' to be free
Down below the crew's in motion
To defy the violence of the sea
Feelin' young, feelin' strong
At the height of the fight
So nothin' can go wrong
We know we always wanna be fightin' the sea
The giant waves are rollin' higher
It's gonna be a cold and rainy night
The hands on deck are raw and tired
Prayin' for a sign of distant light
Feelin' young and feelin' strong
And the might of the night
Is pounding dark and long
We know we always wanna be fightin' the sea
But there's the light and there's the fire
The harbour quay shines dimly on the shore
We can see the steeple's spire
And now we know we won the fight once more
Feelin' young and feelin' strong
And tonight came out right
Tomorrow could be wrong
We know we always wanna be fightin' the sea
So young, so strong, so hard and long
Feeling young and feeling strong
And tonight came out right
But tomorrow could be wrong
We know we always wanna be fightin' the sea
(Sailing home across the ocean)
(Sailing home, going to be free) Going to be free
(So young, so hard, so hard...........}
O flamingo é uma das espécies de aves que podem ser observadas na reserva natural do Estuário do Tejo
06.07.2010
Helena Geraldes .
Passear a pé, de bicicleta ou de barco ou espreitar em observatórios milhares de aves na Reserva natural do Estuário do Tejo vão passar a integrar a oferta turística da região de Lisboa. O compromisso para criar o plano de visitação desta área protegida foi assinado hoje em pleno rio Tejo.
“Não queremos ter só praias” para oferecer, disse esta manhã Luís Patrão, presidente do Turismo de Portugal, a bordo do “varino”, embarcação típica do Tejo, depois da assinatura do protocolo de colaboração para promover visitas regulares e organizadas à reserva natural. As “cabeças de cartaz” são o alfaiate (símbolo da reserva), o perna-longa, flamingo, garça-vermelha, perdiz do mar, colhereiro, coruja-das-torres, lontra e até o sisão. No total são 200 espécies de aves, 35 de mamíferos e 40 de peixes. No Inverno chegam a juntar-se naquela reserva mais de cem mil aves aquáticas.
Durante os próximos três meses, sete entidades – Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB), câmaras municipais de Lisboa, Benavente, Vila Franca de Xira e Alcochete, Associação de Turismo de Lisboa e Entidade Regional de Turismo de Lisboa e Vale do Tejo – farão parte de um grupo de trabalho encarregado de propor um programa e calendário para abrir esta reserva natural ao turismo sustentável. O objectivo da experiência piloto será integrar nos circuitos turísticos usuais, a partir de Lisboa ou dos três concelhos ribeirinhos da reserva natural, a visita a locais de maior valor natural, pontos de observação de aves, rotas e circuitos recomendados e locais de lazer, restauração ou descanso.
Actualmente “há alguma sinalização e alguns percursos” na reserva natural, mas não existem outras infra-estruturas para receber visitantes, comentou João Carlos Farinha, director do Departamento de Gestão de Áreas Classificadas – Zonas Húmidas. Hoje, quem visitar a reserva natural – criada em 1976 e com 14.192 hectares, a maioria privados – não tem a vida facilitada, à excepção dos peritos em ornitologia que já são visitantes habituados. O acesso pode fazer-se pela Ponta da Erva – mas terá de pedir acesso à Companhia das Lezírias -, sítio das Hortas ou pela ribeira das Enguias, em direcção a Pancas.
Um "tesouro" escondido às portas de Lisboa
“As pessoas não se dão conta que aqui há uma reserva natural”, admitiu Humberto Rosa, secretário de Estado do Ambiente. António Costa, presidente da Câmara de Lisboa, reconheceu que nunca ali tinha estado. Depois de uma curta visita ao Mouchão do Lombo do Tejo, com 900 hectares e na mão de privados, o autarca viu dezenas de galeirões, garças-vermelhas, águias-sapeiras e outras espécies de aves a vogar pelas águas de uma lagoa ou a levantar voo. “Fiquei surpreendido com o que encontrei”, disse, referindo-se a um “tesouro” às portas de Lisboa e para o qual a cidade está ainda de costas voltadas. “Lisboa é uma capital europeia rodeada por áreas protegidas como a Reserva Natural do Estuário do Tejo, Arrábida, Sintra-Cascais, Arriba Fóssil da Costa da Caparica. É um luxo que temos de saber aproveitar”.
Para alterar a situação em que existe “alguma visitação embrionária”, Humberto Rosa disse ao PÚBLICO que falta “conhecimento, no sentido de saber que um espaço como este existe,” e a “organização de um circuito”. Para ajudar, a reforma do Programa de Turismo de Natureza veio simplificar os processos de licenciamento e regulamentação. “Este projecto é uma peça estratégica na nossa visão das áreas protegidas”, ou seja, a sua sustentabilidade económica. Se tudo correr bem, a ideia é aplicar este modelo de visitação a outras áreas protegidas da região.
Maria da Luz Rosinha, presidente da Câmara de Vila Franca de Xira, também defende que se deve “dar a conhecer o potencial do rio Tejo e desenvolver uma estratégia que permita aproveitá-lo e preservá-lo”. A autarca adianta que, até Outubro, conta ter um plano de aproveitamento dos mouchões do Tejo e a entrada em funcionamento do espaço de observação e visitação de aves (EVOA), na Ponta da Erva, para onde estão previstos entre 30 mil e 50 mil visitantes por ano.
.
.... Por QuimDaBrita - Desconfiado
Agora é que vão dar cabo daquilo tudo!!!!Apoios disto, apoios daquilo, restaurantes, bares, esplanadas, parques de estacionamento.....E que tal, pensarem alargar os limites do E.T. e criar um corredor verde ( dentro do ainda possivel) entre os Zonas (des)protegidas da zona de Lisboa, alargando os seus limites????Ou vai ser só massificar o n-~de visitas....30.000 visitantes, não será de mais?????Haverá condições de nidificação/invernada, com tantos visitantes???