O Pagador de Promessas é um filme brasileiro de 1962, um drama escrito e dirigido por Anselmo Duarte e baseado na peça teatral homônima de Dias Gomes.
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sexta-feira, 4 de maio de 2012
Anselmo Duarte - O Pagador de Promessas (Dias Gomes)
O Pagador de Promessas é um filme brasileiro de 1962, um drama escrito e dirigido por Anselmo Duarte e baseado na peça teatral homônima de Dias Gomes.
sábado, 16 de janeiro de 2010
Morre Anselmo Duarte, diretor de "O pagador de promessas"
Morreu na madrugada deste sábado (7), o diretor e ator paulista de cinema Anselmo Duarte, de 89 anos. Único brasileiro premiado com a Palma de Ouro no Festival de Cannes, um dos mais importantes eventos cinematográficos do mundo, o diretor estava internado no Hospital das Clínicas, em São Paulo, desde o último dia 28, após ter sofrido o terceiro acidente vascular cerebral. Ele também lutava contra um câncer na bexiga, diagnosticado em agosto deste ano.
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Segundo o filho do diretor, o empresário Ricardo Duarte, o corpo do cineasta será levado para a cidade natal do diretor, Salto, no interior paulista, às 8h do próximo domingo (8). Lá, ele receberá uma breve homenagem da prefeitura e deverá ser enterrado às 11h30 no Cemitério Municipal de Salto.
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A família ainda negocia com o governo para que o velório e as últimas homenagens ao cineasta aconteçam na tarde deste sábado (7), na Assembléia Legislativa.
Além de Ricardo, o diretor também é pai de Anselmo Duarte Júnior, Lídia Soares Duarte e Regina Hooper Duarte.
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Carreira
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O filme “O pagador de promessas”, baseada no texto de Dias Gomes e protagonizada por Leonardo Villar e Gloria Menezes, também concorreu a um Oscar na categoria de melhor filme estrangeiro.
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Rodado em Salvador, o longa é uma dura crítica à intolerância da Igreja e aborda a mistura de religiões no Brasil.O elenco também tem os atores Othon Bastos e Norma Bengell.
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Além de diretor, Duarte também foi ator e roteirista de mais de 40 longas nacionais. Destaque para “O caçador de esmeraldas” (1979), “O marginal” (1974) e “Um certo capitão Rodrigo” (1971). Seu último trabalho no cinema foi como ator no filme “Brasa adormecida” (1987), de Djalma Limongi Batista, que também tem no elenco Maitê Proença, Edson Celulari e Sérgio Mamberti.
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Fonte: G1
Cultura
Anselmo Duarte recebe homenagens no enterro
O corpo do ator e cineasta Anselmo Duarte foi enterrado por volta das 12h30 deste domingo (8) no Cemitério Municipal de Salto, cidade no interior paulista em que ele nasceu. Duarte morreu na madrugada do último sábado (7), em São Paulo, após sofrer o terceiro acidente vascular cerebral, aos 89 anos.
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Entre a tarde de sábado (7) e o começo da manhã deste domingo (8), o corpo de Duarte foi velado na Assembleia Legislativa de São Paulo.
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Além de ganhar uma instituição pública com seu nome, Duarte também receberá, em breve, outro tributo: um documentário sobre sua trajetória. Segundo a produtora Magda Barbieri, o filme trará depoimentos do cineasta colhidos nos últimos cinco anos pelo escritor Guilherme Fiúza – autor do livro “Meu nome não é Johnny”.
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“Planejamos lançar o documentário no próximo ano. O ritmo do filme foi todo conduzido pelo Anselmo, que relatou bastidores de filmagens e muitas histórias interessantes”, explica a produtora.
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O filho do cineasta, o empresário Ricardo Duarte, também trabalha em um empreendimento relacionado à obra do diretor. O “Projeto Anselmo Duarte” pretende restaurar 26 filmes – “O pagador de promessas”, entre eles - que serão lançados em DVD e distribuídos gratuitamente em 10 mil fundações culturais. Segundo Ricardo, o projeto já foi aprovado pelo Ministério da Cultura e está em fase de captação de recursos.
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Fonte: G1
sábado, 5 de abril de 2008
O Pagador de Promessas - Trailer
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renatomerlino
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O Pagador de Promessas (teatro)
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
O Pagador de Promessas é um filme brasileiro do ano de 1962 dirigido por Anselmo Duarte. Em outras línguas tais como o inglês, o título foi traduzido como "A Promessa" e "A Palavra Dada" ("The Promise" e "The Given Word", respectivamente).
Duarte, que também foi um dos produtores do filme, adaptou o texto da famosa peça teatral escrita por Dias Gomes. O filme ganhou a Palme d'Or no Festival de Cannes, sendo o primeiro (e único, até hoje) filme brasileiro a realizar tal feito. Um ano depois, foi o primeiro filme brasileiro da história a ser indicado a um prêmio da Academia na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira.
Pode ler sobre o filme aqui:
.O Pagador de Promessas (excerto do filme)
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teimosia
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Scene from the movie "O pagador de promessas", produced in 1962. It shows a roda in front of a church, in Salvador. The movie features Mestres Canjiquinha, Paraná, Gigante and Zoião
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O Pagador de Promessas (filme)
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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1962 ı cor ı 118 min | |||
| Dirigido por: | Anselmo Duarte | ||
| Elenco | Leonardo Villar Glória Menezes Dionísio Azevedo Norma Bengell Geraldo Del Rey | ||
| Roteiro/Guião | Anselmo Duarte | ||
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| Género | drama | ||
| Idioma | português | ||
| IMDb | |||
O pagador de promessas é um filme brasileiro de 1962, do gênero drama, escrito e dirigido por Anselmo Duarte e baseado em história de Dias Gomes.
Índice |
Sinopse
Zé do Burro é um homem humilde que enfrenta a intransigência da Igreja ao tentar cumprir a promessa feita em um terreiro de candomblé de carregar uma pesada cruz por um longo percurso.
Zé do Burro é o dono de um pequeno pedaço de terra no Nordeste do Brasil. Seu melhor amigo é um burro. Quando este adoece, Zé faz uma promessa à uma mãe-de-santo do Candomblé: se seu burro se recuperar, irá doar sua terra aos pobres e carregará uma cruz desde sua terra até a Catedral de Santa Bárbara em Salvador, onde oferecerá a oferecerá ao padre local. Assim que seu burro se recupera, Zé dá início à sua jornada.
O filme se inicia com Zé, seguido fielmente pela esposa Rosa, chegando à catedral de madrugada. O padre local recusa a cruz de Zé após ouvir dele a razão pela qual a carregou e as circunstâncias "pagãs" em que a promessa foi feita. Todos em Salvador tentam se aproveitar do inocente e ingênuo Zé. Os praticantes de Candomblé querem usá-lo como líder contra a discriminação[1] que sofrem da Igreja Católica, os jornais sensacionalistas transformam sua promessa de dar a terra aos pobres em grito pela reforma agrária. A polícia é chamada para previnir a entrada de Zé na Igreja, e ele acaba assassinado em um confronto violento entre policiais e manifestantes a seu favor. Na última cena do filme, os manifestantes colocam o corpo morto de Zé em cima da cruz e entram à força na Catedral.
Elenco
- Leonardo Villar .... Zé do Burro
- Glória Menezes .... Rosa
- Dionísio Azevedo .... padre Olavo
- Norma Bengell .... Marli
- Geraldo Del Rey .... Bonitão
- Roberto Ferreira .... Dedé
- Othon Bastos .... repórter
- Maria Conceição .... tia
- João Desordi .... detetive
- Antônio Pitanga .... Coca
- Canjiquinha
- Américo Coimbra
Principais prêmios e indicações
- Indicado na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.
Festival de Cannes 1962 (França)
- Ganhou a Palma de Ouro.
Festival de Cartagena 1962 (Colômbia)
- Ganhou o Prêmio Especial do Júri.
San Francisco International Film Festival 1962 (EUA)
- Ganhou o Prêmio Golden Gate nas categorias de Melhor Filme e Melhor Trilha Sonora.
Curiosidades
- O Pagador de Promessas foi o primeiro (e até agora o único) filme brasileiro a ser premiado com a Palma de Ouro no Festival de Cannes. A vitória foi anunciada no dia 23 de maio de 1962.
- O diretor Anselmo Duarte e a equipe do filme foram recebidos com um desfile público em carro aberto, ao desembarcar no Brasil após receber o prêmio em Cannes.
- Conforme contou no programa de Jô Soares, Anselmo Duarte foi homenageado em sua terra natal e, dentre as honrarias, havia o discurso de um famoso político local. No decorrer do discurso, o político insistia em pronunciar o nome de "Anselmo" como "Ansérmo", o que causava risos nos presentes. Percebendo a reação, o político disse que falava a liguagem do povo, mas que também se expressava na linguagem culta. Logo em seguida, tentou corrigir o erro, mas acabou por dizer "Ansérmo Dualte".
- Mais de vinte anos mais tarde, Dias Gomes adaptou sua própria obra para a Rede Globo, no formato de minissérie. Esta versão foi, no entanto, censurada à pedido dos patrocinadores, que não teriam gostado das menções positivas feitas à reforma agrária.[2]
Referências
- ↑ Preconceito e intolerância religiosa no filme O Pagador de Promessas
- ↑ "Dossiê da televisão brasileira". Revista Cult, edição 115
