Discurso de Lula da Silva (excerto)

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terça-feira, 8 de abril de 2008

Dia Internacional do Cigano

Ricardo Estudante Comunidade cigana de Aveiro reuniu-se com o Ministério Público














Comunidade cigana de Aveiro reuniu-se com o Ministério Público















Tradição do casamento fora da lei
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* Carla Pacheco
07 Abril 2008 - 00.30h


O Ministério Público de Aveiro fez um levantamento dos casos judiciais em que foram detectados casamentos de menores de 16 anos na comunidade cigana e concluiu que há cerca de uma dezena de situações em que poderá vir a ser deduzida acusação, nomeadamente por crime de abuso sexual.

Para tentar pôr um travão a esta 'situação delicada' o procurador João Marques Vidal chamou os líderes das comunidades ciganas de Aveiro para uma reunião e compareceram 14 patriarcas. 'Tentámos sensibilizá-los para o que está na lei e para a necessidade de mudarem os procedimentos', adiantou o magistrado. No entanto – e apesar do encontro ter decorrido 'com grande abertura' – Marques Vidal constatou que os líderes das comunidades 'não estão dispostos a alterar as tradições do casamento'.


CRISE NOS COSTUMES


O casamento, sendo um dos pilares mais enraizados da cultura cigana, em que a virgindade da noiva é o garante da pureza da linhagem da família, não está imune às transformações da sociedade. Os elementos da comunidade admitem que actualmente, com a frequência da escola, as jovens estão mais expostas ao mundo exterior. 'Há que garantir que elas vão puras para o casamento, daíque muitos pais prefiram casá-las cedo a verem-nas fugir', explica Jaime Maia, um dos patriarcas.


Já Teófilo Santiago, responsável da Polícia Judiciária de Aveiro, acredita que 'muitas das situações acabam por chegar ao conhecimento das autoridades porque as raparigas têm hoje outra forma de pensar'. 'Os choques culturais que antes eram resolvidos no seio da comunidade são agora extravasados e obrigam por vezes à intervenção das entidades judiciais.'


Os casos mais graves registados pelas autoridades envolvem situações de sevícias e de violações, que implicam a autoria moraldos pais sempre que se trate de menores de 16 anos. 'Não é razoável que estas pessoas continuem com costumes ancestrais que estão de todo fora da lei e que, mesmo assim, reivindiquem o benefício dos apoios do Estado', salienta Teófilo Santiago.


APONTAMENTOS

ETNIA E TRADIÇÃO


O casamento é o maior acontecimento na comunidade cigana e representa a continuidade da etnia e a entrada na vida adulta. A festa, que conta com centenas de convidados, pode durar entre três a cinco dias. As mulheres da família do noivo comprovam a virgindade danubente e exibem depois um pano branco manchado desangue.


50 MIL EM PORTUGAL

No nosso país há cerca de 50 mil ciganos. As maiores comunidades encontram-se em Lisboa, Porto, Faro, Braga e Aveiro. O último relatório da Comissão Europeia Contra o Racismo e a Intolerância divulga que os ciganos são a minoria mais discriminada em Portugal.


CASOS SINALIZADOS

Uma das situações verificadas em Aveiro foi o de uma menina cigana, de 11 anos, que engravidou de um homem de 27. O relacionamento já durava há um ano quando, em Dezembro, a Polícia Judiciária deteve o indivíduo, que ficou em prisão preventiva.


» COMENTÁRIOS no CM on line
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07 Abril 2008 - 16.16h | manuel gonçalves
«Marques Vidal constatou que os líderes das comunidades não estão dispostos a alterar as tradições do casamento».Gostava de ver a nova Lei do Ministério das Finanças sobre os casamentos cumprida pelos ciganos.Não me façam rir.E não devem gastar pouco com tanta farra.Rendimento minimo,venha ele porque as leis são para os outros.
07 Abril 2008 - 15.35h | Nuno
Exigem todos os direitos e regalias para viverem à custa do Estado, mas cumprir as normas e deveres já não é compatível com a cultura.. Se não adoptam comportamentos civilizados é porque não querem ser integrados na sociedade civil. Discriminados é que não, essa já não pega.
07 Abril 2008 - 15.31h | nicole fonseca
continuaçao:conheço ciganas que casaram com 15,16anos e hoje tem 30,o marido é o mesmo e os filhos seguem a tradiçao dos pais,as jovens estam preparadas para o casamento,enquanto as joventude de hoje muitas sao maes solteiras com 15,16anos,o pai da criança desaparece e elas fiquam a criar um bébé sozinhas,isto quando nao cometem aborto,na etnia cigana nao se vÊ isto.lisboa
07 Abril 2008 - 12.31h | julio martinho
sendo portugal um pais dito desenvolvido parece-me sureal que o estado continue a premitir situacoes destas só porque faz parte da tradicao cigana.em africa existem tradicoes ancestrais k jamais seriam aceites aki.penso k as etnias tem de viver com as leis do pais e nao o pais com as leis da etnias.em africa cortam o clitoris iriamos aceitar esta pratica faz parte da tradicao...
07 Abril 2008 - 11.03h | suissa
e tempo de acabar com essas tradicoes seja em portugal ou noutro pais qualquer, esta situacao nao ixiste so em portugal a justica tem que aplicar a lei tal como é....ainda sao criancas que no seio desta comunidade ja sao adultas...aonde esta a protecao de criancas??? que sejam ciganos ou nao devemos meter um stop sao humanos assim como nos...nos tambem tivemos a nossa tradicao e acabamos com ela..
07 Abril 2008 - 06.15h | Lusitano em França
São a minoria mais descriminada em Portugal? Então porque é que insistem em continuar a permanecer em Portugal? Para mim é porque podem em Portugal fazer um estado no estado, eles cumprem as leis Portuguêsas? Se Portugal não lhes convém porque não retornam aos pais deles? Ou não vão para um outro? Que os obriga a permanecer em Portugal?
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.in Correio da Manhã
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António Rilo Manuel Nunes testemunhou tiroteio em acampamento. Pai de rapariga de 15 anos foi atingido pelo seu compadre



Manuel Nunes testemunhou tiroteio em acampamento. Pai de rapariga de 15 anos foi atingido pelo seu compadre

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Carla Pacheco
27 Março 2008 - 00.30h

Justiça: Tradição pode constituir crime

Casamentos ciganos estão sob suspeita

As autoridades judiciais estão cada vez mais preocupadas com a existência de casamentos entre jovens adolescentes, no seio da comunidade cigana, o que à luz da lei pode revelar a prática de crime de abuso sexual. Em "choque" estão a milenar tradição cigana e as leis, que impedem o casamento e as relações sexuais com menores de 16 anos.


A situação agudizou-se em Dezembro último, quando foi sinalizada uma menina de 11 anos que engravidou de um homem de 27 anos, que vivia com ela na mesma comunidade, em Oliveira do Bairro. Anteontem, o tema voltou à ordem do dia devido a um tiroteio num acampamento, também em Oliveira do Bairro, que terá tido origem na fuga de uma menor de 15 anos, a qual decidiu regressar a casa dos pais.Manuel Nunes, que conhece as famílias em desacordo, disse ao CM que a rapariga fugiu com o filho mais novo do patriarca de Portouro, também de 15 anos, para casarem, 'de acordo com a tradição deles'. As coisas terão corrido bem nos últimos dois meses, mas anteontem, por motivos desconhecidos, 'a jovem resolveu abandonar o acampamento do sogro e voltar para os pais'.

Luís Monteiro, de 49 anos, foi tirar satisfações com o compadre, num acampamento que fica a cerca de quatro quilómetros, e terá sido aí que foi agredido e baleado, numa perna e nas costas, estando internado, sem risco de vida, no Hospital de Aveiro.

Manuel Nunes, que assistiu à discussão – em romani, o dialecto cigano – já identificou o autor dos disparos, um homem de 40 anos, pai da menor. O suspeito foi detido pela PJ de Aveiro e ouvido ontem em tribunal, desconhecendo-se as medidas de coacção aplicadas.


» COMENTÁRIOS no CM on line
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27 Março 2008 - 22.27h | Falcão
Preocupados com os casamentos? só os casamentos? então e tudo o resto que esta gente não cumpre? ou seja fazem o que querem e ainda lhes dão dinheiro e casas.
27 Março 2008 - 22.26h | Graça Afonso
Realmente é assustador o que fazem com as menores ciganas e as autoridades têm razão para ficar assustadas. Há que acabar com isto de vez!
27 Março 2008 - 20.20h | Emídio Cardoso
A lei é igual para todos os cidadãos nacionais?Como se pode permitir que certas comunidades as saltem á toureira?Creio que há alguêm no meu país que não esta a cumprir com o seu dever.Os usos e costumes devem ser respeitados quando aceitaveis e lícitos á sociedade em que se praticam.
27 Março 2008 - 19.40h | Teresa
Isto é muito giro....nao respeitam as leis do país onde vivem pois a maioridade em Portugal é aos 18 anos.Mas para receberem os subsidios e casas do Estado, é com eles....toca a fazer filhos e nós sustantamos essos ciganos todos.....
27 Março 2008 - 17.35h | Victor C
E o bom senso manda que se respeitem as leis e se protejam as crianças. Ou isto de casar em idade de brincar é uma brincadeira? Estamos a falar de seres humanos, não de coelhos!
27 Março 2008 - 08.08h | Pedro Troviscais - Andalucia
As tradições dos ciganos nestes casos são as leias da vida,quando um individuo está maduro sexualmente,é adulto e assim é!Quantas vezes se pergunta a um puto de 4 anos se já tem namorada e vice versa?E para quê usamos os outros animais,quanto mais cedo procriar melhor?Quantos reis se casaram com menos de 14 anos?Deixemo-nos de hipocrisias,e usemos o bom senso.
27 Março 2008 - 07.59h | revoltado
á cerca de uma semana deu um comentário na tv de ciganos ,aonde o chamado rei dos ciganos dizia que só na raça dele é que não havia pedófilia ,e que só nas outras raças havia pedófilos,afinal pareçe que não é bêm assim...
27 Março 2008 - 02.25h | rosita
casar-se muito jovem é tradição em meio cigano.Mas acho que eles devem respeitar as leis dos países onde moram.
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sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Coleccionismo: Pacotes de Açúcar



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* Carla Pacheco
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O que leva largos milhares de pessoas a coleccionar pacotes de açúcar é algo que os próprios não conseguem explicar muito bem. Muitos dirão que “é como juntar outra coisa qualquer”, outros ofendem-se com essa ideia e garantem que fazem parte de “um conceito de grupo”.
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Explicações à parte, algumas centenas de coleccionadores, que se intitulam “periglicófilos”, reuniram-se ontem, em Aveiro, para mais um encontro mensal. José Leite, que já tem esta paixão há três anos, era um dos mais animados a fazer trocas, enriquecendo um espólio que já vai em sete mil pacotes.
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Hélder Bernardo, o criador do portal CUCA – a catedral dos periglicófilos portugueses – estava satisfeito com a adesão ao lançamento de uma nova série de pacotes ‘ANIMAL’, a mais recente coqueluche destes “doces coleccionadores”.

in Correio da Manhã 2007.10.29
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FOTO - Carla Pacheco - (As trocas são normalmente feitas sem qualquer pagamento)

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

'O Pranto de Maria Parda' em cena - Uma comédia burlesca


* Carla Pacheco
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Maria do Céu Guerra sobe ao palco dos Paços da Cultura de S. João da Madeira, no próximo dia 19, pelas 21h45, com ‘O Pranto de Maria Parda’. A peça, uma produção d’A Barraca, centra-se na “lamentação”, posta na boca de uma velha bêbeda que, além disso, é mulata (e, por isso, se chama ‘Parda’).
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O texto, escrito em 1522, é um monólogo de Gil Vicente que veio a ser muito popular e teve numerosas reedições. Nesse ano, o reino enfrentou um terrível período de fome. Os camponeses esfaimados morriam ao longo dos caminhos.
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No texto, a falta de vinho relaciona-se com a falta de víveres em geral. Maria Parda a morrer à sede é a imagem invertida dos desgraçados que morriam à fome.
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“O seu desespero é cómico e o seu testemunho burlesco”, lê-se na informação difundida pela produção. É assim que a personagem exorciza o drama da fome. Ou seja, ‘O Pranto de Maria Parda’ é uma paródia: “No estilo da chocarrice popular, esconjura e elimina o sofrimento e a morte”.
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Esta é uma das maiores interpretações de Maria do Céu Guerra, que por ela recebeu o Prémio UNESCO no Festival de Artes Cénicas da Expo’92, em Sevilha. Dos milhares de espectáculos aí apresentados, o júri internacional seleccionou 25, entre os quais esta peça, encenada e interpretada pela actriz portuguesa.
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in Correio da Manhã 2007.10.16
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foto de Pedro Catarino - Maria do Céu Guerra dá voz às lamentações de uma velha bêbeda

domingo, 21 de outubro de 2007

Heróis de chapéu - Mostra no museu da Chapelaria - S. J. Madeira




* Carla Pacheco
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O Museu da Chapelaria, em S. João da Madeira, tem patente uma exposição única sob o título ‘Os Chapéus dos Meus Heróis’, que pretende ser “educativa e simultaneamente divertida”. Trata-se de uma iniciativa virada para públicos de diferentes idades, inserida no programa comemorativo dos 81 anos do município.
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Da banda desenhada, ao cinema e à televisão, muitos são os heróis e os vilões que fizeram do chapéu a sua imagem de marca e, mais do que isso, fizeram associar ao chapéu que usam diversas características de personalidade e formas de estar na vida. É o caso de Pato Donald, de Charlie Chaplin ou Marlon Brando.
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Compreender esses personagens através dos seus chapéus é o objectivo desta exposição totalmente inédita em Portugal .
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Com a promessa de despertar histórias emocionantes dos tempos de infância, ‘Os Chapéus dos Meus Heróis’ apresentam réplicas das mais conhecidas figuras do mundo dos desenhos animados.
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Este ano, a programação de exposições temporárias do Museu da Chapelaria tem sido dedicada à banda desenhada e ao boneco animado, tendo já passado por este equipamento cultural sanjoanense mostras de marionetas (da companhia Teatro e Marionetas de Mándragora) e de desenho humorístico (‘World Press Cartoon’ e ‘People who wear helicopter hats’), entre outras.
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in Correio da Manhã 2007.10.14
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Para saber mais ver:

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ANMP - Secção de Municípios com Museu
O Museu da Chapelaria Dentro destas paredes guardamos máquinas, ferramentas, matérias-primas, chapéus. Guardamos as histórias que a memória salvou
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Gravura - Heróis de chapéu garantem uma exposição muito animada

domingo, 14 de outubro de 2007

Umbigo de Régio - Aveiro: Dia 12 no Teatro Aveirense


* Carla Pacheco
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A vida e obra de José Régia serviram de inspiração para a peça ‘Umbigo de Régio’ que vai estar em cena no próximo dia 12, no Teatro Aveirense, em duas sessões às 14h30 e 21h30. Trata-se de um trabalho que, para além de “beber” da extensa obra do escritor português, pretende também ser um reflexo da realidade portuguesa entre as décadas de 20 e de 60 do século XX.
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Os textos são da autoria de Miguel Real e Filomena Oliveira, numa co-produção do Teatro Trindade/Inatel, e a interpretação está a cargo de Jorge Sequerra.
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‘Umbigo de Régio’ é um monólogo, em que um só actor se desdobra em múltiplos outros, percorrendo as 33 cenas que se relacionam em forma de mosaico.Para o actor Jorge Sequerra, com uma carreira de 30 anos, “um dos grandes desafios deste projecto foi, para mim, fazer de um monólogo um espectáculo dinâmico, vivo e interessante”, o que na opinião do actor foi conseguido. Já o autor Miguel Real salienta que a peça “é uma introdução ao espírito do escritor, um apelo à sua leitura e uma declaração de amor por Régio”.
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in Correio da Manhã 2007.10.07
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Foto - Um só actor percorre as 33 cenas da peça ‘Umbigo de Régio’