Discurso de Lula da Silva (excerto)

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sábado, 5 de maio de 2012

Jack Lee Thompson - EL MENSAJERO DE LA MUERTE (1988)

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Enviado por tributeofmonsters em 09/08/2011
EL MENSAJERO DE LA MUERTE "Messenger of death" (Subtitulada)
Estimados amigos(a) en mi afán de compartir con ustedes parte del material de videos de que dispongo, y que se es muy difícil de obtener en muchos casos, he creado una nueva cuenta en YOUTUBE desde la cual espero poder compartir con todos ustedes parte de este material, como películas, programas y series de TV, en esta ocasión haciendo un esfuerzo publiqué en forma completa una de las mejores y recordadas películas rodada en el año 1988 EL MENSAJERO DE LA MUERTE "Messenger of death" protagonizada por CHARLES BRONSON, TRISH VAN DEVERE, LAURENCE LUCKINBIL & DANIEL BENZALI y la he querido compartir con ustedes. Espero la disfruten y la compartan con quien estimen conveniente, mi afecto para todos ustedes. Codificado por ® Manuel Alejandro 2011.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Os 7 Magníficos - John Sturges



Digestivo nº 46 >>> Sete vezes Sete
Nada como o DVD para revitalizar a discussão sobre os clássicos. Sete Homens e um Destino está luzindo nas prateleiras e trazendo de volta toda a mítica em torno de Yul Brynner, Steve McQueen e seus cinco comparsas, dentre eles, Charles Bronson e James Coburn. É preciso entender o que fascinou gerações e gerações de admiradores, que têm o filme como marco, no baú de referências cinematográficas. Em primeiro lugar, o caráter sólido e a integridade inquebrável das personagens, que preferem morrer (e morrem) a entregar-se aos desígnios do inimigo. Em segundo lugar, a concentração e a convicção (imperturbáveis, tipicamente orientais) que lhes garante as respostas certas, e os passos certos, quando o momento é de dúvida e de confronto. Em terceiro lugar, a história em si que, mesmo em sua simplicidade esquemática, é perfeita. O longa tem seis momentos bem definidos e um olhar treinado consegue identificá-los com facilidade: no início, como não poderia deixar de ser, o caos; logo depois, os heróis são apontados (e apresentados); então, vem a preparação para o enfrentamento; em seguida, o primeiro embate (bem sucedido); conseqüentemente, o descuido, a captura e a humilhação; por fim, a reviravolta e o desfecho glorioso. É notável o cuidado que se tem em humanizar os Sete Homens, à medida que o épico se desenvolve, mostrando que por trás de seus dons infalíveis e de sua aparência inabalável reside uma alma atormentada, um espírito sensível. A moral (no final) é conservadora, no que proclama, mas não no que consagra: Charles Bronson diz que havia muito mais coragem em cultivar a família, a terra, a casa do que em ser um mercenário, em busca de aventuras; porém, o que fascina mesmo, até Eli Wallach (o bandido), fica registrado no seu último suspiro (que é também o da platéia): um homem como você (Yul Brynner) lutando por uma causa dessas? É fato. O magnífico, o magnificente, não cabe numa luta, não cabe numa disputa, não cabe num faroeste. No máximo, ensina, orienta, serve como modelo. Mas, pensando bem, é o que se tem feito desde a estréia do filme, em 1960. E, pensando bem, é o que se continuará fazendo, por muito tempo. 
>>> The Magnificent Seven