Discurso de Lula da Silva (excerto)

___diegophc
Mostrar mensagens com a etiqueta Di Cavalcanti. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Di Cavalcanti. Mostrar todas as mensagens

sábado, 9 de abril de 2011

Vida e algumas obras de Di Cavalcanti



Pintor brasileiro nascido no Rio de Janeiro, RJ, que apesar da influência cubista e mesmo surrealista, foi um dos mais típicos pintores brasileiros pela temática popular, que inclui o carnaval carioca, mulatas sensuais, paisagens suburbanas e naturezas-mortas com frutas tropicais.
Iniciou sua atividade artística como desenhista (1914) fazendo ilustrações, charges e caricaturas. Teve seu trabalho publicado pela primeira vez em uma revista (1914), mas realmente iniciou a carreira publicando charges políticas na revista Fon-Fon (1916), no mesmo ano em que expôs no Salão dos Humoristas uma série de ilustrações sobre a Balada do cárcere de Reading, de Oscar Wilde. Começou a pintar (1917) sob influência do art nouveau.Realizou sua primeira mostra individual (1917), como desenhista; era então na opinião de Mário de Andrade, o menestrel dos tons velados, e utilizava como meio de expressão predileto o pastel, evocando figuras femininas de angelitude então em voga.
Transferiu-se (1921) paraSão Paulo, onde realizou sua primeira exposição de pinturas, com 12 obras nas quais se observa certa persistência de tendências passadas, como o Impressionismo e oSimbolismo, temperadas com algumas pitadas de Expressionismo, e em seguida participou com da Semana de Arte Moderna (1922), recebendo críticas à sua mudança na arte da época. Viajou para Paris (1923), onde se dedicou exclusivamente à pintura e onde sofreu muitas influências no trabalho.
.
Voltou (1925) com visíveis influências de Picasso e Braque e tomado de admiração pela obra de Ticiano, após passagem pela Itália. Retornando ao Brasil realizou nova mostra e uma exposição individual, onde Mário de Andrade não poupou elogios aos seus trabalhos e à maneira explendida como mostrou o Brasil como ele é. Executou os primeiros painéis modernos do Brasil para o teatro João Caetano, no Rio (1929), e neles deixou as marcas de seu estilo: um cubismo atenuado por curvas barrocas e motivos populares como o carnaval e o samba.
.
Voltou a residir em Paris (1935-1940) e, nesse período, pintou várias obras de temática brasileira, como Scène brésilienne (Museu Nacional de Arte Moderna, Paris) e Ciganos (Museu Nacional de Belas-Artes, Rio de Janeiro). Na década seguinte atingiu o apogeu de seu talento e se tornou um dos mais notáveis pintores brasileiros gerados pelo modernismo.
.
Juntamente com Alfredo Volpi, ganhou o prêmio de melhor pintor nacional da II Bienal de São Paulo (1953), arrebatou o primeiro prêmio da Mostra de Arte Sacra em Trieste (1956) e conquistou a medalha de ouro da II Bienal Interamericana do México (1960). Também executou tapetes, para o palácio da Alvorada, em Brasília, e jóias, para a firma Lucien, no Rio de Janeiro, escreveu dois livros de memórias: Viagem da minha vida (1955) e Reminiscências líricas de um perfeito carioca (1964) e morreu na cidade o Rio de Janeiro.
.
Ainda em vida (1971), o Museu de Arte Moderna de São Paulo realizou uma grande retrospectiva de sua obra. Dentre seus diversos álbuns, citem-se Páginas de um álbum de notívago e Realidade brasileira. Há exemplos de sua obra pictórica e gráfica nos principais museus brasileiros, como o Museu Nacional de Belas-Artes e o Museu de Arte de São Paulo, e em instituições estrangeiras, como o Museu de Arte Litúrgica de Roma.
.
Fonte: www.dec.ufcg.edu.br
.
http://www.sampa.art.br/biografias/dicavalcanti/



sábado, 16 de outubro de 2010

Pequena Galeria de Retratos após o Sarau com Música e Poesia para (quase) todos os gostos

O naufrágio do Medusa segundo Gericault - Vik Muniz

Gericault
O naufrágio do Medusa - Gericault

A questão social continua um caso de Polícia - Di Cavalcanti
Delacroix - A Liberdade Guiando o Povo
O Quarto Estado - Volpedo
Peter Brueghel - Festa de Noivado
Álvaro Cunhal - Desenhos da Prisão

Paula Rego - A Dança
Paula Rego - O Crianças Voando
.
.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Carnaval - imagens

Terça-feira, Fevereiro 20, 2007



Carnaval e Entrudo - Imagens

Maracatu em Olinda - 2006

Severino Borges - Maracatu Piaba de Ouro

José Francisco Borges - Maracatu do nordeste


Já em Pernambuco, destaca-se outro grande carnaval brasileiro, o de Olinda e de Recife. É desse Estado que surgiu um dos ritmos mais alucinantes da festa momesca: o envolvente e contagiante frevo. "E a multidão dançando, fica a 'ferver'..." Daí o surgimento da palavra "frevo".

Paralelamente, existe o maracatu, cortejo de origem africana, altamente expressivo. O berço dos maracatus foram as senzalas, quando os negros prestavam homenagem aos seus antigos reis africanos. Mesmo com o fim da escravidão, os cortejos continuaram. Daí o maracatu ganhou as ruas, tornando-se uma das peças essenciais do carnaval pernambucano.


Tarsila - Carnaval em Madureira


Jan Miel - Tempo de Carnaval em Roma - 1653

Carnaval en el Corso Romano, 1873- Mariano Fortunity

Corso Carnavalesco - Nice - 2006

Carnaval na Baia 2006 - fotografia de Arrison Oliveir



Veneza - vendedor de máscaras

Carnaval no Rio de Janeiro - samba


Carnaval no Rio de Janeiro

Carnaval no Rio de Janeiro- fotografia de Jacques VEYLET - 2005




Antonio Gonçalves Gomide - Pierrô e Columbina - óleo sobre cartão

Picasso - Arlequim

Picasso - Arlequim

Polichinelo, Capitão Crocodilo (agachado) e Francatripa, personagens da Commedia dell´Arte

É O CARNAVAL - PINTURA DE ROSE BRAGA



Polichinelo

Simbolo do Carnaval de Torres Vedras

Miró - O Carnaval do Arlequim





Arlequim e Pierrot - autor não identificado

Columbina - autor não identificado

Carnaval em Bronx - 1997 José Antonio Quirós


Entrudo - Brasil - Márcio Melo (2002)


Dia de Entrudo (Cena de carnaval no Brasil) 1823 - Jean Baptiste Debret

Baile Popular1972 - -Di Cavalcanti

"E viva o Zé Pereira
Pois que ninguém faz mal
Viva a bebedeira
Nos dias de carnaval".



Quadro de Heitor dos Prazeres (1898 - 1966), o pintor do morro carioca



Matin de Mardi-Gras - Gilles de Binche


Mardi Gras em Nova Orleâes


Cours de Mardi Gras - Otis Dobson

Combate entre o Carnaval e a Quaresma - Pieter Brueghel, o Novo

Carnaval em Veneza
La stagion del Carnovale
tutto il Mondo fa cambiar.
Chi sta bene e chi sta male
Carnevale fa rallegrar.

Chi ha denari se li spende;
chi non ne ha ne vuol trovar;
e s'impegna, e poi si vende,
per andarsi a sollazzar.

Qua la moglie e là il marito,
ognuno va dove gli par;
ognun corre a qualche invito,
chi a giocare e chi a ballar.

Carlo Goldoni






Carnaval de Olinda - arte naïf ..................................Carnaval - autor não identificado










Rei Momo

Máscaras de Carnaval em Veneza


Carnaval no século XVI