Discurso de Lula da Silva (excerto)

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segunda-feira, 14 de março de 2011

Sacco And Vanzetti a várias vozes




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De: | Criado: 05/01/2007

Ennio Morricone - Concert in Warsaw. "The Ballad Of Sacco And Vanzetti" - sings Dulce Pontes
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De: | Criado: 11/05/2008
Joan Baez performed this song for the 1971 film Sacco and Vanzetti.
The pictures and drawings (namely by Ben Shahn and William Groper) are taken from publications of the time of the case.

Father, yes I am a prisoner;
Fear not to relay my crime.
The crime is loving the forsaken,
Only silence is shame.

And now I'll tell you what's against us,
An art that's lived for centuries...
Go through the world and you will find
What's blackened all of history.
Against us is the law with its
Immensity of strength and power
- Against us is the law!
Police know how to make a man
A guilty or an innocent.
- Against us is the power of police!
The shameless lies that men have told
Will ever more be paid in gold...
- Against us is the power of the gold!
Against us is the racial hatred
And the simple fact that we're poor.

My father dear, I am a prisoner.
Don't be ashamed to tell my crime,
The crime of love and brotherhood;
And only silence is shame.

With me I have my love, my innocence,
The workers and the poor
For all of this I'm safe and strong
And hope is mine!
Rebellion, revolution don't need dollars,
They need this instead :
Imagination, suffering, light and love
And care for every human being!
You never steal, you never kill,
You are a part of hope and life.
The revolution goes from man to man
And heart to heart!
And I sense when I look at the stars
That we are children of life;
Death is small...
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De: | Criado: 18/03/2008
Throughout his career, Woody Guthrie experimented with various lyrical and musical styles. However, his best work invariably came from writing and singing about the causes and the people that he felt closest to: the workers, the unions, the poor dust bowl farmers, the downtrodden, and the oppressed. The album, Hard Travelin' includes this song, "Two Good Men" --about Sacco and Vanzetti, two immigrants executed for murder after an indictment and a trial that was inspired by politics and greed. The story of Sacco and Vanzetti still carries an ominous message. For those Americans concerned about the erosion of workers rights, the suspension of Habeas Corpus, the abandonment of the Geneva Conventions, unwarranted surveillance, and the imprisonment of alleged criminals without the right to a fair and speedy trial, the story of Sacco and Vanzetti should remain an ever-present reminder of our perilous times. -- Spadecaller
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Two Good Men
Words and Music by Woody Guthrie
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Two good men a long time gone,
Two good men a long time gone
(Two good men a long time gone, oh, gone),
Sacco, Vanzetti a long time gone,
Left me here to sing this song.
Say, there, did you hear the news?
Sacco worked at trimming shoes;
Vanzetti was a peddling man,
Pushed his fish cart with his hands.
Sacco was born across the sea
Somewhere over in Italy;
Vanzetti was born of parents fine,
Drank the best Italian wine.
Sacco sailed the sea one day,
Landed up in Boston Bay;
Vanzetti sailed the ocean blue,
Landed up in Boston, too.
Sacco's wife three children had,
Sacco was a family man;
Vanzetti was a dreaming man,
His book was always in his hand.
Sacco earned his bread and butter
Being the factory's best shoe cutter;
Vanzetti spoke both day and night,
Told the workers how to fight.
I'll tell you if you ask me
'Bout this payroll robbery;
Two clerks was killed by the shoe factory
On the street in South Braintree.
Judge Thayer told his friends around
He would cut the radicals down;
Anarchist bastards was the name
Judge Thayer called these two good men.
I'll tell you the prosecutors' names,
Katsman, Adams, Williams, Kane;
The judge and lawyers strutted down,
They done more tricks than circus clowns.
Vanzetti docked here in 1908;
He slept along the dirty streets,
He told the workers “Organize”
And on the electric chair he dies.
All you people ought to be like me,
And work like Sacco and Vanzetti;
And every day find some ways to fight
On the union side for workers' rights.
I've got no time to tell this tale,
The dicks and bulls are on my trail;
But I'll remember these two good men
That died to show me how to live.
All you people in Suassos Lane
Sing this song and sing it plain.
All you folks that's coming along,
Jump in with me, and sing this song.

© Copyright 1960 (renewed) by Woody Guthrie Publications, Inc.
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De: | Criado: 03/07/2010 
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Le marche de Sacco y Vanzetti - George Moustaki

 
Maintenant Nicolas et Bart
Vous dormez au fond de nos coeurs
Vous étiez tous seuls dans la mort
Mais par elle vous vaincrez!


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De: | Criado: 03/08/2009
não existe nenhuma descrição disponível

 Joan Baez - Here's to you, Nicola and Bart.
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Here's to You (La Marche De Sacco Et Vanzetti)

Joan Baez

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Here's to You Nicholas and Bart
Rest Forever Here in Our Hearts
the Last and Final Moment Is Yours
That Agony Is Your Triumph !
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Maintenant Nicolas Et Bart
Au Fond De Nos Coeurs Vous Dormez
Vous Étiez Tout Seuls Dans La Mort
Mais Par Elle Vous Vaincrez !
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Canto Aqui Nicola Y Bart
Vuestra Fin Y Vuestra Prisón
Et Morit Os Dí Libertad
Y Un Lugar En Mi Corazón
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Canto Así Nicola Y Bart
a Quién Odia La Esclavitud
a Quién Sabe Amar La Verdad
Canto Fuerte I Libertadi
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.http://letras.terra.com.br/baez-joan/223357/

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Canção do Mar - cinco interpretações


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lendsy | 21 de junho de 2006
Portuguese Music.
Dulce Pontes
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AlessandroLatimore | 10 de dezembro de 2007
Amália Rodrigues "Canção Do Mar"
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cesarpedro | 28 de maio de 2007
O falecido Mariano do Rego "O Ribeirinha", o mestre da guitarra portuguesa em actuação no tema "Cancão do Mar", um instrumental do seu ultimo CD e único vídeo-clip que gravamos antes de ele ficar com pouca saúde. http://www.gentetv.com
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DocReepery | 21 de janeiro de 2008
A canção portuguesa ganha nova tonalidade com Sarah Brightman, que a canta em inglês.
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COMPANHIA DE DANÇA DE AVEIRO
http://ciadancaaveiro.com

Excerto do Bailado «CANÇÃO DO MAR».

Fui bailar no meu batel
Além do mar cruel
E o mar bramindo
Diz que eu fui roubar
A luz sem par
Do teu olhar tão lindo

Vem saber se o mar terá razão
Vem cá ver bailar meu coração

Se eu bailar no meu batel
Não vou ao mar cruel
E nem lhe digo aonde eu fui cantar
Sorrir, bailar, viver, sonhar contigo

Vem saber se o mar terá razão
Vem cá ver bailar meu coração

Se eu bailar no meu batel
Não vou ao mar cruel
E nem lhe digo aonde eu fui cantar
Sorrir, bailar, viver, sonhar contigo

A música Canção do Mar é da autoria de Frederico de Brito e Ferrer Trindade. Foi cantada por Amália Rodrigues em 1955, no filme "Os Amantes do Tejo" sob o nome de Solidão. Dulce Pontes também cantou uma versão desta música no seu álbum "Lágrimas" de 1993. A música é bastante conhecida, quer em Portugal, quer no estrangeiro, sendo uma das grandes canções do Fado.
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sábado, 24 de abril de 2010

Photoandando por Portugal com Dulce Pontes a cantar


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recat22 — 10 de Outubro de 2008 — Vídeo dedicado a Portugal, país em que cresci e que me acolheu. Imagens de paisagens e coisas que identificam o país. Amo-te Portugal!
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Dulce Pontes lyrics - O Amor A Portugal

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O dia há-de nascer
Rasgar a escuridão
Fazer o sonho amanhecer
Ao som da canção.
E então...
O amor há-de vencer
E a alma libertar
Mil fogos ardem sem se ver
Na luz do nosso olhar
Na luz do nosso olhar.
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Um dia há-de se ouvir
O cântico final
Porque afinal falta cumprir
O amor a Portugal
O amor a Portugal!
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http://www.lyricsbox.com/dulce-pontes-lyrics-o-amor-a-portugal-jb75btj.html
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Dulce Pontes Lyrics

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O fado nasceu um dia
Quando o vento mal bulia
E o céu o mar prolongava
Na amurada de um veleiro
No peito de um marinheiro
Que estando triste cantava
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Ai que lindeza tamanha
Meu chão, meu monte, meu vale
De folhas, flores, frutas de oiro
Vê se vês terras de Espanha
Areias de Portugal
Olhar ceguinho de choro
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Na boca de um mirinheiro
No frágil barco veleiro
Morrendo a canção magoada
Diz o pungir dos desejos
Do lábio a queimar de beijos
Que beija o ar e mais nada
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Mãe adeus, adeus Maria
Guarda bem o teu sentido
Que aqui te faço uma jura
Que eu te leve à sacristia
Ou foi Deus que foi servido
Dai-me no mar sepultura
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Ora eis que embora outro dia
Quando o vento nem bulia
E o céu o mar prolongava
A proa de outro veleiro
Velava outro marinheiro
Que estando triste cantava
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luthieryotuve — 13 de Maio de 2008 — Dulce Pontes - Cançao do mar

Fui bailar no meu batel
Além do mar cruel
E o mar bramindo
Diz que eu fui roubar
A luz sem par
Do teu olhar tão lindo

Vem saber se o mar terá razão
Vem cá ver bailar meu coração

Se eu bailar no meu batel
Não vou ao mar cruel
E nem lhe digo aonde eu fui cantar
Sorrir, bailar, viver, sonhar...contigo


Dulce Pontes (Montijo, 8 de abril de 1969); cantante de fado portuguesa.

Se la define como una artista de la world music. Compone algunos de los temas que canta. Su actividad artística contribuyó al renacimiento del fado en los años noventa del siglo pasado. Dulce se distingue principalmente por su voz, que es versatil, dramática y con una capacidad invulgar de transmitir emociones. Se la considera una de las mejores artistas dentro del panorama musical portugués.

En 1992 Dulce grabó su primer álbum, titulado Lusitana. Contenía principalmente canciones pop, que ciertamente estaban aun por debajo de las ambiciones, capacidades e imaginación artística de Dulce.

En aquella época ya se sabía que Dulce era una excelente fadista. Las primeras pruebas de eso aparecieron un año después, en 1993, cuando fue lanzado su segundo disco, titulado Lágrimas. Dulce abordó el fado de una forma muy poco ortodoxa. Mezclaba fado tradicional con ritmos e instrumentos modernos, buscando nuevas formas de expresión musical. Enriquecía los ritmos ibéricos con sonidos y motivos inspirados por la tradición de la música árabe y balcánica, principalmente búlgara. Su versión del clásico "Povo Que Lavas No Rio" era de todo menos clásica. Pero Lágrimas tenía también músicas tradicionales, fados clásicos grabados en vivo, en estudio y cantados con rigor con todas las exigencias del fado ortodoxo. Fueron éstos los temas ("Lágrima" y "Estranha Forma de Vida") que le dieron la denominación de "sucesora y herdera da Amália Rodrigues". Pero el mayor éxito de Lágrimas fue otro clásico, "Canção do mar", que, en Brasil, fue utilizada como tema de abertura de una adaptación del romance 'As Pupilas do Senhor Reitor', de Júlio Dinis, en telenovela. Interpretado por Dulce, este tema fue uno de los mayores éxitos de la canción portuguesa de siempre (paradoxalmente en esta versión da "Canção do Mar" se escuchan influencias árabes), siendo probablemente la canción portuguesa más conocida fuera de Portugal, interpretada hasta hoy por varios artistas (la más reciente Sarah Brightman, que hizo de "Canção do Mar" el principal single de su disco titulado 'Harem'). "Canção do Mar" interpretada por Dulce forma parte también de la banda sonora de la película americana "La dos caras de la verdad".

En 1995 Dulce lanzó el álbum A Brisa do Coração, un álbum grabado en directo durante un concierto que tuvo lugar en el Coliseo de Porto el 6 de Mayo de 1995. El siguiente disco, Caminhos, fue lanzado en 1996. Caminhos contenía temas clásicos como "Fado Português", "Gaivota" e "Mãe Preta", interpretados con gran proeza, así como composiciones originales. La crítica lo consideró el disco más maduro y mejor que Lágrimas. Los arreglos eran más armoniosos y menos radicales. Este disco consolidó la posición de Dulce Pontes como una gran fadista, pero también dio a entender que nunca sería solamente una fadista. Dulce estava interesada en ser una artista versátil, heterogénea, que no duda en ultrapasar las fronteras de varios géneros musicales.

El disco O Primeiro Canto fue lanzado en 1999. La crítica lo consideró el mejor, y también el más ambicioso y difícil en la carrera de Dulce. En este disco Dulce confirma que está seriamente interesada en ser una artista de la world music. En O Primeiro Canto, Dulce introduce elementos del jazz (el álbum cuenta con la colaboración de Maria João) y opta por la sonoridad acústica. Da una nueva vida a antiguas tradiciones musicales de la Península Ibérica (canta no solamente en portugués, sinó también en gallego y mirandés), redescubre melodías e instrumentos ya olvidados.

Salió una edición especial de este disco con tres pistas adicionales: una versión en español de "Pátio dos Amores", el célebre tango del inolvidable Astor Piazzolla "Balada para un Loco", y una música compuesta por Dulce, "A minha barquinha".
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quinta-feira, 1 de abril de 2010

É tão Grande o Alentejo - Dulce Pontes com Grupo Coral Alentejano


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mafaldaramalho

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lindas imagens acompanhadas com a voz de Dulce Pontes e de um grupo coral do meu alentejo..
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É TÃO GRANDE O ALENTEJO



Daqui para a minha terra
Tudo é caminho e chão
Tudo são cravos e rosas
Tudo são cravos e rosas
Dispostos por minhas mãos


É tão grande o AlentejoTanta terra abandonada
A terra é que dá o pão
Para bem desta nação
Devia ser cultivada
Tem sido sempre esquecidoDa margem ao sul do Tejo
Há gente desempregada
Tanta terra abandonada
É tão grande o Alentejo


Nesses campos solitários
Onde a desgraça me tem
Brado ninguém me responde
Olho, não vejo ninguém


É tão grande o AlentejoTanta terra abandonada
Etc.
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http://cantoalentejano.com/cancioneiro/?ver=1&id=21
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sábado, 13 de março de 2010

Alentejo - Paisagem e Cantares


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Grupo Coral Regional de Cantares de Portel...Senhora cegonha

 
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 .Grupo Coral de Cantares de Portel...
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mafaldaramalho



O Portel do Alentejo... Uma linda cançao regional do alentejo acompanhada de belas imagens dos campos do alentejo...

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Telmoarturo


É TÃO GRANDE O ALENTEJO

No alentejo eu trabalho
cultivando a dura terra,
vou fumando o meu cigarro,
vou cumprindo o meu horário
lançando a semente á terra.

É tão grande o Alentejo,
tanta terra abandonada!...
A terra é que dá o pão,
para bem desta nação
devia ser cultivada.

Tem sido sempre esquecido,
á margem, ao sul do Tejo,
há gente desempregada.
TAnta terra abandonada,
é tão grande o Alentejo!
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mafaldaramalho


lindas imagens acompanhadas com a voz de Dulce Pontes e de um grupo coral do meu alentejo...
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sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Dulce Pontes - Fado Português


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romeiroo
5 de Fevereiro de 2007
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Amália Rodrigues Lyrics
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O Fado nasceu um dia,
quando o vento mal bulia
e o céu o mar prolongava,
na amurada dum veleiro,
no peito dum marinheiro
que, estando triste, cantava,
que, estando triste, cantava.

Ai, que lindeza tamanha,
meu chão , meu monte, meu vale,
de folhas, flores, frutas de oiro,
vê se vês terras de Espanha,
areias de Portugal,
olhar ceguinho de choro.

Na boca dum marinheiro
do frágil barco veleiro,
morrendo a canção magoada,
diz o pungir dos desejos
do lábio a queimar de beijos
que beija o ar, e mais nada,
que beija o ar, e mais nada.

Mãe, adeus. Adeus, Maria.
Guarda bem no teu sentido
que aqui te faço uma jura:
que ou te levo à sacristia,
ou foi Deus que foi servido
dar-me no mar sepultura.

Ora eis que embora outro dia,
quando o vento nem bulia
e o céu o mar prolongava,
à proa de outro veleiro
velava outro marinheiro
que, estando triste, cantava,
que, estando triste, cantava.
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http://www.lyricstime.com/am-lia-rodrigues-fado-portugu-s-lyrics.html
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 16/Jan 23:29
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Odete diz:

É para ti amigo.Espero que gostes.Beijinhos!!!
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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Canção do Mar - Dulce Pontes


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lendsy

Portuguese Music. Dulce Pontes
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Enviado por Sónia Queiroz (hi5)
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Canção do Mar
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Fui bailar no meu batel
Além do mar cruel
E o mar bramindo
Diz que eu fui roubar
A luz sem par
Do teu olhar tão lindo
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Vem saber se o mar terá razão
Vem cá ver bailar meu coração
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Se eu bailar no meu batel
Não vou ao mar cruel
E nem lhe digo aonde eu fui cantar
Sorrir, bailar, viver, sonhar...contigo
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http://www.lyricsbox.com/pontes-dulce-lyrics-cancao-do-mar-lvj45xh.html
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domingo, 22 de novembro de 2009

domingo, 30 de agosto de 2009

Lágrima - Dulce Pontes


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eevasilk

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Enviado por Cecília (hi5)
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Lágrima
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Cheia de penas
Cheia de penas me deito
E com mais penas
E com mais penas me levanto
No meu peito
Já me ficou no meu peito
Este jeito
O jeito de querer tanto
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Desespero
Tenho por meu desespero
Dentro de mim
Dentro de mim o castigo
Eu não te quero
Eu digo que não te quero
E de noite
De noite sonho contigo
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Se considero
Que um dia hei-de morrer
No desespero
Que tenho de te não ver
Estendo o meu xaile
Estendo o meu xaile no chão
Estendo o meu xaile
E deixo-me adormecer
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Se eu soubesse
Se eu soubesse que morrendo
Tu me havias
Tu me havias de chorar
Por uma lágrima
Por uma lágrima tua
Que alegria
Me deixaria matar
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domingo, 2 de agosto de 2009

Canção do Mar - Dulce Pontes


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Ícone do canal

lendsy

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Portuguese Music. Dulce Pontes
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Enviado por Sónia (hi5)
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Canção Do Mar

Dulce Pontes

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Composição: Frederico de Brito / Ferrer Trindade

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Fui bailar no meu batel
Além do mar cruel
E o mar bramindo
Diz que eu fui roubar
A luz sem par
Do teu olhar tão lindo
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Vem saber se o mar terá razão
Vem cá ver bailar meu coração
.
Se eu bailar no meu batel
Não vou ao mar cruel
E nem lhe digo aonde eu fui cantar
Sorrir, bailar, viver, sonhar contigo
.
Vem saber se o mar terá razão
Vem cá ver bailar meu coração
.
Se eu bailar no meu batel
Não vou ao mar cruel
E nem lhe digo aonde eu fui cantar
Sorrir, bailar, viver, sonhar contigo

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