Discurso de Lula da Silva (excerto)

___diegophc
Mostrar mensagens com a etiqueta União Sul Africana. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta União Sul Africana. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 3 de maio de 2012

O que e' que aconteceu em Angola Afinal


.

Enviado por  em 26/10/2010
Este video mostra as forças anti paz do exercito da Africa do Sul, em operações no sul de Angola ao longo dos anos 1980s.

Todos os Angolanos têm o direito de saber, Afinal o que e' que se passou.


quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

God Bless Africa (Nkosi Sikeleli Africa)- Children of Africa


.
.
Ícone de canal
macvivo


The best in Southern African music. - Hino Nacional da União Sul Africana
.
Lotti Helmut Lyrics - NKOSI SIKELELE AFRIKA Lyrics 
.
Nkosi Silkelel'i Afrika
Maluphakanyisw'uphondo Iwayo
Yizwa imithandazo yethu
Nkosi sikelela, Nkosi sikelela
.
Nkosi Silkelel'i Afrika
Maluphakanyisw'uphondo Iwayo
Yizwa imithandazo yethu
Nkosi sikelela, Thina lusapho Iwayo
.
Woza moya
Woza moya woza
Woza moya
Woza moya woza
Woza moya oyingewele
Nkosi sikelela
.
Morena boloka setjhaba sa heso
Ofedise dintwa le matshwenyeho
.
O se boloke
O se boloke morena
Setjhaba sa heso
Setjhaba sa Afrika
.
Nkosi Silkelel'i Afrika
Maluphakanyisw'uphondo Iwayo
Yizwa imithandazo yethu
Nkosi sikelela,
Nkosi Sikelel'i Afrika
.
.
http://www.lyricsdownload.com/helmut-lotti-nkosi-sikelele-afrika-lyrics.html

==================
.

National anthem of South Africa

From Wikipedia, the free encyclopedia

 
National Anthem of South Africa
Flag of South Africa.svg
The National Flag of South Africa.
National anthem of  South Africa
Also known as Nkosi Sikelel' iAfrika (First segment)
English: Lord Bless Africa
Die Stem van Suid-Afrika (Second segment)
English: The Call of South Africa
Lyrics Enoch Sontonga 1897
C.J. Langenhoven 1918
Music Enoch Sontonga 1897
Reverend ML de Villiers 1921
Adopted 1997
.
Since 1997, the South African national anthem has been a hybrid song combining new English lyrics with extracts of the hymn "Nkosi Sikelel' iAfrika" and the former anthem "Die Stem van Suid-Afrika/The Voice of South Africa". It is the only neo-modal national anthem in the world, by virtue of being the only one that does not finish in the home key. The lyrics employ the five most populous of South Africa's eleven official languages - Xhosa (first stanza, first two lines), Zulu (first stanza, last two lines), Sesotho (second stanza), Afrikaans (third stanza) and English (final stanza).
.
Nkosi Sikelel' iAfrika was composed in 1897 by Enoch Sontonga, a Methodist school teacher. It was originally sung as a church hymn but later became an act of political defiance against the apartheid government. Die Stem van Suid-Afrika is a poem written by C.J. Langenhoven in 1918 and was set to music by the Reverend Marthinus Lourens de Villiers in 1921[1]. Die Stem was the co-national anthem[2] with God Save the King/Queen from 1936 to 1957, when it became the sole national anthem until 1995. The South African government under Nelson Mandela adopted both songs as national anthems from 1995 until they were merged in 1997 to form the current anthem.

Lyrics


English
(Xhosa) Nkosi sikelel' iAfrika
Maluphakanyisw' uphondo lwayo,
(Zulu) Yizwa imithandazo yethu,
Nkosi sikelela, thina lusapho lwayo.
God [Lord] bless Africa
May her glory be lifted high
Hear our petitions
God bless us, Your children
(Sesotho) Morena boloka setjhaba sa heso,
O fedise dintwa le matshwenyeho,
O se boloke, O se boloke setjhaba sa heso, Setjhaba sa, South Afrika - South Afrika.
God we ask You to protect our nation
Intervene and end all conflicts
Protect us, protect our nation, our nation, South Africa - South Africa
(Afrikaans) Uit die blou van onse hemel,
Uit die diepte van ons see,
Oor ons ewige gebergtes,
Waar die kranse antwoord gee,
Ringing out from our blue heavens,
From our deep seas breaking round,
Over everlasting mountains,
Where the echoing crags resound,
(English) Sounds the call to come together,
And united we shall stand,
Let us live and strive for freedom,
In South Africa our land.

Notes

External links


Nelson Mandela


.
Nelson Mandela com a mulher, Winnie, a sair da prisão ULLI MICHEL/REUTERS

"Lembro-me que ele saiu da prisão com um sorriso"

.

Durante os anos em que Nelson Mandela esteve preso, a sua imagem estava interdita ou tinha sido diabolizada. Da prisão, surge um homem alto, de expressão digna, andar lento e sorriso sereno. Um gigante mas não no sentido que o apartheid lhe tinha querido dar. Por Ana Dias Cordeiro
.

O que mais surpreendeu Nelson Mandela, no dia da sua libertação, foi ver tantos brancos, juntos nas ruas com os negros, a festejar a sua saída. Disse-o no dia seguinte, na residência do arcebispo Desmond Tutu no primeiro amanhecer em liberdade depois de 27 anos na prisão. Estava "absolutamente surpreendido" por perceber que tantos sul-africanos se identificavam com o que estava a acontecer na África do Sul, um novo país que nascia e onde, dizia Mandela, havia lugar para todos. Confessou não ter palavras para transmitir o que sentira no momento em que passou os portões da prisão de Victor-Verster, há precisamente 20 anos. "Sou incapaz de descrever os meus próprios sentimentos. Foi de cortar a respiração. É tudo o que posso dizer." 
.
Falava com ar calmo, nessa sua primeira conferência de imprensa, frente a 200 jornalistas. Quando foi preso, em 1964, não havia televisão na África do Sul. E em 1961 dera clandestinamente uma entrevista a um jornalista britânico do canal ITN. Mas esta era a sua primeira vez nas televisões da África do Sul e do mundo inteiro. A única imagem que dele existia de todos esses anos - a única tirada com a sua autorização e depois divulgada, pelo menos - era uma fotografia feita no pátio da cadeia junto ao seu companheiro de luta e de prisão Walter Sisulu, em 1964, nos primeiros tempos em Robben Island.
.
Durante todo esse tempo, a divulgação da sua imagem fora proibida. Por isso, no dia da sua libertação, à euforia e aos cantos de alegria juntou-se o espanto de ver um homem envelhecido, digno e sereno caminhar sem sinais de rancor. Com 71 anos, Mandela tinha passado mais de um terço da sua vida preso. Muitos não sabiam o que ver no homem de quem o Governo tinha banido qualquer imagem, qualquer mensagem.
.
Só em 1985, num comício no Soweto, em Joanesburgo, a sua filha Zindzi pôde passar a mensagem que trazia de uma das raras visitas autorizadas ao pai. No discurso que ela leu, Mandela, a quem as autoridades tinham oferecido a hipótese de uma saída da prisão sob estritas condições, queria deixar claro que só o aceitaria quando os outros presos políticos fossem libertados, o povo livre e o seu movimento, o Congresso Nacional Africano (ANC), legalizado. "A vossa liberdade e a minha liberdade são inseparáveis", dizia.
.
No dia em que foi libertado, muitos sul-africanos, sobretudo os mais jovens, nunca tinham visto o dirigente do ANC. Antes de ser condenado a prisão perpétua por traição e sabotagem, Mandela passara vários anos na clandestinidade, tornara-se invisível.
.
Tinha criado a ala militar do ANC e defendia a luta armada (mas nunca tendo como alvo a população civil) como única forma de resistir a um regime que usava a força contra o povo. Era considerado de tal modo perigoso pelo Governo que este o deixou preso, escondido e sem ser fotografado durante 27 anos, primeiro na prisão de alta segurança de Robben Island, numa ilha ao largo da Cidade do Cabo, depois na prisão de Pollsmoor, e, finalmente, na cadeia de Victor Verster.
.
A ideia de Mandela que o Governo do apartheid fazia passar era a do líder de um movimento terrorista. E era ainda mais perigoso porque inteligente. Ele próprio, advogado, assumira a sua defesa no julgamento de Rivonia. E aí, como depois no discurso da Cidade do Cabo, disse que lutava contra a dominação branca, da mesma forma que combatia a dominação negra. Acreditava numa nação com oportunidades iguais para todos, com eleições livres em que a cada homem correspondesse um voto. 
.
Para muitos jovens era um símbolo. De uma luta. 
.
Símbolo de coragem 
.
Com as mudanças políticas e o anúncio, nove dias antes, a 2 de Fevereiro de 1990, do Presidente F. W. De Klerk de que seria libertado incondicionalmente, Mandela passou de símbolo da opressão a símbolo da coragem.
.
E porque escolheu quando e como saiu da prisão, porque caminhou e não foi transportado de carro da prisão, porque não exultou à saída nem se queixou dos anos de privações, porque não trazia na sua expressão nenhuma das marcas de um homem que tinha estado atrás das grades mais de um quarto de século, Mandela tornou-se maior que o símbolo. E mostrou que uma lenda fica maior e não mais pequena quando se torna humana, escreveu o ensaísta irlandês Fitan O"Toole, numa homenagem a Mandela.
.
"Não sabíamos como ele seria. Mas o simples facto da sua libertação representava tudo aquilo que tínhamos querido alcançar", testemunhou à BBC a jornalista da estação Audrey Brown, que já em 1990 trabalhava num pequeno jornal anti-apartheid. "Ri-me e entreguei-me a uma alegria delirante porque tudo, de repente, parecia possível, como sabíamos que seria quando, em crianças, lançávamos pedras ao gigante que era o apartheid", disse, acrescentando: "E chorei porque tantos amigos e familiares tinham morrido a tentar concretizar isto, à espera disto."
.
Para muitos jovens este era o momento em que viam Mandela pela primeira vez. O verdadeiro Mandela, não o do slogan em t-shirts ou posters que começaram a aparecer nas semanas que antecederam a sua libertação ou o do ar desafiador que a propaganda do apartheid difundira para sustentar a tese de que era o líder de um movimento terrorista.
.
"Foi a primeira vez na minha vida que realmente vi o homem. Foi uma experiência verdadeiramente comovente", disse à AFP Siraaj Cassiem, na altura um activista anti-apartheid de 18 anos. David Teek tinha 23 anos e também nunca tinha visto uma fotografia de Mandela dos tempos da prisão. "E, no entanto, ele parecia tão longe do monstro assustador que era como o Estado o tinha retratado", disse num dos vários testemunhos recolhidos pela BBC. "Ouvi-lo falar foi um momento incrivelmente emocionante. Pouco depois da queda do Muro de Berlim [em 1989], os anos 1990 pareciam-nos a todos como um momento de viragem."
.
Imagens interditas
.
Mandela tinha estado preso e interdito - não era possível citá-lo nem mostrar as suas fotografias. Ao apagar-se a imagem tentou fazer-se desaparecer o homem. Mas terá esse interdito jogado a seu favor, ampliando o mito? Ou, como hoje, o líder não existiria, se dele não se vissem imagens?
.
"A imagem de Mandela [a sair da prisão] teve uma força imensa, talvez até maior porque o desconhecíamos", diz Diana Andringa, que esteve presa pela PIDE, e que além de jornalista e realizadora de vários documentários está ligada ao movimento Não Apaguem a Memória. "Esse mistério aumentou muito a emoção no minuto em que ele sai." A sua invisibilidade pode ter ampliado "a aura romântica do preso", explica.
.
Apesar da tensão e dos riscos que muitos sentiam, num país à beira de uma guerra civil, Mandela saiu a caminhar, acompanhado da mulher, Winnie, antes de entrar num carro que os levou à Cidade do Cabo, a cerca de 60 quilómetros dali. Pouco passava das quatro da tarde na África do Sul. Era domingo e estava um calor abrasador. "Lembro-me que ele saiu da prisão com um sorriso", disse à BBC Deborah Jane Cairns, que na altura tinha 11 anos.
.
Milhões de pessoas no mundo acompanhavam o momento pela televisão. E milhares de sul-africanos tinham ido a pé ou de autocarro para ouvir o seu primeiro discurso em liberdade na varanda da Câmara Municipal da Cidade do Cabo. Para o verem.
.
Para a realizadora Susana Sousa Dias, "este interdito sobre a imagem de Mandela acaba por ser um acto de violência que ganha uma grande relevância com os 27 anos de prisão". Porém, reconhece: "Ele podia estar presente através da imagem e esteve, afinal, omnipresente."
.
"O Governo sul-africano tentou apagar Mandela, favoreceu o desaparecimento [da sua imagem]. E fez isso justamente devido à importância da imagem", continua Susana Sousa Dias, também professora da Faculdade de Belas-Artes de Lisboa. "Se tivéssemos imagens de Mandela, tínhamos o reflexo da pessoa, a dimensão humana. E era isso que o Governo sul-africano queria evitar a todo o custo." 
.
Mais de 500 mil pessoas encheram as ruas, descreveu o repórter da BBC que acompanhou as horas da libertação. A alegria em townships como o Soweto contrastou com a tensão e os motins nalguns bairros de brancos onde entraram negros. "Entrámos nas ruas de Joanesburgo, desafiando a polícia, entoando os nossos cânticos de vitória. Eles expulsaram-nos e bateram-nos", contou ainda a jornalista da BBC Audrey Brown.
.
À alegria visível e à tensão latente juntou-se o medo de que Mandela pudesse ser assassinado por algum grupo extremista. O atraso e a espera contribuíram para os receios. 
.
Firmeza no discurso 
.
Mandela chegou à Câmara Municipal da Cidade do Cabo para o discurso cinco horas depois do previsto. E quando tomou a palavra em público, pela primeira vez em pelo menos três décadas, não olhou para o passado. Mas também não foi tão apaziguador como se esperava. Deixou clara a sua lealdade ao ANC e manteve o desafio ao Partido Nacional do Presidente Frederik De Klerk para cumprir a promessa e prosseguir a negociação que levaria às primeiras eleições livres de 1994. "A nossa luta atingiu um momento decisivo. A nossa marcha para a liberdade é irreversível", afirmou.
.
Mandela defendia uma continuação da luta armada e das sanções internacionais ao regime, se persistissem as razões que tinham originado ambas. Nos dias que se seguiram, iniciou um périplo por várias cidades sul-africanas. Num grande comício no estádio do Soweto, milhares de pessoas entoaram o hino dos movimentos de libertação negros, Nkosi Sikelele iAfrika (Deus abençoe África), até então proibido.
.
"Toda a gente queria saber o que este homem tinha para dizer e o que planeava fazer agora que estava livre", disse num testemunho à BBC Kevan Heesom, que era criança quando Mandela foi libertado. Vinha de uma família inglesa branca e frequentava uma escola numa área "muito africânder", contou, onde os professores proibiram os alunos de ver televisão e ouvir rádio nas semanas que antecederam o dia da libertação. Também o discurso de De Klerk a anunciar a libertação incondicional de Mandela, dias antes, tinha sido transmitida em directo para os Estados Unidos, mas em diferido e apenas por excertos na televisão estatal sul-africana. Esse discurso foi mais tarde descrito como o princípio do fim do regime segregacionista, "os 30 minutos que fizeram ruir o apartheid".
.
.

sábado, 2 de janeiro de 2010

1904: Começa a revolta dos hereros

DW World - Calendário Histórico

1904: Começa a revolta dos hereros


A 2 de janeiro de 1904, estourou uma revolta do povo banto dos hereros, contra os colonizadores alemães, na então chamada África do Sudoeste (hoje Namíbia). Resposta alemã à revolta foi o genocídio.

 .

A revolta surpreendeu os alemães na África do Sudoeste. Durante 20 anos, eles tinham expandido o seu domínio na atual Namíbia usando a tática de alimentar as rivalidades entre os povos inimigos dos nama e herero. Mas, desta vez, eles próprios foram as vítimas. Os revoltosos, liderados pelo cacique Samuel Maharero, matavam todo alemão que pudesse portar uma arma.
.
Os hereros viviam basicamente da pecuária. Passo a passo, o orgulhoso povo de pastores perdeu seus campos para os colonizadores alemães. Às vezes, na base de negociações, mas freqüentemente também por meio de falcatruas e violência.
.
Resistência à dominação
.

A situação chegou a um ponto em que o cacique dos hereros, Samuel Maharero, conclamou seu povo e outras tribos a resistirem à dominação alemã.
.
Numa carta ao líder nama Hendrik Witbooi, ele escreveu: "Toda a nossa subserviência e paciência em relação aos alemães não nos trouxe vantagens. Por isso, faço um apelo, meu irmão, para que participes da nossa revolta, de modo a toda a África levantar suas armas contra os alemães."
.
Reação violenta
.

Porém, esse sonho de Maharero não se tornou realidade. Os nama ficaram na expectativa, enquanto o Império Alemão reagiu com extrema brutalidade. O imperador Guilherme 2º mandou tropas comandadas pelo general Lothar von Trotha à África do Sudoeste.
.
Em carta ao governador da colônia, Theodor von Leutwein, ele anunciou uma violenta repressão: "Conheço muitas tribos africanas… Terror, violência brutal. Essa é a minha política", escreveu.
.
A 11 de agosto, von Trotha cercou os hereros na decisiva batalha de Waterberg, cerca de 400 quilômetros ao norte de Windhoek. O general alemão organizou suas tropas de forma a que os hereros só podiam romper o cerco num determinado ponto, para fugir rumo ao deserto de Omaheke. Ainda assim foram perseguidos pelos alemães, segundo relatou o comando do exército imperial.
.
"Ordem de extermínio"
.

Somente alguns poucos fugitivos conseguiram escapar para o território britânico de Betshuana. Outros tentaram romper a barreira militar alemã e voltar aos seus povoados de origem. Mas von Trotha foi implacável. A 2 de outubro de 1904, baixou uma proclamação que entraria para a história como uma "ordem de extermínio".
.
Esse ato de barbárie foi demais até para o governo alemão em Berlim. O chanceler imperial Bernhard von Bülow interveio junto ao imperador, argumentando que os hereros eram mão-de-obra indispensável para as fazendas e minas da África do Sudoeste e, por isso, deveriam ser poupados. Guilherme 2º ainda hesitou quase duas semanas até revogar a ordem de extermínio e exigir que von Trotha aceitasse a capitulação dos hereros.
.
Para a maioria dos rebeldes, porém, essa decisão veio tarde demais. Apenas cerca 15 mil de um total de 80 mil hereros escaparam do genocídio. O domínio alemão ainda persistiu por mais uma década.
.
Sob os auspícios sul-africanos
.

Em 1915, durante a Primeira Guerra Mundial, a atual Namíbia foi ocupada pela África do Sul, na época colônia britânica. Em 1920, a Liga das Nações deu à África do Sul um mandato para administrar o território, situação que perdurou até o final da década de 80.
.
A luta pela libertação eclodiu em 1966, com o início das guerrilhas praticadas pela Organização dos Povos do Sudoeste da África (Swapo), de linha marxista. A Namíbia, no entanto, só se tornaria um país independente em 21 de março de 1990.
 .
Carsten von Nahmen (gh)
.
.