Discurso de Lula da Silva (excerto)

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sexta-feira, 9 de julho de 2010

Agressão: Costureira acusa La Féria



La Féria assume ser uma pessoa de “exigência quase doentia”
destaque
Agressão: Costureira acusa La Féria
08-07-2010
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Filipe La Féria estreia amanhã, no Casino Estoril, a peça que já deu muito que falar - ‘Fado, História de um Povo'. Além de grande parte da equipa ter sido afastada mesmo antes da subida ao palco, outro incidente vem agora manchar o musical. A costureira, que trabalha com o produtor desde 1999, Helena Brandão, acusa-o de agressão.
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O incidente terá acontecido no dia 8 de Junho, às 4h30, no Salão Preto e Prata do Casino Estoril. Segundo o CM apurou, La Féria mostrou-se profundamente insatisfeito com o trabalho da costureira e, no meio de uma discussão, empurrou-a. A mulher, de 54 anos, foi assistida na manhã seguinte, no centro de saúde de Samora Correia, onde reside, e fez queixa na GNR da mesma localidade. Entretanto, o processo foi transferido para a PSP de Cascais. 
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Contactada pelo CM, Helena Brandão prefere remeter-se ao silêncio: "É verdade que voltei as costas ao senhor Filipe La Féria por motivos muito graves, mas não me posso pronunciar." Já o produtor não esteve disponível para falar durante todo o dia de ontem. 
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Na semana passada, quando convocou uma conferência de imprensa sobre o musical ‘Fado, História de um Povo', La Féria falou das pessoas que ficaram pelo caminho. "Eu queria chegar ao Cairo, mas houve muitas pessoas que ficaram cansadas e foram só até Faro", revelou, acrescentando: "Sou de uma exigência quase doentia, quem não me acompanha prefiro que saia." 
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"NÃO QUIS COMPACTUAR COM INSULTOS" (João Rôlo, estilista)
João Rôlo era responsável pelos figurinos do espectáculo que estreia amanhã, mas divergências com La Féria levaram-no a afastar-se. "Não me chateei com ele. Enviei-lhe uma mensagem a dizer que ia abandonar o projecto, porque não podia compactuar e estar a trabalhar no meio de gritos, berros e de insultos a pessoas que estão ali a trabalhar dia e noite, muitas delas sem receber, com ordenados atrasados", declara. "Não gostei de certas atitudes", conclui. 
Vânia Nunes
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quinta-feira, 17 de junho de 2010

Cats Musical - Memory


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UrChatNoir 22 de Julho de 2007 — Cats is an award-winning musical composed by Andrew Lloyd Webber based on Old Possum's Book of Practical Cats and other poems by T. S. Eliot. The show has been performed around the world in numerous productions and has been translated into more than 20 languages.
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14/Mai/2010 20:50
Boa noite e bons sonhos. Bjos. Judite
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CATS : Memory Lyrics

Songwriters: Nunn, Trevor; Eliot, T S; Lloyd-Webber, Andrew;
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At last, the time has come for Old Deuteronomy to make
the Jellicle Choice and decide which one cat will be reborn
into a new Jellicle life. At that moment, Grizabella reappears.
Again she recalls her "Memory" of how things used to be. She
pleads to her brothers and sisters, yearning to come back to
them. This time, through a greater appreciation of tolerance,
the cats accept her back into the tribe.

GRIZABELLA:
Daylight, see the dew on the sunflower
And a rose that is fading
Roses wither away
Like the sunflower I yearn to turn my face to the dawn
I am waiting for the day

SOLO:
Now Old Deuteronomy, just before dawn
Through a silence you feel you could cut with a knife
Announces the cat who can now be reborn
And come back to a different jellicle life

GRIZABELLA:
Memory, turn your face to the moonlight
Let your memory lead you
Open up, enter in
If you find there the meaning of what happiness is
Then a new life will begin

Memory, all alone in the moonlight
I can smile at the old days
I was beautiful then
I remember the time I knew what happiness was
Let the memory live again

Burnt out ends of smokey days
The stale cold smell of morning
The streetlamp dies, another night is over
Another day is dawning

Daylight, I must wait for the sunrise
I must think of a new life
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.http://www.lyricsdownload.com/cats-memory-lyrics.html

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Cats (musical)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

 
Cats é um musical composto por Andrew Lloyd Webber que teve sua estréia em Londres em 1981, mas que se consagrou por mais de vinte anos em cartaz na Broadway. Para realizar esse espetáculo, Llyod Weber musicou uma série de poemas de T. S. Eliot sobre gatos e acrescentou um roteiro, onde Memory foi uma das suas músicas de maior sucesso.
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No musical, os gatos jellicle, palavra que só eles sabem o seu significado, se reúnem uma vez ao ano para que seu líder escolha um e apenas um deles para ir a um lugar melhor. Entre os personagens mais marcantes estão Munkustrap, o narrador da história, e Grizabela, the glamour cat.
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Essa obra é tida como uma das maiores produções da Broadway, e já foi vista por mais de 50 milhões de apreciadores, num total de 45 mil apresentações.
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O musical teve sua estreia no Brasil (São Paulo) no período 09-27.08.2006. e no Rio de Janeiro de 30.08 a 03.09.2006, e em Portugal em 2004, regressando em 2006.
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Em 1998, o musical foi gravado em DVD, no Adelphi Theater de Londres, contando com a participação de artistas tais como: Elaine Paige, John Mills, Ken Page, Rosemarie Ford , Michael Gruber, John Partridge, Aeva May, Geoffrey Garratt, James Barron, Jo Gibb, entre outros.
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O musical teve sua estréia no Brasil no dia 4 de março de 2010, no Teatro Abril, em São Paulo, contando no elenco com os atores e cantores Saulo Vasconcelos como Old Deuteronomy, Sara Sarres como Jellylorum, Julio Mancini como Munkustrap, Cleto Baccic como Rum Tum Tugger e Paula Lima como Grizabella. A adaptação das letras ficou por conta de Toquinho.

Índice

 

Sinopse

Numa noite especial do ano, todos os gatos Jellicle se encontram no Jellicle Ball. Lá, o líder sábio e benevolente, Old Deuteronomy, anuncia qual deles irá para um lugar chamado Heaviside Layer, onde renascerá uma nova vida Jellicle.

Números Musicais

ATO 1
  • Abertura
  • Prólogo: Jellicle Songs for Jellicle Cats
  • The Naming of Cats
  • The Old Gumbie Cat
  • The Rum Tum Tugger
  • Grizabella, the Glamour Cat
  • Bustopher Jones: The Cat About Town
  • Mungojerrie & Rumpleteazer
  • Old Deuteronomy
  • The Awful Battle of the Pekes and the Pollicles
  • The Jellicle Ball
  • Memory
ATO 2

  • The Moments of Happiness
  • Gus: The Theatre Cat
  • Skimbleshanks: The Railway Cat
  • Macavity: The Mystery Cat
  • Mr. Mistoffelees
  • Memory
  • Journey to the Heaviside Layer
  • The Ad-dressing of Cats

Curiosidades

  • Cats foi o musical que mais tempo esteve em cartaz no New London Theatre: 21 anos.
  • A música "Memory" já foi gravada por mais de 170 artistas!
  • Entre os mais de 30 prêmios que já lhe foram atribuídos, contam-se sete Tony Awards e um Grammy.
  • A música "Memory" garantiu a Susan Boyle a vitória na primeira semi-final do show britânico Britain's Got Talent.

 Referências

Ligações externas

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segunda-feira, 14 de junho de 2010

5th Dimension - Aquarius & Let the sunshine in 2008

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fritz51130 17 de Maio de 2008 — 5th Dimension - Aquarius & Let the sunshine in 2008
Released 1969

When the moon is in the Seventh House
And Jupiter aligns with Mars
Then peace will guide the planets
And love will steer the stars
This is the dawning of the age of Aquarius
Age of Aquarius
Aquarius!
Aquarius!

Harmony and understanding
Sympathy and trust abounding
No more falsehoods or derisions
Golden living dreams of visions
Mystic crystal revelation
And the mind's true liberation
Aquarius!
Aquarius!

Let the sunshine, let the sunshine in, the sunshine in
Let the sunshine, let the sunshine in, the sunshine in
Let the sunshine, let the sunshine in, the sunshine in
Let the sunshine, let the sunshine in, the sunshine in
Let the sunshine, let the sunshine in, the sunshine in
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.O vídeo originalmente enviado foi retirado do you tube .(VN)
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29/Abr/2010 5:18

Bom dia! Bjos: Judite 
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Hair (musical)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

 
Hair é um musical sobre os hippies dos anos 60 e fazia apologia de sua cultura de liberação das drogas, música, paz e amor. Ficou famosa por suas músicas e por suas cenas de nudez.

Índice

 

História

Hair foi escrito por James Rado e Gerome Ragni (texto e letras das músicas) e Galt MacDermot (música). Estreou off-Broadway, em 17 de outubro de 1967 e, depois de 45 apresentações, foi para o Teatro Biltmore, na Broadway, em 29 de abril de 1968, onde foi à cena por mais 1.873 vezes.
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Uma das actrizes do elenco, Beverly D'Angelo, se consagraria em Hollywood. Foi a única atriz que não apareceu nua em cena.
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Seguiram-se outras montagens em Los Angeles,Londres e Sydney. No México, depois da primeira apresentação, a peça foi proibida pelo governo e os actores, ameaçados de prisão, tiveram que deixar apressadamente o país. Outras montagens se seguiram através do mundo , voltando a cartaz mais recentemente na Austrália, na Áustria e na Grã-Bretanha, com novas letras para as antigas canções.
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Em setembro de 2005, nova montagem de Hair foi encenada em Londres, com a ação ambientada não mais na Guerra do Vietname, mas na Guerra do Golfo de 2003. James Rado concordou inicialmente com a montagem, mas o espetáculo mereceu críticas de actores que trabalharam na versão original. Na opinião deles, o espírito desta foi traído na atualização.
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O álbum com as canções da peça foi agraciado com o Grammy de 1969.

Controvérsia

Hair provocou controvérsia desde sua primeira apresentação. Mas em Nova York e em outros grandes centros, o descontentamento ficou circunscrito a críticas desfavoráveis dos conservadores. No entanto, quando a peça saiu em excursão pelos Estados Unidos, seus produtores sofreram ações legais por práticas obscenas e desrespeito à bandeira americana, discussão que chegou à Suprema Corte. Também na Grã-Bretanha o musical teve problemas com a censura.

Enredo

O enredo da peça difere do enredo da versão cinematográfica dirigida por Milos Forman.
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O musical segue a trajetória d’ A Tribo, um grupo de hippies da Era de Aquário politicamente ativos, em sua luta contra o recrutamento militar no período da Guerra do Vietname. Entre os hippies estão Claude e Berger, que lutam contra a convocação do primeiro, e Sheila, apaixonada pelos dois, mas muito envolvida na luta política para cuidar de seus sentimentos amorosos. Eles e os outros membros do grupo sintetizam o pensamento e a prática dos hippies nos anos 60.
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No final, a maior diferença entre os enredos da peça e do filme: Claude chega à conclusão que a vida n’A Tribo não é o que ele realmente deseja e vai para o Vietname. No filme, Berger toma seu lugar e morre na guerra. O musical encerra sem que o público fique sabendo o destino de Claude no Vietname.

A montagem brasileira

Menos de um ano após a assinatura do Ato Institucional nº 5, que instaurou a fase mais dura do regime militar, com cassações de direitos políticos em massa e prisão e torturas de adversários, estreava em São Paulo a montagem brasileira do musical Hair, no palco do Teatro Aquarius, mais tarde Teatro Zaccaro, no bairro do Bixiga.
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A iniciativa, ousada para a época, deveu-se a Ademar Guerra, responsável por várias realizações pioneiras do teatro brasileiro e que vinha de uma temporada exitosa com a polêmica peça Marat/Sade, de Peter Brook.
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Ademar e o produtor Altair Lima tiveram que vencer várias dificuldades. Primeiro, a descrença de empresários teatrais de que era possível montar um musical do porte de Hair no Brasil. Depois de vencida esta resistência, veio outro problema: a censura.
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A montagem original era repleta de cenas em que os atores apareciam nus, o que desagradou a censura. Seguiu-se uma penosa negociação e, ao final, os censores concordaram em que a nudez dos atores seria mostrada apenas uma única vez na peça, ao final da peça, em uma cena com apenas um minuto de duração e na qual os atores deveriam permanecer absolutamente imóveis, sendo seguido de um "black-out".
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Apesar das restrições, Ademar deu um tratamento requintado à cena, que caiu no gosto do público e da crítica e é lembrada até hoje como um dos grandes momentos do teatro brasileiro.
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Hair marcou a estréia de vários jovens atores e atrizes, que depois se tornaram famosos por suas atuações no teatro, cinema e televisão. O elenco inicial era composto por Armando Bogus, Sônia Braga, Maria Helena, Altair Lima, Benê Silva, José Luiz de França Penna, Neusa Maria, Marilene Silva, Laerte Morrone, Aracy Balabanian, Gilda Vandenbrande, Bibi Vogel, Acácio Gonçalves e Pingo.
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Sônia Braga, então com 18 anos, foi a grande estrela da peça, mas quase ficou de fora do elenco, pois não contava com a simpatia do diretor Ademar Guerra e só foi aceita por conta da insistência de Altair Lima. Entre os que se encantaram com Sônia, estava Caetano Veloso que compôs Tigresa em sua homenagem. Sônia era a tigresa de unhas negras e íris cor de mel, que trabalhou no Hair.
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Ao longo da carreira da peça, que se estendeu até 1972, entraram as atrizes Ariclê Perez e Edyr Duqui (que depois faria parte do grupo musical As Frenéticas) e os atores Antonio Fagundes, Nuno Leal Maia, Ney Latorraca, Denis Carvalho, Buza Ferraz e Wolf Maia.
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A direção musical da peça foi de Cláudio Petraglia, a coreografia, de Márika Gidali e a tradução das músicas para o português, de Renata Pallotini.

Lista de Temas


Act I
  • Aquarius
  • Donna
  • Hashish
  • Sodomy
  • I'm Black/Colored Spade
  • Manchester England
  • Ain't Got No
  • I Believe in Love
  • Air
  • Initials (L.B.J.)
  • I Got Life
  • Going Down
  • Hair [1]
  • My Conviction
  • Easy to Be Hard
  • Don't Put It Down
  • Frank Mills
  • Be-In [2](Hare Krishna)
  • Where Do I Go

Act II
  • Electric Blues
  • Black Boys
  • White Boys
  • Walking in Space
  • Yes, I's Finished/Abie Baby
  • Three-Five-Zero-Zero
  • What a Piece of Work Is Man
  • Good Morning Starshine
  • The Bed
  • Aquarius – (repetição)
  • Manchester England (repetição)
  • Eyes Look Your Last
  • The Flesh Failures

Referências

  • Davis, Lorrie e Rachel Gallagher. Letting Down My Hair: Two Years with the Love Rock Tribe (1973) A. Fields Books ISBN 0-525-63005-8
  • Horn, Barbara Lee. The Age of Hair: Evolution and the Impact of Broadway's First Rock Musical (New York, 1991) ISBN 0-313-27564-5
  • Johnson, Jonathon. Good Hair Days: A Personal Journey with the American Tribal Love-Rock Musical Hair (iUniverse, 2004) ISBN 0-595-31297-7
  • Miller, Scott. Let the Sun Shine In: The Genius of Hair (Heinemann, 2003) ISBN 0-325-00556-7
  • Wollman, Elizabeth Lara, The Theatre Will Rock: A History of the Rock Musical from Hair to Hedwig (University of Michigan Press, 2006) ISBN 0-472-11576-6

Ligações externas

  1. Richard Zoglin. "A New Dawn for Hair", Time magazine, 11 de agosto 2008, pp. 61—63)
  2. Pacheco, Patrick. "Peace, Love and Freedom Party; Cast and crew knew Hair wasn't just exhilarating, it was groundbreaking", Los Angeles Times, p. 1. Página visitada em 10 de junho de 2008

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