Discurso de Lula da Silva (excerto)

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sexta-feira, 6 de maio de 2011

O Douro nas imagens do século XVIII

Le véritable voyage de découverte ne consiste pas à chercher de nouveaux paysages, mais à avoir de nouveaux yeux. Marcel Proust - A La Recherche du Temps Perdu 

QUARTA-FEIRA, 28 DE ABRIL DE 2010


Os transportes marítimos e fluviais 2


O Douro nas imagens do século XVIII
Nos meados do século XVIII os Galeões são substituídos por novos navios melhor adaptados à navegação transoceânica, ao transporte de mercadorias e aos combates navais. As velas triangulares substituem as velas redondas permitindo uma melhor navegação à bolina.
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Aparecem também navios mais ligeiros e por isso mais manobráveis e mais rápidos como as fragatas, as corvetas, e as fluyts.
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O comércio do Vinho do Porto

Data de 1678 a primeira exportação de vinhos para Inglaterra, registada na Alfândega do Porto.Com o Tratado de Methwen de 1703, a exportação do Vinho do Porto regulariza-se e, sobretudo, a partir de 1718 é sensível o aumento dessa exportação.Em 1756, o Marquês de Pombal cria, por Alvará Régio, a Companhia Geral das Vinhas do Alto Douro, com a qual pretendia não só desenvolver a produção do Vinho do Porto, (a duração da Companhia era fixada em 20 anos. O seu capital de um milhão e duzentos mil cruzados) como defender a sua qualidade, e aumentar (aliás com sucesso) a sua exportação:"...huma Companhia que, sustentando a cultura das vinhas, conserve a produção dellas na sua pureza natural, em benefício da lavoura, do commercio, e da saude pública...".…”Companhia Geral das Vinhas do Alto Douro, que é sem exageração, a base principal do comércio desta cidade, um dos maiores e mais fecundos ramos que o promove, e a grande alma que o anima, assim como na indústria como nos interesses gerais.”in “Descripção topográfica, e histórica da Cidade do Porto” do P. Agostinho Rebelo da CostaPara a execução destas políticas foi então demarcada a região da cultura do vinho do Porto, e entre as regalias da Companhia figurava o monopólio da exportação dos vinhos, aguardentes e vinagres, e o da venda de vinho na cidade do Porto e arredores.Para além do desenvolvimento do comércio externo da cidade a navegação fluvial vai ter um forte incremento já que o vinho do Porto e outros produtos irão chegar ao Porto através do rio Douro.1 - 
A gravura e a pintura de Duncalf 1736Esta estampa terá resultado de uma pintura a óleo (1,55 m X 0,90) provavelmente também da autoria de H. Duncalf, que segundo Xavier Coutinho esteve no Museu N. Soares dos Reis e hoje está no Gabinete de História da Cidade.Na Biblioteca Nacional Digital estão algumas reproduções de detalhes da pintura onde se pode notar que existem algumas diferenças em relação à gravura.(DUNCALF, H., fl. 1736 - [Vista da cidade do Porto] [Visual gráfico : [detalhes]. - [S.l. : s.n., D.L. 2000]. - 6 rep. de obra de arte : color. ; 24x34 cm. - Autor artribuído (cf. Xavier Coutinho - Subsídios para o estudo da iconografia e urbanismo da cidade do Porto. Porto, 1982, p. 9, alínea b). - Reprodução de detalhes de pintura do século XVIII (1736?). - 1-O morro da Sé e o convento de São Francisco. - 2-O porto fluvial. - 3-O morro da Vitória. - 4-Uma tartana frente a Miragaia. - 5- A pesca ribeirinha. - 6- A faina comercial, em Vila Nova de Gaia - CDU 908(469.121)Porto"17"(084.1) BND).Legenda1 Os frades de S. Bento2 A Igreja da Vittória3 Os Agostinhos4 Os Congregados5 S. Domingos6 S. Francisco7 A Igreja da Sé8 O Paço do Bispo9 Os padres da Companhia10 A Igreja de S. NicolauNo rio ao fundo, vê-se o castelo de popa de fragatas de comércio com bandeira inglesa e próprias para a navegação de longo curso
 .Detalhe da gravura 
detalhe da pintura, nesta é reduzido o número de embarcações e uma delas está fundeada noutra direcção

A fragataAs fragatas, no século XVIII eram navios com três mastros de velas redondas, que quando armados possuíam uma única bateria coberta de canhões.

John Cleveley, the Younger 1747-1786
Launch of the HMS Alexander at Deptford in 1778
Óleo s/ tela 418 x 673 mm
National Maritime Museum, Greenwich, Londont
Willem van de Velde the Younger (1633-1707)
An English Sixth-Rate Ship Firing a Salute As a Barge Leaves; A Royal Yacht Nearby 1707
Óleo s/ tela 41,9 x 36,8 cm National Maritime Museum, Greenwich, London

Nestes quadros estão representadas fragatas vistas pela popa e semelhantes às representadas na gravura de Duncalf.

No rio pequenos barcos típicos do Douro.Um transportando passageiros junto de uma pequena embarcação puxando a rede de pesca.
na gravura
na pinturaSegundo Octávio Lixa Filgueiras:“Tudo parece indicar que a pequena embarcação de cabotagem situada logo à esquerda, trazendo a reboque o seu barco de ser­viço, ambos de feição caracteristicamente mediterrânica, possa classificar-se como uma tartana; vem subindo o rio, à voga, já com a vela de estai recolhida e o grande pano latino, armado no mastro inclinado par a proa, quase todo ferrado pelo marujo que marinhou verga acima, segundo a manobra usual; o arrais vai a dirigir, sem descuidar do personagem vestido de modo diferente dos tripulantes, o qual se mostra interessado nos fardos pousados sobre o convés enquanto o seu interlocutor pon­tua a fala com gestos largos;”…(FILGUEIRAS, O. L. – Algumas Cenas e Cenários Ribeirinhos de Vila Nova de Gaia em Gravuras dos Séculos XVII a XIX – Gabinete de História e Arqueologia de Vila Nova de Gaia – 1984)

Tartana = Pequena embarcação mediterrânea, que possuía um só mastro, vela latina e gurupés.
na gravura
No meio do rio de velas enfunadas dois barcos à vela: o maior, que ainda segundo Filgueiras é um rabão branco “…apresenta armação completa, minuciosamente desenhada (incluindo o pano redondo, o estaio, os ougues, os braços, as escotas); por detrás “…um valboeiro com a sua vela de espicha, distingue-se o tripulante (único) a governar com o remo, em vez de espadela.”(FILGUEIRAS, O. L. – Algumas Cenas e Cenários Ribeirinhos…)
Na pintura não aparece o valboeiro.

na pintura
Junto à Porta Nova estão dois valboeiros.
Segundo Filgueiras o barco “…que vem a descer cerca do bastião da Porta Nova, com um único tripulante, lembra os actuais rabões brancos (observe-se o bico da proa e a posição do mastro), apesar da existência do pequeno estrado para a manobra da espadela.”(FILGUEIRAS, O. L. – Algumas Cenas e Cenários Ribeirinhos…)
os barcos do Douro


Imagens do Portugal Illustrated Letters London, 1829 do rev. William Morgan Kinsey (1788-1851)

O rabeloO barco rabelo barco típico do transporte do vinho do Porto no rio Douro passou a ter a sua identidade bem definida, a partir de 1792, quando da publicação do alvará da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro.Era um barco de fundo chato e um mastro onde se içava uma grande vela quadrangular e que o arrais, na apegada, espécie de plataforma com dois metros de altura que lhe proporcionava uma perfeita visão sobre a carga conduzia com um enorme e pesado remo, a espadela. Ao longo da navegação, feita com a corrente ou à vela, por vezes era necessário ser puxado à sirga. os tripulantes do barco com uma buzina ou um corno, chamavam os lavradores que com bois puxavam o barco. O barco rabelo foi adquirindo variantes para o transporte de variadas mercadorias e adquirindo o nome de rabão ou de pesca saveiro e de passagem valboeiro.O rabãoO rabão “…designação esta que é similar à do rabelo e que tem a mesma origem.O rabão é o rabelo, mas tem como nota característica principal a falta das apegadas. A espadela é mais curva, de molde a poder ser governada do ensaio.Tem características secundárias, as quais, por sua vez, identificam quatro tipos de rabões, que se destinam a funções diversas.Por vezes trocam a vela usada no rabelo, pela vela do saveiro, mas em duplicado. A estas chamam portas ou azas.E, quando assim aparecem, têm o nome de barcos de rio abaixo.No resto é igual ao rabelo.”tipos de rabão :“I — Exactamente igual ao rabelo, mas sem apegadas, falta esta que é a sua característica principal. É usado para o transporte de carga diversa.II — Tem a proa igual à do saveiro e não tem coqueiro; é empregado no transporte de estrumes.III — Igual ao tipo N.° I, mas sem coqueiro. Utili­zado no transporte da carqueja.IV — Igual ao tipo N.° I, mas com o coqueiro mais baixo. Tem seu emprego no transporte do carvão.” (MATOS, Armando – o Barco rabelo, ed. da Junta Provincial do Douro Litoral, Porto 1940)Este tipo IV aparece nos finais do século XIX e inícios do século XX com o nome de rabão negro, transportando carvão das minas de S. Pedro da Cova. (FILGUEIRAS, O. L. – “Rabões da Esquadra Negra”- separata de O PEJÃO 1956)

foto Beleza
foto Beleza

O Valboeiro com ou sem toldo, servia de barca de pas­sagem e era governado através da pá. Funcionava como barco de pesca do sável tomando também o nome de saveiro, como barco de carga das padeiras de Avintes e como barco de passeio.A sua utilização como barco de ligação entre as margens foi desaparecendo ao longo do século XIX com a construção das pontes, mas foi ganhando importância a sua função de passeio, as célebres fúrias do rio que já se praticavam desde o século XVIII.A imagem mais conhecida de um valboeiro de passeio é o quadro “No Areínho” de Silva Porto de 1880.Uma figura feminina faz-se transportar num destes barcos com toldo e sem vela conduzida por uma barqueira, na zona do rio Douro em frente da quinta da China. Ao fundo outros valboeiros atracados.
António Carvalho da Silva Porto (1850 – 1893) No Areínho 1880
óleo sobre madeira 37,4 × 56 cm Museu Nacional de Soares dos Reis

«... as barqueiras de Avintes, que fariam o en­canto e a admiração do Tamisa, regalando n'elle como no rio Douro, e remando em pé com os seus longos re­mos, semelhantes aos das gôndolas venezianas, tão pezados, tão difficeis de manobrar!»Ramalho Ortigão - Jonh Bull 1887

Alberto Marçal Brandão (1848-1919), grupo junto ao rio Douro
gelatino-brometo, s/d. AMB31, AFP/CPF/MC
In o Porto e os seus Fotógrafos, coord. Siza Teresa, Porto 2001, Porto Editora 2001
postal do Araínho com a pesca do sável
saveiros ou valboeiros no cais de Gaia
Francis Frith (1822-1898) & Co. Photograph of Oporto accross the river with boats and jetty in the foreground. Mounted on brown board. 1860/70 - Albumina 15,9 x 21 cm. David Balsells etc al. Napper I Frith. Un viatge fotogràfic per la Ibéria del segle XIX with an essay by Martin Barnes. Barcelona, Museu Nacional d'Art de Catalunya, 2007.

"Um barco ligeiro e coberto de toldo conduziu-nos em pouco tempo por entre navios e numerosos botes por entre o cais mal construído, mas animado e cheio de mercadorias, até São João da Foz, onde costu­mam residir durante a estação calmosa os mais abastados habitantes do Porto. Alguns brigues mercantes ingleses, ligeiros e elegantes como navios de guerra, estavam ancorados muito peno da cidade; entre eles flutuava como um pato entre os cisnes uma ampla e pesada galeota holandesa; seguiam-se navios ameri­canos e, finalmente, a grande distância, no lugar em que o Douro, na sua maior largura, vai reunir-se ao oceano, alguns navios mercantes portugueses que navegam para o Brasil, comparáveis a naus pela sua corpulência."Príncipe Felix Lichnowsky - Portugal, Recordações do ano de 1842«... as barqueiras de Avintes, que fariam o en­canto e a admiração do Tamisa, regalando n'elle como no rio Douro, e remando em pé com os seus longos re­mos, semelhantes aos das gôndolas venezianas, tão pezados, tão difficeis de manobrar!»Ramalho Ortigão - Jonh Bull 1887“Desciam a rampa, que antecede o portão, alguns bandos de gente do povo, rindo, cantando, em plena festa; iam em direcção ao rio. As barqueiras de Avintes aproximavam os barcos da margem para os receber; outras, ainda a grande distancia, chamavam, com toda a força d'aquelles pulmões robustos, as pessoas que vinham por terra. Cruzavam-se os barcos, movidos pelos vigorosos braços d'estas engraçadas e joviaes remeiras, e carregados com os frequentadores das diversões campestres do Areinho e da pesca do savel. Tudo era riso e cantigas no rio.” Júlio Diniz (1839-1871) – Uma Família Inglesa - 1868

Na margem sul e no primeiro plano diversas personagens dedicam-se às actividades do rio: do lado esquerdo da imagem pescadores lançando uma rede sob o olhar atento de uma personagem de casaca, dois frades e um serviçal com uma cesta.
na gravura
na pinturaAo centro e à direita diversas personagens ligadas ao comércio do vinho como carregadores, tanoeiros e comerciantes.Primeiro um “…escaler dum navio carrega pipas; a operação, dirigida por um encarregado, processa-se como ainda se pode observar nos costumes do rio (observe-se que não esqueceu o pormenor das duas pranchas de carga); “.(FILGUEIRAS, O. L. – Algumas Cenas e Cenários Ribeirinhos de Vila Nova de Gaia em Gravuras dos Séculos XVII a XIX – Gabinete de História e Arqueologia de Vila Nova de Gaia – 1984)

“…depois vêm os tanoeiros, o que está a atacar os arcos (de madeira) com o maço do ofício, o mestre recostado a uma pipa ao alto, tendo aos pés um garrafão para a pinga dos seus homens, e o oficial que, ao lado, monta as aduelas, conformando um novo casco (as pipas encontram-se, também, desenhadas a preceito, sem faltar, sequer, o pormenor das travessas de reforço dos tampos)…” “.(FILGUEIRAS, O. L. – Algumas Cenas e Cenários Ribeirinhos…)

“…as gentes do escaler, que se dirige a terra, para meter carga, são interpeladas por um homem que na praia ergue os braços, à esquerda do qual, no pequeno grupo de pessoas junto de duas pipas, e do fardo (ou caixa?), avantaja-se aos carrega­dores o encarregado, que consulta uma lista;” (FILGUEIRAS, O. L. – Algumas Cenas e Cenários Ribeirinhos…)
Repare-se que na pintura este grupo é representado de uma forma diversa já que enquanto o tanoeiro está numa posição semelhante, há uma personagem que se explica ao fidalgo sentado; o encarregado está sentado por detrás escrevendo e outras duas personagens conversam, uma delas apoiada numa pipa.
“…à direita, três personagens de qualidade social conversam entre si, à frente de mais fardos, enquanto na extrema, um clérigo corresponde à reverência de outro «fidalgo»;” (FILGUEIRAS, O. L. – Algumas Cenas e Cenários Ribeirinhos…)


http://doportoenaoso.blogspot.com/2010/04/os-transportes-maritimos-e-fluviais-2-o.html

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Sandeman Port Wine and Betty Boop

Para Alix, que me deu a Ideia :-)
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RichiNean | 31 de Julho de 2007
A "Poor Cinderella", versão Betty Boop desse famoso conto de fadas, foi uma realização dos gênios da animação Max e David Fleischer. Cinderela Betty Boop é um clássico que serviu de inspiração para outro clássico, a Cinderela de Walt Disney. É o único desenho animado colorido de Betty. Divirtam-se!







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BiggerBoatProduction | 10 de Maio de 2009
não existe nenhuma descrição disponível
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MathiasDiricx | 20 de Novembro de 2007
Uit onze nieuwste film: Hercule Poirot; Na de Begrafenis.

Het komt voor in het midden van de film, als afleiding. Daarna komt Sandeman nog vaak aan bod.

From our newest movie project: Hercule Poirot; After the Funeral.
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rhunecke | 11 de Dezembro de 2008
Productshot created during digital film & animation degree at SAE Berlin in 2008.
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SelectFilm | 3 de Junho de 2008
Directed by Philipp von Kap-herr.
A SelectFilm Production, 2004.
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johanbakker59 | 25 de Março de 2008
Project van Tim Bakker
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jorgetavaresmsn | 28 de Maio de 2008
The House of Sandeman (Sogrape)
Douro Valley
Port wine
Quinta do Seixo (near by Pinhão)

Alto Douro Vinhateiro
Património da Humanidade
UNESCO World Heritage Site - is a
specific site that has been nominated for the international World Heritage program administered by UNESCO.

Régua
The municipality is located in the district of Vila Real.

Peso da Régua is the center of Port Wine in the upper Douro valley. There are tourist boats that ply the water of the Douro, bringing tourists through the locks of two dams to Régua. There is also a train that runs along the banks of the Douro, connecting Porto with Régua.

J.T. 2008
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1932- Betty Boop - Betty Boop museum
Carregado por iToons. - Veja mais videos de comedia
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" Betty Boop is noteworthy for being the first cartoon character to fully represent a sexual woman. Other female characters of the same period showed their panties regularly, like Minnie Mouse, but didn't have a full caricature of a woman's form. Betty Boop, however, reveled in her sexuality. She wore short dresses and a garter belt. Her breasts were prominent, and she showed her cleavage. In her cartoons, other characters try to sneak peeks at her while she's changing. In Betty Boop's Bamboo Isle, she does the hula wearing only a lei and a grass skirt, a bit she repeated in her cameo appearance in the first Popeye cartoon. " (Source: Wikipedia)
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Carregado em13/01/07
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terça-feira, 21 de julho de 2009

Douro não passou à última fase das Maravilhas da Natureza



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O vale do rio Douro ficou hoje de fora do concurso para a eleição das Novas 7 Maravilhas da Natureza, na última fase de selecção antes da divulgação dos vencedores entre candidatos de todo o mundo.
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«Não passámos. Éramos o Golias sem fisga e sem pedras contra o gigante» foi a mensagem enviada via telemóvel pelo presidente da Associação dos Empresários Turísticos do Douro e Trás-os-Montes (AETUR) àqueles que aguardavam com expectativa a decisão tomada hoje em Zurique, na Suíça.

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Um painel de especialistas, liderado por Federico Mayor, ex-director geral da UNESCO, escolheu hoje os 28 finalistas, entre os quais serão eleitas as Novas 7 Maravilhas da Natureza a anunciar em 2011, depois de um ano de votação.

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Diário Digital / Lusa - terça-feira, 21 de Julho de 2009 | 15:27
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