Discurso de Lula da Silva (excerto)

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domingo, 12 de dezembro de 2010

Alterações Climáticas, Causas e Consequências


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nelasport | 5 de Junho de 2007 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Video do greenpeace para comemorar o dia mundial do ambiente
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Artista2009 | 9 de Junho de 2008 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo 
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samkf125 | 2 de Setembro de 2007 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 3 utilizadores que não gostaram deste vídeo
O que nos estamos a fazer ao planeta terra
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eduardonogpavan | 11 de Novembro de 2006 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 6 utilizadores que não gostaram deste vídeo
É um trabalho de biologia baseado no filme que discute o aquecimento global e suas consequências.
Música:
Creed - What if
http://br.youtube.com/watch?v=pEijnCA...
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Defontanezi | 29 de Setembro de 2008 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Trabalho de Geografia por...Andressa Fontanezi, Bruna Giovanna Neri santos Jéssica Andrade Silva
Alunas do Colégio Metodista (2008)
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milete93 | 27 de Outubro de 2007 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 1 utilizadores que não gostaram deste vídeo
o que o homem esta fazendo? Não faz sentido pra ninguem!
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Adeiltuu | 24 de Agosto de 2007 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 3 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Este vídeo mostrará a falta e o desperdicio de água no planeta Terra.
Portanto seja um guardião da água.
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qwertrol | 24 de Agosto de 2007 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 6 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Terra... Planeta Água???

 
 Poluição da água
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rehnata | 30 de Setembro de 2007 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 1 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Trabalho sobre poluição da agua...
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cesarphilcoabm | 23 de Agosto de 2009 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 0 utilizadores que não gostaram deste vídeo
vídeo de consciencialização da poluição do solo
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rafaelleaoMT | 9 de Julho de 2008 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 6 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Este video mostra várias imagens dá poluição do nosso planeta, tem também alguns vídeos que mostra o que vem acontecendo com o nosso planeta, e por fim algumas imagens de belas paisagens. Neste video contém conteúdo da "National Geographic"
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juninhogrande | 15 de Janeiro de 2007 | utilizadores que gostaram deste vídeo, 4 utilizadores que não gostaram deste vídeo
Carta Escrita no Ano 2070...
Um apelo a humanidade para por um fim
ao descaso com o planeta, antes que isso ponha um fim em nós!!!
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sábado, 21 de agosto de 2010

O Atlântico Norte está a esconder um mar de lixo

Foto: David M. Lawrence/SEA
Uma bota no meio do mar
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19.08.2010
Nicolau Ferreira 

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A maior concentração de plástico no oceano Atlântico está entre as Bermudas e a América do Norte. Entre 1986 e 2008 os cientistas da Associação para a Educação Marinha, com a ajuda de sete mil alunos norte-americanos, utilizaram redes de plâncton para medir o plástico que existe no Atlântico Norte. Os resultados publicados agora na Science associam a movimentação do lixo com as correntes marinhas, mas não explicam para onde vai parte do plástico que está a ser lançado para o mar.
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“A informação [recolhida] confirma que a física básica dos oceanos explica porque é que o plástico se acumula nesta região tão longe da costa”, disse em comunicado Kara Lavender Law, cientista da associação e uma das autoras do estudo.

Durante mais de duas décadas foram feitas 6100 apanhas de lixo com a rede de plâncton e retiraram-se 64 mil pedaços de plástico – 83 por cento do plástico que se apanhou estava situado na região entre as Bermudas e os Estados Unidos. A maioria dos pedaços tem milímetros de comprimento e é composto por polietileno e polipropileno, materiais menos densos que flutuam na água.

Em 1997, uma apanha que durou 30 minutos obteve 1069 pedaços, o que equivale a 580 mil pedaços por quilómetro quadrado, o máximo de sempre. Como termo de comparação, a concentração máxima de lixo encontrada no mar das Caraíbas e no golfo do México foi de respectivamente 1414 e 1534 pedaços por quilómetro quadrado. Na década de 1970, a concentração era de 167 mil pedaços.

Uma das questões que se levantaram foi o destino do lixo enviado para o oceano. Segundo os autores, entre 1980 e 2008 o plástico deitado no lixo norte-americano aumentou quatro vezes para perto de trinta milhões de toneladas, mas a captura do material não acompanhou esta tendência.

Os autores lançam algumas teorias para este “desaparecimento”: os pedaços podem, com o tempo, tornar-se tão pequenos que não são recolhidos pelas redes, podem afundar-se ou podem ser comidos por animais, como já foi registado. Não se sabe.
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segunda-feira, 31 de maio de 2010

BP reconhece falhanço da manobra “top kill” para estancar derrame no golfo do México

Próxima táctica envolve um robot submarino para pôr uma “tampa” no poço

30.05.2010 - 12:09 Por Dulce Furtado
A nova tentativa da BP de parar o maciço derrame petrolífero de uma das suas plataformas no golfo do México falhou, desfazendo as esperanças numa solução expedita para o maior desastre do género nos Estados Unidos.
A baía em que o Mississípi encontra o Golfo do México 
A baía em que o Mississípi encontra o Golfo do México (Jeffrey Dubinsky/Reuters)

Já com crude espalhado ao longo de mais de 110 quilómetros na direcção da costa do Louisiana, e 40 dias passados desde a explosão e afundamento da plataforma (em que morreram 11 pessoas), a BP põe agora expectativas em novas estratégias para parar o derrame, tendo gasto nas tácticas anteriores já cerca de 940 milhões de dólares.

O falhanço da manobra “top kill” – em marcha desde quarta-feira e que consistiu em injectar lama e desperdícios na ruptura aberta no poço – foi assumido ao fim de 72 horas de observação dos resultados. “Não fomos capazes de parar o derrame”, concedeu o chefe de operações da empresa, Doug Suttles, em conferência de imprensa ontem à noite.

“Isto assusta toda a gente, o facto de não conseguirmos estancar o fluxo de crude que sai do poço, o facto de ainda não termos tido êxito”, afirmou. Por três vezes a BP tentou tamponar a ruptura, tendo injectado mais de 30 mil barris de lama no poço, a uma média de 80 barris por minuto, mas sem qualquer sucesso.

O Presidente norte-americano, Barack Obama, que enfrenta cada vez mais fortes críticas pelo que é visto como “uma resposta lenta” da Administração ao desastre, avaliou ontem à noite que o continuado fluxo de crude “enfurece tanto quanto parte o coração”.

“Continuaremos a lançar mão de todos e quaisquer meios responsáveis para parar este derrame até que estejam prontos os dois poços de apoio que estão agora a ser construídos”, afirmou em comunicado divulgado após ter sido anunciado o falhanço da manobra “top kill”. Obama fez questão de sublinhar que demorarão meses até àqueles poços estarem operacionais – e para os quais serão “desviadas” as golfadas de crude do poço que explodiu.

Sem garantias
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O próximo passo de solução mais rápida, agora que o “top kill” foi oficialmente abandonado, consiste num sistema que dá pelo nome de “pacote de tamponamento submarino” (LMRP) e envolve o uso de um robot subaquático para serrar e extrair o tubo com fuga e substitui-lo por uma tampa. Todo o material necessário para esta operação já se encontra no local e deverá entrar em marcha muito em breve, prevendo-se que a manobra demore quatro dias a ser executada.

A BP foi desde já avisando que não há garantias de que este novo método seja bem-sucedido, uma vez que tal operação jamais foi tentada à profundidade de cinco mil pés, que é onde se encontra a fuga do poço – o qual continua a “vomitar” crude a cerca de 12 mil barris por dia para as águas do golfo do México.

Antes, a empresa tentara colocar uma “cobertura” de umas 125 toneladas de peso sobre o derrame, a qual acabou bloqueada por cristais de gelo. A estratégia seguinte, de instalar um longo tubo para “aspirar” parte do crude derramado também não produziu resultados de monta. Só mesmo as explosões e queimas controladas de crude, assim como o uso de dispersantes – feitas logo nos primeiros dias, mas com consequências profundamente negativas sobre o ambiente e a vida marinha local –, permitiram durante algum tempo dar uma resposta muito parcial ao volume de crude derramado.
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sábado, 15 de maio de 2010

Cientistas alertam que autoridades estão a subestimar dimensão da maré negra




14.05.2010 .- Público

Helena Geraldes 

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As autoridades oficiais estarão a subestimar a dimensão da maré negra no Golfo do México. Em vez dos cinco mil barris de petróleo libertados diariamente, os cientistas falam em cerca de 70 mil barris por dia.
Assim que na quarta-feira a BP disponibilizou o primeiro vídeo com imagens do furo, a 1500 metros de profundidade, foram vários os cientistas que começaram a estudar em pormenor a origem da maré negra.

A explosão na plataforma petrolífera Deepwater Horizon aconteceu a 20 de Abril mas ainda hoje a escala da catástrofe não é consensual. “Simplesmente não há forma de medir” o que sai do furo, declarou recentemente Ken Wells, vice-presidente da BP. Por isso, as estimativas oficiais resultam da análise do petróleo à superfície. Mark Proegler, porta-voz da companhia, referiu ao “The Guardian” que foram usadas “imagens de satélite, observações aéreas e marítimas”.

Há duas semanas, o número oficial ficou definido nos cinco mil barris de petróleo diários, de acordo com a estimativa produzida em Seattle pela NOAA (agência norte-americana de meteorologia). Desde então não houve mais nenhuma tentativa para estimar o fluxo de combustível que sai do poço.

Mas, segundo Alun Lewis, consultor britânico especialista em derrames de petróleo ouvido pelo “New York Times”, o método que foi utilizado pelas autoridades – baseado na cor e espessura da mancha negra à superfície da água - não é o recomendado para marés negras desta dimensão.

Richard Camilli e Andy Bowen, da Woods Hole Oceanographic Institution, em Massachusetts, poderiam ter a solução, dada a sua experiência na medição de fluxos submarinos. Mas, noticia o “New York Times”, depois de terem combinado com a BP viajarem até ao Golfo do México com o seu equipamento, foram contactados pela empresa para suspenderem a viagem, na mesma altura em que a companhia petrolífera decidiu utilizar uma cúpula para tentar tapar a fuga. A manobra acabou por falhar.

Steve Werely, da Universidade de Purdue, fez a sua estimativa a pedido da Rádio Pública Nacional (NPR), e analisou as imagens vídeo utilizando um modelo de computador baseado na velocidade dos detritos expelidos na fuga. As suas conclusões indicaram 70 mil barris por dia. Isto equivale a um acidente com o cargueiro “Exxon Valdez”, ocorrido em 1989 no Alasca, de quatro em quatro dias. Na altura foram derramados 250 mil barris de petróleo.

Já Eugene Chiang, da Universidade de Califórnia, Berkeley, estudou o ângulo do fluxo libertado do furo e fez as suas estimativas acerca da aceleração gravitacional. Chiang chegou a valores entre os 20 mil e os cem mil barris diários.

Na semana passada, numa reunião à porta-fechada com membros do Congresso norte-americano, os líderes da BP apresentaram um cenário em que estariam a ser libertados 60 mil barris diários.

O director-executivo da BP, Tony Hayward, estima que o poço fora de controlo tenha um reservatório equivalente a, pelo menos, 50 milhões de barris.

“Ter uma maior precisão sobre o fluxo [de petróleo] não iria ajudar em nada. Estaríamos a fazer exactamente o mesmo do que agora”, disse Jane Lubchenco, responsável da NOAA.
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Foto: U.S. Coast Guard/Reuters
O vídeo foi revelado esta quarta-feira

BP avança com segunda cúpula de contenção para travar maré negra
Empresas ignoraram avisos de perigo antes da explosão na plataforma petrolífera
EUA querem multas maiores para derrames
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Greenpeace
Por Jose Castro - Lisboa
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