Discurso de Lula da Silva (excerto)

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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Azulejos na estação do metropolitano na praça Deák (Budapeste)






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Erzsébet

Fui pesquisar sobre Sándor Petőfi e encontrei este post dum local que talvez conheças, em Budapeste, na estação do metropolitano:

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Os azulejos da Praça Deák

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http://gyuricza.blogspot.com/2009/01/os-azulejos-da-praca-dek-parte-1.html





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Victor!

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Tu és um homem fantástico!

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Estive quase diariamente na estação do metropolitano na praça Deák, quando ia regularmente a Budapeste trabalhar (aqui três linhas subterrâneas encontram-se).

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Notei estas azulejos, mas pensei que estes são decorações simples.
Não deixa de lá irei vê-los.


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Fui ver os azulejos na estação do metropolitano na praça Deák.

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Não tive o meu aparelho fotográfico comigo. Tomei algumas fotografias com meu telefone, envio-tas Não fui capaz de fazer fotografias no todo (na integra): a superfície „dos azulejos” é 15x1,5 m aproximadamente) mas de pequenos detalhes só.

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Bobály Erzsébet

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sábado, 6 de junho de 2009

João Abel Manta (9) - Azulejos em Coimbra (1/2)



Os painéis de João Abel Manta em Coimbra, um tesouro muito mal estimado!...

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Ver as imagens no blog original
clicando no título logo acima
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Muita gente que usa (e usou...) capa e batina, passará ao longo deste trecho da Avenida Sá da Bandeira, à frente do Teatro Académico de Gil Vicente e do complexo de instalações da Associação Académica de Coimbra, não tendo reparado atentamente nos painéis de João Abel Manta, de 1958, que ali se encontram aplicados.
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É possível, e é de lamentar que uma tal coisa possa acontecer, até porque os sete painéis do grande artista (merecedor de destaque no elenco dos maiores da História da Arte em Portugal, e não apenas do seu século) é uma obra dedicada "à evolução do traje académico"!...
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agora de inverno é possível avistar o painel daqui, com a simpática nota musical dos repuxos saltitantes. Assim que chegar a primavera (Deus a traga!...) adeus oh painel...
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Quem se debruce de forma cuidada sobre o actual estado de toda aquela frente do edifício, reparando no estado de manutenção do edifício e na sua apresentação estética, ficará triste, por certo.
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Tudo muito descuidado (para dizer pouco...) sofrendo a obra aqui em apreço de um efeito de desprestígio evidente. Digamos que tudo concorre para que "ninguém a veja"!...
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É uma vergonha que, não obstante, não fica por aqui: no jardim (???...) da Associação, lá atrás, há um outro notável painel de azulejos, também de autoria de João Abel Manta, sobre o tema "actividades culturais estudantis", votado ao mais desprestigiante abandono!...
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Aqui por baixo se reproduzem dois dos que documentam o traje académico nos séculos XVIII, XIX e XX, respeitando as reais proporções dos painéis (aqui tratados para não serem vítimas do erro de perspectiva que afecta o observador que os contemple de perto, ao nível do solo).
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O painel aqui apresentado em primeiro lugar, entretanto, encontra-se parcialmente oculto por um indisciplinado "ramalhão". Para o mostrar assim, foi preciso um bom bocado de trabalho com o Photoshop.
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Quanto ao desordenado arbusto, não é que eu seja inimigo da natureza, mas se há tanta árvore nobre que é abatida sem piedade, que será que ele ali está a fazer?...
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painel azulejos joao abel manta, aac, coimbra

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Nestes, como noutros painéis, é observável a sua degradação (azulejos quebrados, além de outras mazelas).
O "recinto" relvado, a vedação com marcos de ferro e correntes (um deles por terra), o estado da parede com grafitos e muita sujidade, as janelas muito mal "lavadas" e com aros ferrugentos (e letras a preto e branco lá por detrás que ali estão a fazer nada, além de lixo visual...), em suma, está tudo para ali a "ajudar o pai, que é pobre"!...
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A configuração dos painéis é feita da forma sempre muito engenhosamente estética que João Abel Manta imprime a todas as suas criações, portadoras, além do mais, duma riquíssima gama de alusões de ordem cultural.
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O desenho é elegantíssimo e de uma limpidez expressiva inigualável, fazendo concorrer neste caso 3 elementos caracterizadores:
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  • à direita, um par de estudantes envergando o traje académico, apenas com ligeiras variantes;
  • à esquerda, um casal de cidadãos comuns (em Coimbra pouco elogiosamente designados, antanho, como "futricas");
  • em fundo, um detalhe arquitectónico de uma obra monumental que pode contextualizar a paisagem artística da cidade, de forma aproximada, relativamente ao período estudantil respectivo.
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O desenho hierarquiza os diversos elementos figurados através das diferenças de espessura dos traços e da sua coloração, o que também assinala a diferença dos planos em que se situam.
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E aqui, para que conste, com ferro velho e silvas à mistura (ou coisa que o valha) um aspecto colhido em dia de chuva (melhor assim porque não se vê a miséria toda) o tal "painel das traseiras":

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Comentários poderá toda a gente fazê-los, mas em vão.
Uma vergonha destas, não há comentários que lhe valham!...
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O tratamento desta questão deveria ser parte de uma apreciação especializada e profissional (que não cabe aqui fazer-se) de todo o complexo do TAGV e da AAC, conjunto monumental muito significativo do património recente da cidade de Coimbra, todo ele precioso para a sua actualidade cultural, instalações e serviços activos que conviria manter no mais elevado grau de aprumo funcional, técnico e estético.
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O Teatro Académico de Gil Vicente é uma entidade pública sob a administração da Universidade de Coimbra.
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A Associação Académica de Coimbra e todos os seus organismos autónomos são entidades do mais elevado interesse para estudantes e não estudantes e devem merecer a maior atenção de todos nós, cidadãos de Coimbra e de fora dela.
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Se servem a cultura como têm servido e se pertencem à memória de enriquecimentos culturais de tanta gente que os tem frequentado, é bom que continuem a poder fazê-lo.
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Se servem a cultura, servem-se do apoio de todos nós, alunos que fomos e pais de outros alunos ou simples cidadãos contribuintes que olhamos as coisas com o direito legítimo de ver o que está bem e o que está mal.
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O aspecto exterior que evidenciam estas casas, estes espaços e o seu adorno artístico não é indício de grande cuidado, nem do melhor nível de atenção.
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“O que está bem, bonito parece”, é uma observação simples, com a vulnerabilidade natural de tudo o que diz o povo, mas nem por isso verdade menos respeitável.
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O que é que funciona mal, ou o que é que não funciona ali?
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Numa data posterior, continuarei a observar, com mais detalhe, os simples aspectos exteriores da degradação e do descuido que são evidentes.
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Dentro, ao âmago das questões, porventura mais candentes, não me compete chegar.
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Cada um que assuma as suas devidas responsabilidades.



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01 Março 2008

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João Abel Manta (10 ) - Azulejos em Coimbra (2/2)

15 Março 2008

Os painéis de João Abel Manta em Coimbra (continuação)

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Clicar nas fotos para ver
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Fotografar o painel de João Abel Manta que se encontra no jardim (???...) da Associação Académica de Coimbra, no seu conjunto, é uma tarefa difícil.
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As luzes, as sombras, a desarrumação geral à sua frente, o "horizonte" deprimente, produzem um resultado sempre problemático.
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Já tentei mais do que uma vez, mas terei de regressar ao local e tirar proveito de condições de luz natural um pouco mais propícias. Tratar do jardim e organizar a paisagem... está para além das minhas posses...
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O que junto abaixo é apenas para dar uma ideia:

coimbra,joao abel manta,azulejos


.Ainda ontem um amigo meu referia as empolgantes recordações que tem deste espaço e das enormes e vividas assembleias de estudantes (cidadãos!...) que ali tiveram lugar em 1962.
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Que é feito de toda essa gente?
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No primeiro sector do lado esquerdo os labores do cinema, seguidos dos operadores da rádio:
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joao abel manta, aac, coimbra
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a seguir, o canto e os seus intérpretes:
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joao abel manta, aac, coimbra



. depois, a leitura e as danças:
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joao abel manta, aac, coimbra
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meio escondido pela vegetação supérflua (como tantas vezes no domínio da "realidade cultural"), o teatro:
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painel azulejos joao abel manta, aac, coimbra

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A obra no seu todo está referenciada, por exemplo, no catálogo que foi feito por ocasião da grande exposição da obra gráfica de João Abel Manta, em 1992, em Lisboa, no Museu Rafael Bordalo Pinheiro.
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Na página 318 lá está: "...painel de azulejos decorativos para a "Associação Académica de Coimbra", e o tema designado para o mesmo é: "Actividades Culturais Estudantis".
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A seguir, nas páginas 320 a 323 encontram-se reproduzidas as composições gráficas e as montagens quer deste painel do "jardim" quer daqueles que se encontram na parte exterior da mesma AAC, visíveis da Avenida Sá da Bandeira.

Logo que me for possível procurarei complementar e desenvolver o material aqui apresentado, acrescentando algumas considerações mais detalhadas.
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passear Coimbra

15 Março 2008

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sábado, 21 de fevereiro de 2009

Património: Polícia protege painéis de Almada Negreiros

Bruno Colaço José de Almada Negreiros esteve no Restelo junto à moradia que tem uma dúzia de obras criadas pelo seu pai, cuja destruição conseguiu impedir na quinta-feira

José de Almada Negreiros esteve no Restelo junto à moradia que tem uma dúzia de obras criadas pelo seu pai, cuja destruição conseguiu impedir na quinta-feira
21 Fevereiro 2009 - 00h30

Património: Polícia protege painéis de Almada Negreiros

José Luís Feronha

Azulejos nas mãos da Câmara

A vereadora Helena Roseta vai tentar agendar para a próxima reunião da Câmara de Lisboa, na quarta-feira, com carácter de urgência, a classificação como património da moradia do Bairro do Restelo de onde foram retirados azulejos de Almada Negreiros na passada quinta-feira. A medida visa reforçar a protecção do edifício, tido como de grande-valia artística.



Caracterizados pelo arquitecto José de Almada Negreiros, filho do artista plástico falecido em 1970, como "dos maiores conjuntos de painéis cerâmicos alguma vez feitos em Portugal durante o modernismo", os referidos azulejos integram a lista do Inventário Municipal. Além disso, declarou Helena Roseta ao CM, "a obra feita na quinta-feira não tem licença", pelo que "quem fez os estragos vai ter de responder por eles".


A acção de operários que removeram azulejos na quinta-feira foi travada após iniciativas de José Almada Negreiros e da vereadora eleita pelo movimento ‘Cidadãos por Lisboa’.


Dos 12 painéis de azulejos, três já haviam sido removidos ou destruídos totalmente e outros dois parcialmente quando a Polícia Municipal chegou. Por determinação do vereador Manuel Salgado, a obra foi embargada. O pedido de demolição total da moradia deu entrada na autarquia a 29 de Janeiro, apresentado pela empresa Soindol, que o CM não conseguiu contactar.


Uma primeira tentativa de extracção dos painéis deu-se nos anos 60, por iniciativa de um estrangeiro que comprou o imóvel. "A Câmara interveio e impediu-o", recorda José de Almada Negreiros.


DETALHES

SIGNIFICADO CULTURAL

A construção da moradia da rua de Alcolena foi demorada, tendo terminado em 1954. Segundo José de Almada Negreiros, filho de um dos nomes maiores do modernismo português, "esta casa teve um enorme significado cultural".


COINCIDÊNCIA ESTRANHA

Precisamente na véspera do início de extracção dos azulejos, Helena Roseta tentou agendar, em vão, a classificação da moradia na Câmara. "Que estranha coincidência!", diz a vereadora.


COM E SEM AZULEJOS

Segundo relatos, a tentativa de extracção dos azulejos terá sido feita pelo penúltimo proprietário da moradia, que a vendeu "sem azulejos". Tanto Helena Roseta como José Almada Negreiros ouviram esta história, mas não dispõem de elementos que a confirmem.

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in Correio da Manhã 2009.02.21
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terça-feira, 22 de abril de 2008

O Mistério dos Azulejos desaparecidos

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clicar na imagem para ler

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in Correio da Manhã Domingo - 2008.03.23

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quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Azulejos (1) - Setúbal




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Fotografias por Victor Nogueira
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Os três últimos conjuntos já não existem, pois estavam integrados no Bairro Operário Afonso Costa, contruído no tempo do fascismo, na altura distante da cidade, que a Câmara Socialista arrasou sem preservar a memória dele, apesar das minhas propostas, aliás como sucedeu com a Vila Maria, (propus sem êxito que ao menos re-fizessem a planta do edifício) ambas dando origem a novas urbanizações
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Dos escombros recolhi alguns poucos azulejos inteiros e outros «reconstruídos» por mim com os destroços, alguns dos quais no entanto ficaram incompletos.
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Relativamente à azulejaria muitos painéis de azulejos, figurativos ou não, têm sido destruídos ou desapareceram sem deixar rasto, salvo nalgumas fotos minhas, como no Bairro Salgado. Outros vão sendo paulatinamente destruídos, perante a indiferença geral, como na Vivenda Frixell, ou vandalizados, como na loja que faz esquina com o Largo da Ribeira Velha.
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