Aprender, Aprender Sempre ! (Lenine) ..... Olá, Diga Bom Dia com Alegria, Boa Tarde, sem Alarde, Boa Noite, sem Açoite ! E Viva a Vida, com Alegria e Fantasia (Victor Nogueira) ..... Nada do que é humano me é estranho (Terêncio)
Discurso de Lula da Silva (excerto)
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Richard Stallman: "Não se pode confiar num programa de software que não seja livre"
segunda-feira, 24 de maio de 2010
O tempo passa e as coisas mudam…
Semente da Renovação www.sementedarenovacao.com
Giovani Mariani
.
,
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Microsoft: 42 por cento do software em Portugal é ilegal
Mais de 40 por cento do software utilizado em Portugal é ilegal, perdendo-se cerca de um quarto do valor do sector das tecnologias de informação, afirmou hoje o responsável de Propriedade Intelectual da Microsoft Portugal.
Já de acordo com um estudo da analista IDC, publicado no ano passado e patrocinado pela Business Software Alliance (uma organização que reúne grandes empresas do sector e que se dedica sobretudo a combater o software ilegal), a taxa de pirataria de 35 por cento corresponde à União Europeia. Na Europa Ocidental, o valor é de 32 por cento e na Europa Central e de Leste este indicador sobre para os 66 por cento. A nível mundial, a IDC aponta um valor de 41 por cento. Todos os números dizem respeito a 2008.
Segundo o responsável da Microsoft, “os impactos da utilização ilegal de software totalizam cerca de um quarto de todo o sector de tecnologias de informação”, apontando como consequência “o enfraquecimento das indústrias de software e de serviços adicionais”.
Sem avançar o valor das perdas para a empresa, Artur Amaral admite que a tecnológica tem a sua “quota-parte de prejuízos”. “Não temos valores públicos relativamente a isto”, afirmou, notando, porém, que há pirataria “significativa” do software da empresa.
Artur Amaral acrescentou ainda haver a existência de “uma correlação entre a taxa de pirataria de software e o índice de competitividade, em que os países com maiores taxas de infracção são os menos competitivos economicamente”.
O responsável explicou que a política da Microsoft para a resolução dos problemas de pirataria informática passa por “chegar a acordo”, sendo os tribunais o último recurso.
“A prevenção é essencial, através da sensibilização da sociedade em geral e dos jovens em particular, bem como a aplicação da lei para garantir que há respeito pela propriedade intelectual”, disse, alertando ainda para “os riscos da utilização de software pirateado, sobretudo vírus”.
A defesa contra a infracção de direitos de propriedade industrial foi um dos temas em debate no fórum sobre marcas e patentes, promovido pela Associação Portuguesa dos Consultores em Propriedade Industrial.
.
A disquete está mais perto do fim
A Sony vai deixar de vender disquetes no Japão, um dos poucos países onde ainda comercializa o arcaico dispositivo. A notícia não surpreende. Surpresa é que a Sony tenha vendido 12 milhões de disquetes no mercado nipónico ao longo do ano passado.
A Sony deixou em Março de comercializar disquetes na maioria dos países. Sobrava o Japão (onde a nipónica tinha 70 por cento do já magro mercado) e alguns mercados de nicho – essencialmente, países em desenvolvimento, onde muitas pessoas ainda usam modelos antigos de computadores.
No Japão, as disquetes eram procuradas sobretudo por instituições com computadores já ultrapassados. O dispositivo ainda vai continuar a ser produzido até Março do próximo ano.
Morte anunciada
O princípio do fim das disquetes deu-se pelo final da década de 1990. Em 1998, a Apple, que tinha sido uma das impulsionadoras do formato, foi alvo de algumas críticas ao apresentar computador sem leitor de disquetes (quem quisesse, podia usar um leitor externo, ligado ao computador através de um cabo USB). A maior parte fabricantes dos seguiu-lhe as pisadas e já há algum tempo que os computadores deixaram de ler disquetes.
O modelo mais comum de disquete é o de 3,5 polegadas (cerca de 90 milímetros). Mas existiram outros modelos, maiores e mais pequenos e com diversas capacidades de armazenamento. A Sony foi uma das pioneiras do formato, no início da década de 1980, a par de outros pesos-pesados da indústria, como a IBM e a HP.
Durante anos, foi a forma mais frequente para transporte de informação digital: cabia no bolso (embora essa fosse uma prática que facilmente causava estragos) e servia perfeitamente para a maioria das necessidades dos utilizadores. Na altura, uma disquete podia transportar um jogo de computador inteiro ou até um sistema operativo – o Windows 95, da Microsoft, ainda foi distribuído em disquetes, embora a versão mais comum fosse em CD.
O aparecimento dos CD foi um dos factores a ajudar à queda das disquetes. Contudo, e durante vários anos, estes suportes co-existiram, dado que os CD apresentavam alguns inconvenientes, como o preço, e, no caso dos CD não regraváveis, o facto de não puderem ser reutilizados. Embora tivessem mais capacidade, eram também maiores e mais dificilmente transportáveis, e riscavam-se com facilidade, ao passo que uma disquete podia ser pousada despreocupadamente em cima de qualquer secretária.
Com o aparecimento de cartões de memória e das populares pendrives, a disquete acabou por se tornar obsoleta.
.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Biologia sintética é movida pelo sonho de ser Deus
Mundo | 08.08.2009
Biologia sintética é movida pelo sonho de ser Deus
.
Três importantes instituições científicas alemãs – a Sociedade Alemã de Pesquisa (DFG), a Academia Nacional de Ciência Leopoldina, em Halle, e a Academia Alemã de Ciências Técnicas (Acatech) – tomaram recentemente posição conjunta em relação à biologia sintética.
.
Trata-se de um ramo científico que "dilui as fronteiras entre o vivo e o tecnologicamente construído", unindo biologia, química, física, matemática, engenharia, biotecnologia e informática. A biologia sintética teria como fim a criação de novas vacinas, mas também novas fontes energéticas, explicam.
.
O presidente da Acatech, Reinhard Hüttl, calcula que levará cerca de 20 anos até essa técnica chegar ao mercado. No entanto, com sua declaração conjunta, as instituições pretendem "estabelecer, desde cedo, o diálogo com a sociedade" sobre uma tecnologia do futuro que – assim como a engenharia genética – abre grandes chances, mas também implica riscos.
.
Pois a pretensão de criar vida artificial tem seus antagonistas. E tudo começou em Massachusetts, nos Estados Unidos.
.
Como um jogo de Lego
.
Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: DNA: truque (imitável?) da natureza
.
O Massachusetts Institute of Technology (MIT) é uma universidade de elite e um cadinho de cientistas. Nele nasceu, em 2004, o conceito da "biologia sintética". O informático Tom Knight e o engenheiro Drew Endy propuseram-se a construir seres vivos no computador, compondo organismos unicelulares a partir de peças básicas, como numa fábrica.
.
Seu raciocínio central foi o seguinte: para quem pretende realmente compreender a vida, não basta apenas decompor seres vivos; também é preciso saber remontá-los. Como num jogo de Lego, o desafio dos bioengenheiros era criar estruturas complexas a partir de "tijolos" simples – no caso, moléculas biológicas (biobricks).
.
O resultado final do processo são organismos feitos sob medida para desempenhar determinadas funções. Uma brincadeira que vai além da tecnologia genética tradicional, a qual opera exclusivamente com a transferência de genes de uma espécie a outra.
.
Feira de bricolagem biológica
.
Uma vez por ano, Knight e Endy convidam bioconstrutores de todo o mundo para um grande concurso de bricolagem molecular no MIT. E então bactérias brilham em padrões coloridos ou piscam em ritmo de polca, conectadas a uma aparelhagem de som.
.
Alguns desses altos artesãos começaram até a construir com microorganismos uma espécie de computador, e ao menos já conseguiram conectar alguns comutadores biológicos entre si.
.
Para alguns, tudo não passa de brincadeira para bioengenheiros. Outros veem o nascimento de uma nova biotecnologia. Pensando nos bioarquitetos do futuro, a firma BioArts, de Regensburg, já fornece peças sob medida de ácido desoxirribonucleico (DNA), responsável pela transmissão da informação genética.
.
Primeiros passos
.
Porém alguns cientistas querem mais. O pioneiro do genoma, Craig Venter, planeja produzir, dentro de alguns anos, vida artificial partindo de matéria morta. Seu futuro organismo sintético já tem até um nome: Mycobacterium laboratorium.
.
.
Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Vírus da poliomielite sob o microscópio eletrônico
.
Os primeiros passos para a criação de nova vida já foram dados. Em 2002, uma equipe liderada pelo virologista alemão Eckart Wimmer, da Universidade de Nova York, conseguiu reproduzir o material genético do vírus da poliomielite e construir um vírus completo em laboratório.
.
Como explicou Wimmer, a meta era conhecer melhor o agente infeccioso. Contudo, o resultado não foi um ser vivo artificial. Pois, apesar de compostos por material biológico, os vírus nem são capazes de se reproduzir independentemente nem dispõem de metabolismo próprio, ambos pré-requisitos essenciais para caracterizar um ser vivo.
.
Brincadeira a sério
.
A bactéria Mycobacterium genitalium é, sem sombra de dúvida, um tal organismo. Craig Venter já construiu seu genoma, cerca de 100 vezes maior do que o de um vírus. Além do mais, já provou que, enxertado numa membrana celular, o genoma sintético assume o comando.
.
.
Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Craig Venter: algo de 'enfant terrible'
.
Agora, cabe repetir esses dois procedimentos com material genético criado por seres humanos. "Isso seria vida artificial", afirma Venter. Já o filósofo Andreas Brenner, da Universidade da Basileia, discorda. "Não pode haver vida artificial. Só existe vida. A forma como foi criada não tem qualquer relevância."
.
E se inicia o debate sobre uma nova ciência. As questões em aberto ainda são numerosas. O que aconteceria se bioterroristas criassem agentes infecciosos de doenças totalmente desconhecidas? Organismos artificiais poderiam desencadear uma catástrofe ecológica? O ser humano tem sequer o direito de se tornar um criador?
.
Pelo menos para uma pergunta Craig Venter tem uma resposta pronta. Acusado de estar brincando de Deus, o enfant terrible da ciência avançada replicou: "Como assim, 'brincando'?"
.
AV/dw/dpa
Revisão: Simone Lopes
.
Mais artigos sobre o tema
DW-WORLD.DE
.
in DW World
.
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
O nível de segurança da Internet no sector estatal é considerado «perigoso»
Internet: Segurança do sector estatal é «perigoso» - estudo
.
O nível de segurança da Internet no sector estatal é considerado «perigoso», sendo que pelo menos um em cada cinco computadores está vulnerável e no máximo um em cada dois, segundo um estudo que é hoje apresentado..
.
in Diário Digital - 2009.08.05
.
.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Internet e e-mail completam 25 anos na Alemanha
Mundo | 02.08.2009
.
"Bem-vindos à CSNET!", exclamava a simpática mensagem vinda dos Estados Unidos que, em 2 de agosto de 1984, chegou na caixa eletrônica do departamento de informática da Universidade de Karlsruhe. Os informáticos do Massachusetts Institute of Technology (MIT) acolhiam assim dos colegas alemães, encabeçados por Werner Zorn, na rede computacional CSNET, a internet civil criada para facilitar a comunicação entre os pesquisadores.
.
Axel Kessel, redator da revista de computação c't, lembra que essa primeira mensagem eletrônica nada tinha a ver com e-mails como os conhecemos hoje. Não havia um formato fixo, nem endereços no sentido atual, e muito menos um aplicativo para administrar e-mails, "apenas algumas modestas linhas de texto num terminal, que nem a cores era". "Mas foi uma mensagem de boas vindas que marcava a conexão da Alemanha na internet, e, por isso, muito importante."
.
Origem militar
.
.
Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Trajetória veloz até a onipresença da rede
.
Cinco anos antes, apenas as universidades norte-americanas que realizavam pesquisas para a Secretaria norte-americana de Defesa eram conectadas entre si pela chamada ARPAnet. No entanto já se havia reconhecido perfeitamente o potencial da conexão em rede com outras universidades, para fins civis.
.
Com o patrocínio de 5 milhões de dólares da National Science Foundation, Larry Landwebeber, professor de Ciência Computacional da Universidade de Wisconsin, foi incumbido de ligar outras instituições universitárias ao Computer Science Network (CSNET).
.
E a coisa funcionou: em janeiro de 1982, sete universidades e o laboratório de pesquisa da firma Hewlett-Packard estavam interconectados. Em agosto do mesmo ano, a rede já contava duas dúzias de participantes.
.
Dois anos mais tarde, a Universidade de Karlsruhe entrava na CSNET, como primeira instituição alemã. A Alemanha foi quarto país do mundo a se conectar na internet, e nestes 25 anos muitos bits e bytes já fluíram por suas infovias.
.
Evolução veloz
.
Kessel recorda que nem todos perceberam o alcance desse momento ou o receberam positivamente. "Houve até críticos que diziam: 'Acabamos de introduzir o BTX [Bildschirmtext – videotexto], temos as caixas postais, não precisamos dessa conexão'." Porém o pessoal da Universidade de Karlsruhe estava convencido da importância de criar uma rede internacional, a qual se afirmou no espaço de poucos anos.
.
Na Alemanha da época, eram numerosos os obstáculos técnicos e administrativos a uma rápida expansão da internet e do e-mail. O correio alemão – na época Deutsche Bundespost, uma austera empresa estatal, possuía o monopólio sobre a rede telefônica, e o poder de declarar ilegal tudo o que não condissesse com suas normas.
.
Só que quando uma rede atinge uma massa crítica de participantes, ela cria uma dinâmica própria, que gera novos fatos. Quase simultâneo a esse primeiro e-mail desenvolveu-se o DNS (Domain Name System), o sistema com que se administram os nomes dos servidores na internet. "Uma coisa sucedeu a outra rapidamente", conta Axel Kessel.
.
Ameaça do spam
.
.
Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Origem do nome em inglês: embutido de carne barato
.
"Pouco mais tarde, em 1986, já havia os primeiros domains na Alemanha e novos servidores se tornaram acessíveis em todo o mundo. Então foram só uns quatro anos, no máximo, até a internet começar a existir na forma como a conhecemos hoje."
.
Hoje, bilhões de mensagens eletrônicas viajam pelas redes globais a cada segundo. Tanto que a internet ameaça sufocar. Kessel considera "discutível" a direção tomada pela mensagem eletrônica. "Na realidade, apenas cerca de 10% dos e-mails são importantes, 90% do que atravessa a internet é o chamado spam, propaganda que entope a rede."
.
O redator de informática considera esse um problema a ser enfrentado através de um maior desenvolvimento técnico dos correios eletrônicos, de modo a banir o spam da rede. "Pois ele compromete a utilidade dos e-mails. E, se continuar assim, pode ser que algumas firmas desistam dele, e que o e-mail perca essa posição importante que alcançou hoje."
.
AV/dw
Revisão: Simone Lopes
.
Mais artigos sobre o tema
.
DW-WORLD.DE
DW-WORLD: Bloqueio de pornografia infantil pode ser início de censura na web, temem alemães
DW-WORLD: Iranianos burlam censura na internet com ajuda da tecnologia
DW-WORLD: Partido quer proibir uso do Twitter em sessões do Parlamento alemão
DW-WORLD: World Wide Web completa 20 anos de crescimento vertiginoso
DW-WORLD: Cresce o número de alemães que fazem compras pela internet
DW-WORLD: Internet supera a televisão na preferência dos jovens alemães
.
.
.
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Adobe has vowed to fix a critical security hole in its Flash software within a week
Department of Homeland Security Warns Users to Disable Flash
- by John Lister on July 24, 2009 at 12:58AM EST. Filed under Security.
.
Adobe has vowed to fix a critical security hole in its Flash software within a week. But the Department of Homeland Security (DoHS) has taken the extremely unusual step of advising users to switch off the feature until the patch is available. The hole can be used for so-called 'drive by' attacks occurring when a user simply visits an infected website. However, the relevant code is also shared with Adobe's Acrobat software, meaning it can cause security problems through PDF documents which have Flash embedded in them for greater interactivity. That technique had already been criticized as a ...
AutoResponders Take a Step Forward
.
AutoResponders Take a Step Forward
.
We've upgraded some of the FeedBlitz autoresponder features this week; seems like there's a lot of interest in this area of our automated email marketing services all of a sudden. We're not done with the work here, but the changes to date are worth noting if you're an autoresponder fan..
1. You can now subscribe directly to an Autoresponder
.
Before, FeedBlitz autoresponders were designed to start only when a subscriber activated a "parent" newsletter subscription. That restriction has been lifted, so now you can use the autoresponder as a simple lead capture form, or the kick-off for an email course, without having to sign the user up for a newsletter first. There's a new menu entry at Responders HTML Form Code to enable this. When a subscriber signs up they still have to go through our mandatory dual opt-in process, but on activation they'll be sent the first autoresponder entry and then the rest in sequence.
.
2. Autoresponder subscriber import added
.
You can now import subscribers into your autoresponder, which you also couldn't do before. As each subscriber is added to the list, they're sent the first entry of the autoresponder which then continues in order. Imports to autoresponders follow the same strict requirements, including black list suppression and a mandatory opt out note and more, as required by our standard newsletter import process.
.
4. Auto branding of newsletter-triggered emails
.
For simple "thank you" or incentive reward autoresponders triggered by a newsletter subscription activation, the autoresponder will use the parent newsletter's template, saving you the effort of having to duplicate a template just for the autoresponder. It also allows you to use the same autoresponder for differently branded newsletters and the autoresponder's branding will be correct for whatever newsletter the subscriber joins.
.
4. Autoresponders only appear in the "Responder" tab
.
Before they could "leak out" into the Newsletter tab - that's been changed. If you want to deal with an autoresponder, you have to be on the Responder tab, whereas our automatic RSS to email newsletters are only on the Newsletters tab. It eliminates a potential source for confusion.
.