Discurso de Lula da Silva (excerto)

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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Ilustrações e Canções no centenário da República

por Victor Nogueira a Quarta-feira, 6 de Outubro de 2010 às 17:36
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POR National Anthem Full Version / Hino Português Completo
http://www.youtube.com/watch?v=KOgASYiZGus&feature=related
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 Uma Gaivota voava - Ermelinda Duarte
http://www.youtube.com/watch?v=9v15fr7Wfek&feature=related
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 Grândola Vila Morena
http://www.youtube.com/watch?v=BQ1JDqD746k&feature=related
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 Traz Outro Amigo Também - José Afonso
http://www.youtube.com/watch?v=hfKU5pA-CRI&feature=related
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No Coliseu -A Morte Saiu á Rua(José Afonso)
http://www.youtube.com/watch?v=2yZkC3YCU20&feature=related
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Cantar Alentejano (Catarina) - José Afonso
http://www.youtube.com/watch?v=9N4IBo_ntUo
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José Afonso - Os Vampiros (ao vivo no Coliseu)
http://www.youtube.com/watch?v=ZUEeBhhuUos&feature=related
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Amália Rodrigues - Grândola, Vila Morena
http://www.youtube.com/watch?v=ObL11AOeBhc
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 Festival RTP 1973 - Fernando Tordo - Tourada (R)
http://www.youtube.com/watch?v=ZrQzEXIUYQQ
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Zeca Afonso - O Que Faz Falta!!!
http://www.youtube.com/watch?v=L29-aZXqZyk
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Eu vim de longe - José Mário Branco
http://www.youtube.com/watch?v=rE_nw8VGVYE
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Eu vi este povo a lutar (2)
http://www.youtube.com/watch?v=QtoPQVjhSfM
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Helena Vieira da Silva - A Poesia está na rua
Bustos da República - Filatelia - CTT
Implantação da República - Postal Ilustrado
Implantação da República - Gravura
25 de Abril - Cartoon de Zé Oliveira
"Escudo" - moeda da República, substituída pelo Euro
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domingo, 6 de junho de 2010

"Ode à l"Hiver" ultrapassa a barreira-chave do milhão de euros em leilão internacional



Vieira da Silva

05.06.2010 - 07:43 Por Vanessa Rato, com A.P.C. e J.A.C.
É uma barreira-chave, a do milhão de euros em leilão, apontando um novo paradigma de mercado para os artistas que a ultrapassam: a pintura Ode à l"Hiver - ou Ode ao Inverno - de Maria Helena Vieira da Silva (1908-1992) ultrapassou essa barreira em noventa e cinco mil euros num leilão da Sotheby"s de Paris na quarta-feira.
Em causa está um óleo sobre tela datado de 1960 
Em causa está um óleo sobre tela datado de 1960 (DR)

A agência Lusa, que ontem avançou a notícia, não referia a identidade do comprador, mas, segundo a informação disponibilizada pela leiloeira, a obra, um óleo sobre tela datado de 1960, fazia parte da Colecção Rothschild onde terá chegado por aquisição directa à galeria que representou em vida e continua hoje a representar a artista - a parisiense Jeanne-Bucher, responsável por grande parte do trabalho de divulgação internacional do seu trabalho.

Precisamente, a proveniência de Ode à l"Hiver pode ser um dado a ter conta no valor atingido - 1.095.150 euros -, já que, para além de chegar ao mercado vinda de uma colecção de grande visibilidade, está bem documentada e foi exposta em mostras em diversos museus europeus depois de ser apresenta pela primeira vez na Jeanne-Bucher no ano da sua realização. Esteve, nomeadamente, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, numa exposição de 1988 vinda do Museu de Arte Moderna de Paris. Faz parte, também, de um período de maturidade da artista, na sequência das suas pinturas brancas dos anos 1950, após a instalação definitiva em Paris e a obtenção, por fim, da nacionalidade francesa (1956), depois de anos como apátrida a viver entre Portugal e o Brasil.

É este percurso biográfico, incluindo os esforços vãos de Vieira da Silva, durante a década de 1940, para voltar a ser considerada cidadã portuguesa, direito que perdera ao casar em 1930 com o artista húngaro Arpad Szenes, que levam muitos comentadores a declarar que Portugal não pode querer agora vê-la como uma artista nacional nem apropriar-se da aura do seu sucesso.

No imaginário colectivo, estabelece-se, porém, um recorde para a arte portuguesa, depois das 558 mil libras atingidas em Londres, em 2008, por Baying, uma tela de Paula Rego, também num leilão da Sotheby"s (cerca de 740 mil euros ao câmbio da altura), e das 505 mil libras (573.964 euros) atingidas no ano passado por Marilyn, um conjunto de esculturas de Joana Vasconcelos que quintuplicou num leilão da Christie"s de Londres a expectativa de venda de entre 100 mil a 150 mil libras (115 mil a 172 mil euros).

Ontem, o crítico e comissário Alexandre Melo, referia-se a Vieira da Silva como uma artista portuguesa, "um dos poucos nomes portugueses ao longo do século XX a ter uma inscrição na História da arte na Europa, com uma ligação particular a França". Explicando o reconhecimento e a cotação da pintora, neste momento, referiu: "Foi a primeira artista portuguesa alvo de um trabalho específico em termos de mercado e de promoção e valorização da sua cotação em Portugal e França desde os anos 80. Foi o primeiro nome português a ser trabalhado de maneira sistemática e profissional nestes dois mercados."

Já Marina Bairrão Ruivo, directora da Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva, dedicada à obra da pintora e do seu marido, espera que esta venda faça Portugal redobrar atenção na gestão do legado que a artista deixou ao país e que está a cargo da fundação: "Espero que este leilão venha recordar a excepcionalidade da obra da Vieira da Silva e que ajude a dissipar a indefinição da fundação."

A conservadora refere-se à necessidade de nomeação de um administrador representante do Estado, lugar deixado vago pelo ex-ministro da Justiça António Vitorino quando em Fevereiro passou da Fundação Vieira da Silva para a administração da fundação que gere o Museu Berardo.

O Ministério da Cultura não indicou, até agora, um nome para a sua substituição.

Marina Bairrão Ruivo sublinha também a inversão de uma tendência verificada durante os anos em que as obras de Vieira da Silva atingiam valores mais elevados em Portugal do que no estrangeiro.

Ainda há dois anos, já fora desse período, a leiloeira Leiria e Nacimento anunciou ter vendido em Lisboa uma obra da artista por 1,1 milhões, a tela Lisbonne-Ville, datada de 1958 e que, segundo a leiloeira, terá sido adquirida por um coleccionador português a licitar via telefone do Brasil.

O trabalho em questão, com 65 por 90 centímetros, era de dimensões muito inferiores ao agora vendido pela Sotheby"s, uma obra de 1, 62 por 1,46 metros (uma grande escala no contexto da obra desta artista).

Vieira da Silva, neta de Silva Graça, fundador do jornal "O Século", nasceu em Lisboa e morreu em Paris, onde estudou e conheceu o marido. 
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Helena Vieira da Silva (1908 - 1992)


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Ícone de canal

jomarvaz

Pintora portuguesa. Nasceu em Lisboa em 1908. Faleceu em 1992. A música é do compositor brasileiro Sérgio Assad.   
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terça-feira, 10 de junho de 2008

10 de Junho - O Dia da RAÇA e o que mais se lerá



Helena Vieira da Silva

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Évora - manifestação dos trabalhadores agrícolas (Largo junto à Porta de Avis ?)

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Évora - manifestação dos trabalhadores agrícolas

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Fotos de Victor Nogueira




[expo_abelmanta_grande.jpg]

João Abel Manta

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Lisboa - Mural (apagado) na Rua António Maria Cardoso (sede da PIDE/DGS)
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Foto de Victor Nogueira
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Abril em Maio após Novembro (1)

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O Sonho ...
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As eleições na Primavera Marcelista - 1969 - a «evolução na continuidade»

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Victor Nogueira

Esta última carta foi colectiamente subscrita por mim e mais dois ou três colegas meus e remetida tal como a anterior aos jornais da oposição
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clicar nas imagens para ler


Na «Primavera» Marcelista de Marcello, este, num gesto «largo e generoso», mal-citando eu Pessoa (1), permitiu o regresso de dois exildos políticos, Mário Soares e D. António Ferreira Gomes, Bispo do Porto. Para alguém mínimamente (in)formado tratava-se duma operação de cosmética, pois os exilados no Tarrafal, em S.Nicolau, em Caxias ou em Peniche continuaram no exílio com «seguras» medidas de protecção.

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Continua em As eleições na Primavera Marcelista - 1969 - a «evolução na continuidade» - Victor Nogueira

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O Dia da RAÇA e o que mais se lerá
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* Victor Nogueira
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Dentro de momentos a Praça do Giraldo será cenário duma manifestação [do 10 de Junho] que pretendem grandiosa e durante a qual se enaltecerá essa gloriosa e alegremente sacrificada juventude portuguesa que em terras de África defende a herança dos seus avoengos, numa guerra santa sobre cujos fundamentos se não admitem dúvidas. Entretanto a Universidade de Coimbra está em greve desde há largas semanas, greve de que os jornais não falam, a não ser publicando os diversos e por vezes incoerentes e inverosímeis comunicados das autoridades académicas. A música continua a ser monoral. (...) Está uma manhã cheia de sol, contrastando com o pluvioso e cinzento dia de ontem. Pela janela aberta chegam‑me aos ouvidos o chilrear dos pássaros e os discursos transmitidos pelos autofalantes, na cerimónia que se realiza a dois passos daqui, entrecortados por salvas de palmas. (NSF - 1969.06.10)
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Isto por cá não anda muito bom. As greves sucedem‑se diariamente - só por portas travessas se sabe - e as deserções do exército, nomeadamente dos oficiais milicianos, continuam a verificar‑se. Entretanto o problema do Ultramar continua a ser explorado emocionalmente, com completo desrespeito pelos interesses do povo português. A emigração aumenta. A nau mete água por muitos rombos. (NSF - 1970.07.18)
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(...)
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No Giraldo Square erguem-se bancadas e toldos, que vedavam ao trânsito automóvel a rua da Selaria (ou 5 de Outubro). O Giraldo é uma "bancadaria" para [comemorações d]o 10 de Junho, que este ano deve ser comemorado em grande, para compensar os desastres que se vão averbando na Guiné e no Norte de Moçambique. (...) Domingo próximo, em Portugal de lés‑a‑lés, viver‑se‑ão jornadas de fervor patriótico! (MCG - 1973.06.07)
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(...)
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Ontem à noite (1973.10.24), no regresso de Arraiolos, muitos Mercedes a caminho de Évora, onde às 21:30 alentejanos cinzentos de ar sisudo aguardavam ordeiramente o início da sessão de propaganda da ANP [Acção Nacional Popular]. Debaixo dos arcos [arcadas], uma fila de homens, com ar humilde e jeito de rebanho descido da camioneta, dirigia‑se para o cinema onde se realizaria a tal sessão. A Oposição não comparecerá as eleições no domingo. O Marcelo [Caetano] bater‑se‑à contra nada. (MCG - 1973.10.25).
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(...)
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Levanto os olhos e vejo muitos magalas, na sua farda verde oliva. Andam também pelas ruas, aos grupos, espalhafatosos, como quem já tem o seu grão na asa. "Cheira‑me" que haverá dentro em breve mais um contingente para a guerra em África. Alguns escrevem, curvados sobre o papel, a caneta firme na mão, como quem não está habituado a frequentes escrituras. Parecem rapazes muito novinhos; uns conversam, irrequietamente, outros têm um ar absorto, ausente.
(MCG - 1973.11.26)
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Hoje foi o Dia da Polícia e está explicado porquê toda a semana têm desfilado pelas ruas da cidade: preparação do grande acontecimento, em que estrearam os capacetes cinzentos com viseira protectora, espingarda de baioneta calada ao ombro, deixando, na esquadra, o escudo protector das pedradas dos manifestantes. 50 000 mil contos teria sido a quantia gasta nos últimos tempos pelo Governo para equipar a polícia. Ah! Ah! Os tempos vão desassossegados! (1974.03.12)
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Dizia a BBC ontem que prosseguia o chamado "julgamento" das 3 Marias (Maria Teresa Horta, Maria Isabel Barreno e Maria Velho da Costa) autoras dum livro chamado "Novas Cartas Portuguesas" sobre problemas da mulher portuguesa, que a acusação pública considera pornográfico e ofensivo da moral e dos bons costumes. Mas uma das testemunhas de defesa, Maria Emília... , afirmou que ofensivo da moral e dos bons costumes era o facto duma mulher não poder andar na rua e transportes públicos em Lisboa (e em Évora ?) sem ouvir piropos indecorosos e ser apalpada. Referiu também as vantagens que os homens da classe alta tiram impunemente da sua posição sobre as jovens das classes inferiores. (MCG - 1974.03.21)
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ler o resto em O Dia da RAÇA e o que mais se lerá
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Um 1º de Maio no tempo do fascismo

O 1º de Maio é um dia dos trabalhadores comemorado em muito países desde 1889, por vezes em festa mas quase sempre em luta por melhores condições de vida e de trabalho. O mesmo sucedeu em Portugal na longa noite fascista, apesar de repressão e da negação de direitos elementares, como os de associação, manifestação e reunião.

Ao folhear jornais desse tempo encontramos o 1º de Maio de 1962 segundo o Diário de Notícias de 3 de Maio, de que transcrevemos partes essenciais, mantendo os subtítulos originais: (...)

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continua em Um 1º de Maio no tempo do fascismo - Victor Nogueira

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Arraiolos - Inquéritos às Condições de Vida e de Trabalho (1973)

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Arraiolos

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Os inquéritos vão correndo. Não acredito no trabalho que estou fazendo - uma maneira do Ministério das Corporações e Previdência Social despender umas massas dos contribuintes sem que para eles advenham benefícios. Com uma semana de inquéritos sou capaz de fazer um relatório sobre a situação dos trabalhadores do concelho de Arraiolos, que não diferiria muito dos resultados que se virão a apurar com o tratamento estatístico das informações obtidas. Qualitativamente melhor. A maioria das respostas parecem tiradas a papel químico.
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continua em
O Alentejo Rural - antes e depois de Abril - Victor Nogueira
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Evolução de Évora – a situação em 1975


A Rádio Renascença transmite "Os Vampiros", do Zeca Afonso! Rei morto, Rei posto! A Junta de Salvação Nacional, como a si própria se intitula, abre a tarracha e já hoje tornou público o seu programa, cujo ponto limite é a realização de eleições gerais para a Assembleia Constituinte e Presidente da República no prazo de 12 meses.

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No café Estrela, velhos falam dizendo que os jovens de agora são melhores que no seu tempo: "A gente também não concordava com o Salazar mas nunca tivemos coragem de fazermos o que eles fizeram.". Nas imagens que a RTP transmite a nota dominante entre os manifestantes e os mirones era a juventude. Outro velho diz que nunca foi marcelista. (MCG - 1974.04.26)

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continua em OS DIAS DA REVOLUÇÃO (notas soltas) - Victor Nogueira

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Bónus
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Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades em Setúbal
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O que sucedeu a 28 de Maio 28 de mayo 28 mai May 28 28 maggio


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Quanto à correspondência violada [pela PIDE], por razões que desconheço, só seguiam recortes de jornais relatando o que se tem passado na Assembleia Nacional.(...) Daqui para o futuro acompanharão os recortes uma lista detalhada dos mesmos e irão lacrados. Farto de malandros ando eu. (NSF - 1971.06.30)
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terça-feira, 23 de outubro de 2007

'Lisbonne-Ville' - Vieira da Silva: Óleo leiloado por 1,1 milhões




O óleo sobre tela ‘Lisbonne-Ville’, da pintora Maria Helena Vieira da Silva, foi arrematado por 1,1 milhões de euros no último leilão de pintura moderna e contemporânea da leiloeira Leiria e Nascimento, em Lisboa, na semana passada.
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Segundo fonte da leiloeira, o óleo, pintado em 1958, foi adquirido por um coleccionador português não identificado, depois de uma disputa com um concorrente que o licitou do Brasil por telefone.
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EXPOSIÇÃO DA PINTORA CHEGA A PORTUGAL
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Uma exposição de 44 obras da pintora Vieira da Silva apresentada este Verão na capital francesa, Paris, estará patente em Portugal na Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva (FASVS), a partir da próxima semana.
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A mostra, que contará com pelo menos mais duas telas dos anos 40, que na altura da exposição em Paris estavam em São Paulo, abre ao público a 24 de Outubro na FASVS, na Praça das Amoreiras, e encerra a 17 de Fevereiro de 2008.
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in Correio da Manhã 2007.10.17
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Quadro - Vieira da Silva_Lisbonne-ville (1958)
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Para saber mais ver:
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terça-feira, 16 de outubro de 2007

Óleo de Vieira da Silva no leilão por 750 mil euros - Leilão de Pintura Moderna e Contemporânea



O óleo sobre a tela 'Lisbonne-Ville', de Maria Helena Vieira da Silva, estará em destaque amanhã no leilão de pintura Moderna e Contemporânea, em Lisboa.
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Inicialmente, a obra terá como base de licitação 750 mil euros, na medida em que se trata de uma das mais importantes obras da artista, Vieira da Silva, sobre Lisboa.
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Na década de 50 a artista expôs, a sua obra em França e noutros países do estrangeiro, que tem como temática, a referência ao ambiente urbano.
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Neste leilão serão ainda incluídas obras de Picasso, Miró, Menez, Júlio Pomar, Arpad Szenes, Graça Morais, Júlio Resende, entre outros.
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in Correio da Manhã 2007.10.10
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Quadro - Auto-retrato de Maria Helena Vieira da Silva
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Para saber mais sobre Vieira da Silva:
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