Discurso de Lula da Silva (excerto)

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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

O "Borda de Água" fez 102 anos

sábado, 21 de agosto de 2010

Julho passado foi o mais quente dos últimos 79 anos


Indica relatório do Instituto de Meteorologia

20.08.2010 - 17:32

O passado mês de Julho foi o mais quente dos últimos 79 anos, o que explica os valores altos de risco de incêndio a que esteve sujeito quase todo o país, avança o Instituto de Meteorologia.
Em Julho foi registado o maior valor médio da temperatura máxima desde 1931, com 31,75º C 
Em Julho foi registado o maior valor médio da temperatura máxima desde 1931, com 31,75º C 
(Foto: Miguel Manso)


Segundo o relatório mensal de risco de incêndio do instituto, o mês passado caracterizou-se do ponto de vista climatológico “como muito quente e seco, tendo mesmo registado o maior valor médio da temperatura máxima, para o mês, desde 1931, com 31,75º C (graus Célsius)”.

Durante Julho ocorreram duas ondas de calor, uma no início e a outra na última semana, e uma baixa precipitação, tendo o Instituto de Meteorologia registado uma anomalia de -12,5 milímetros em relação ao valor considerado normal.

O passado mês apresentou por isso valores altos de risco meteorológico de incêndio praticamente em todo o país. No entanto, quando comparado com meses homólogos de anos anteriores, os valores de risco de incêndio foram inferiores aos de 2005, mas mantiveram-se acima dos registados nos últimos quatro anos e no período de 2003 a 2009.

A classe de risco de incêndio mais alta foi mesmo atingida em vários concelhos do interior do país, em particular a partir do dia 24 e até ao final do mês.

O Instituto de Meteorologia iniciou ainda em Julho a medição dos valores diários da quantidade de carbono libertada na atmosfera por acção dos incêndios florestais em Portugal continental, tendo registado nesse mês um valor acumulado de 49.607 toneladas.

O relatório destaca ainda que a quantidade de carbono libertado no período de 26 a 31 de Julho correspondeu a cerca de 88 por cento do valor mensal acumulado.
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quinta-feira, 15 de abril de 2010

Tromba de água assusta zona ribeirinha de Lisboa

 

14.04.2010 - 19:09 Por PÚBLICO

Uma tromba de água, um fenómeno atmosférico semelhante a um pequeno tornado, ocorreu hoje cerca das 17h00 no rio Tejo, na zona de Santa Apolónia, Lisboa, segundo confirmou fonte do Instituto de Meteorologia (IM).
Fenómeno atmosférico foi filmado quando se formava sobre as águas 
do rio Tejo  
Fenómeno atmosférico foi filmado quando se formava sobre as águas do rio Tejo (DR)


“Foi um fenómeno que se formou e dissipou sobre a água”, afirmou Cristina Simões, do IM, explicando que, pelo facto de os ventos não terem evoluído para terra e se terem confinado ao Tejo, o pequeno tornado assumiu a designação de “tromba de água”.

O fenómeno, muito localizado, resultou de uma depressão estacionária situada entre o arquipélago da Madeira e o continente, pelo menos até domingo.

Segundo um responsável do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa, ventos fortes arrancaram os telhados de lusalite de cinco prédios no Bairro Belo Horizonte, nas Olaias. Para além de elementos da Polícia Municipal, os Sapadores deslocaram para o local cinco viaturas e 22 bombeiros, mas não se registaram quaisquer danos pessoais.

Quem viu, conta que parecia um tornado. “O céu ficou bastante escuro, parecia um cogumelo, um funil, só me fazia lembrar os filmes americanos”, conta Nuno Grade, que estava a almoçar num dos muitos restaurantes com vista para o Tejo.

Para Margarida Cruz, empregada da pizzaria Casa Nova, o acontecimento deu um filme. “Todos estávamos a filmar”, afirma. “Apenas pensávamos que ia chover, começámos a arrumar a esplanada quando vimos o tornado”. Um colega desta empregada ficou com o vidro do carro partido.

Na Escola António Arroio, duas chapas das obras em curso naquele estabelecimento voaram com a força do vento, tendo os responsáveis escolares optado por mandar evacuar parte do edifício. Não se registaram danos físicos, e fonte da escola disse ao PÚBLICO que as aulas do período nocturno deverão prossseguir normalmente.
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.meteomoita 14 de Abril de 2010Tornado no Tejo - Lisboa em 14-04-2010
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sexta-feira, 3 de julho de 2009

Portugal próximo de clima extremo

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Verões mais frescos e húmidos são cada vez mais frequentes, mas também as ondas de calor  Pedro Catarino
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Meteorologia: Alterações climáticas vão transformar o País

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* André Pereira
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Portugal está numa fase de transição climática caracterizada por uma grande instabilidade meteorológica. Meses de Inverno quentes e secos são cada vez mais frequentes, tal como os Verões são mais frescos e húmidos. Os especialistas defendem que se está perante os primeiros efeitos das alterações climáticas que vão transformar o clima em Portugal, tornando-o mais extremo.
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Habituados a um clima regular, sem grandes variações e com estações do ano bem demarcadas, os portugueses estão a ficar baralhados com fenómenos meteorológicos ‘estranhos’ para a época do ano.

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"A orla mediterrânica é muito frágil. Estas latitudes são as primeiras a serem afectadas. Estas mudanças deverão, como tudo indica, estar associadas às alterações climáticas", explicou ao CM o meteorologista Costa Alves, para quem países como Portugal, Espanha, Itália ou Grécia estão "numa fase de transição que pode desembocar numa mudança climática".

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Ondas de calor mais frequentes e mais intensas, com as naturais consequências para a saúde pública e florestas, a diminuição da quantidade registada de chuva e a menor disponibilidade de água serão as características do clima que nos espera dentro de 30 a 35 anos. "Será uma inevitabilidade se ultrapassarmos as 450 partes por milhão de gases com efeito de estufa na atmosfera. Actualmente temos 390 partes por milhão e emitimos duas partes por ano", sustentou Costa Alves, considerando natural que os portugueses achem que o País está a desenvolver um clima tropical. "É força de expressão. Temos Invernos quentes para a época, mas não são comparáveis com os do clima tropical".

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SOL E BOM TEMPO REGRESSAM ATÉ AO FINAL DA SEMANA

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Após a tempestade, vem sempre a bonança e é isso que vai acontecer em Portugal, de acordo com as previsões do Instituto de Meteorologia (IM) para os próximos dias. Depois das fortes chuvadas dos últimos dias, consequência de uma massa de ar quente marítima, o sol e o bom tempo estão de regresso.

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Para hoje, o IM ainda prevê períodos de chuva fraca a Norte do Cabo Raso, na zona de Cascais, e uma ligeira subida das temperaturas máximas. Amanhã o céu deverá apresentar-se pouco nublado, mantendo-se os chuviscos a Norte do Cabo Carvoeiro (Peniche). Sol e um novo aumento das temperaturas máximas na quinta-feira abrem boas perspectivas para o fim-de-semana.

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PORMENORES

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ONDA DE CALOR

Uma onda de calor verifica-se num período de pelo menos seis dias consecutivos, nos quais se registam temperaturas máximas cinco graus acima do valor médio diário no período de referência.

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CLIMA TROPICAL

É característico das regiões entre os trópicos de Câncer e de Capricórnio, com temperaturas mínimas mais altas e máximas mais baixas do que em Portugal.

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MAIOR ONDA EM 2003

A onda de calor de maior duração em Portugal ocorreu em Julho/Agosto de 2003, que variou entre 16 e 17 dias nas regiões do Interior do País.

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in Correio da Manhã - 01 Julho 2009 - 18h17

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terça-feira, 30 de junho de 2009

Portugal tem hoje índice muito elevado de raios UV


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Depois da chuva e do vento forte dos últimos dois dias, Portugal está sujeito esta terça-feira a um índice de raios ultravioleta (UV) muito alto, segundo o Instituto de Meteorologia (IM).
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As únicas excepções são Viana do Castelo e Santa Cruz (Madeira), mas isso não significa que se ignorem os cuidados básicos de protecção.

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Entre as 11:00 e as 17:00 horas, o IM aconselha a utilização de óculos de sol com filtro UV, chapéu, t-shirt, guarda-sol, protector solar e que se evite a exposição das crianças ao sol.

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Para hoje, o IM prevê céu pouco nublado, apresentando períodos com muita nebulosidade a norte do sistema montanhoso Sintra-Estrela, onde podem ocorrer aguaceiros fracos, em especial nas regiões do Norte. Aguarda-se ainda uma pequena subida da temperatura máxima, em especial nas regiões do interior.

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O índice ultravioleta varia entre o «Baixo» e o «Extremo», passando pelo nível «Moderado», «Alto» e «Muito Alto».

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Diário Digital / Lusa -Terça-feira, 30 de Junho de 2009 | 23:15


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